Truckvan cresce 38% em 2018

São Paulo – A Truckvan registrou crescimento de 38% em 2018. O faturamento saltou de R$ 72 milhões em 2017 para R$ 99,4 milhões no ano passado, superando em mais de R$ 5 milhões a meta estabelecida para o ano. Para 2019 a projeção da empresa é manter o crescimento em torno de 30%.

 

De acordo com a companhia o resultado foi fruto “da unificação das três fábricas”, que aconteceu no fim de abril do ano passado. A nova unidade fica em Guarulhos, SP, com 50 mil m² e área construída de 17,5 mil m²”. Alcides Braga, seu sócio diretor, disse que a unificação trouxe mais sinergia com todos os departamentos, o que gerou aumento significativo em produtividade e agilidade.

 

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Elétricos: PSA inaugura centro de desenvolvimento.

São Paulo – O Grupo PSA inaugurou seu Powertrain Expertise Center, um centro multienergia para acompanhar a transição energética que está acontecendo na indústria automotiva. A nova unidade fica em em Carrières-sous-Poissy, França, e terá como tarefas o desenvolvimento de novas tecnologias e a redução de emissões de CO2 dos motores movidos a gasolina e diesel.

 

A companhia investiu 32 milhões de euro no centro, que contará com 1,3 mil colaboradores para o desenvolvimento de novas famílias de motores que sejam mais competitivos e atendam aos padrões de diversos mercados. A unidade é uma dos nove centros de pesquisa e desenvolvimento que a companhia possui para avaliar o desempenho dos veículos e motores.

 

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VW convoca 185 mil Saveiro por problema nos freios

São Paulo – A Volkswagen anunciou na segunda-feira, 21, um recall para a picape Saveiro com 185 mil 797 unidades envolvidas, fabricadas de 2014 a 2018, por causa de um defeito no conjunto de freio traseiro. Segundo a companhia, foi identificada uma falha na montagem dos componentes de fixação do conjunto de pinças de freios traseiros, que podem se soltar.

 

A VW informou que a substituição dos elementos de fixação das pinças e freios leva 40 minutos e será feito gratuitamente em qualquer concessionária da empresa a partir da segunda-feira, 28.

A líder do mercado nas mãos dos chineses?

São Paulo – Mary Barra, a chefona suprema da General Motors Company, virá logo ao Brasil e terá encontro com o presidente da República e com outras autoridades. Contará uma história e dirá algo assim: “Ou vocês ajudam ou os chineses virão”. É esta a síntese que fez para AutoData antigo diretor da companhia depois de tomar conhecimento de e-mail distribuído na sexta-feira, 18, por Carlos Zarlenga, presidente da GM Mercosul, para todos os funcionários na região da América do Sul, dizendo que a companhia considera deixar de produzir por aqui.

 

“Este e-mail é uma insensatez, uma barbárie. Tira o ânimo e o entusiasmo daqueles que estão na ativa, desenvolvendo novos projetos, em plena atividade produtiva”, disse o antigo diretor. “Só o compreendo, e muito mal, como recado dado antes da visita da presidente Barra já antecipando a qualidade de sua conversa com gente do governo.”

 

O Portal Terra, aparentemente, teve a primazia da divulgação da mensagem de Zarlenga, eleito Personalidade do Ano do último Prêmio AutoData. Nela o presidente afirma que “2019 será um ano decisivo para nossa história”, depois do “prejuízo agregado significativo no período de 2016 a 2018, que NÃO SE PODE REPETIR [em maiúsculas no original].

 

Conta que “o Comitê Executivo do Mercosul desenvolveu um plano de viabilidade que foi apresentado para a nossa liderança global em Detroit. Esse plano requer apoio do governo, concessionários, empregados, sindicatos e fornecedores. Do sucesso desse plano dependem os investimentos da GM e o nosso futuro”.

 

Em Detroit, contou outra fonte de AutoData, Zarlenga teria ouvido, de Barra, que apenas uma coisa fazia sentido – o lucro. E que ele voltasse ao Brasil com a incumbência de preparar o terreno para a sua visita ao presidente da República.

