Ford inaugura concessionária em Campinas

São Paulo – Mais uma concessionária com o novo padrão de arquitetura Ford foi inaugurada, dessa vez em Campinas, SP. Administrada pelo Grupo Tempo, ocupa 1,2 mil m² de uma área total de 1,8 mil m² no bairro do Cambuí e oferece tanto showroom de vendas como área de pós-venda, com oficinas capazes de atender em torno de 450 carros/mês.

 

Segundo a diretora executiva do Grupo Tempo, Cristina Dias, a nova revenda foi construída em uma área nobre da cidade e oferecerá toda a linha Ford, incluindo os importados Edge e Mustang. Na região são emplacados 2,9 mil veículos por mês, calcula a Ford.

 

Com a inauguração a rede Ford alcança 304 pontos de vendas em todo o Brasil, distribuídos por 147 grupos.

 

Foto: Divulgação.

Renault inaugura laboratório em Curitiba

São Paulo — A Renault anunciou a inauguração de um Renault LAB instalado dentro do prédio de laboratórios da FAE Centro Universitário, em Curitiba, PR. O espaço recebe uma linha de produção simulada que será utilizada para a formação de funcionários e de laboratório para os cursos de graduação e pós-graduação da entidade de ensino.

 

Segundo a empresa, o objetivo é “aproximar a indústria do ambiente acadêmico, fomentando o conhecimento e a utilização de ferramentas e boas práticas para o processo de produção”.

 

Este é o quarto laboratório do chamado ecossistema de inovação da Renault no Brasil.

 

Foto: Divulgação.

Vendas na Colômbia crescem acima de 5% até outubro

São Paulo – As vendas na Colômbia no acumulado do ano apresentaram alta de 5,6% na comparação com igual período do ano passado. Segundo dados da Andemos, a associação setorial daquele país, foram vendidos no janeiro-outubro 208 mil 982 unidades. Apenas em outubro foram 23 mil 890 unidades vendidas, alta de 11% ante o resultado de outubro de 2018. Foi o melhor desempenho de vendas do ano na Colômbia.

Troller TX4 automático chega em dezembro

São Paulo – A Troller confirmou para dezembro o lançamento do TX4, modelo equipado com transmissão automática exibido como conceito no último Salão do Automóvel de São Paulo, no ano passado.

 

Com carroceria em duas cores, tem como principal novidade o diferencial traseiro blocante com acionamento elétrico. Traz, ainda, no pacote de acessórios itens como para-choques dianteiros de aço e faróis auxiliares de led.

 

Foto: Divulgação.

Estados apertam o cerco contra incentivos fiscais

São Paulo – Aumenta a pressão nos Estados a respeito da concessão de incentivos fiscais às indústrias. No que diz respeito ao setor automotivo, há casos em curso nas Justiças de São Paulo, Goiás e Rio de Janeiro conduzidos por interlocutores que buscam saber até onde o poder público foi para atrair ou manter fábricas.

 

No caso paulista, a Justiça concedeu liminar em 5 de novembro que obriga o governo estadual a divulgar até o final do mês lista completa das empresas beneficiadas com isenções fiscais. A medida é resultado de uma ação apresentada em junho por deputados da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo que questionam a alegação de sigilo fiscal dada pelo governo de João Doria.

 

Em março o governador anunciou a criação do IncentivAuto, regime de incentivo ao investimento para a indústria automotiva que concede desconto de ICMS a novos projetos, de veículos ou ampliação de fábrica, cujo aporte supere R$ 1 bilhão e gere, ao menos, quatrocentos postos de trabalho. Por enquanto General Motors e Scania entraram no programa.

 

Na decisão da 4ª Vara da Fazenda Pública, o juiz Antonio Augusto Galvão de França despachou em favor dos deputados, considerando que, por se tratar de verbas públicas, determina que “não há que se alegar eventual sigilo fiscal de terceiros, notadamente de empresas diretamente beneficiadas com isenções ou renúncias fiscais”.

 

Para Luiz Carlos Moraes, presidente da Anfavea, abrir os dados é algo positivo e uma medida comum em outros países. Contudo, seguiu o representante, há restrições quanto ao uso dos dados na esfera política:

 

“É algo que não pode ser usado politicamente. Fora isso, não vejo como um problema, é uma situação que acontece em outros países. Temos que tratar o tema de forma transparente”.

 

Moraes, ainda, defendeu os incentivos concedidos à indústria: “As montadoras contribuíram com o desenvolvimento do saneamento, com treinamento de funcionários. Sabem quanto já foi investido em treinamento e capacitação nas regiões onde as fábricas se instalam? Se querem medir os retornos para a sociedade, conversem com prefeitos, com motoristas de táxi, com donos de hotéis”.

 

O governo do Estado de São Paulo estima uma perda de receita de R$ 16,3 bilhões neste ano com isenções ou reduções de alíquotas e concessões de créditos de ICMS, cerca de 11% da projeção de arrecadação. Para 2020, a estimativa de benefícios fiscais prevista na lei orçamentária em debate na Assembleia Legislativa é de R$ 17,4 bilhões apenas em ICMS – somados todos os setores.

