JV Daimler-BMW investirá 1 bilhão de euro

São Paulo – O Grupo BMW e a Daimler investirão mais de 1 bilhão de euro em uma joint-venture que reunirá os serviços de mobilidade das duas empresas. O objetivo é desenvolver novas tecnologias e integrar as que existem em compartilhamento de veículos, estacionamento e carregamento para elétricos.

 

Cria-se, assim, um novo competidor global que oferecerá mobilidade urbana sustentável para os clientes. BMW e Daimler terão, cada uma, 50% da joint-venture que atuará em cinco áreas principais: o ReachNow, que é um serviço de gerenciamento de rotas por smartphone, o ChargeNow para recarga de carros elétricos, o FreeNow para táxis e motoristas particulares, o ParkNow para serviços de estacionamento e o ShareNow para compartilhamento de veículos.

 

Ficou definido que a joint-venture ficará sediada em Berlim, na Alemanha. Espera-se que sejam gerados 1 mil empregos nos próximos anos.

 

Apesar da parceria, as duas companhias seguirão independentes no seu negócio principal, os automóveis premium. Dieter Zetsche, presidente do Conselho de Administração da Daimler, disse que a competição por clientes continuará e que a joint-venture tem como objetivo proporcionar às pessoas diversas maneiras de ir do ponto A ao ponto B.

 

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Volkswagen prepara ofensiva de elétricos

São Paulo – Nos próximos cinco anos a Volkswagen lançará no Brasil seis modelos híbridos ou elétricos. Embora o presidente Pablo Di Si admita que a velocidade de introdução dessas tecnologias no mercado brasileiro será menor do que em outros países, a empresa – que desenvolve uma plataforma global específica para elétricos – não quer ficar de fora desse nicho.

 

No ano passado os brasileiros adquiriram em torno de 4 mil carros híbridos ou elétricos, segundo a Anfavea. A tendência para 2019 é elevar de forma significativa esse volume, até porque novos modelos chegam no decorrer do ano – só no Salão do Automóvel foram anunciados Chevrolet Bolt, Nissan Leaf, Renault Zoe.

 

A Volkswagen começará com um híbrido, o Golf GTE. Segundo Di Si, ele começará a ser vendido no segundo semestre. “Eu acredito que, antes dos elétricos, haverá uma fase de transição com híbridos”.

 

Di Si despistou quando perguntado sobre os outros modelos híbridos ou elétricos Volkswagen a serem lançados no Brasil. Lembrou que a companhia terá em seu portfólio mais de trinta veículos equipados com a tecnologia – e todos eles são candidatos a chegar ao mercado brasileiro. Importados, naturalmente.

 

Segundo o presidente da Volkswagen América do Sul o desenvolvimento da plataforma MQE, uma variação da MQB para veículos elétricos, é tratada pelo presidente global Herbert Diess como o terceiro grande momento da história da companhia, após o Fusca e a família Golf.

 

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GM deve anunciar investimentos após o Carnaval

São Paulo – Mary Barra, presidente mundial da General Motors, desembarcará no Brasil após o Carnaval, em março, para oficializar o novo ciclo de investimentos de R$ 10 bilhões até 2024. A informação foi revelada à Agência AutoData pelo secretário da Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo, Henrique Meirelles.

 

Para manter e expandir a operação nas fábricas que mantém no Brasil, a montadora articulou movimento envolvendo a cadeia de fornecedores, concessionários, sindicatos e o poder público, no qual os quatro pilares teriam de criar caminhos para que a empresa viabilizasse o aporte e sua estadia no mercado.

 

Concessionários já haviam feito sua parte no apagar das luzes de 2018, em reunião extraordinária convocada para os últimos dias de dezembro na qual documento fora assinado garantido margens menores para dar fôlego à fabricante. Acordo foram aprovados pelos sindicatos – em Gravataí, RS, e São Caetano do Sul, SP, vigoram até o ano que vem e em São José dos Campos, SP, houve acordo que garantiu estabilidade por mais alguns anos. Faltava, assim, o governo – no caso, o estadual – contribuir com sua parte no pacto.

