JAC T80 chega em novembro

A JAC anunciou na quarta-feira, 25, que o seu modelo T80, um SUV, chegará ao mercado em novembro. Sérgio Habib, presidente da SHC, empresa que representa os interessas JAC no País, dissera, durante o lançamento do T40, que até o fim do ano seria lançado, aqui, um modelo com características para concorrer com o Hyundai Santa Fe.

 

A informação foi confirmada pelo executivo durante o Salão de Pequim. Chamado, lá, de S7, onde foi lançado em 2017, o modelo comporta sete ocupantes com uma carroceria de 4 m 79 de comprimento por 1 m 90 de largura, e entre-eixos de 2 m 75. É o maior e mais espaçoso SUV de sua classe, segundo Habib.

 

O T80 será equipado com motor 2.0 16V turboalimentado, capaz de gerar coisa de 200 cv e de 30 kgfm de torque. Habib afirmou, durante o evento, que a equipe de engenheiros da JAC está adaptando o motor para receber a gasolina que é vendida no Brasil. O câmbio será automático de seis velocidades com dupla embreagem.

 

O T80 será o terceiro lançamento da JAC no País em 2018. Afora o do T40, que ocorreu no começo de abril, está previsto o do T50, outro SUV, para o segundo semestre.

 

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Cresce a produção mundial de aço

A produção mundial de aço no primeiro trimestre do ano atingiu volume de 426,6 milhões de toneladas, 4,1% a mais do que o resultado do mesmo período de 2017. A taxa de utilização de capacidade de produção foi crescente nos três meses: saltou de 72,6% em janeiro para 74,5% em março, o melhor desempenho dos últimos dois anos.

 

Maior produtor global do insumo a China beneficiou 212,1 milhões de toneladas, volume que representou crescimento de 5,4% na comparação com o mesmo trimestre do ano passado. Na comparação mensal a produção de março também apresentou perfil crescente: o volume beneficiado foi 13,9% maior do que o de fevereiro.

 

O resultado do trimestre, divulgado em balanço da World Steel, a associação que agrupa os maiores produtores globais, mostra que a produção de aço chinesa manteve o ritmo apesar das tensões envolvendo os Estados Unidos no campo das exportações do aço justamente no trimestre.

 

A Ásia produziu 294,1 milhões de toneladas de aço bruto, um aumento de 4,6% com relação ao primeiro trimestre de 2017. A Índia foi o segundo maior produtor, com 26 milhões 689 mil toneladas, crescimento de 3,7% ante idêntico trimestre de 2017. O Japão, terceiro maior produtor, apresentou leve crescimento no trimestre, 0,7% a mais do que no ano passado.

 

No Brasil a produção de aço bruto foi de 8,2 milhões de toneladas, aumento de 4,8% na comparação com o mesmo trimestre do ano passado. Os Estados Unidos produziram 20,7 milhões de toneladas, um aumento de 2,2% ante o mesmo trimestre do ano passado.

 

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Ford tem novos motor e transmissão

A Ford anunciou na quarta-feira, 25, o início da produção nacional do motor 1.5 Ti-VCT flex de três cilindros e potência de 137 cv com etanol e da transmissão manual MX65, em Taubaté, SP, onde a companhia fez o evento de lançamento e aproveitou para comemorar 50 anos da unidade. O motor era importado da Índia e usado no Ecosport: ele equipará o Ka Freestyle a partir do segundo semestre.

 

A nova transmissão também equipará o Ka Freestyle, mas não será usada no Ecosport, que com o novo motor seguirá operando com a caixa manual IB5, também produzida em Taubaté.

 

De acordo com o vice-presidente Rogelio Golfarb o Ka será a razão de outras novidades ainda este ano: “Em futuro próximo teremos versão do Ka equipada com câmbio automático de seis marchas”.

 

Golfarb recordou que, para para tornar os novos motor e caixa de câmbio nacionais a companhia fez “forte investimento” — mas não revelou o seu valor. Também Lyle Watters, o presidente da Ford para a América do Sul, passou ao largo do valor:

 

“Fizemos significativos investimentos em equipamentos, sistemas e melhorias nos processos produtivos que estão alinhados à Indústria 4.0. Na linha de produção do motor 1.5, por exemplo, teremos trinta novos robôs”.

