Mercado interno sustenta produção de caminhões

São Paulo – A produção das fábricas de caminhões instaladas no País parecem ter passado longe dos reflexos da diminuição das exportações de veículos brasileiros. Se não se produz mais em função da crise argentina, principal parceiro local no setor automotivo, por outro lado não se produziu menos veículos no trimestre. Até março, no segmento de caminhões, saíram das linhas 24 mil 761 unidades, 1,3% a mais do que no primeiro trimestre do ano passado.

 

O desempenho tímido, mas positivo, é fruto da compensação das perdas no exterior com a demanda interna. De acordo com Marco Saltini, vice-presidente da Anfavea, as fabricantes estão conseguindo equilibrar o desempenho comercial de forma a manter a produção acima ou similar ao nível de 2018: “Houve uma inversão do fluxo comercial e as empresas hoje estão focadas no mercado interno. Os pesados seguem puxando a produção, e ao longo do ano os médios deverão representar parte importante na linhas”.

 

Segundo dados da Anfavea divulgados na quinta-feira, 4, a produção, no trimestre, não ficou negativa somente no segmento dos pesados. No janeiro-março foram produzidas 13 mil 67 unidades, 20% a mais do que no primeiro trimestre de 2018. A produção de semipesados, por sua vez, foi de 5 mil 693 unidades, queda de 17,8%. Dos médios, 1 mil 117 unidades, 20,6% menos. Dos leves, 4 mil 637 unidades, queda de 3%. Semileves, 247 unidades, 43,6% menos.

 

Mercado – A Mercedes-Benz segue como líder no mercado de caminhões, fechando o trimestre com vendas totais de 6 mil 646 unidades. A empresa foi a que mais vendeu no segmento de pesados, 3 mil 438 unidades emplacadas, um volume que representa crescimento de 77,5% ante o seu desempenho comercial no primeiro trimestre do ano passado. É líder também no segmento de semipesados, leves e semileves.

 

No segmento de médios a líder no trimestre foi a Volkswagen Caminhões e Ônibus, com 1 mil 158 emplacamentos realizados, 60% a mais. As vendas da companhia foram as únicas a ultrapassarem a marca das mil unidades dentre as demais concorrentes. Segundo Saltini, que afora o cargo representativo na Anfavea é diretor de relações institucionais da VWCO, o crescimento no segmento ocorreu em função das vendas do modelo Delivery de 11 toneladas.

 

As vendas totais de caminhões no País, no trimestre, foi de 21 mil 464 unidades, o que representa crescimento de 47,7% sobre o volume vendido no mesmo período no ano passado. Saltini disse que a tendência para os próximos meses é a de que haja crescimento ante 2018 nas vendas, ainda que menor:

 

“A tendência para o ano, e algo que já vimos no primeiro trimestre, é a diminuição do crescimento das vendas ao longo do ano. No primeiro trimestre do ano passado o volume emplacado representou crescimento expressivo na comparação com 2017. A base, claro, era baixa. O que acontecerá neste ano, contudo, é que o ano começou com um ritmo de vendas maior, de forma que em maio ou junho a distância entre o que foi vendido este ano na comparação com o ano passado será mais próxima”.

 

Foto: Divulgação.

Produção fica estável no primeiro trimestre

São Paulo – A indústria brasileira de veículos encerrou o primeiro trimestre estável com relação aos primeiros três meses do ano passado. Segundo dados divulgados pela Anfavea na quinta-feira, 4, foram produzidos 699,7 mil automóveis, comerciais leves, caminhões e chassis de ônibus no período, ou 4 mil unidades a menos do que de janeiro a março de 2018.

 

Embora o mercado brasileiro esteja em trajetória ascendente, as exportações estão em queda, prejudicadas pelo desempenho do maior cliente das montadoras locais, a Argentina.