 

De acordo com Meirelles, a contribuição passou à margem da esfera fiscal para os casos da fábricas instaladas no Estado. Seu papel foi o de engajar fornecedores e o varejo à causa da GM:

 

“Estive em uma reunião da GM com fornecedores e eles acharam fundamental. O que eu disse foi que a crise é fruto de prejuízos acumulados no Brasil. As empresas precisam manter um grande cliente como esse. Em alguns casos, é o único grande cliente da empresa que fornece componentes”.

 

O secretário disse que o momento não permite que sejam feitas negociações envolvendo renúncia fiscal e, por isso, o apoio “prestado de forma institucional”.

 

“O Estado não fabrica recurso. Fornecedores e revendedores têm margem de lucro para absorver isso. O governo está sujeito a normas legais que devem ser seguidas, como a responsabilidade fiscal. Não se pode sempre, no Brasil, na medida em que há uma questão empresarial, passar a conta para o governo pagar”.

 

Desatados os nós nos quatro pilares estabelecidos pelo presidente da GM América do Sul Carlos Zarlenga como fundamentais para garantir o investimento, a matriz liberou o plano de mais aportes, que se somam aos R$ 13 bilhões que a companhia garante ter aplicado de 2014 a 2019, e afastou de vez a possibilidade, ainda que remota, da General Motors deixar a região.

 

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Vende-se uma fábrica de veículos no Taboão

São Paulo – Sem possibilidade de reverter a decisão tomada pela Ford de parar de produzir automóveis e caminhões na fábrica de São Bernardo do Campo, SP, o governador de São Paulo, João Dória, decidiu intervir de maneira, no mínimo, inusitada: delegou ao seu secretário da Fazenda e Planejamento, Henrique Meirelles, a missão de ir ao mercado buscar compradores para a unidade, com a anuência dos diretores da companhia.

 

Tal intenção fez parte dos planos da direção da Ford até o final do ano passado, segundo confirmou a própria empresa à Agência AutoData. “Nossa tentativa de vender o negócio de caminhões foram extensivas, duraram vários meses até o final do ano passado e incluíram vários potenciais compradores”, afirmou a companhia em e-mail enviado à reportagem, sem citar esses grupos por questões de sigilo.

 

Mas Dória argumentou, em entrevista coletiva à imprensa após a reunião com o presidente da Ford América do Sul, Lile Watters, seu vice-presidente de assuntos governamentais, comunicação e estratégia Rogelio Golfarb, Meirelles, o prefeito de São Bernardo Orlando Morando e o vice-governador Rodrigo Garcia na manhã de quinta-feira, 21, que o Estado de São Paulo dispõe de mecanismos e influência que podem auxiliar a montadora a encontrar interessados em comprar a fábrica da Taboão.

 

Segundo ele a Ford não conseguiu encontrar um investidor em função “do momento político e econômico pelo qual passava o Brasil”, e que isso inibiu o surgimento de uma oferta pela fábrica. “Se for necessário solicitaremos auxílio do governo federal para encontrar investidores”.

 

O governador é conhecido no meio empresarial e possui negócios na área de eventos para esse público. Os contatos adquiridos ao longo da carreira poderiam ajudar a Ford a abrir negociações com interessados em sua fábrica. Meirelles, a quem o governador deu a missão de buscar os potenciais compradores, foi ministro da Fazenda e tem bom trânsito na indústria e mercado financeiro. 

 

Dória condicionou a venda da fábrica à manutenção das cerca de 2 mil vagas nas linhas de produção, o que, em teoria, estabeleceria o equilíbrio na região de marcante perfil industrial. Ele, no entanto, afirmou que a medida não dispõe de garantias para que o eventual novo dono da fábrica realize a contratação na íntegra. Não há, também, uma espécie de plano alternativo ao da venda da fábrica.