 

Em contato com diretor da GM do Brasil, hoje aposentado e vivendo nos Estados Unidos, AutoData soube de outra possibilidade que se abre para toda a operação de produção realizada na Argentina e no Brasil – o comunicado não faz referências à GM Andina e à GM Central –: a chinesa SAIC Motor Corporation Limited assumiria as atividades produtivas.

 

A SAIC vem a ser, desde 2011, sucessora da Shangai Internal Combustion Engine Components Company, fundada em 1955, e que foi sucedida, em 1995, pela Shangai Automotive Industry Corp., que segundo a Wikipedia mantinha mais de 144 mil funcionários em 2013. É uma das quatro grandes da China e mantém três operações associadas com a própria General Motors, com a Volkswagen e com a Iveco – e é dona da inglesa MG.

 

Em 2018 foi a líder de vendas na China com pouco mais de 7 milhões de unidades comercializadas. Em seu último balanço a SAIC comunicou faturamento de US$ 67,93 bilhões no primeiro semestre de 2018.

 

Dentro da GM – A reportagem também procurou gente na ativa para comentar a mensagem do presidente Carlos Zarlenga. O tal email caiu como uma bomba em diversas áreas e, de fato, causou insegurança e certa indignação nos trabalhadores, pois mesmo aqueles que ainda estão em férias coletivas – a produção será retomada em 28 de janeiro – não compreenderam como uma empresa que está se preparando para um novo ciclo de produtos pode aventar a possibilidade de sair da América do Sul.

 

A produção está paralisada para que as fábricas sejam preparadas para a chegada de novos veículos. Alguns modelos de nova família global de veículos ancorada em plataforma comum serão feitos no Brasil e na Argentina. O primeiro dessa nova safra será lançado ainda este ano.

 

Muitos estão trabalhando na conclusão desses projetos e na evolução dos produtos para além de 2030. “Até o fim do ano a expectativa era muito positiva: mais uma vez a GM foi líder de vendas e sabíamos que esses novos projetos levariam a companhia a um patamar mais elevado a partir da próxima década”, disse uma fonte que avalia o e-mail de Zarlenga como a ponta do iceberg para mais cortes que certamente virão em 2019.

 

A criação da GM Mercosul, pelo próprio Zarlenga em 2017, representou um enxugamento significativo da estrutura. Foram eliminados cargos em duplicidade nos dois países como diretores industriais, gerentes de produtos, dentre outros. Agora apenas um executivo responde pelas atividades no Brasil e na Argentina.

 

No entanto, a GM sempre honrou os pagamentos aos funcionários e principais fornecedores, o que pode sugerir uma estabilidade nas finanças. Inclusive neste 15 de janeiro foi paga a segunda metade do PLR – participação nos lucros e resultados – de 2018 a todos os funcionários, no valor de R$ 7 mil.

 

Colaboradores na ativa com mais tempo de casa comentaram que não é usual na companhia esse tipo de comunicado. Ainda mais por e-mail, dando margem para o vazamento, que supostamente ocorreu. Em momentos de reestruturação os líderes eram escalados para comunicar suas equipes, mantendo o sigilo para dentro dos portões das fábricas e escritórios da GM no País.

 

Dentro da Chevrolet –No mundo dos concessionários Chevrolet no Brasil este tipo de dificuldades é conhecido, admitiu um deles, mas mantido em discrição. Ele observa, com realismo, “que ninguém se dispõe a discutir essas questões e a tentar garantir direitos, mesmo porque a rede está morrendo aos poucos, com faturamento reduzido à metade nos últimos anos”.

 

Ele observou: “Ninguém teve a coragem de relacionar os 48% de vendas diretas realizadas durante 2018 com a queda brutal no faturamento das redes”.

 

De acordo com ele o advento das vendas diretas tem “muita responsabilidade nesse quadro de decadência, e recentemente a companhia tomou mais 1% da comissão de entrega”.

