Moto Honda premia seus melhores fornecedores

São Paulo – Os melhores fornecedores da Moto Honda foram premiadas pelos serviços prestados no ano passado durante Encontro de Fornecedores realizado em 16 de maio, em Manaus, AM. O reconhecimento foi dado às empresas que apresentaram resultados excelentes em suas áreas, nas categorias Evolução em Qualidade e Entrega, Excelência em Qualidade e Entrega, méritos em Custo, destaques em Ações Ambientais e Excelência em Qualidade e Entrega na Divisão de Peças.

 

No total 21 empresas foram premiadas, nas cinco categorias. Para receber o reconhecimento os fornecedores têm metas anuais e são avaliados nos seguintes critérios: atendimento, custos, entrega, qualidade, preservação do meio ambiente e desempenho na divisão de peças. 

 

Fausto Tanigawa, gerente geral de compras da Moto Honda, disse que a premiação vai além de um reconhecimento pelo trabalho realizado no ano passado: “É um estímulo para continuarem melhorando os serviços prestados, porque entendemos que trabalhamos lado a lado com os fornecedores em busca de resultados melhores”.

 

Veja abaixo as 21 empresas premiadas:

 

Evolução em Qualidade e Entrega
Basf
Belgo Bekaert Arames
Daido Indústria de Correntes da Amazônia
Galutti Automotive
Jotaeme Fitafer
Leakless
Lipos
Metalfino da Amazônia
NSK Brasil

 

Excelência em Qualidade e Entrega
Alux do Brasil
Axalta Coating Systems Brasil
Companhia Brasileira de Alumínio
Dow Brasil 
Industrial Levorin
Mangels Componentes da Amazônia
Cosan Lubrificantes e Especialidades
Cerâmica e Velas de Ignição NGK do Brasil
Usiminas

 

Méritos em Custos
Basf
Dow Brasil

 

Destaque em ações ambientais/Prêmio Sustentabilidade
Honda Lock do Brasil
Lopsa Indústria e Comércio de Torneados

 

Excelência em Qualidade e Entrega/Divisão de Peças
FCC do Brasil

 

Foto: Divulgação.

Agora mercado financeiro crê em aumento de 1% no PIB

São Paulo – A estimativa do mercado financeiro para o PIB deste ano foi reduzida de 1,13% para 1,00%, informou o boletim Focus, publicação semanal divulgada pelo Banco Central todas as segundas-feiras com base em pesquisa feita com instituições financeiras. Foi a décima-quinta redução consecutiva na expectativa de avanço da economia brasileira.

 

O mercado financeiro reduziu, também, a projeção para o PIB de 2020: caiu de 2,5% para 2,23%.

VW é a marca mais buscada no Webmotors

São Paulo – A marca mais procurada no site da Webmotors, em maio, foi a Volkswagen, que liderou o ranking de buscas em dezenove cidades, de acordo com a empresa. Chevrolet e Honda ficaram na segunda e terceira posições, respectivamente, no ranking das marcas mais procuradas no mês passado.

 

Por modelo o Honda Civic foi o primeiro do ranking, que usa como base o estoque de 92 mil veículos, novos e usados, anunciados no site. O segundo lugar ficou para outro Honda, o Fit, e na terceira posição aparece o Toyota Corolla.

 

Veja abaixo os dez modelos mais procurados em maio:

 

  1 Honda Civic

  2 Honda Fit

  3 Toyota Corolla

  4 Hyundai HB20

  5 Volkswagen Gol

  6 Chevrolet Onix

  7 Fiat Palio

  8 Ford Fiesta

  9 Volkswagen Fox

10 Fiat Uno

 

Foto: Divulgação.

MWM expôs na Expopartes de Bogotá

São Paulo – A MWM expôs sua linha de peças de reposição, apresentou lançamentos e aproveitou a Expopartes 2019, em Bogotá, Colômbia, para aprofundar as relações com o setor de distribuição colombiano. A empresa, que fabrica motores diesel, foi uma das mais de quatrocentas expositoras na feira de autopeças, que manteve portas abertas de 5 a 7 de junho.