 

No encontro do governador com a diretoria da Ford ficou estabelecido que a companhia manterá as atividades nas demais unidades que possui no Estado. Estão assegurados a produção de motores e de transmissão em Taubaté, os testes no campo de provas de Tatuí e a armazenagem de componentes no centro de distribuição instalado em Barueri. Também estão mantidas as atividades no prédio administrativo da fábrica. Nestas unidades, ao todo, trabalham cerca de 3 mil funcionários.

 

Meireles afirmou Agência AutoData disse que haverá uma reunião na próxima semana onde será criado um planejamento de prospecção de interessados na fábrica da Ford de São Bernardo do Campo.

 

Adquirida pela Ford junto com a Willys Overland em 1967, a histórica fábrica do bairro do Taboão produziu modelos como o Jeep Willys e o utilitário rural, assim como Corcel, Maverick, Del Rey, Pampa, Escort, Ka, Courier e Fiesta. Atualmente saem – ou saíam – de suas linhas os caminhões Cargo e a Série F, além do New Fiesta hatch.

 

As ações da Ford, listada na Bolsa de Valores de Nova York, fecharam o dia em queda de 2,35%, valendo US$ 8,33. Na abertura estavam cotadas a US$ 8,94.

 

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Rimatur renova frota com Sprinter

São Paulo – A Mercedes-Benz entregou vinte vans Sprinter, com quinze assentos para passageiros, para a Rimatur Transportes, de Curitiba, PR – uma das maiores empresas de fretamento do Brasil. Equipadas com bancos reclináveis e ar-condicionado renovarão a frota da companhia para a prestação de fretamento continuo, para transportar funcionários de empresas clientes, e eventual, como turismo e transfers.

 

Segundo Emerson Imbronizio, diretor comercial da Rimatur, a frota de 220 vans tem 170 unidades Sprinter. A empresa transporta funcionários para empresas de call centers e polos industriais da Região Metropolitana de Curitiba.

 

“Cada van percorre, em média, 11 mil quilômetros por mês, em vários turnos, até a madrugada.”

 

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Yamalog projeta expansão no Brasil

São Paulo – A Yamalog, empresa de logística do Grupo Yamaha, comemora dois anos de mercado e prepara plano de expansão até 2021, segundo Eurydes Barcellos, seu diretor de planejamento e operações: “Começaremos a expansão com um centro de distribuição no Paraná, que também atenderá a região de Santa Catarina, e a expectativa é a de que esse centro comece a operar ainda em 2019”.

 

Em 2020 a empresa pretende inaugurar dois novos centros de distribuição: em Minas Gerais, no primeiro semestre e, no segundo, no Rio Grande do Sul.

 

A partir de 2021 a intenção de Yamalog é sair do eixo Sul, Sudeste e Norte e começar a operar em todas as regiões do Brasil: “Nesse período também queremos conquistar a certificação da Anvisa para transportar produtos alimentícios e de higiene pessoal”.

 

A empresa é a responsável, hoje, pelo transporte das motos e componentes da Yamaha que saem de Manaus, AM, para região Sul e Sudeste e também atende a empresas de outros setores, como a Moinhos Cruzeiro do Sul, Norte Brasil e Novelis.

 

Junto com a expansão dos centros de distribuição a empresa quer conquistar novos clientes, principalmente nas regiões Sul e Sudeste, para realizar o transporte para a região Norte. Inicialmente a prospecção será nos segmentos da linha branca e componentes e no setor de duas rodas, no qual a empresa quer transportar os insumos para Manaus.

 

Diante dos projetos de expansão a Yamalog também espera aumentar seu faturamento em, no mínimo, 89% em 2019 na comparação com o ano passado, chegando R$ 105 milhões: “Essa é a projeção mínima, mas acredito que será possível crescer ainda mais”. Em 2022, quando completar seu plano de expansão, a empresa quer faturar R$ 213,1 milhões, mais do que o dobro da projeção para 2019.

