Por uma engenharia nacional mais forte e atuante

Promover a engenharia nacional é uma das bandeiras levantadas pela Multittech, empresa recentemente composta por uma fusão entre a Smarttech e Multicorpos, duas grandes provedoras nacionais de soluções tecnológicas para a indústria automotiva.

 

De acordo com José Ricardo Nogueira, CEO da Multittech, o processo de manufatura não agrega valor à indústria nacional. “No médio e longo prazo a atividade de manufatura será totalmente desenvolvida por robôs. Produzir em qualquer parte do mundo tende a ser cada vez mais semelhante, uma vez que o ser humano passa a ser menos relevante neste processo”.

 

O executivo alerta que é preciso ter um programa de governo para incentivar o desenvolvimento de produtos localmente. “Uma empresa desmonta uma fábrica aqui e em pouco tempo está produzindo em outro local que lhe ofereça melhores condições. Manufatura é commodity. Se você não tiver um bom produto e investir apenas na melhoria da capacidade de produção, que é o que observamos muito no Brasil, é produzir eficientemente um produto ruim”.

 

“A visão da MULTITTECH é fazer engenharia no Brasil e, com sua inteligência e recursos tecnológicos, contribuir para que as empresas aperfeiçoem seus produtos e se tornem mais competitivas, fator que consideramos relevante em um País que pretende abrir cada vez mais sua economia”, comenta Nogueira.

 

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O desenvolvimento de soluções tecnológicas localmente permite que os engenheiros brasileiros realizarem aqui o mesmo trabalho desenvolvido no exterior, inovando e criando produtos cada vez mais competitivos que tragam benefício para a sociedade.

 

A Multittech defende que é preciso abrir a economia de forma gradual, fazendo mais acordos como o recente acertado entre a União Europeia e o Mercosul como um primeiro passo para criar condições de se fomentar a engenharia local. De acordo com Nogueira, “cabe ao Estado fazer sua parte, que é reduzir o peso da burocracia, a carga fiscal, a falta de logística e dar mais previsibilidade legal e trabalhista para os agentes econômicos”.

 

O executivo argumenta que é preciso inserir nossa indústria nas cadeias internacionais e participar dos processos que hoje são dinâmicos. “O Brasil ficou muito voltado para o mercado interno e hoje perdemos a relevância, enquanto países que há 30 anos tinham pouca expressão econômica, como a Coréia do Sul, hoje são potências industriais”.

 

Para Nogueira, o Brasil precisa ter mais empresas como o Grupo Iochpe-Maxion, Weg entre outras de capital nacional, que investem fortemente no desenvolvimento de produtos aqui com vistas no mercado global. “Estamos acostumados a ver um produto de boa qualidade e dizer ‘é bom porque é importado’. Não somos capazes de fazer coisas boas? Precisamos estimular as empresas a fazerem coisas boas e a melhor forma é expô-las à concorrência”.

A Multittech acredita que a mudança a favor da engenharia brasileira virá com ação do governo que só vai agir se empresas, universidades, classe política e a sociedade pressionarem. “É hora de mudar”, conclui Nogueira.

Oferta maior de veículos elétricos anima fabricantes de carregadores

São Paulo – Os fornecedores de sistemas de recarregamento para baterias de veículos elétricos começam a se animar com o iminente crescimento da demanda por esses modelos, incentivada pela maior oferta de opções nos portfólios das montadoras. Siemens e ABB, dois tradicionais fornecedores de carregadores, estudam como atender a este aumento na procura – e a produção local não está descartada.

 

Ricardo Nakamura, gerente de desenvolvimento de negócios da Siemens do Brasil, admitiu que há estudos internos em andamento para nacionalizar o componente, hoje importado da Europa. “O próximo passo é o crescimento da demanda por postos de recarga, algo que deverá ter forte expansão nos próximos três, quatro anos. Temos planos de produzir nossos postos de recarga em Jundiaí”.