 

Em março foram produzidos 240,5 mil veículos, queda de 10% comparado com o mesmo mês do ano passado e de 6,4% com relação a fevereiro. O presidente da Anfavea, Antonio Megale, creditou a queda a três fatores:

 

“Além de março ter um dia útil a menos do que fevereiro e as exportações apresentarem queda, no mês passado uma de nossas associadas [Ford] enfrentou uma greve e outra [Mercedes-Benz] teve a produção prejudicada por uma enchente.”

 

O presidente da Anfavea citou dados de um relatório do Banco Central, que abrange 2017 e 2018, que mostra a importância da indústria automotiva na produção industrial brasileira. De acordo com o estudo, o setor representou um terço do crescimento industrial no período e um quarto do crescimento do PIB.

 

De fevereiro para março o setor registrou redução de pouco mais de 1 mil postos de trabalho: ao fim de março empregava 129 mil 980 pessoas.

 

Foto: Divulgação.

Venda de máquinas cresce, mas produção e exportação caem

São Paulo – O setor de máquinas agrícolas e rodoviárias registrou crescimento de 7% nas vendas em março, na comparação com o mesmo período do ano passado, chegando a 3 mil 768 unidades, de acordo com os dados divulgados pela Anfavea, na quinta-feira, 4. Com relação a fevereiro a expansão foi de 31,6%.

 

No trimestre foram comercializadas 7 mil 523 máquinas, alta de 23,5% ante igual período do ano passado. Antonio Megale, presidente da Anfavea, disse que os números positivos do setor são resultado de uma safra de grãos muito boa, a segunda maior da história: “Outro fator que colaborou para o setor agrícola no primeiro trimestre foi a venda de soja para a China com preço premium”.

 

Para o ano, Megale acredita em bom volume se houver crédito disponível para os produtores — existe uma preocupação com o Plano Safra: “Precisamos ver como sobreviveremos ao final deste Plano Safra e como será o próximo, pois o governo já sinalizou que podem faltar recursos para financiamentos nos últimos três meses e para o próximo pode haver uma redução no valor. Mas já estamos conversando com o governo para contornar a situação”.

 

Foram exportadas 1 mil 111 unidades em março, queda de 9,5% na comparação com março do ano passado. Com relação a fevereiro, houve alta de 33,5%. No acumulado foram vendidas para outros países 2 mil 683 máquinas, retração de 8,6% ante igual período de 2018 — de acordo com Megale, a queda nas exportações foi causada pela crise econômica na Argentina, que é o principal comprador de máquinas produzidas no Brasil.

 

A produção de máquinas somou 4 mil 514 unidades, queda de 16% ante igual período do ano passado — com relação a fevereiro, aumentou 30,9%. No ano foram produzidas 10 mil 868 máquinas, retração de 9,4% na comparação com o primeiro trimestre de 2018. Segundo Megale, a produção menor é reflexo da queda nas exportações.

 

Foto: Divulgação.

Brasil e México rediscutirão acordo comercial

São Paulo – Os governos do Brasil e do México sentarão novamente à mesa para rediscutir alguns termos do acordo comercial bilateral automotivo, que desde março passou a operar no sistema de livre comércio. Segundo o presidente da Anfavea, Antonio Megale, a questão principal envolve as regras de origem de conteúdo local, cuja formatação atual não agrada a nenhuma das partes.

 

Essas regras deveriam ter sido alvo de discussão no ano passado — o que não ocorreu pelo fato de os dois países estarem em ano eleitoral. Ao optar pelo livre comércio os países acertaram em elevar o conteúdo local de 35% para 40%, mas muitas empresas estão encontrando entraves para atender a este porcentual.

 

“As dificuldades maiores estão na corrente comercial do México para o Brasil, mas algumas empresas brasileiras também encontram problemas.”

 

A regra de origem estabelecida no acordo estabelece uma equação de valor de materiais originários sobre o preço final do produto, ignorando potenciais processos produtivos feitos localmente. Caso o aço seja importado, por exemplo, uma eventual manipulação da matéria-prima dentro da fábrica para a produção de um componente é descartada – e o preço do aço importado entra integralmente na conta.