 

A frota da empresa é composta por 166 caminhões pesados, das principais marcas do mercado, e todos operam no sistema de leasing, mas a empresa estuda a compra de algumas unidades: “Estamos avaliando adquirir alguns caminhões para compor a nossa frota, utilizando alguns incentivos fiscais que temos. O estudo, porém, está em fase inicial e não sabemos quando isso acontecerá”.

 

A ideia de fundar a Yamalog surgiu após a Yamaha avaliar o serviço de logística prestado pelas empresas parceiras e definir que seria possível reduzir os custos em até 10%, em alguns casos, e melhorar o serviço prestado com uma companhia do próprio grupo. Após dois anos de sua fundação a empresa conta com mais de duzentos funcionários e quatros centros de distribuição que somam 23 mil m². Dois estão localizados em São Paulo, um em Manaus e outro em Belém, PA.

 

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Chave pulseira é novo opcional do Hyundai Creta

São Paulo – A chave presencial em forma de pulseira presente na edição comemorativa 1 Million do Creta, lançada no ano passado, agora está disponível como opcional para os consumidores da versão Prestige equipada com sistema de partida do motor por botão.

 

Segundo o vice-presidente de vendas, pós-vendas, marketing, relações públicas e logística de veículos da Hyundai, Angel Martinez, foi positiva a aceitação da pulseira na edição especial, o que levou a empresa a passar a oferecê-la em seu portfólio.

 

A Hyundai Key Band permite, por meio de aplicativo disponível para Android e iOS, destravar as portas, o porta-malas e dar a partida. Ela funciona também como smart watch, que reúne relógio, contador de passos e calorias, medidor de distância percorrida: “Com ela não há necessidade de carregar a chave, algo que é muito prático no dia a dia, principalmente nas atividades esportivas”.

 

O preço sugerido é R$ 999,52.

 

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Sindicato quer discutir a situação em Dearborn

São Paulo – O pleito do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC foi atendido e seus representantes serão recebidos pela diretoria da Ford em Dearborn, MI, para discutir a situação da fábrica de São Bernardo do Campo, SP, cujo fechamento foi anunciado pela Ford América do Sul na terça-feira, 19. Em nota, a entidade afirmou ter recebido a confirmação para a reunião com a matriz, solicitada na manhã de terça-feira, 21, e agora acertarão as datas para o encontro.

 

“Entendemos que essa decisão é da matriz da Ford e, portanto, é lá que deveremos negociar”, afirmou, em vídeo divulgado no site da entidade, o presidente do sindicato, Wagner Santana, o Wagnão. “Encaminhamos um pedido oficial à Ford de que nós queremos discutir na matriz o destino dessa fábrica”.

 

A Ford, porém, por meio de sua assessoria de imprensa, afirmou não ter sido informada oficialmente sobre qualquer pedido neste sentido.

 

Os cerca de 1,6 mil metalúrgicos da fábrica do Taboão estão de braços cruzados até a terça-feira, 26, quando está marcada uma assembleia com todos os funcionários para decidir os próximos passos. Wagnão, porém, admite que as negociações com a diretoria da América do Sul não devem avançar. Mesmo assim não jogou a toalha: seguirão conversando, mas em Dearborn.

 

O sindicato ficou de fora da reunião com o governador de São Paulo, João Dória, no Palácio dos Bandeirantes, na manhã da quinta-feira, 21. No vídeo, o presidente contou porque não compareceu: “Solicitamos a participação na reunião, mas recebemos como resposta do gabinete do governador que ele não queria a presença de sindicatos”.

 

Além do governador participaram da conversa o presidente da Ford para a América do Sul, Lyle Watters, seu vice-presidente de assuntos governamentais, comunicação e estratégia, Rogelio Golfarb, o secretário da Fazenda e Planejamento do Estado, Henrique Meirelles, e o prefeito de São Bernardo do Campo, Orlando Morando, e o vice-governador Rodrigo Garcia.