 

Segundo o executivo, não é necessário elevado investimento: basta adicionar uma linha de produção, seguindo o padrão global de suas fábricas. A Siemens já desenvolveu os carregadores de corrente alternada, contínua e os dedicados a veículos pesados. A empresa também tem conversas em andamento com algumas montadoras para fechar parcerias:

 

“Ainda não fechamos nenhuma parceria, mas as negociações estão ocorrendo. A intenção é oferecer junto com a montadora a infraestrutura necessária para os clientes, que é o carro elétrico somado ao carregador para o seu abastecimento”.

 

A ABB também espera pela maior demanda por postos de recarga nos próximos anos, segundo Wilson Morais, seu gerente de mobilidade: “O aumento da oferta por parte das montadoras fará com que a demanda por carregadores seja maior nos próximos anos, até porque as vendas também devem crescer”.

 

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Morais acredita que a curva de crescimento da infraestrutura para os elétricos no País se acentuará até 2022, com grande demanda vindo também do setor privado, como shoppings, restaurantes, hotéis, condomínios e outros empreendimentos que buscam agregar valor ao seu negócio e atrair os clientes desse nicho de mercado.

 

Por onde começa? Para Morais a maioria dos postos públicos da ABB serão instalados nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, que devem concentrar a maior demanda por elétricos nos próximos anos. A Siemens ainda não definiu onde instalará seus postos mas, segundo Alexandre Sakai, gerente do segmento automotivo da empresa no Brasil, a tendência é também começar pelo Sul e Sudeste:

 

“As montadoras selecionam algumas concessionárias da rede para vender seus veículos elétricos e imaginamos que as maiores demandas virão dessas regiões “.

 

Ambos os executivos fizeram questão de ressaltar que Norte e Nordeste são regiões importantes, mas que representarão parte menor da demanda no começo.

 

Qual setor puxa a fila? Para os executivos as frotas das empresas serão responsáveis por alavancar essa demanda, por uma série de questões como custo total de operação que pode justificar o investimento em veículos elétricos, o fato de saber quantos quilômetros rodam por dia e, com isso, buscar um veículo que tenha a autonomia desejada, os descontos nos impostos e a facilidade para carregar os veículos durante a noite na garagem.

 

Carregamento público – A disponibilidade de carregadores públicos no Brasil também deverá crescer no período e, segundo o gerente da ABB, a empresa espera instalar mais de cinquenta postos de recarga até o final de 2021, que se juntarão aos onze postos que a companhia já instalou. A Siemens ainda não possui nenhum ponto de carregamento público no Brasil, mas já trabalha para isso, disse Nakamura:

 

“Temos alguns de uso privado instalados em parceria com algumas empresas no Sul do País e também temos algumas negociações em andamento para instalar nossos primeiros postos públicos de recarga no ano que vem, em parceria com empresas do setor”.

 

Fotos: Divulgação.

Ritmo segue forte nas vendas de caminhões

São Paulo – O balanço das vendas em setembro divulgado pela Fenabrave na quarta-feira, 2, mostrou que os negócios nos segmentos de caminhões e ônibus seguem em trajetória ascendente bem superior à média do mercado. Nessa faixa específica os licenciamentos foram 34,5% maiores do que os do ano passado, chegando a 11 mil 624 unidades. No acumulado do ano a alta frente o janeiro-setembro de 2018 foi de 42%, somando 66 mil 636 unidades.

 

Os números da entidade mostram que as vendas de caminhões chegaram a 9 mil 301 unidades em setembro, o que representa crescimento de 38,7% sobre setembro do ano passado. No acumulado do ano, alta de 40,6%, com 74 mil 747 unidades. O ritmo levou a Fenabrave a revisar suas projeções de vendas para o segmento neste ano, que no último trimestre deverá registrar novos negócios em função de retomada em setores como o da construção civil e da oferta de crédito nos bancos privados na modalidade CDC.

