Fras-le adquire Jofund, detentora da marca Fremax

São Paulo – A Fras-le anunciou a aquisição da Jofund, fabricante de discos e tambores de freios leves de Joinville, SC, detentora da marca Fremax. O investimento na empresa, incluindo a fábrica catarinense e armazéns na Argentina e na Holanda, chegou a R$ 180 milhões.

 

A Jofund produz para os segmentos de reposição e OEM de veículos leves e tem boa parte de seu faturamento gerada pelo mercado externo. No ano passado a receita chegou a R$ 155 milhões.

 

Para Sérgio de Carvalho, CEO da Fras-le, a aquisição ajuda a empresa a prosseguir em sua trajetória de crescimento: “É significativa a sinergia dos negócios de discos de freios com o de pastilhas, o que permitirá a ampliação da oferta de produtos e melhor atendimento às necessidades do mercado”.

 

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Vendas de consórcios crescem 10% no primeiro semestre.

São Paulo – O sistema de consórcios registrou, no primeiro semestre, crescimento de 10% na comparação com o mesmo período do ano passado, com 1,2 milhão de novas cotas vendidas, somando todas as modalidades, chegando a R$ 48,3 bilhões em créditos, de acordo com informações divulgadas pela Abac, Associação Brasileira das Administradoras de Consórcio, na quinta-feira, 9. Em junho entraram no sistema 208 mil novos consorciados.

 

Considerando apenas a comercialização de consórcios para veículos houve crescimento de 10% na venda de novas cotas, chegando a 1 milhão 60 mil, com 6,5 milhões de participantes ativos. A venda de novas cotas para veículos leves cresceu 7,3% no semestre, chegando a 554,5 mil, e o número de participantes ativos foi de 3 milhões 570 mil, alta de 3,8%.

Venda de implementos cresce 52% no ano

São Paulo – A venda de implementos rodoviários cresceu 52% até julho, somando 46 mil 674 unidades comercializadas, ante 30 mil 707 no mesmo período do ano passado, de acordo com os dados divulgados pela Anfir.

 

No segmento de reboques e semirreboques as vendas alcançaram 23 mil 411 unidades, crescimento de 81,3% na comparação com os sete primeiros meses do ano passado. Já o segmento de carroceria sobre chassis registrou expansão de 30,7% no mesmo período, chegando a 23 mil 263 vendas.

 

Mesmo com a alta no período Mário Rinaldi, diretor executivo da Anfir, afirmou que ainda é o começo da recuperação: “Por causa das perdas acumuladas não se pode afirmar que estamos crescendo, mas sim iniciando a recuperação”.

 

Em 2013, antes de o setor ser atingido pela crise, as vendas de implementos rodoviários no mesmo período foram de 100 mil 406 unidades.

 

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Definida comissão mista de avaliação do Rota 2030

São Paulo – Foram definidos na quarta-feira, 8, em Brasília, DF, os nomes restantes da comissão mista que avaliará as emendas do Rota 2030. O presidente da comissão sera o senador Eduardo Amorim. O relator será Alfredo Kaefer, deputado federal.

 

Uma lista com os nomeados já havia sido divulgada no fim do mês passado. Afora a indicação dos nomes da comissão, seriam discutidos também a manutenção do cronograma de aplicação de itens obrigatórios de segurança e outros temas ligados à nova política industrial.

Brasil-Argentina: promessa de convergência regulatória em setembro.

São Paulo – Os governos de Brasil e Argentina se reunirão em setembro, em Brasília, DF, para fechar o acordo de convergência regulatória no setor automotivo, medida que deve reduzir os custos de produção de veículos nos dois países, uma vez que padroniza métodos e processos de fabricação, emissões, itens de segurança e calibragem de motores.

 

De acordo com Margarete Gandini, secretária de desenvolvimento e competitividade indústria do MDIC, Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, será o último encontro das partes e a expectativa é de que o texto seja aprovado na ocasião: “Na última reunião, em Buenos Aires, as conversas sobre os termos das negociações estavam muito avançadas, o que sinaliza a aprovação já no último encontro”.

 

Atualmente as fábricas instaladas nos dois países estão submetidas a regulamentações distintas no que diz respeito a normas e medidas industriais. Caso seja aprovado um conjunto de regras para uso comum, estima-se que redução de 5% no custo operacional das empresas.

 

Antonio Megale, presidente da Anfavea, disse durante Congresso Fenabrave, na terça-feira, 7, que este pode representar também o primeiro passo rumo ao denominado carro comum para Brasil e Argentina: “Do ponto de vista dos combustíveis, a padronização da quantidade de etanol, por exemplo, representaria uma queda significativa nos custos de calibração de motores”.