 

Agora resta esperar o comunicado da direção da companhia no rumo das empresas produtoras de autopeças.

 

Colaboraram Leandro Alves e André Barros

 

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Brasil é o quinto maior mercado da Renault

São Paulo – O mercado brasileiro encerrou 2018 como o quinto maior em volume de vendas do Grupo Renault, de acordo com balanço divulgado pela companhia na sexta-feira, 18. O crescimento de 28,5% nas vendas no ano passado, para quase 215 mil veículos, ajudaram o Brasil a subir dois degraus com relação a 2017, desbancando Turquia, Espanha e Itália – mas foi superado pela China, com quem a companhia firmou uma joint-venture com Jinbei e Huasong.

Segundo Olivier Murguet, integrante do Comitê Executivo, diretor comercial e de regiões do Grupo, “a progressão de vendas na Rússia, no Brasil e na África permitiu compensar a quase totalidade dos ventos contrários, tanto econômicos quanto geopolíticos, fora da Europa”.

Em âmbito global as vendas do Grupo Renault cresceram 3,2%, um avanço de 1,2% sobre o ano anterior, em um mercado mundial em estabilidade, com leve retração de 0,3%. Foram 3 milhões 884 mil unidades comercializadas, das quais 2,5 milhões Renault, 700,8 mil Dacia, 398,2 mil Lada, 85 mil Renault Samsung e 165,6 mil Jinbei e Huasong.

Para 2019 a empresa espera nova estabilidade do mercado mundial, com avanço de 3% na Rússia – segundo mercado mais relevante do Grupo – e de 10% no Brasil. Para as suas vendas, o objetivo é ligeiro crescimento, com aceleração no segundo semestre puxada por lançamentos fora da Europa e o Novo Clio, carro-chefe do Grupo no continente europeu.

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FCA foi a montadora que mais tomou recursos do BNDES

São Paulo – O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) divulgou na sexta-feira, 18, a lista das cinquenta empresas que mais tomaram seus recursos de 2004 até o ano passado, parte do seu plano de ampliar a transparência de suas ações diante da opinião pública. Sete montadoras integram esse ranking, que considera o total contratado por CNPJ e inclui o apoio à exportação na modalidade pós-embarques – aquela em que o tomador de recursos é o exportador brasileiro, mas quem adquire o bem ou o serviço é o devedor.

 

A lista é liderada pela Petrobras, seguida da Embraer. Do setor automotivo a empresa que mais tomou recursos foi a FCA, décima no ranking geral, com mais de R$ 10 bilhões no período.

 

Seguindo na indústria, a Mercedes-Benz, com R$ 5,9 bilhões, foi a segunda maior tomadora de recursos e vigésima-sétima no geral. Um posto abaixo, tanto no geral quanto no recorte do setor, ficou a CNH, com R$ 5,8 bilhões.

 

A Ford foi a quarta empresa do setor que mais contraiu financiamentos do banco de fomento, com R$ 5,5 bilhões – trigésima-primeira no ranking geral. Com R$ 4,8 bilhões e a trigésima-oitava posição ficou a Volkswagen.

 

Completam a lista de montadoras a Renault, que contraiu R$ 4,1 bilhões em empréstimos do BNDES e ficou na quadragésima-quarta posição geral, e a Scania, quinquagésima do ranking por pegar R$ 3,7 bilhões em financiamentos.

 

Em um recorte mais recente que contempla o período de 2015 a 2018, as empresas do setor automotivo aparecem mais bem posicionadas. A FCA segue como a maior cliente da indústria e sobe para a sétima posição no geral, com R$ 1,8 bilhão em recursos tomados. A VW sobe para o décimo-segundo degrau, com R$ 1,5 bilhão, e a Renault aparece na décima-sexta posição, com R$ 1,2 bilhão em financiamentos contratados do banco de fomento.

 

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Hengst Brasil assume exportações para a América Latina

São Paulo – A Hengst Brasil, fabricantes de módulos e sistemas de filtração, projeta aumentar suas exportações para o mercado de reposição da América Latina em 30%. A divisão local assume a partir deste ano a carteira de clientes da matriz, na Alemanha, que antes abastecia a região.