 

Na entrevista coletiva logo após a reunião o governador disse que “o sindicato será ouvido em momento oportuno e as decisões sobre a Ford serão tomadas em conjunto”.

 

Colaborou Bruno de Oliveira

 

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Estoque na rede é o último suspiro da Ford Caminhões

São Paulo – A rede de concessionárias Ford Caminhões descarta receber novos modelos além dos que já estão em estoque nos pátios das lojas. A Agência AutoData apurou que não houve sinalização concreta por parte da montadora sobre o procedimento a ser adotado após o anúncio do encerramento da operação de caminhões –  nem a concessionários, nem a fornecedores – afora a manutenção de demandas pós-vendas até o fim da garantia.

 

O anúncio à rede foi feito em videoconferência na quarta-feira, 20. Segundo uma fonte ouvida pela reportagem, um diretor da Ford apenas leu o mesmo texto divulgado pela empresa ao mercado na terça-feira, 19, informando o fim da operação de caminhões e o fechamento da fábrica do Taboão, em São Bernardo do Campo, SP. A reunião virtual durou três minutos e não foram dados apontamentos à rede.

 

O encerramento da produção de caminhões provocou, de acordo com a fonte, cancelamento das vendas fechadas recentemente: “Os telefones começaram a tocar depois do anúncio feito com clientes pedindo para cancelar a vendas das unidades compradas nos últimos dias”. Há ainda a expectativa de que haja queda brusca no preço das unidades remanescente no showroom.

 

Da mesma forma, fornecedores ouvidos pela reportagem continuam avaliando a situação. A produção para atender as encomendas da Ford Caminhões segue normalmente, embora ninguém saiba, ao certo, se novos caminhões sairão das linhas do Taboão. Os 2,8 mil trabalhadores estão em greve ao menos até a próxima terça-feira, 26, quando uma assembleia está marcada no pátio da montadora.

 

Uma reunião com o presidente da Ford foi convocada pelo governador João Dória para a manhã de quinta-feira, 21. O prefeito de São Bernardo do Campo, SP, Orlando Morando, e diretores do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo devem participar. Os governantes e metalúrgicos querem demover a Ford da ideia de fechar a fábrica, mas a indicação dada pelo presidente Lyle Watters é de que a decisão não tem volta.

 

“O negócio precisaria de um volume expressivo de investimentos para atender às necessidades do mercado, incluindo novas tecnologias e aumento de ações regulatórias, sem um caminho viável para a lucratividade”, afirmou em vídeo divulgado a funcionários, referindo-se às tecnologias Euro 6 que se tornarão obrigatórias a partir de 2023.

 

A Ford acumula cinco anos de prejuízo na operação sul-americana que, somados, supera US$ 4,5 bilhões. Watters disse que a empresa buscou parcerias para manter a fábrica, sem sucesso. No vídeo, ele afirma que a companhia precisa de “um negócio mais compacto, eficiente e ágil” para voltar à lucratividade na região.

 

As ações da Ford na Bolsa de Nova York fecharam a quarta-feira, 20, em alta de 1,25%, a US$ 8,94.

 

Colaborou André Barros

 

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Voith Turbo fornecerá 700 transmissões para Transmilenio

São Paulo – A Voith Turbo fornecerá 700 novas transmissões automáticas DIWA.6 para renovação de frota da Transmilenio, sistema BRT que opera na região metropolitana de Bogotá, Colômbia. As transmissões serão instaladas em veículos da Volvo usados nas operações.

 

O sistema da Transmilenio transporta cerca de 2,5 milhões de passageiros por dia em Bogotá e nas cidades vizinhas. Criado em 2001, o modelo de operação é tido como referência em sistema BRT no mundo, pois reduziu o tempo de espera pelos ônibus e melhorou a qualidade nos deslocamentos da população, segundo a Voith Turbo.