 

Golfarb também observou que a companhia ainda não aderiu à política de fazer crescer o número de seus funcionários e, no momento, não considera a abertura de novos postos de emprego: “Mantemos, aqui, 1,3 mil colaboradores. Para a produção nacional do motor e da transmissão fizemos algumas adequações internas e seguiremos com esse mesmo número de funcionários”.

 

A capacidade de produção da fábrica passou de 430 mil motores/ano para 500 mil. Iisto é: a Ford produzirá 70 mil unidades do motor 1.5 a cada ano. No caso da transmissão a capacidade produtiva é a mesma e a MX65 também terá produção de 70 mil unidades/ano.

 

De Taubaté motor e câmbio são enviados de caminhão para Camaçari, BA, onde equipam, inicialmente, o Ecosport e, no futuro, o Ka. De lá os modelos serão exportados para todos os mercados da América do Sul, excluindo Paraguai, e para alguns países da América Central: “Exportaremos veículos com os motores produzidos em Taubaté, mas não teremos uma exportação exclusiva de motores para outros mercados”.

 

Apesar da chegada do motor 1.5 de três cilindros a Ford afirma que continuará, pelo menos nos próximos meses, a produzir o motor Sigma 1.5 e 1.6, utilizados no Ka e no Fiesta. Em Camaçari serão mantidas a produção do motor 1.0 três cilindros e a montagem do Ecosport e do Ka.

 

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Aptiv: mercado OEM regional e exportação para 25 países.

Resultado de processo de spin-off da Delphi, a Aptiv iniciou sua operação de forma independente no País em janeiro e se estrutura pra atender as demandas da América Latina. A empresa atende ao mercado local de OEM fornecendo componentes eletrônicos e, segundo Paulo Santos, que ocupa o cargo de vice-presidente da companhia para América do Sul desde o começo de abril, está focada na operação na região e nas exportações para 25 países.

 

No exterior, a empresa tem se destacado por sua atuação no desenvolvimento de tecnologias voltadas ao veículos autônomos, uma realidade que o executivo considera ainda distante da realidade do mercado brasileiro. Por outro lado, aponta oportunidades de negócios envolvendo conectividade e segurança:

 

“O mercado brasileiro está em um momento de recuperação, e é quando podemos tirar as melhores oportunidades para conquistar novos negócios. Em termos de tecnologia, o Brasil está mais distante da direção autônoma do que outros países mais bem desenvolvidos, mas temos motoristas que buscam economia sustentável, conectividade e segurança ativa em seus veículos”.

 

Neste sentido, a Aptiv está focada não apenas nas demandas do mercado interno, mas também no exterior, sobretudo os países da América do Sul: “Neste momento, nossas operações estão focadas na região, mas aproveitamos as oportunidades. Hoje, exportamos produtos da região para parceiros de mais de 25 países em todas as regiões do mundo”.

 

Ainda que no Brasil o desenvolvimento de veículos autônomos é menos recorrente na comparação com a realidade experimentada nos Estados Unidos, na Europa e na Ásia, Santos disse que há disponibilidade aqui de alguns componentes ligados ao primeiro estágio de segurança ativa, que também faz parte dos sistemas dos carros autônomos: “Já está à disposição dos clientes no Brasil. Essas tecnologias para melhorar a segurança e a experiência do usuário no veículo já vêm sendo aplicadas nas plataformas do Brasil com os parceiros da Aptiv”.

 

Após a cisão da Delphi, a empresa opera na Brasil com uma estrutura composta por seis fábricas: Espírito Santo do Pinhal, Jambeiro e Jundiaí, em São Paulo. Conceição dos Ouros, Contagem e Paraísópolis, em Minas Gerais.

 

O executivo evitou pormenores sobre o número de funcionários no País e se houve expansão da capacidade produtiva para atender aos mercados regionais, mas sinalizou que há a possibilidade de acordo com o ritmo das vendas dos clientes: “Expandimos nossas unidades em termos de tecnologia e capacidade de produção de acordo com a demanda de nossos clientes”.

 

A Aptiv possui cerca de 147 mil funcionários ao redor do mundo, em 45 países e, afora as unidades produtivas que mantém no Brasil, tem uma fábrica instalada em Buenos Aires, Argentina, e uma sede administrativa em São Caetano do Sul, SP.