 

Por causa dos fatores técnicos intrínsecos ao tema, entidades como o Inmetro e o Contran participam das discussões que envolvem representantes da indústria e do Mercosul. Na reunião realizada na Argentina, segundo Margarete Gandini, o texto que estabelece a convergência regulatória foi finalizado, restando apenas a sua aprovação em setembro.

 

A cúpula de ambos os mercados discutem também a prorrogação do acordo bilateral no setor automotivo por mais três anos, passando a valer até 2023. Entravam as discussões a questão do sistema flex, que determina que para cada dólar de veículo importado o Brasil pode exportar US$ 1,5. Os argentinos querem manter o flex em 1,5, enquanto os brasileiros desejam um valor maior.

 

Há mais assuntos na mesa de negociação: para que o acordo seja estendido, os argentinos estariam pedindo inclusão de alguns interesses da indústria do país no texto do Rota 2030, a política industrial do setor automotivo brasileiro.

 

As empresa querem que os investimentos feitos na Argentina sejam levados em consideração nos benefícios relacionados ao P&D estipulados pelo texto do Rota 2030. Pediriam também a inclusão de veículos feitos na Argentina em linhas de financiamento do BNDES.

 

Sobre as possíveis exigências do maior sócio do Brasil na região, Margarete Gandini, do MDIC, disse que “as negociações são duras e ambos os países querem o melhor para suas indústrias, mas o desfecho será positivo a todos”.

 

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Fenabrave entrega prêmio a marcas e associações

São Paulo – A Fenabrave entregou na terça-feira, 7, os prêmios de Marca do Ano e Associação de Marca do Ano, tradicional reconhecimento que resulta de uma pesquisa online com suas associadas. Este ano ficou a cargo da Scheuer Consultoria, que conseguiu uma média de participação de 55%.

 

Segundo Alarico Assumpção Júnior, presidente da Fenabrave, a pesquisa é “um forte termômetro do relacionamento das montadoras e associações de marcas com suas redes, destacando aspectos que precisam ser observados ou fortalecidos e os considerados positivos”.

 

Em cinco categorias, uma para cada segmento, estas foram as premiadas:

 

Automóveis e Comerciais Leves:
Marca do Ano – Toyota
Associação de Marca do Ano – Abradit – Associação Brasileira dos Distribuidores Toyota

 

Caminhões:
Marca do Ano DAF
Associação de Marca do Ano – Assodaf – Associação Brasileira dos Distribuidores DAF

 

Implementos Rodoviários:
Marca do Ano – Librelato
Associação de Marca do Ano – Abralib – Associação Brasileira de Distribuidores Librelato

 

Tratores e Máquinas Agrícolas:
Marca do Ano – John Deere
Associação de Marca do Ano – Assodeere- Associação Brasileira dos Distribuidores John Deere

 

Motocicletas:
Marca do Ano – Triumph
Associação de Marca do Ano – Abrat – Associação Brasileira dos Concessionários Triumph

 

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Ford produziu 10 milhões de Mustang

São Paulo – A Ford comemorou na quarta-feira, 8, a produção do Mustang de número 10 milhões com festas na fábrica de Flat Rock, Michigan, onde atualmente é produzido o modelo, e em Dearborn, também em Michigan, na sede da companhia.

 

O modelo que celebrou o marco, produzido em Flat Rock, saiu das linhas com motor GT V8 com 460 cavalos e câmbio de seis velocidades, na cor branca. O primeiro Mustang, produzido em 1964, tinha transmissão manual e gerava até 164 cavalos de potência em seu motor V8.

 

Durante os 54 anos em linha, o Mustang foi construído também nas fábricas de San José, na Califórnia, Metuchen, em Nova Jersey e na sede da Ford em Deaborn, de onde saiu o modelo original.

 

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De olho na liderança, Bridgestone apresenta novo pneu

São Pedro, SP – Com o objetivo de ser a número um do mercado brasileiro a Bridgestone apresentou na quarta-feira, 8, o pneu Firestone FS440, voltado para segmento rodoviário de ônibus e caminhões e que pode ser usado em todas as posições. Segundo Marcelo Cruz, gerente de produto, ampliar a gama é uma das estratégias para alcançar a liderança de mercado nos próximos anos.