 

Segundo o diretor de peças de reposição e marketing, Thomas Püschel, “a participação, o contato com o público, o nível de informação que trouxemos e a exposição do portfólio de peças estão em linha com a estratégia de expansão da empresa, gerando novos negócios e crescimento sustentável no segmento de reposição.”

Resende já produziu 100 mil Nissan Kicks

São Paulo – Produzido desde abril de 2017 no Complexo Industrial de Resende, RJ, o Nissan Kicks alcançou a marca de 100 mil unidades fabricadas no começo deste mês – chegou ao mercado, porém, cerca de um ano antes, importado do México. Uma unidade da versão S Direct, dedicada ao segmento PcD, na cor cinza, simbolizou o marco.

 

O empresário José Roberto Almeida, comprador do Kicks 100 mil, foi convidado pela companhia para acompanhar de perto todo o processo de produção na linha de montagem sem saber que aquele carro era o que ele adquirira semanas antes.

 

O Kicks é o modelo Nissan mais vendido no mercado brasileiro: de janeiro a maio foram emplacadas 21,1 mil unidades.

 

Foto: Divulgação.

Case IH inaugura concessionária no RS

São Paulo – A Case IH inaugurou concessionária em Capivari do Sul, RS, para atender a produtores rurais que produzem cerca de 16 mil hectares de arroz por ano. É, segundo Fábio Silva, coordenador de desenvolvimento de concessionárias da Case IH no Brasil, uma importante região do agronegócio para a empresa.

 

“Sabemos do potencial agrícola de Capivari do Sul e, por isso, trouxemos uma concessionária da Case IH para atender a região, com máquinas projetadas para trabalhar na cultura de arroz e em outros segmentos. A cidade também é forte na produção de soja e outros grãos”.

 

O showroom da concessionária será composto por colheitadeiras de grãos, colhedoras de cana e café, tratores de todas as potências, plantadeiras e pulverizadores.

Fiat soma 150 mil Mobi vendidos no Brasil

São Paulo – Três anos após o seu lançamento o Fiat Mobi, veículo dedicado ao uso urbano, superou a marca de 150 mil unidades vendidas no Brasil. Em 2019 o Mobi já é, até maio, o décimo-primeiro carro mais vendido, com 21 mil 736 licenciamentos.

 

Para atingir esta marca a Fiat ressaltou alguns atributos do modelo, como o fato de ser o veículo para pessoas com deficiência, PCD, mais barato do Brasil, vendido com câmbio automatizado por R$ 25 mil 799. O modelo, produzido na fábrica de Betim, MG, é exportado para países como Argentina, Colômbia, México, Paraguai, Peru e Uruguai. Até maio foram exportadas 10,5 mil unidades — no ano passado este volume chegou a 15,3 mil.

 

Foto: Divulgação.

Marcopolo vende 74 ônibus para Turbus

São Paulo – A Marcopolo vendeu 74 ônibus para a empresa chilena Turbus, que opera no transporte rodoviário. Os veículos serão usados em linhas que ligam cidades do Sul e do Norte do Chile à Capital, Santiago. As entregas serão realizadas em julho. 

 

Das 74 unidades 64 são do modelo Paradiso 1800 Double Decker e dez do Paradiso 1050. Segundo José Luiz Goes, gerente executivo de negócios internacionais da Marcopolo, a parceria com a Turbus começou na década de 1980. Nos últimos seis anos foram negociados 225 veículos encarroçados pela Marcopolo.

GM: mais líder do que no ano passado.

São Paulo – As vendas dos modelos Chevrolet ao mercado interno brasileiro somaram, até maio, 185 mil 535 unidades, garantindo à General Motors a liderança no ranking de automóveis e comerciais leves, com 17,9% de participação. Em um ano a marca ganhou 0,9 ponto porcentual de market share, ampliando sua distância para as concorrentes.