 

No Estado são nove as empresas que mantêm produção, dentre linhas de montagem de automóveis e caminhões e produção de motores e transmissões. As fábricas instaladas aqui alimentam gigante cadeia de sistemistas e fornecedores.

 

No caso goiano, em 4 de novembro houve mais uma reunião da CPI dos Incentivos Fiscais instaurada em março, na qual foram ouvidos representantes da HPE – que mantém montagem de veículos Mitsubishi e Suzuki em Catalão, GO. A participação de Carlos Alberto Oliveira Andrade, fundador da Caoa, foi cancelada em função de problemas de saúde alegados.

 

Deputados da Assembleia Legislativa de Goiás investigam denúncias de irregularidades nos processos de concessão e benefício fiscais. Ailton Coimbra Bonfim, diretor jurídico da HPE, disse que desde a instalação da fábrica em Catalão em 1998, a Mitsubishi recolheu R$ 10 bilhões em impostos, sendo que R$ 1 bilhão deste total foram destinados ao Estado.

 

Segundo ele, graças ao benefício do crédito outorgado, quando a empresa recebe de volta o que recolhe de ICMS, a Mitsubishi teria que gerar, como contrapartida, 2 mil 400 empregos, mas foram criados no total 11 mil diretos e indiretos. Atualmente a companhia emprega 6 mil trabalhadores e a folha de pagamento chega a R$ 8 milhões por mês.

 

A fábrica da HPE, fruto de investimento de R$ 4 bilhões, foi projetada para produzir até 120 mil veículos por ano, sendo que já chegou a produzir 60 mil e, atualmente, o número é de 16 mil. O resultado é, segundo o executivo, reflexo da crise econômica que levou a fábrica à ociosidade e geração de custos.

 

Goiás comprometeu, aproximadamente, 35% de sua receita por conta dos incentivos neste ano. O TCE, Tribunal de Contas do Estado, decidiu, por meio de um Acórdão, que o Estado deve reduzir em no mínimo 9% a renúncia da receita tributária estadual. Em 18 de novembro haverá outra reunião, desta vez, com a Caoa.

 

No Rio de Janeiro, um caso que tramita há mais tempo: o Ministério Público ajuizou ação civil pública há dois anos por ato de improbidade administrativa contra a Michelin e outras partes, questionando a legalidade do decreto estadual que incluiu a empresa no Programa de Atração de Investimentos Estruturais, o Rioinvest, para lhe conceder benefícios fiscais em valor superior a R$ 1 bilhão.

 

Ao analisar o caso, a Justiça estadual considerou trechos do decreto ilegais no que dizia respeito ao benefício concedido à Michelin. Após decisão de primeira instância, o Tribunal de Justiça daquele Estado manteve o bloqueio dos bens da empresa e a condenação solidária da companhia à restituição dos valores não recolhidos de ICMS.

 

Foto: Rafael Neddermeyer/ Fotos Públicas.

General Motors começa a agendar o recall do Onix Plus

São Paulo – As redes de concessionárias e oficinas autorizadas Chevrolet começarão a receber a partir da segunda-feira, 19, os proprietários do Onix Plus fabricados de 29 de abril a 6 de novembro – chassis LG100091 a LG139164 – para agendar a atualização da calibração do módulo de controle de motor.

 

O Onix Plus precisou passar por recall por causa de um defeito na calibração deste módulo de controle do motor: em determinadas situações de uso pode haver um aumento de pressão e temperatura na câmara de combustão, causando danos ao pistão e uma possível quebra do bloco do motor.

 

Em casos extremos, conforme um relatado na semana passada – e que levou a General Motors a confirmar a necessidade de um recall –, o óleo pode vazar e, ao entrar em contato com partes quentes, provocar um incêndio.

 

A atualização do módulo é gratuita e tem prazo estimado de até noventa minutos. É necessário agendar o serviço pelo 0800-702-4200.

 

Foto: Divulgação.

Mercedes-Benz é alvo de fake news

São Paulo – Um áudio que circulou pelo WhatsApp no último fim-de-semana deixou muita gente animada: um homem não identificado disse ter ouvido de representantes do Grupo Martinelli, de Joinville, SC, que o presidente da Mercedes-Benz do Brasil afirmara em reunião na Acij, Associação Empresarial de Joinville, que toda a produção de caminhões da companhia estaria comprometida até março ou maio de 2021.

 

“O presidente [da Mercedes-Benz] disse que se hoje algum transportador quiser comprar dez caminhões, só a partir de maio de 2021 poderia aceitar o pedido”, disse o homem no áudio.

 

De fato o presidente Philipp Schiemer, que não teve seu nome citado no áudio, participou de evento na Acij, cujo presidente é João Joaquim Martinelli, em 4 de novembro – a companhia confirmou, em comunicado. Mas a informação divulgada no áudio não procede.