 

Assim como ampliar cada vez mais o número de pontos de vendas no País: “Atualmente, temos 490 revendas Bridgestone e Firestone e inauguraremos novas revendas ao longo do segundo semestre e no ano que vem. Não posso revelar o número final do nosso plano de expansão, mas garanto que é agressivo e que crescerá nos próximos meses”.

 

Ser líder de vendas no Brasil é uma meta importante para a companhia, pois o mercado nacional é o segundo mais relevante das Américas: “Hoje, as Américas representam aproximadamente 50% do faturamento da companhia e o Brasil é o segundo maior, atrás apenas dos Estados Unidos”. No ano passado, o faturamento da companhia foi de US$ 33 bilhões, com 165 fábricas espalhadas pelo mundo e 144 mil colaboradores.

 

Além da reposição, o FS440 será vendido para o mercado original — e a Bridgestone espera avançar em negociações nos próximos meses. “Estamos homologando o novo pneu para deixar disponível para as montadoras. A expectativa é que nos próximos meses já tenhamos caminhões saindo de fábrica com o nosso pneu e, quando isso acontecer, encerramos a produção do atual FS400”.

 

Uma das características do pneu é o bom nível recapabilidade, segundo a companhia, mas não é possível determinar quantas vezes eles poderá ser recapado: “Isso depende de uma série de questões, como exposição ao sol, calibragem balanceamento, por isso, não é possível cravar quantas vezes o pneu pode ser recapado. Mas podemos garantir que, se esses pneus rodarem nas condições ideais, esse nível será alto”.

 

É com essa característica de alta capacidade de recapabilidade que a Firestone pretende atrair uma parcela importante do mercado de reposição, os motoristas autônomos, que representam metade do mercado de caminhões, segundo a companhia.

 

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Demanda global em alta anima resultados da Tupy

São Paulo – Após bater um novo recorde trimestral de faturamento e fazer seu lucro líquido triplicar de abril a junho a Tupy enxerga no horizonte sinais positivos para os seus negócios. A demanda global aquecida dos mercados de máquinas agrícolas e de construção e de veículos comerciais, leves e pesados, garante à empresa boas perspectivas de fechar novos contratos.

 

Na terça-feira, 8, a fabricante de blocos e cabeçotes para motores diesel e outras peças automotivas divulgou faturamento de R$ 1,2 bilhão no período abril-junho, o maior valor trimestral da sua história. O lucro líquido chegou a R$ 48,3 milhões, três vezes acima do registrado no segundo trimestre de 2017. O EBITDA ajustado foi de R$ 180,8 milhões, 70% superior ao de igual período do ano passado e equivalente a 14,8% das receitas de abril a junho deste ano.

 

“Esse resultado é consequência de uma construção que vem sendo feita no longo prazo, de diversificação de segmentos e uma busca por novos mercados”, disse o presidente Fernando de Rizzo à Agência AutoData. “Também a demanda por caminhões, comerciais leves e máquinas de construção no mundo todo está melhor do que esperávamos.”

 

Fortemente internacionalizada, a empresa de Joinville, SC, foi também beneficiada pela desvalorização do real. No trimestre passado 84% da receita tiveram como origem outros países: “Claro que a melhora na nossa gestão de caixa também ajuda. Estamos sempre buscando controlar nossos custos internos”.

 

Rizzo afirmou que a elevação nos preços das matérias-primas pressiona as operações industriais da Tupy, tanto no Brasil quanto no México. Segundo ele do primeiro para o segundo trimestre o custo dos insumos subiu 9%, mas há algo de positivo nesse movimento: “É um sinal de que a atividade econômica global está em alta”.

 

No mercado brasileiro, apesar da recuperação econômica, as vendas físicas da companhia para os segmentos de transporte, infraestrutura e agricultura cresceram 5,7%, abaixo do ritmo do mercado externo, que avançou 10,6%. A paralisação dos caminhoneiros, em maio, gerou um impacto negativo nas vendas domésticas.

 

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BYD recebe placa do Prêmio AutoData

São Paulo – A placa do Prêmio AutoData, Melhores do Setor Automotivo 2018, referente à BYD do Brasil, foi entregue a Adalberto Maluf, seu diretor de marketing, sustentabilidade e novos negócios, a Wilson Pereira, vice-presidente de vendas sênior, e a Nelson Lin, vice-presidente de fábrica.

 

A empresa foi indicada na categoria Inovação Tecnológica pelo desenvolvimento de micro-ônibus elétrico para aplicação urbana, feito em conjunto com a Volare e que roda, atualmente, em testes em Campinas, SP, onde a BYD tem sede.

 

Foto: AutoData.