 

A expectativa também é positiva acerca dos negócios no mercado de ônibus, que também demonstrou desempenho positivo até setembro. No acumulado do ano foram vendidas 19 mil 830 unidades, alta de 47%. Apenas em setembro foram 2 mil 323 unidades licenciadas, 20% a mais sobre as vendas realizadas em setembro do ano passado.

 

Já as vendas de automóveis somaram 187 mil 816 unidades em setembro, 8,4% a mais do que o volume vendido em igual período em 2018. Assim, chegaram a 1 milhão 645 mil 415 unidades licenciadas no janeiro-setembro, 8,8% a mais do que nos nove primeiros meses do ano passado. As vendas de comerciais leves, por sua vez, somaram 35 mil 424 unidades em setembro, alta de 12,5% sobre setembro de 2018 — no acumulado do ano são 289 mil 598 unidades, alta de 8%.

 

No total o mercado brasileiro de veículos alcançou 234 mil 864 unidades, avanço de 10,1% com relação a setembro de 2018. No acumulado do ano a alta chega a 9,9%, com 2 milhões 29 mil unidades.

 

Foto: Divulgação.

Fenabrave eleva projeção de vendas de caminhões e ônibus

São Paulo – A Fenabrave divulgou na quarta-feira, 2, a sua revisão de projeções sobre o mercado de veículos para 2019. No que diz respeito aos segmentos de automóveis e comerciais leves a entidade manteve a projeção de crescimento de 8% nas vendas sobre a base de 2018. Para o segmento de caminhões e ônibus, contudo, houve alteração: a entidade espera que as vendas sejam 35% maiores do que as realizadas no ano passado — a expectativa anterior era de crescimento de 18,4%.

 

Segundo o presidente Alarico Assumpção Júnior o aumento do porcentual desse crescimento foi baseado por um possível aquecimento dos negócios, no quarto trimestre, nos setores de construção civil, papel e celulose e, como vem sendo nos últimos anos, no agronegócio: “Aliado a esses fatores o aumento da oferta do crédito também melhora a nossa expectativa para a venda de caminhões pesados e também máquinas agrícolas”.

 

Há também, de acordo com o presidente, forte participação do CDC, o crédito direto ao consumidor, nas vendas de veículos pesados no ano: cerca de 70% dos financiamentos realizados até setembro. A taxa de inadimplência na pessoa jurídica em 0,95%, um nível considerado baixo, também favorece a compra de caminhões novos por parte dos frotistas desses segmentos da economia apontados pela Fenabrave.

 

Com crescimento de 35% sobre o volume vendido no ano passado a projeção da entidade indica para 129 mil 35 unidades de caminhões e ônibus licenciadas até o fim de dezembro, sendo 102 mil 260 caminhões, 34% a mais do que no ano passado, e 26 mil 775 ônibus, 37% a mais: “As vendas realizadas para o Caminho da Escola serão fundamentais para que o setor atinja este volume de vendas no caso dos ônibus”.

 

As projeções acerca das vendas de automóveis e comerciais leves, mantidas pela Fenabrave, poderiam ser ainda menores não fossem as vendas diretas e pagamento do décimo-terceiro salário, que também deve movimentar os licenciamentos: “Não fosse isso haveria revisão para baixo dos volumes, uma vez que o PIB está em nível baixo e há também baixa confiança dos consumidores destes dois mercados”.

 

Os volumes maiores esperados nos segmentos de caminhões e ônibus refletiram no total de vendas esperado pela Fenabrave para o ano. Se na útlima projeção o crescimento total esperado era de 8,4%, com 2 milhões 781 mil 579 unidades, a projeção atual mostra expectativa de alta de 9% sobe 2018, com vendas totais chegando a 2 milhões 797 mil 449 unidades licenciadas no acumulado do ano.

 

Foto: Divulgação.

Rimatur compra dez micro-ônibus Volare

São Paulo – A Rimatur, operadora de transporte com sede em Curitiba, PR, comprou dez micro-ônibus Volare Fly 9 na concessionária Rodo Service, expandindo sua frota de veículos da marca. No ano passado a operadora de fretamento adquiriu outros 22 unidades – possui, agora 46 veículos Volare.