 

“Gostaríamos muito que o mercado brasileiro estivesse tão positivo a ponto de esgotar a nossa produção”, segue o comunicado. “Mas reforçamos que estamos diante de mais uma fake news’ Os nossos clientes podem ficar tranquilos. Garantimos que temos como atender os pedidos em nossas fábricas”.

 

Veja o comunicado divulgado pela Mercedes-Benz:

 

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Foto: Divulgação.

Dinheiro para veículos? Temos sim, senhor.

São Paulo – Nunca antes na história deste País os bancos emprestaram tanto dinheiro para a aquisição de veículos. Reportagem de destaque da edição 361 da revista AutoData, já disponível em sua versão digital, gratuitamente, analisa a situação do crédito automotivo, impulsionado pelas vendas diretas e, também, pela redução do papel do BNDES na concessão de financiamentos para caminhões.

 

Não faltará crédito, portanto, aos consumidores brasileiros que querem comprar um carro novo – e não são poucos: uma pesquisa inédita mostra que os jovens de 18 a 24 anos, na América do Sul, têm, sim, vontade de adquirir seu próprio veículo. É tema de outra reportagem da revista de novembro, que trata também da segurança dos automóveis produzidos no Brasil: mostra o avanço do veículo nacional no ranking do Latin NCAP, instituição que mede, por meio de crash testes, a qualidade da estrutura dos veículos e a segurança proporcionada a condutores e passageiros.

 

Em From the Top o presidente da Cummins, Luis Pasquotto, pensa sobre o futuro do motor a diesel e as tendências de eletrificação em veículos comerciais. Ainda nesta edição a cobertura completa do Congresso AutoData Perspectivas 2020, da Fenatran e o avanço dos carros elétricos no mercado brasileiro.

 

Para acessar clique aqui.

 

Foto: Arte/AutoData.

Mini Countryman é holandês voador

Indaiatuba, SP – A BMW, por meio de sua Divisão Mini, mostrou na sexta-feira, 8, novidade atuante na faixa de baixo dos veículos Premium puro sangue: o novo Countryman ALL 4 da série John Cooper Works, a mais animada, que é um crossover produzido em Born, Holanda. Motor 2.0 turbo de 306 cv e preço salgado para a sua localização mercadológica: R$ 239 mil 990.

 

O modelo oferece, também, tração nas quatro rodas e suspensão eletrônica descrita como geradora “de esportividade e de conforto para uso urbano, quando necessário”. O visual é desenhado como “mistura de linhas harmoniosas e atléticas com amplo espaço na cabina sem perder as proporções típicas de um Mini”. Versátil também é palavra que se aplica ao caso.

 

Mas as palavras ainda perdem fôlego diante da experiência prática, numa pista de teste, e de corrida, o Autódomo Capuava, em Indaiatuba, SP. O motor ronrona como gatinho mas faz o carro saltar adiante como pantera de pouca conversa. Ou seja: no ritmo familiar – carrega cinco pessoas e pertences com porta-malas de 450 litros – torna-se confortável, amigável, mas no modo esportivo troca de roupa e disputa palmo a palmo com os grandes: sua velocidade máxima bate em 250 km/h.

 

De acordo com Rodrigo Novello, diretor de vendas e marketing da marca MINI, seu portfólio deve gerar, este ano, vendas projetadas de 1,7 mil unidades. Até outubro suas vendas acumuladas somam 1 mil 371 unidades, queda de 3,2% diante do mesmo período do ano passado.

 

Ao mercado brasileiro a empresa faz a oferta de treze diferentes configurações do Mini e detinha, em outubro, participação de 4,63% no segmento de veículos importados. O modelo hatch de 3 portas é o mais vendido, coisa de 35% do total e preço a partir de R$ 122 mil 990.

 

“Esperamos crescimento orgânico e acima do mercado, e incluímos aí nosso desempenho nos próximos anos. Apesar da carga tributária incidente…”

 

Hoje o portfólio Mini é mais versátil, unindo num só modelo virtudes que, antes, eram independentes – como esportividade e conforto, por exemplo. Ele foi renovado há alguns anos a partir de mais de trinta configurações e de pelo menos sete plataformas.

 

Novidades – O motor é novo, o 2.0 TwinPower turbo, de 4 cilindros e os tais impressionantes 306 cv de 5 mil rpm a 6 mil 250 rpm e 450 Nm de torque já disponível de 1 mil 750 rpm a 4,5 mil rpm. Automática, a transmissão é a Steptronic com oito marchas e Launch Control.

 

Com essa maquinaria toda, contou o press release da Mini, o carro faz de 0 km/h a 100 km/h em 5,1 segundos.

 

Conectividade e sistemas de navegação e entretenimento são vistos por meio de tela multimídia touch-screen circular de 8,8 polegadas. Conexões à internet funcionam por meio dos sistemas Connected e Connected XL: informações de trânsito em tempo real, serviço de alerta para manutenção, serviço de concierge e de chamada de emergência inteligente.

 

São nove as cores disponíveis, que podem ser combinadas com tetos pretos ou vermelhos.

 

Fotos: Divulgação.