BMW traz nova versão do X3 para o Brasil

São Paulo – A BMW anunciou a chegada de mais uma versão do SUV X3: a xDrive20i X Line será vendida em toda a rede por R$ 276 mil 950. O modelo vem equipado com motor turbo 2.0 de 184 cv que acelera de 0 a 100 km/h em 8,3 segundos e o câmbio automático de oito marchas.

 

Inicialmente, a BMW importará a nova versão dos Estados Unidos, porém está analisando a possibilidade de nacionalizar a produção desta versão, já que as demais versões do X3 vendidas no Brasil são produzidas na fábrica de Araquari, SC.

 

Fotos: Divulgação.

Neobus vende 20 ônibus para Viamão

São Paulo – A Viamão, empresa que atua na área de transportes na Região Metropolitana de Porto Alegre, RS, comprou vinte novos ônibus do modelo New Mega da Neobus, que começarão a operar até o fim deste ano. Leonel Bortoncello, diretor da Viamão, disse que mesmo com a crise a empresa tem trabalhado para manter o cronograma de renovação de frota.

 

A escolha do modelo New Mega aconteceu pela suspensão pneumática e pela tecnologia Euro 5 do motor, pois a empresa prioriza o meio ambiente e o conforto das pessoas que usam o transporte coletivo.

 

Foto: Divulgação.

Grupo Veneza inaugura distribuidor em Curitiba

São Paulo – Com investimento de R$ 28 milhões feito na região Sul, o Grupo Veneza escolheu a cidade de Curitiba como porta de entrada para a expansão de seus negócios. O primeiro passo foi a inauguração de uma unidade para venda de equipamentos de construção linha amarela John Deere, com showroom, estoque de peças e oficina.

 

O montante investido foi usado em infraestrutura, abertura de distribuidores na região, contratação de pessoal, treinamento de equipes, estoque de produtos e suporte ao cliente. Nesta etapa inicial o grupo terá 50 colaboradores, mas pretende contratar mais mão de obra com a abertura de novos pontos de venda e distribuição.

Prêmio AutoData tem votação recorde

São Paulo – Um novo recorde: mais de doze mil pessoas já votaram no Prêmio AutoData – Melhores do Setor Automotivo 2018, superando em duas vezes a melhor marca anterior, registrada no ano passado. Se você ainda não escolheu os seus cases preferidos, ainda há tempo: a votação segue aberta no site de AutoData até a próxima quarta-feira, 31.

 

Com resta uma semana de votação, a diferença com relação ao recorde anterior será ainda maior. Isso demonstra a relevância do Prêmio AutoData, que em 2018 tem a sua 19ª edição. É o mais prestigioso reconhecimento do setor automotivo no âmbito de economia e negócios.

 

Os vencedores serão revelados na segunda-feira, 5 de novembro – com exceção das categorias Personalidade do Ano e Empresa do Ano, que serão divulgados em cerimônia marcada na quarta-feira, 22 de novembro, em São Paulo.

 

Em breve os pormenores serão divulgados. Enquanto isso, aproveite para votar e nos Melhores do Setor Automotivo 2018.

 

Foto: Christian Castanho.

Cresce 35% o lucro líquido da Paccar no terceiro trimestre

São Paulo – A Paccar, grupo que controla a DAF, anunciou na terça-feira, 23, que obteve lucro líquido de US$ 545,3 milhões no terceiro trimestre, o que significa crescimento de 35% sobre o lucro líquido obtido no mesmo período do ano passado. De acordo com o CEO Ron Armstrong o resultado reflete “forte demanda global por caminhões, a produção recorde de caminhões, a participação recorde de mercado na Europa e excelentes resultados globais de peças de reposição”.

Ford antecipa o seu Salão do Automóvel

São Paulo – Para quem apostava no fim da Ford Brasil as palavras de seu presidente para a América do Sul, Lyle Watters, equivaleu a balde d’água fria: ele anunciou a comemoração do primeiro centenário da Ford por aqui no ano que vem. O palco foi o Palácio Tangará, no bairro do Morumbi, em São Paulo, na hora do almoço da terça-feira, 23, quando a companhia fez a prévia de sua participação no Salão Internacional do Automóvel, de 8 a 18 de novembro.

 

Depois ele garantiu aos jornalistas que não há planos para abandonar a produção de veículos na fábrica do bairro do Taboão, em São Bernardo do Campo, SP.

 

“A Ford foi a primeira montadora a se instalar no Brasil”, ele recordou. “E onde comemoraremos o centenário no ano que vem. Nunca deixamos de acreditar no desenvolvimento do País. Temos aqui uma estrutura forte e equipes de muito talento, como prova a abrangência e o sucesso da nossa linha atual de produtos”.

 

Outra novidade além carros foi a apresentação do nomeado Tapete de Acessibilidade, ainda protótipo, rampa criada para tornar mais fácil os caminhos de cadeirantes pelas ruas: seu lugar é o porta-malas do Ecosport mas “transforma-se em ferramenta móvel, (…) dobrado e encaixado atrás da cadeira de rodas e usado na transposição de guias e desníveis”. Aberto torna-se rígido. Produzido com alumínio aeronáutico e revestimento de EVA, dispõe de sensores e de microprocessador que envia sinais de Bluetooth para aplicativo no smartphone do cadeirante sempre que usado, criando banco de dados e mapeando pontos que requerem atenção.