General Motors reorganiza diretoria para a América do Sul

São Paulo – Carlos Zarlenga, desde abril presidente da General Motors América do Sul, promoveu reorganização na sua diretoria regional. Foram extintas as divisões GM Mercosul e GM América do Sul Oeste, e seus diretores foram integrados à regional América do Sul, informou a empresa em comunicado divulgado na quarta-feira, 2.

 

Ernesto Ortiz, que presidia a divisão América do Sul Oeste, foi nomeado vice-presidente de operações de vendas, pós-vendas, marketing e OnStar, assumindo imediatamente a área comercial para todos os mercados sul-americanos.

 

Roberto Martin, CFO da GM Mercosul, assume o mesmo cargo na regional América do Sul, assim como o diretor de marketing Hermann Mahnke e o diretor de RH Christian Cetera. Rafael Santos, diretor de vendas Mercosul, assume a direção de vendas e operações de vendas da região.

 

A companhia busca acelerar a tomada de decisões, reduzir a burocracia e integrar ainda mais a operação regional. Segundo o presidente Zarlenga os pensamentos, agora, poderão ser feitos em larga escala: “Com essa integração estamos criando uma operação de excelência ao potencializar resultados, otimizar recursos e ampliar exportações”.

 

Foto: Divulgação.

Prisma conquista a vice-liderança em setembro

São Paulo – Com boa dose de ajuda das vendas diretas o Chevrolet Prisma alcançou a segunda posição dentre os automóveis e comerciais leves mais vendidos no mercado brasileiro em setembro, de acordo com dados do Renavam divulgados pela Fenabrave. O modelo, que passa a se chamar Onix Plus na nova geração, fechou o mês passado com 8,9 mil licenciamentos, dos quais 5 mil por meio das vendas diretas.

 

Ficou atrás apenas do Onix, que mais uma vez superou os 21 mil licenciamentos mensais, repetindo o bom desempenho de agosto.

 

Completa o pódio o compacto Renault Kwid, com 8,8 mil unidades comercializadas. Ford Ka e Hyundai HB20, que costumam ocupar o pódio do mercado brasileiro, fecharam o mês na quarta e na quinta posição, respectivamente.

 

Veja os dez modelos mais vendidos no Brasil em setembro:

 

  1º Chevrolet Onix       21 mil 044
  2º Chevrolet Prisma     8 mil 946
  3º Renault Kwid           8 mil 826
  4º Ford Ka                   7 mil 891
  5º Hyundai HB20         7 mil 145
  6º Volkswagen Gol       6 mil 850
  7º Fiat Strada              6 mil 573
  8º Volkswagen Polo      6 mil 282
  9º Jeep Renegade        6 mil 089
10º Fiat Argo                 5 mil 730

 

Foto: Divulgação.

Direção autônoma ainda está distante dos veículos comerciais

Södertäjle, Suécia – A indústria de veículos comerciais está mais próxima de tornar viável a eletrificação de caminhões e ônibus do que levar para o mercado uma operação comercial de veículos de condução autônoma, apesar de ter direcionado, inicialmente, investimentos no desenvolvimento de tecnologias que dispensam o motorista. A análise é de Christian Levin, COO do Grupo Traton, que esteve no Innovation Day promovido pela companhia na sede da Scania em Södertäjle, Suécia, na quarta-feira, 2.

 

O executivo ponderou que a direção autônoma saiu da prioridade: “Temos que chegar em um nível extremo de segurança, no qual nada pode dar errado na operação dos veículos comerciais”.

 

É algo que, na sua avaliação, é muito difícil de ser garantido e que colocaria os operadores dos caminhões e ônibus em risco, uma vez que eles têm que assumir a responsabilidade total sobre a utilização desses veículos, incluindo o risco de possíveis acidentes. Por todas estas razões Levin considera que as experiências com direção autônoma ficarão ainda por um bom tempo restritas a operações em circuito fechado.