 

Segundo o presidente Luiz Mirara, a oportunidade surgiu porque 80% do portfólio que abastece a região é produzido em Joinville, SC. A fatia restante continuará sendo importada da matriz. “Depois do bom desempenho no ano passado, conseguimos assumir o abastecimento na região e isso aumentará o volume que vendemos para outros países”.

 

Para as montadoras a companhia registrou crescimento de 100% nas exportações no ano passado e a projeção para 2019 é manter o volume. “Nós enviamos os componentes para a matriz, que distribui para as montadoras na Europa”.

 

Junto com o aumento das exportações, a empresa quer crescer, no mínimo, 20% no Brasil, com a expansão sendo puxada pelo mercado de reposição e pelas montadoras que já solicitaram grandes volumes.

 

“Mesmo com crescimento no ano passado, o Brasil tem uma demanda reprimida muito grande e a expectativa é que todos os segmentos da indústria automotiva apresentem crescimento em 2019. O nosso carro-chefe é o fornecimento para caminhões pesados e ônibus, mas também fornecemos para automóveis premium, como Audi, Mercedes-Benz e Porsche”.

 

Para suportar a demanda projetada para o ano, a Hengst começará as obras de expansão da fábrica em Joinville em fevereiro, com investimento de R$ 7 milhões – aplicado para aumentar a capacidade produtiva em 30% e ampliar a área de estoque. A empresa também avalia a aquisição de um terreno ou galpão para usar como centro de distribuição em São Paulo, região estratégica para atender seus clientes.

 

Pensando no médio prazo, a Hengst busca criar novos pilares de sustentação para seus negócios, como o segmento de filtros industriais, usados para filtrar partículas geradas a partir de outras operações dentro das fábricas. Para avançar nessa área, a Hengst já comprou três empresas especializadas na produção destes componentes – a última foi da Delbag, no final do ano passado.

 

“Acreditamos que a partir de 2024 a demanda global por filtros automotivos cairá por causa das novas motorizações elétricas que surgirão, mas não deixará de existir. Mas, por estratégia, estamos nos preparando para atuar em outras áreas”.

 

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Empresas Randon completam 70 anos

São Paulo – As Empresas Randon completam na segunda-feira, 21, 70 anos de operação em Caxias do Sul, RS. Inicialmente uma oficina de reforma de motores industriais fundada por Raul Anselmo Randon, morto em março de 2018, a hoje multinacional atua nos segmentos de implementos rodoviários, autopeças e serviços financeiros.

 

Controladora da Randon Implementos, Randon Veículos, Suspensys e Suspensys WE/Castertech, Fras-le, Master e Jost, além da Randon Administradora de Consórcios e Banco Randon, a Randon S.A. Implementos e Participações emprega cerca de 11 mil pessoas e faturou, em 2017, R$ 4,2 bilhões.

 

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Banco M-B projeta alta de 15% nos financiamentos em 2019

São Paulo – O Banco Mercedes-Benz anunciou na sexta-feira, 18, que encerrou o ano passado com R$ 3,8 bilhões em novos negócios financiados no País envolvendo caminhões, ônibus e automóveis. O valor representa uma alta de 49% sobre o volume financiado em 2017. Para este ano, a expectativa é de comportamento de mercado similar ao do ano passado – o agronegócio demandará caminhões pesados no mercado, o que, segundo projeção do banco, resultará em R$ 4,4 bilhões financiados, um crescimento de 15%.

 

Para Diego Marín, diretor comercial, a instituição financeira baseou a projeção no planejamento traçado pela montadora, mas reconheceu que o crescimento de 15% representa o melhor dos cenários: “As vendas de caminhões farão a diferença este ano em termos de financiamentos, mas o mercado tem que responder para que possamos chegar ao crescimento projetado. A taxa de juros deverá se manter, assim como o controle da inflação”.