 

Para Megale o ideal seria a fórmula usada no Mercosul, que contempla esses processos produtivos: “O México concorda com a nossa posição. Passamos isto ao governo, que acenou positivamente para uma mudança”.

 

A Anfavea pede mais: enquanto os dois governos discutem a regra de origem o sistema de cotas seria novamente adotado – com valores superiores aos praticados ano passado: “As cotas do ano passado não foram alcançadas. Poderíamos até aumentar o valor que não haveria mudança no fluxo comercial no curto prazo”.

 

A preocupação da entidade está, novamente, no médio a longo prazos: com o comércio liberado a maior competitividade do México poderia direcionar decisões de investimento para o país da América do Norte em vez de alocá-lo no Brasil. De toda forma o governo brasileiro não deu em momento algum sinais de receptividade a esse pleito.

 

Resultado – As dificuldades do mercado argentino seguem refletindo nas exportações brasileiras. No trimestre a queda com relação aos três primeiros meses do ano passado chegou a 42%, com 104,5 mil unidades embarcadas.

 

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Segundo Megale a Argentina, que no passado chegou a representar 75% das nossas exportações, fechou o trimestre com 60%: “A boa notícia é que dobramos o volume enviado à Colômbia, com quem fechamos acordo comercial recentemente e que representou 10% das exportações no período”.

 

Em março foram enviados ao Exterior 39 mil veículos, volume 42,2% inferior ao do mesmo mês de 2018 e 3,7% abaixo do volume de fevereiro. Em receita a queda chegou a 43,6% na comparação anual e a 2,9% na mensal, para US$ 850,8 milhões.

 

No trimestre as fabricantes de automóveis e máquinas agrícolas faturaram US$ 2,4 bilhões com suas vendas externas, redução de 38,9% com relação ao valor dos primeiros três meses do ano passado.

 

Foto: Ivan Bueno/APPA.

Média diária em março foi a melhor desde 2014

São Paulo – A média diária de vendas de veículos, em março, com dezenove dias úteis, superou 11 mil unidades, o melhor resultado desde 2014, de acordo com as informações divulgadas pela Anfavea, entidade que representa as empresas fabricantes nacionais, na quinta-feira, 4. De acordo com o seu presidente, Antonio Megale, o setor está conseguindo voltar ao patamar de 2014 e os números do mês passado confirmam isto.

 

As vendas no mês somaram 209 mil 165 unidades, alta de 0,9% na comparação com o mesmo mês do ano passado e de 5,3% na comparação com fevereiro. No trimestre foram licenciados 607,6 mil veículos, expansão de 11,4% ante igual período de 2018, quando foram vendidas 545 mil 536 unidades.

 

Esse foi o último encontro de Megale com a imprensa como presidente da Anfavea. Ele ressaltou o resultado obtido pela indústria no primeiro trimestre: “O crescimento registrado nos três primeiros é a nossa projeção para o ano e espero que continue assim”.

 

Com relação aos estoques, suficientes para 41 dias no último dia de março, Megale disse que o volume deve cair em abril: “Com as vendas aquecidas a tendência é que o tempo de estoque fique menor este mês”.

 

Foto: Divulgação.

 

 

Ford Caminhões e rede discutem futuro da operação

São Paulo – A Ford Caminhões e a sua rede de concessionários discutem, ainda, os pontos para a atuação após o fechamento das operações locais, previsto para até o fim de novembro. Independentemente de um eventual grupo assumir a fábrica de São Bernardo do Campo, SP, todos os revendedores serão indenizados – e haverá um redesenho para reduzir o número de pontos de atendimento.

 

Segundo Paulo Matias, presidente da Abrafor, associação que representa a rede Ford Caminhões, a montadora trabalha para reduzir o número de grupos de investidores dos atuais 58 para 35. A meta estipulada, ele contou, é o que há de concreto de um planejamento maior que contemplará indenizações e novo modelo de negócio

 

Neste momento fabricante e Abrafor executam a primeira fase do conjunto de medidas pós-saída do mercado: trata das garantias de que a rede será indenizada pela Ford. Matias disse que está em curso levantamento de dados a respeito de vigência de contratos de concessão e investimentos feitos para que a montadora consiga saber com quais valores relacionados à indenização de distrato está lidando.