 

Para o Salão as novidades da Ford são

  • o Edge ST, o primeiro a trazer o ST de Sport Technologies ao Brasil e que chega às concessionárias no ano que vem, “esportivo e conectado”;
  • o Ecosport Titanium sem o estepe na traseira, que também chegará no ano que vem dotado de estepe run flat tire: vazio, e a até 80 km/h, roda 80 quilômetros;
  • conceitos em busca da aprovação dos consumidores, como o SUV médio Territory, desenvolvido na China, o Ka Urban Warrior, dotado de acessórios de “inspiração aventureira”, e as Ranger Storm e Black;
  • e mostrará, também, Fusion Energi, híbrido plug-in, F-150 Raptor, off road já em versão 2019, e, para variar e porque todo mundo gosta, o Mustang.

 

Contrariamente à opinião da maioria dos jornalistas, de que o SUV Territory não teria mercado no Brasil, executivo da companhia afirmou “que tudo está aberto com relação ao Territory: pode vir importado, pode ser produzido por aqui”.

 

Watters disse que “o objetivo da Ford é ser a empresa mais confiável do setor: à medida que, conosco, tudo acontece muito depressa, tornando sempre críticas as situações, temos que estar sempre prontos para atender às necessidades dos clientes”. Ele citou recente pesquisa da JD Power: de um ano para outro a Ford pulou do décimo-quarto lugar para o quarto na satisfação dos clientes.

 

Também estará no estande da Ford no Salão toda a sua linha atual de veículos.

 

Foto: Divulgação.

Baianos e pernambucanos costuram o consenso

São Paulo – Como não houve avanço nas negociações das bancadas parlamentares da Bahia e de Pernambuco, a reunião da Comissão Mista que avalia a Medida Provisória 843, que institui o Rota 2030, agendada para a tarde da terça-feira, 23, foi adiada para as 10h00 da quarta-feira, 24. Segundo fontes consultadas pela Agência AutoData ainda há disposição para costurar um consenso, ou um texto que não desagrade totalmente aos interessados, mas o novo regime automotivo está, ao menos até o fechamento desta reportagem, em risco.

 

Recebemos informação de que reunião das bancadas para aparar as arestas e seguir com as negociações teve início à noite e a previsão era a de que adentrasse a madrugada para que, de manhã, o consenso fosse alcançado.

 

As fontes dizem que existem dois pontos divergentes na mesa: um deles é o próprio relatório do deputado Alfredo Kaefer, que “traz itens estranhos ao Rota 2030” – como, por exemplo, Refis para o setor, algo que o Ministério da Fazenda já deixou claro que não há espaço para aprovação.

 

O outro, novamente, é a inclusão ou não do Regime do Nordeste no texto do Rota 2030. O cenário permanece aquele informado pela Agência AutoData no fim da semana passada: de um lado a FCA tem pressa na prorrogação dos benefícios fiscais na fábrica da Jeep em Goiana, PE, pois tem planos de investir e atrair novos fornecedores para a região. Do outro a Ford, que entende que há espaço para mais discussão sobre os pontos do Regime do Nordeste — e como os incentivos valem até 2020 o assunto pode ser abordado em outro momento.

 

A reportagem apurou que a FCA não trabalha com a possibilidade de a MP avançar sem a inclusão do Regime do Nordeste no texto. E que, do jeito que foi proposta pela emenda do senador Armando Monteiro, de Pernambuco, não há o consenso das bancadas dos dois estados – e, por consequência, da Ford.

 

Disse um dos personagens envolvidos na negociação que “o tempo está acabando. Na semana que vem já teremos outro presidente e não podemos arriscar o Rota 2030, um programa que atrairá novos investimentos para a indústria brasileira”.

 

A MP vigora até 16 de novembro e precisa ser votada na Comissão Mista, nos plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal antes da sanção presidencial. A demora e a discussão de baianos e pernambucanos coloca em risco a existência do próprio Rota 2030, que demandou mais de um ano de negociação da Anfavea com diversas áreas do governo. Em recente entrevista o presidente Antonio Megale alertou:

 

“O que é claro para nós, aqui da Anfavea, é que não podemos deixar que alguma disputa por emenda, seja qual for, coloque o Rota em risco”.

 

Mas o programa automotivo está em risco: uma das fontes calculou em 50% a possibilidade de aprovação na quarta-feira, 24. Pode parecer pouco, mas é maior do que os 10% de possibilidade que esta mesma fonte calculava antes da reunião postergada na tarde da terça-feira, 23.

 

Colaborou Leandro Alves

 

Foto: Divulgação.

Anfavea insiste em posição de neutralidade na eleição

São Paulo – As redes sociais do candidato à Presidência que atualmente lidera as pesquisas de intenção de voto divulgaram, na noite da segunda-feira, 22, foto dele com alguns executivos do setor industrial. Na foto que estampava a publicação – e que foi reproduzida por diversos veículos de imprensa – estava o vice-presidente da Anfavea Antonio Sérgio Martins Mello e dava a entender que este apoiaria a candidatura.