 

“As aplicações em áreas confinadas serão mais viáveis. Nelas a tecnologia chegará mais rápido. Já temos vários nichos de aplicações deste tipo, inclusive no Brasil. São aplicações que permitem este avanço porque, nelas, os operadores podem ter total controle da atividade, como em mineradoras ou plantações de cana, por exemplo.”

 

Na questão da eletrificação o raciocínio é exatamente o oposto: segundo Levin acontecerá muito rapidamente, principalmente em razão das exigências da sociedade.

 

O COO do Grupo Traton observou que, no longo prazo, a gestão da eficiência do uso da eletricidade será o ponto crucial do sucesso da tecnologia no futuro, pelo menos no segmento de veículos comerciais: “Até este momento investimos pesado para fazer caminhões e ônibus diesel mais econômicos e eficientes. O mesmo acontecerá no ambiente da eletricidade: vencerá a montadora que conseguir alcançar de maneira mais eficaz esta eficiência”.

 

Ele contou que, na sua opinião, o segredo do futuro está no desenvolvimento de novas parcerias e, principalmente, no avanço no desenvolvimento de softwares que possibilitem maior controle e eficiência dos veículos: “Por considerarmos este o principal diferencial competitivo nós, do Grupo Traton, decidimos que trataremos diretamente o desenvolvimento desses controles”.

 

Levin informou que mais de um terço dos engenheiros que trabalham na Traton em todo o mundo atuam diretamente no desenvolvimento eletrônico de softwares. “Nosso maior desafio atual não é simplesmente construir um veículo eficiente: é integrar este veículo ao sistema logístico”.

 

Isso acontece por ser muito difícil programar os softwares segundo cada operação: “Na verdade teremos que vender uma espécie de pacote que incluirá os engenheiros de desenvolvimento. E isto será muito difícil”.

 

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Procon multa a Hyundai em R$ 1,7 milhão

São Paulo – O Procon SP aplicou multa de R$ 1,7 milhão na Hyundai Motor Brasil, atendendo à reclamação de ao menos quatro consumidores. Em nota o órgão de defesa do consumidor afirmou que a empresa deixou de reparar veículos comercializados por ela, desrespeitando o artigo 18 do Código de Defesa do Consumidor.

 

Segundo o Procon a Hyundai não reparou ou substitui o estepe de um Creta 1.6 com transmissão manual, não consertou a falha na pintura de um HB20 Comfort, a bomba de combustível de um HB20S e a embreagem de um HB20 Comfort Plus.

 

A multa foi aplicada em 25 de setembro. Na semana passada o Procon SP já multara a PSA Peugeot Citroën.

 

A respeito da multa a Hyundai afirmou, em nota, ter recebido a notificação do Procon e avalia o caso: “Não comentaremos nada neste momento”.

 

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Venda de veículos volta a cair na Argentina

São Paulo – O mercado argentino fechou setembro com 35,8 mil licenciamentos, em meio ao aprofundamento da crise econômica pela qual passa o país. O volume ficou 32,1% abaixo ao registrado no mesmo mês do ano passado, de acordo com dados da Acara, associação que representa os concessionários argentinos. Com relação a agosto também houve retração, de 19,4%.

 

De janeiro a setembro os argentinos adquiriram 379,6 mil automóveis, comerciais leves, caminhões e chassis de ônibus, queda de 44,7% com relação aos primeiros nove meses do ano passado.

 

A Volkswagen lidera as vendas do mercado até setembro, com 55,9 mil automóveis e comerciais leves licenciados. A Toyota ficou com a vice-liderança, 53,6 mil emplacamentos, seguida por Renault, 53,3 mil veículos.

 

Por modelo a liderança ficou com o Chevrolet Onix, com 14 mil unidades comercializadas no período. É seguido de perto pelo Toyota Etios, 13,7 mil emplacamentos. Completa o pódio o Ford Ka, com 13,6 mil licenciamentos.

 

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