 

Pela Lei Renato Ferrari a montadora precisa recomprar as peças de reposição em estoque, a preço de custo, e indenizar a concessionária pelos ferramentais, a bandeira e custos trabalhistas. Mas há espaço para negociação.

 

No comunicado em que confirmou sua saída do mercado de caminhões a companhia informou que dispõe de US$ 460 milhões para arcar com os custos da medida. Do total cerca de US$ 100 milhões estão relacionados à depreciação dos ativos fixos, e os US$ 360 milhões restantes serão utilizados em indenizações de funcionários, concessionários e fornecedores.

 

Em momento posterior a empresa e a associação dos concessionários tratarão de definir a nova capilaridade da rede pelo País, utilizando como critério posicionamento geográfico das lojas existentes. Será neste momento, disse Matias, que a montadora fará propostas aos grupos que representam hoje a Ford Caminhões: “Garantidas as compensações financeiras a Ford iniciará as negociações com as empresas que desejam permanecer no mercado como suas representantes. O ideal é que sejam mantidas representações nas capitais dos grandes centros”.

 

Matias afirmou que a Ford indenizará todos os grupos de investidores que controlam a rede de concessionários, ainda que alguns estejam interessados em permanecer no negócio. Procurada pela reportagem de AutoData a Ford informou que não comentará o assunto.

 

A terceira etapa do planejamento consiste em criar um novo modelo de negócio. A Abrafor confirma que haverá um novo tipo de contrato, uma vez que as concessionárias deixarão de comercializar caminhões para prestar serviços de manutenção dentro da garantia e vender componentes. Distribuidoras ouvidas por AutoData, no entanto, afirmaram que o modelo já foi definido e que seria baseado no formato franquia, com contratos de três anos renováveis por mais três, até que seja completado o período estabelecido pelo direito do consumidor, que é de dez anos.

 

Outro ponto definido é a priorização para grupos que atuem tanto no negócio de automóveis quanto no de caminhões. A ideia é que as revendas de carros usem suas oficinas para atenderem, também, aos serviços pós-venda de caminhões, especialmente para aqueles que ainda dispõem de garantia de fábrica.

 

Foto: Divulgação.

Clóvis Lopes é o novo gerente comercial de caminhões Volvo

São Paulo – Clóvis Lopes é o novo gerente comercial de caminhões da Volvo, onde iniciou sua carreira em 1988. O executivo, que estava no Grupo Treviso — que representa a marca no Rio de Janeiro e Minas Gerais — sucede a Alcides Cavalcanti, promovido a diretor comercial.

 

Lopes disse que está muito feliz em retornar a Volvo: “Vou utilizar todo o conhecimento que acumulei nos anos em que estive na fábrica e também na rede para dinamizar ainda mais nossos negócios em caminhões”.

 

O executivo é formado em administração de empresas, com especializações em finanças empresariais, planejamento financeiro e gestão de pessoas.

 

Fotos: Divulgação.

Aptiv tem nova direção na América do Sul

São Paulo – Eric Carneiro assumiu o cargo de vice-presidente e diretor executivo para América do Sul da Aptiv, em sucessão de Paulo Santos, que estava na companhia há mais de 25 anos, foi responsável por liderar importantes projetos envolvendo a introdução de novos negócios e se aposentará.

 

Carneiro assumiu suas novas funções em 1º de abril e, antes disso, atuava como diretor executivo de vendas e gerenciamento de programas na Aunde Group. O executivo também já atuou na Delphi Automotive Systems, Lear e Pilkington.

 

Foto: Divulgação.