 

Procurada a assessoria de imprensa da entidade disse que o executivo, que também é diretor de assuntos institucionais da FCA, não estava representando a Anfavea na reunião. E reiterou sua condição de “entidade apartidária, se posicionando com absoluta neutralidade no processo eleitoral”.

 

Há algumas semanas, em resposta a reportagens veiculadas na mídia sugerindo apoio ao outro candidato, a Anfavea divulgou nota com o mesmo conteúdo, esclarecendo que “tem acompanhado as propostas de todos os candidatos à Presidência da República com o objetivo de entender as políticas que podem ser adotadas em prol da economia, da indústria e do setor”.

 

Do mesmo modo a FCA, procurada, afirmou que, por estatuto, segue código de conduta que impede manifestações eleitorais. Mello não estava presente, também, então, como representante da companhia no encontro com o candidato.

 

Foto: Christian Castanho.

Fundação Iochpe mede retorno sobre investimento em ação social

São Paulo – A FGV, Fundação Getúlio Vargas, desenvolveu metodologia para calcular o retorno sobre o investimento em projetos sociais, e a Fundação Iochpe aplicou o conjunto de métodos no Programa Formare, de capacitação profissional para jovens carentes, e informou que o projeto social obteve 100% de retorno financeiro. A metodologia foi aplicada na fábrica da Maxion Sctructural Components mantida em Cruzeiro, SP, onde o Formare foi adotado há 23 anos.

 

O estudo foi realizado com base nos dados de investimento em 2017 e considerou custos evitados pela iniciativa, como economia com recrutamento, contratação e treinamento de boa parte dos jovens ao fim do curso.

 

De acordo com Joaquim Borges Rodrigues, CEO da unidade componentes estruturais, a medida “é estratégica e cresce sua aplicação na empresa porque dá dimensão aos indicadores econômicos e torna viável a manutenção das ações na comunidade”. A iniciativa é realizada em parceria com empresas e instituições públicas em treze Estados brasileiros. Desde 1989 já qualificou 25 mil jovens e, em 2018, estão em formação 1 mil 340 pessoas.

 

Uma vez mensurado o retorno que os projetos dão às empresas que possuem iniciativas sociais aumentam as possibilidades de que sejam mais duradouras, disse Rodrigues: “Em época de crise, por exemplo, a área financeira das empresas busca maneiras de cortar custos, o que geralmente afeta a área social. Medindo o retorno sobre o valor investido os gestores podem ver que as ações não dão prejuízo”.  

 

A Fundação Iochpe busca expandir o modelo às empresas que formam uma rede de parceiros. Hoje o Formare é um modelo de projeto social replicado em 46 empresas. Segundo Luciano Máximo, diretor de relações institucionais da Fundação Iochpe, há mais dezessete empresas interessadas no projeto: “São companhias com mais de 250 funcionários”.

 

Foto: Divulgação.

Goodyear tem nova opção para vans e utilitários

Americana, SP – De olho no segmento de vans e utilitários – que apenas no mercado de reposição engloba mais de 1 milhão de veículos – a Goodyear lançou o pneu Cargo Marathon 2, sucessor do G 32 Cargo. Dedicado a veículos comerciais, desde a Volkswagen Kombi até o Mercedes-Benz Sprinter, o novo pneu também mirará o mercado OEM, embora a fornecedora ainda esteja em processo de negociação e e de homologação com montadoras.

 

Segundo a Goodyear o Cargo Marathon 2 reduziu em 5% os ruídos externos, e aumentou no mesmo patamar a dirigibilidade e o conforto, enquanto a resistência à rolagem aumentou 10% na comparação com a antiga geração. Coordenador de marketing, Rodrigo Falcão disse que com o lançamento a Goodyear quer se consolidar como referência do segmento ULT, destinado a vans e utilitários, e manter o alto padrão na entrega de quilometragem.

 

O pneu será vendido em oito medidas, sendo que três já estão nas lojas Goodyear, enquanto outras três chegarão em dezembro e as últimas duas em janeiro. A companhia não divulgou o mix de vendas projetado, mas informou que segue aumentando seus pontos de vendas de acordo com a demanda de cada região:

 

“Já temos mais de 1 mil pontos de vendas e trabalhamos com planejamento anual de expansão de rede. Independente do comportamento do mercado este processo não deixa de ser feito pela companhia, que usa como estratégia a pulverização das lojas no Brasil, analisando quais regiões nós não estamos presentes e precisamos estar”.

 

O Cargo Marathon 2 é produzido na fábrica de Americana, SP, que já produz seu antecessor e está operando com capacidade máxima, com aproximadamente 2,5 mil funcionários: “Estamos operando com o máximo de nossa capacidade com foco principal em atender ao mercado nacional e, depois, as exportações”.

 

Falcão lembrou que, nos anos de crise, a Goodyear precisou nacionalizar a produção de um modelo vendido nos Estados Unidos para aumentar sua exportação e manter os postos de trabalho e o ritmo da fábrica.

 

Foto: Divulgação.