 

A projeção do banco é similar à traçada pela Anfavea para este ano no segmento de veículos pesados. Para a associação que representa as fabricantes, as vendas em 2019 serão 15% maiores do que as registradas no ano passado, quando foram licenciadas 91,1 mil unidades.

 

A carteira da instituição no final do ano passado foi de R$ 9 bilhões 630 milhões, o que representa um crescimento de 20% em comparação a 2017. Dos R$ 3,8 bilhões em novos negócios, R$ 2 bilhões 585 milhões foram com veículos comerciais. Outros R$ 336 milhões vieram de financiamentos de automóveis M-B.

 

Na prática, explicou Marín, 80% dos veículos vendidos pela M-B – 21 mil 153 unidades de caminhões e 7 mil 457 unidades de ônibus, segundo dados da Anfavea – no ano passado foram financiados e 20% pagos à vista. Do volume financiado o Banco M-B foi responsável pela metade dos contratos.

 

Segundo Christian Schüler, presidente, os resultados podem ser considerados positivos se for levado em consideração o cenário político do ano passado: “Mesmo com um cenário político indefinido ao longo do ano, 2018 rendeu bons resultados. O segmento de veículos comerciais começou sua retomada, impulsionado pelo crescimento da atividade industrial e pelos fortes resultados do agronegócio, além da boa aceitação do Refrota no mercado no segmento de ônibus”.

 

O CDC, ou Crédito Direto ao Consumidor, foi a principal linha de crédito utilizada em 2018, totalizando R$ 2 bilhões 409 milhões em novos negócios, alta de 136% sobre 2017, quando a modalidade gerou pouco mais de R$ 1 bilhão. Em contrapartida, a modalidade BNDES Finame caiu 21%, de R$ 1,4 bilhão em 2017, para R$ 1,1 bilhão. “O cenário se inverteu no ano passado. Se antes o Finame representava 80% dos financiamentos, hoje é o CDC que corresponde à maioria”, disse Marín.

 

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FCA foi a montadora que mais tomou recursos do BNDES

São Paulo – O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) divulgou na sexta-feira, 18, a lista das cinquenta empresas que mais tomaram seus recursos de 2004 até o ano passado, parte do seu plano de ampliar a transparência de suas ações diante da opinião pública. Sete montadoras integram esse ranking, que considera o total contratado por CNPJ e inclui o apoio à exportação na modalidade pós-embarques – aquela em que o tomador de recursos é o exportador brasileiro, mas quem adquire o bem ou o serviço é o devedor.

 

A lista é liderada pela Petrobras, seguida da Embraer. Do setor automotivo a empresa que mais tomou recursos foi a FCA, décima no ranking geral, com mais de R$ 10 bilhões no período.

 

Seguindo na indústria, a Mercedes-Benz, com R$ 5,9 bilhões, foi a segunda maior tomadora de recursos e vigésima-sétima no geral. Um posto abaixo, tanto no geral quanto no recorte do setor, ficou a CNH, com R$ 5,8 bilhões.

 

A Ford foi a quarta empresa do setor que mais contraiu financiamentos do banco de fomento, com R$ 5,5 bilhões – trigésima-primeira no ranking geral. Com R$ 4,8 bilhões e a trigésima-oitava posição ficou a Volkswagen.

 

Completam a lista de montadoras a Renault, que contraiu R$ 4,1 bilhões em empréstimos do BNDES e ficou na quadragésima-quarta posição geral, e a Scania, quinquagésima do ranking por pegar R$ 3,7 bilhões em financiamentos.

 

Em um recorte mais recente que contempla o período de 2015 a 2018, as empresas do setor automotivo aparecem mais bem posicionadas. A FCA segue como a maior cliente da indústria e sobe para a sétima posição no geral, com R$ 1,8 bilhão em recursos tomados. A VW sobe para o décimo-segundo degrau, com R$ 1,5 bilhão, e a Renault aparece na décima-sexta posição, com R$ 1,2 bilhão em financiamentos contratados do banco de fomento.

 

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