 

A Delphi finalizou a cisão de seu segmento de powertrain em duas empresas independentes de capital aberto em dezembro. Com isso, a Delphi PLC tornou-se a Aptiv PLC. A empresa que foi criada a partir do spin-off chama-se Delphi Technologies e segue independente da Aptiv.

 

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A festa dos melhores fornecedores Honda

A Honda Automóveis realizou na quarta-feira, 18, sua vigésima convenção anual de fornecedores, no Expo Dom Pedro, em Campinas, SP, informou a empresa por meio de comunicado. Durante o evento foram entregues os prêmios para os fornecedores que mais se destacaram no cumprimento das metas em 2017 em suas áreas de atuação.

 

O objetivo da premiação é estimular os parceiros a aprimorar continuamente os bons resultados e motivar os demais a buscar esse reconhecimento.

 

A Honda premiou 29 fornecedores sendo vinte na categoria de peças que atingiram o mais alto nível de qualidade, entrega e gerenciamento, seguido por nove empresas que foram destaque no ano passado.

 

Confira abaixo as empresas premiadas pela Honda:

 

Excelência em Qualidade e Entrega, Categoria Matéria-prima: CPE, Dow Brasil, Chevron Brasil Lubrificantes;

 

Categoria Plástico: Yachiyo, Continental Brasil Indústria Automotiva, TRBR e JSP Brasil Indústria de Plásticos;

 

Categoria Estamparia: Yutaka e Yorozu Automotiva;

 

Categoria Componentes: NGK, Litens, GDBR, Michelin, Honda Lock São Paulo e NSK;

 

 

Categoria Elétricos: Stanley Eletric, Panasonic, Alpine;

 

Categoria Fundição e Usinagem: Maxion Wheels planta Rodas Aço, TRW;

 

Excelência no Atendimento Divisão de Peças: Pisani Plásticos;

 

Excelência em Competitividade e Localização: Adient Bancos Automotivos, Wabtec;

 

Excelências no Programa de Redução de C02: Benteler, Maxion Wheels planta Rodas Alumínio;

 

Destaque Inovação em Suprimentos: Itaesbra, Vuteq; e

 

Destaque de Qualidade no Programa Honda Way: G-KT, HBA Hutchinson.

 

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Maio, agora, é a nova data do Rota 2030

A aprovação da nova política industrial para o setor automotivo, o Rota 2030, segue ainda no campo da expectativa após reunião realizada em Brasília, DF, na terça-feira, 24. O evento reuniu na mesma mesa Anfavea, Sindipeças, Abeifa, representantes dos ministérios da Indústria e da Fazenda e o presidente da República. Os participantes saíram do encontro com a esperança de que a aprovação aconteça em maio.

 

Antônio Megale, presidente da Anfavea, disse que a aprovação está em fase final de ajustes, que devem ser feitos ao longo desta semana: “A expectativa é a de que o programa seja lançado em breve. Temos a expectativa que isso aconteça ainda em maio”.

 

O ministro do MDIC também sinalizou para a aprovação no mês que vem: “Nossa expectativa é a de que o presidente anuncie o Rota 2030 no início de maio. Acredito que, com a evolução da discussão, tenhamos condição, muito provavelmente, de anunciá-lo no início de maio”.

 

Sobre quais ajustes estão sendo feitos pelo MDIC e pela Fazenda Megale contou que as partes discutem os mecanismos de incentivo da nova política: “Precisamos ver apenas os últimos pormenores quanto aos mecanismos, mas houve uma convergência na forma de ser oferecido o apoio à pesquisa e desenvolvimento”.

 

No sábado, 21, o ministro da Fazenda falou sobre o Rota 2030 em Washington, DC, e disse que é preciso analisar o custo de oportunidade desse tipo de medida, pois “os recursos que deixariam de entrar por causa de uma política de incentivo ao mercado automobilístico poderiam ser investidos em outras áreas”.

 

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Mitsubishi terá mais revendas com painel solar no Japão

A Mitsubishi informou que pretende dispor, no Japão, de rede de duzentas concessionárias usando energia solar até 2020, de acordo com informações do site Flash de Motor, de Caracas, Venezuela, publicadas na terça-feira, 24. A companhia, que mudará sua gama de modelos nos próximos anos, com a chegada de elétricos e híbridos, aproveita a oportunidade para mudar a fonte de energia de sua rede, que terá autonomia para fornecer energia para recarregar os veículos absorvendo a luz do sol.

