Hyundai recebe placa do Prêmio AutoData

São Paulo – A Hyundai, indicada na categoria Marketing, Comunicação e Propaganda pela versão especial do HB20 comemorativa da Copa do Mundo, recebeu a placa do Prêmio AutoData, Melhores do Setor Automotivo 2018. Na foto, Jan Coracy Telecki Silva, gerente geral de marketing, e Mauricio Jordão, gerente de relações públicas e imprensa.

 

Foto: AutoData.

Citroën C4 Cactus é destaque na AutoData 348

São Paulo – O principal lançamento da PSA Peugeot Citroën no mercado brasileiro em 2018 é tema da reportagem de capa da AutoData 348, cuja edição digital já está no ar. A Citroën deposita suas fichas no C4 Cactus, SUV que, se os planos se concretizarem, deverá representar metade de suas vendas no mercado brasileiro.

 

Em From the Top, Wilson Bricio, presidente da ZF para a América do Sul, faz um balanço sobre os sessenta anos que a sistemista completa no Brasil em 2018. E dá uma ideia do que está por vir no futuro, especialmente no ramo de eletrificação.

 

Mais: como a mudança da mobilidade vem mexendo com os empreendimentos imobiliários dos grandes centros urbanos, as novas cabines Scania, o Fórum AutoData em Caxias do Sul, a BYD e seus ônibus elétricos e os aniversários da Toyota de Indaiatuba e da Schaeffler.

 

A revista digital está disponível gratuitamente clicando aqui.

Mercedes AMG G 63 estreará no Salão do Automóvel

São Paulo – O Mercedes-Benz AMG G 63 teve seu visual renovado e será uma dos principais destaques da empresa no Salão do Automóvel de São Paulo, que acontecerá de 8 a 18 de novembro. O modelo chegará ao Brasil com uma versão especial, a G 63 Edition 1, com acabamento diferenciado.

 

Além das mudanças no visual, o modelo traz novo motor 4.0 V8 biturbo de 585 cv, com tração integral e câmbio automático de nove velocidades.  

 

Fotos: Divulgação.

BMW mostra moto autônoma

São Paulo – A BMW Motorrad divulgou na quinta-feira, 13, imagens da primeira motocicleta equipada com tecnologias de condução autônoma da empresa. O protótipo, baseado no modelo BMW R 1200 GS, foi apresentado no BMW Motorrad Techday 2018, evento realizado no campo de provas em Miramas, localizado no sul da França.

 

De acordo com a companhia, a motocicleta se movimenta de forma independente, acelera e desacelera, também de forma autônoma. O modelo, no entanto, não integrará a oferta da empresa no futuro. Em vez disso, a tecnologia criada a partir deste projeto deve servir como uma plataforma para o desenvolvimento de futuros sistemas para tornar a condução de uma motocicleta mais segura.

 

Foto: Divulgação.

Vendas de híbridos e elétricos crescem 19%

São Paulo – O mercado brasileiro consumiu 2 mil 468 veículos híbridos e elétricos de janeiro a agosto, segundo dados da Anfavea. Apesar de ainda tímido, o volume deste ano representa um crescimento de 19% sobre o resultado do mesmo período do ano passado e sinaliza que há, sim, demanda por este tipo de tecnologia no País.

 

Tanto que as novidades não param de chegar. Na quinta-feira, 13, dois lançamentos de SUVs híbridos, importados, foram anunciados: o Volvo XC60 T8 e o Lexus NX 300h.

 

Ambas as marcas ampliam seu portfólio de modelos dotados dessa tecnologia com estes lançamentos. A Lexus já comercializa por aqui o hatch CT 200h e o sedã LS 500h, enquanto a Volvo Cars oferece em suas concessionárias o SUV XC90 T8.

 

O XC60 T8 chega ao mercado em outubro. Traz por dentro do capô o motor Drive-E Turbo Supercharger de 2 litros, que alcança 320 cavalos, e um motor elétrico de 87 cavalos alimentado por bateria de íons de lítio de alta capacidade. Na pré-venda, sai por R$ 299 mil 950.

 

O NX 300h tem três versões: F Sport, por R$ 260 mil 990, Luxury, por R$ 240 mil 110, e Dynamic, por R$ 229 mil 670. As três combinam o motor a gasolina de 2,5 litro que alcança 155cv com o elétrico sincrônico de imã permanente, que gera 143cv.

 

Foto: Divulgação.