Implementos são gargalo para a venda de caminhões

São Paulo – O aquecido mercado de caminhões poderia ter fechado o primeiro trimestre com expansão mais ampla do que a de 45% sobre o mesmo período do ano passado, com 21,4 mil unidades licenciadas. Segundo o vice-presidente da Fenabrave, Sérgio Zonta, a indústria de implementos não está acompanhando o ritmo das encomendas, especialmente no segmento pesado.

 

“As fabricantes não estão com sua capacidade plena. Temos relatos de clientes postergando compras porque a carreta não é entregue a tempo. E de nada adiante ele receber o cavalo mecânico e deixá-lo parado.”

 

A Anfir, entidade que representa o setor de implementos rodoviários, afirmou à reportagem que a capacidade atual da indústria condiz com a demanda atual das encomendas e que não há relatos de atrasos em entregas.

 

Zonta afirmou que o segmento de caminhões pesados representa mais de 60% das vendas totais. Em março foram emplacadas 7,6 mil unidades, alta de 27,8% sobre o mesmo mês do ano passado e de 11,9% sobre fevereiro. Para ele o aumento da confiança dos empresários e a maior oferta de financiamentos puxam a demanda do setor: “Além disso chegou a hora de renovar a frota de extrapesados. Com cinco anos esses modelos já rodaram demais e os empresários buscam modelos zero quilômetro”.

 

Todos os segmentos da indústria de veículos fecharam o trimestre com saldo positivo na comparação com os primeiros três meses de 2018. Em ônibus o crescimento chegou a 71,4%, impulsionado pelas compras governamentais do programa Caminho da Escola. Foram emplacados 6,2 mil chassis no trimestre – em março 2 mil unidades, alta de 49,7% na comparação anual e 1% na mensal.

 

Em automóveis e comerciais leves a expansão foi de 10% até março, com 580 mil unidades comercializadas. No mês passado os emplacamentos somaram 199,5 mil unidades, estável com relação a março de 2018 – que teve mais dias úteis – e 5,1% acima do volume comercializado em fevereiro.

 

No total as vendas do mês passado somaram 209,2 mil unidades, crescimento de 1% sobre fevereiro e de 5,3% com relação a março de 2018. No trimestre o País registrou 607,6 mil emplacamentos, crescimento de 11,4% sobre os primeiros três meses do ano passado.

 

Segundo Alarico Assumpção Júnior, presidente da Fenabrave, “a média diária de vendas também está evoluindo em todos os segmentos”.

 

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Venda de importados cai 11%

São Paulo – As vendas de veículos importados caíram 11,4%, no primeiro trimestre, na comparação com o mesmo período do ano passado, com 7 mil 494 unidades licenciadas, de acordo com os dados divulgados pela Abeifa, entidade que representa os importadores, na quarta-feira, 3. O presidente José Luiz Gandini disse que a queda no otimismo e na confiança do consumidor tem dificultado os negócios.

 

O câmbio, antigo vilão, segue incomodando os importadores, que trabalhavam com a expectativa de um dólar próximo de R$ 3,50 — está na casa dos R$ 3,90. Segundo Gandini, a volatividade da moeda estadunidense gera uma série de incertezas para economia brasileira.

 

Mesmo com um primeiro trimestre de retração Gandini manteve a projeção de vender 50 mil unidades no ano, ante as 37 mil comercializadas em 2018 — e disse que continua otimista com o novo governo: “Acho que a nova equipe econômica está tomando as medidas necessárias e, quando aprovar a reforma da Previdência, o Brasil conseguirá voltar a crescer de maneira saudável”.

 

Em março foram licenciadas 2 mil 524 unidades, queda de 27% na comparação com o mesmo mês do ano passado, quando foram vendidos 3 mil 457. Com relação a fevereiro houve leve alta de 1,2%.

 

A Kia foi a marca que mais vendeu no mês passado, com 710 unidades licenciadas, seguida pela Volvo com 606 vendas. O terceiro lugar ficou para a BMW, com 327, a Land Rover ficou em quarto lugar com 193 emplacamentos e a Suzuki fecha o ranking das cinco marcas mais vendidas com 179 vendas.

 

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