 

A energia gerada será captada por paineis solares e armazenadas em baterias.

 

A Mitsubishi já tem 28 revendas equipadas com painéis solares no Japão, que utilizam e armazenam a energia solar.

Ex-executivo do Grupo VW é preso por dieselgate

Depois do processo de busca e apreensão realizado nas sedes de Audi e Porsche, na Alemanha, na semana passada, Wolfgang Hatz, ex-executivo do Grupo Volkswagen foi preso por ordem do procurador de Munique por causa das manipulações dos motores diesel da companhia, segundo informou o site Flash de Motor, de Caracas, Venezuela, na terça-feira, 24. Hatz foi chefe de desenvolvimento de motores da Audi de 2001 a 2007, integrou o comitê de gestão grupo e, em 2011, foi nomeado responsável por P&D na Porsche.

 

Outros quatro ex-diretores também estão sendo investigados e a prisão de Hatz abre um novo capítulo de investigações sobre o escândalo de manipulações de emissões de poluentes dos motores diesel do grupo.

 

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SsangYong inaugura três concessionárias no Brasil

A SsangYong inaugurará três novos pontos de vendas no Brasil — o primeiro na quarta-feira, 25, com a presença do CEO global, Daniel Rim, em Brasília, DF, do Grupo Dragon Motors, o seguinte na quinta-feira, 26, em Campinas, SP, por meio do Grupo Itavema. A terceira nova revenda, que será inaugurada na sexta-feira, está localizada em Salvador, BA, sob a responsabilidade do Grupo MG SsangYong.

 

Juntam-se a outras três já inauguradas em São Paulo.

 

Daniel Rim é o principal executivo da companhia e raramente visita o Brasil. A empresa agendou reunião com técnicois do MDIC para repassarem o panorama geral do setor automotivo no Brasil, sua recuperação e as projeções para os próximos anos, “nada diretamente relacionado ao Rota 2030”, de acordo com fonte da empresa.

 

A SsangYong anunciou a retomada de suas atoividades no Brasil em dezembro, por meio da importação inicial de 3 mil unidades e quatro modelos: Tivoli, R$ 84 mil 990, Tivoli XLV, R$ 97 mil 990, Korando, R$ 129 mil 990, e Actyon Sports, picape, R$ 129 mil 990.

 

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Sindipeças revê projeção e espera receita de R$ 89,4 bilhões

O Sindipeças revisou, e para cima, suas projeções para o ano principalmente após o bom desempenho que o setor automotivo apresentou no primeiro trimestre. Neste sentido acompanha outras entidade que também já reviram suas projeções. Publicadas no site da entidade na terça-feira, 24, essas novas projeções levam a um faturamento de R$ 89,4 bilhões no ano, alta de 8,3% na comparação com a anterior. Com relação ao ano passado a receita projetada é 14,3% maior.

 

Dan Ioschpe, presidente do Sindipeças, disse que a retomada do setor foi puxada inicialmente pelo crescimento das exportações e, logo depois, pela maior demanda do mercado interno, durante o Seminário AutoData, realizado na segunda-feira, 23: “A recuperação do setor está ativa e somos otimistas, mas as eleições semestre podem trazer impactos negativos.”

 

A nova projeção da entidade espera investimento de R$ 2 bilhões 470 mbilhões ao longo do ano, enquanto que a de março projetava o valor de R$ 2 bilhões 190 milhões. As montadoras também demandarão volume maior de peças e, com isso, o setor acredita que essas vendas representarão 61,7% do total, contra 61% no ano passado.

 

Para acompanhar a demanda do mercado o setor de autopeças calcula encerrar o ano empregando 174,5 mil pessoas, contra 172,8 mil de sua projeção anterior, de março. No fechamento do ano passado o setor contava com 164,6 mil funcionários. Junto com o crescimento do faturamento no Brasil a entidade espera que o valor arrecadado com exportações igualmente aumente, chegando a R$ 8 bilhões 260 milhões, expansão de 11,5% com relação ao valor registrado no ano passado.

 

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