Novo laboratório faz Petronas mirar novos mercados

Contagem, MG – A Petronas finalizou a expansão do laboratório onde passará a desenvolver novos produtos e realizar testes em seus óleos lubrificantes e graxas com equipamento atualizado. O espaço, instalado dentro da fábrica que mantém em Contagem, MG, foi reinaugurado na quarta-feira, 12. O investimento aplicado na compra de equipamentos e no aumento da área construída foi de US$ 8 milhões.

 

É o quinto centro de pesquisa e desenvolvimento da empresa no mundo. Há dois principais: o de Turim, na Itália, que concentra os trabalhos nos produtos para automóveis, e o da Malásia, instalado na sede da companhia. Os demais são considerados laboratórios satélites integrados aos principais. São eles: na China, voltado aos óleos para motores diesel. Estados Unidos, para o agronegócio e, África do Sul, para a mineração.

 

O laboratório de Minas Gerais, por sua vez, concentra as operações em torno dos óleos lubrificantes industriais. De acordo com Luiz Sabatino, presidente da companhia no País, apesar do Brasil constituir polo automotivo, a empresa decidiu utilizar a nova área para se dedicar a outros mercados na região:

 

“Como já possuimos dentro da organização a experiência de Turim nos leves, ficou estabelecido que no Brasil concentraríamos os esforços em crescer em áreas que também são fortes na América Latina”.

 

Ainda que existam outros alvos, o centro de P&D renovado pela Petronas também atuará junto ao setor automotivo local. Especificamente na homologação dos óleos lubrificantes que já são produzidos aqui para o mercado de reposição e OEM, segundo Sabatino. A empresa no País é responsável pelo primeiro enchimento dos veículos da FCA e, mais recentemente, passou a atender aos veículos Caoa Chery.

 

A Petronas possui forte relação com a FCA. Em 2012, finalizou a compra da FL Selenia, ex-divisão de lubrificantes da Fiat, e que estava no controle de um grupo de investidores. A partir daí se tornou distribuidora exclusiva de óleos lubrificantes para seus veículos globalmente. O relacionamento sólido no OEM, no entanto, poderá não ser eterno, disse Sabatino:

 

“Não juramos amor eterno à FCA e nem eles a nós. Como atuamos em um mercado dinâmico, muita coisa pode acontecer no decorrer dos anos. Da nossa parte, estamos conversando com outras empresas sobre primeiro enchimento e participaremos de concorrências”.

 

Em 2014 o mercado de lubrificantes no Brasil somou 1,3 bilhão de litros, volume que caiu para 1,1 bilhão no ano passado — mas que deve se recuperar este ano e chegar a 1 bilhão 250 milhões de litros.

 

Este ano, a Petronas deve produzir cerca de 160 milhões de litros de lubrificantes e graxa, com crescimento de 3% sobre 2017, um porcentual representativo, de acordo com Guilherme de Paula, CEO da Petronas na América Latina: “É um mercado nas mãos de diversos concorrentes, 3% é algo a se comemorar. A Petronas avançou mesmo com o mercado recuando”.

 

E a empresa quer crescer mais 3% no ano que vem. Para isso, é preciso destinar recursos às ações comerciais nos principais pontos de vendas dos seus lubrificantes: distribuidores autorizados, concessionárias e oficinas mecânicas, já que a companhia não dispõe de rede própria — e nem quer, pontuou Sabatino: “As líderes no mercado possuem rede extensa de postos de gasolina, onde vendem seus lubrificantes. Optamos por ir em outra direção”.

 

Para custear a operação comercial no País, manter a produção em Minas Gerais e desenvolver novos produtos, a empresa dispõe de US$ 40 milhões para investir no ciclo de cinco anos iniciado em maio. Com o dólar em patamar de R$ 4,20, o orçamento da companhia deverá ser de R$ 168 milhões.

 

O valor é inferior ao do último ciclo de cinco anos, R$ 350 milhões, que fora utilizado para reformular a fábrica, modernizar o laboratório, dentre outras melhorias. Foram nesses últimos seis anos, informou o executivo, que a Petronas aumentou seu market share no País: saltou de 9,4% para 11,7%, o que tornou a empresa a quarta maior do mercado nacional.

 

Para o ano que vem, a empresa expera consolidar a produção mineira como plataforma de exportações: “Nossas exportações aumentaram e hoje respondem por cerca 15%, enquanto em 2012 eram de 6% a 7%”.

 

Dos produtos fabricados em Contagem, 60% vão para o mercado automotivo e 40% vão para os outros, que eles classificam como consumo.

 

Foto: Divulgação.