 

A vice-líder Volkswagen ganhou, no mesmo período, 0,2 ponto porcentual de participação de mercado, fechando o período de janeiro a maio com 14,9%. Ficou mais distante da líder e viu crescer em seu retrovisor a terceira colocada, Fiat, que há um ano registrou 12,8% das vendas e fechou os cinco primeiros meses de 2019 com 13,6% de participação, com 140,5 mil unidades comercializadas.

 

Mudanças também existem da quarta à sétima colocada, todas na casa dos 8% de market share. A Renault, sétima no janeiro-maio de 2018, consolidou-se na quarta posição, que vem mantendo desde o começo do ano. A Ford perdeu 1,1 ponto de participação e caiu um degrau no ranking, assim como a Hyundai, que perdeu 0,7 ponto, duas posições e foi superada também pela Toyota.

 

Ranking de Automóveis e Comerciais Leves
Janeiro a Maio de 2019

  1º General Motors     185 mil 535     17,9%
  2º Volkswagen          154 mil 699     14,9%
  3º Fiat                     140 mil 484     13,6%
  4º Renault                 91 mil 466       8,8%
  5º Ford                     86 mil 393       8,3%
  6º Toyota                  85 mil 893       8,3%
  7º Hyundai               82 mil 925       8,0%
  8º Honda                 54 mil 650       5,3%
  9º Jeep                   50 mil 239       4,9%
10º Nissan                36 mil 441       3,5%

Fonte: Fenabrave

 

Foto: Divulgação

Setor de máquinas aguarda reformas para voltar a crescer

São Paulo – A aprovação da reforma da Previdência é importante para que o setor de máquinas rodoviárias e de construção retome os níveis de vendas pré-crise. A opinião é dos participantes do Seminário Desafio e Oportunidades para o Setor de Máquinas, organizado pela Abimaq, Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos na sexta-feira, 7, em sua sede em São Paulo, SP.

 

Para o presidente da Abimaq, a aprovação pelo Congresso permitirá que a economia brasileira cresça em ritmo mais acelerado:  “A aprovação da reforma da Previdência trará previsibilidade e fôlego para a economia nacional. Com isso acredito que os investimentos privados voltarão, assim como os investimentos públicos em infraestrutura e em outras áreas, o que refletirá em uma maior demanda por máquinas”.

 

José Velloso, presidente executivo da associação, ressaltou outras dificuldades que o setor enfrenta, como a burocracia e o Custo Brasil embutido nas áreas de produção e logística, considerados os principais entraves da indústria:

 

“Também precisamos da reforma tributária para sermos mais competitivos no Exterior. O Brasil é o único país no mundo que exporta impostos e isso dificulta nossos negócios, que poderiam ser muito maiores em outros mercados”.

 

Atualmente, 40% do faturamento da indústria nacional de máquinas rodoviárias vêm das exportações para mais de quarenta países, mesmo com todas as dificuldades citadas por Velloso. Melhorando a competitividade, esse índice poderia ser maior – o que ajudaria a reduzir a ociosidade das fábricas, que têm capacidade para produzir 60 mil unidades ao ano, mas fabricaram em torno de 22 mil unidades em 2018.

 

Embora apostem suas fichas nas reformas anunciadas pelo governo, os executivos não estão parados aguardando novidades: trabalham em parceria com outras áreas da administração federal para apresentar soluções.

 

“Fizemos três documentos, um que mostra qual seria o cenário ideal de competitividade, outro que identifica os dezessete principais fatores que dificultam a competitividade e, um terceiro, que mostra os dez principais gargalos causados pelo custo Brasil de produção”.

 

Caso as reformas sejam aprovadas novos negócios devem surgir em áreas como construção, infraestrutura nacional como novas estradas e portos, manutenção das estradas atuais e exploração de petróleo e gás.

 

Os reflexos da possível aprovação, porém, só começarão a aparecer em 2020. Para 2019 a projeção da Abimaq é de alta de 10% nas vendas, ante as 13,3 mil unidades comercializadas no ano passado. Para a produção, expansão de 7% sobre as 22 mil unidades produzidas em 2018.

 

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