Renault produz um milhão de Sandero no Brasil

São Paulo – O Sandero, o Renault mais vendido no Brasil, atingiu a marca de um milhão de unidades produzidas no no Complexo Ayrton Senna, em São José dos Pinhais, PR. Atualmente vendido em cinco versões, incluindo uma aventureira e uma esportiva. Para Luiz Pedrucci, presidente da companhia no Brasil, o modelo “é reconhecido pelo grande espaço interno e robustez e a marca alcançada é uma vitória e motivo de orgulho para o toda a equipe da Renault”.

 

O Sandero produzido no Brasil é exportado para Argentina, Uruguai e Paraguai. Das 1 milhão de unidades produzidas, 210 mil foram enviadas a outros mercados.

 

Fotos: Divulgação.

Scania vende primeiro ônibus com auxílio ao motorista

São Paulo – A Scania anunciou a venda do seu primeiro ônibus equipado com sistema de segurança ADAS no Brasil para a Nena Viagens, de Franca, SP. O modelo é equipado com sistema de auxílio ao motorista que é vendido como opcional pela Scania e ajuda a prevenir acidentes e melhorar a condução do motorista.

 

O modelo escolhido foi o K 400 6×2, que fará fretamento de turismo pelo Estado de São Paulo e por outras regiões do Brasil. Segundo Alan Frizeiro, gerente de vendas de ônibus da Scania, essa primeira venda estimulará outras: “Temos a certeza de que os resultados positivos do modelo equipado com sistema ADAS surpreenderão a empresa e se multiplicarão para o resto da frota”.

Justiça concede resgate judicial da Keko

Flores da Cunha, RS – A diretoria da Keko Acessórios protocolou, na sexta-feira, 6, no Fórum de Flores da Cunha, RS, pedido de recuperação judicial. Em nota liberada na tarde da quarta-feira, 12, diz que a decisão foi tomada após não obter êxito em várias alternativas de renegociações com bancos a fim de sanar o seu passivo no curto prazo: “Estas dívidas vinham inviabilizando a gestão adequada do caixa e o cumprimento das obrigações com os demais credores”.

 

No fim da tarde o juiz substituto de Antônio Prado, Nilton Filomena, concedeu despacho favorável ao pedido. A partir de agora a empresa tem dois meses para apresentar um plano de recuperação, que será analisado, no prazo de até trinta dias, pelos credores – instituições financeiras são a maioria. De acordo com o advogado João Pedro Scalzilli, que trabalhou no encaminhamento do processo, a dívida estimada da empresa é de R$ 75 milhões.

 

A medida judicial é justificada, pela empresa, como necessária para a sua reorganização, para dar sustentabilidade e viabilidade ao negócio e para preservar o quadro funcional, hoje de 420 empregados diretos. Segundo a nota as causas que levaram ao pedido foram os quatro anos de instabilidade econômica, a forte retração do mercado automotivo e os altos investimentos alocados na sua nova fábrica, grande parte financiada: “A empresa investiu muito em planta fabril e equipamentos, acreditando num mercado crescente, que não se confirmou. Ao contrário, caiu drasticamente”.

 

A nota assegura que o quadro de pessoal não será reduzido, nem é intenção fazer alguma venda de ativo: “A Keko é uma empresa moderna, muito bem administrada, que tem plenas condições de recuperar-se rapidamente”.

 

A direção assegurou que, apesar do endividamento financeiro, a empresa mantém a operação estável, está preparada para crescer e vem mantendo o faturamento estável desde 2015 – a estimativa para este ano é de R$ 150 milhões. Ressaltou dispor de base sólida de clientes e carteira de pedidos em crescimento. Além de atender ao aftermaket é fornecedora homologada de doze montadoras e exporta para 42 países:

 

“Acreditamos que a recuperação judicial permitirá focar na melhoria da capacidade de fornecimento e na manutenção da perspectiva de crescimento sustentável para os próximos anos. Temos confiança em nossa capacidade de inovação e na retomada do mercado automotivo e da economia brasileira”. 

 

Foto: Julio Soares/Divulgação.

Toyota homologa novo aço da Usiminas

São Paulo – A Toyota homologou um novo tipo de aço de alta resistência produzido pela Usiminas, que será usado na produção de novos modelos. De acordo com a siderúrgica o produto é laminado a quente com características especiais de expansão de furo.

 

Segundo Eduardo Sarmento, gerente geral de atendimento ao cliente, qualidade e garantia do produto da Usiminas, todo o histórico de desenvolvimento do aço e informações técnicas foram apresentados à montadora.

 

Afirmou ele, em nota: “Para homologação amostras do produto foram enviadas ao laboratório da Toyota, para testes de expansão de furo e ensaios mecânicos em tração”.