Valeo assume a Spheros Climatização do Brasil

Em fevereiro a Valeo assumiu o controle da Spheros Climatização do Brasil, empresa especializada no desenvolvimento e na produção de sistemas de ar-condicionado para ônibus. A nova empresa passou a usar o nome Valeo Climatização, unindo o conhecimento da Spheros no segmento com as tecnologias avançadas da Valeo, de acordo com comunicado divulgado na sexta-feira, 6.

De acordo com Luiz Carlos Sacco, diretor geral da Valeo Climatização, a empresa investirá “para ampliar sua atuação e liderança em todo o continente, consolidadas nos últimos dezesseis anos”:

“A expertise da Valeo em equipamentos de sistemas térmicos permitirá um maior crescimento nos próximos anos, impulsionados pela expansão do transporte público em todo o mundo e do foco na mobilidade sustentável”.

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Brasil terá transporte de carga de alta velocidade

A ABDI, Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial, divulgou na sexta-feira, 6, sua parceria com a Hyperloop Transportation Technologies, para a construção de centro de P&D no País, em Contagem, MG. O objetivo “é desenvolver um sistema de transporte de carga de altíssima velocidade, capaz de atingir 1,2 mil km/h”.

O centro de P&D será o primeiro da empresa focado em transporte de carga e logística. Esse tipo de transporte é feito por tubos, com cápsulas que transportam pessoas e carga numa velocidade próxima à do som, chamada de Hyperloop.

O sistema de transporte da HyperloopTT funciona sobre plataformas elevadas, e foi desenvolvido para não gerar atrito e resistência ao ar, permitindo que as cápsulas se movimentem mais rapidamente do que um avião, usando tecnologias como levitação magnética para as cápsulas e bombas de vácuo para tirar quase todo o ar dos tubos.

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Vendas argentinas fecham jan-mar em alta

As vendas de veículos na Argentina no primeiro trimestre foram 16,4% maiores do que aquelas registradas em igual período ano passado, somando 217 mil 747 unidades. Apenas em março foram 79 mil 562, 15,4% a mais do que em março do ano passado e 7,9% a mais do que em fevereiro.

Do total vendido no trimestre 175 mil 180 foram automóveis, alta de 22,4%. As vendas de utilitários sofreram queda de 3% e chegaram a 42 mil 567 unidades. Em março as vendas de automóveis foram de 61 mil 227 unidades, alta de 21% na comparação com março do ano passado — e as de utilitários tiuveram leve queda, de 0,4%.

Foi registrada alta, também, na produção argentina do trimestre, com 110 mil 598 unidades saindo das fábricas, volume 20% maior do que a de igual período de 2017. Em março foram 49 mil 655 unidades, 27% a mais do que em março do ano passado.

Nas exportações o cenário jan-mar também positivo, com 57 mil 348 veículos embarcados, alta de 42,7%. Os principais destinos, em volume, foram Brasil, países da América Central, Peru, Colômbia e Chile. Em março, apenas, foram embarcadas 27 mil 702 unidades, alta de 58,2% frente a março do ano passado.

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Caem vendas do trimestre no México

As vendas de veículos no México registraram queda no primeiro trimestre, e foram 10,8% menores do que o volume vendido em igual período ano passado. Os emplacamentos, até março, chegaram a 337 mil 229 unidades. Em março foram 118,6 mil unidades, 13,4% a menos.

Segundo dados da Amia, a associação das empresas fabricantes instaladas no país, a empresa que mais vendeu no trimestre foi a Nissan, que deteve fatia de 23% do mercado. A Volkswagen foi a segunda no ranking, com participação de 14,2%, e a General Motors ficou em terceiro, com 13%.

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Grupo PSA oferecerá, aqui, serviços de mobilidade da Free2Move

O Grupo PSA, dono da empresa de mobilidade Free2Move, que opera na Europa oferecendo serviços de compartilhamento de veículos por aplicativo e desenvolvendo novas tecnologias relacionadas ao futuro da mobilidade, prepara novidades para o Brasil, de acordo com o vice-presidente de comunicações, relações externas e digital, Fabrício Biondo:

“Estamos trabalhando em um lançamento da Free2Move para o Brasil que pode acontecer ainda este ano. Caso não seja possível lançaremos no ano que vem”.

Ele não revelou quais serviços serão mantidos aqui.

“Não vemos uma empresa de automóveis, no futuro, sem oferecer serviços de mobilidade, pois esse é o caminho. Desenvolveremos esses e outros serviços relacionados à mobilidade pois se não for assim será difícil seguir nesse segmento.”

Em fevereiro o aplicativo da Free2Move chegou a 600 mil usuários, um ano após o seu lançamento, em oito países, sendo que no mesmo mês o Grupo PSA lançou-o na Bélgica e em Portugal.

A Free2Move oferece mais de trinta serviços de mobilidade, em parceria com outras empresas, permitindo que o usuário identifique diferentes serviços de mobilidade disponíveis nas proximidades, ajudando-o a encontrar um veículo, um scooter ou até uma bicicleta. Caso ele tenha interesse o aplicativo compara as características dos veículos, custo e a localização de cada um deles, e providencia reservas para o horário requerido ou para uso imediato.

A plataforma de serviços de mobilidade da Free2Move reúne os serviços de mais de trinta empresas globais e está disponível nos Estados Unidos e em nove países da Europa: Alemanha, Áustria, Bélgica, Espanha, França, Itália, Portugal, Reino Unido e Suécia.

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Mercado de caminhões expande 50% em jan-mar

O mercado de caminhões chegou ao fim do primeiro trimestre melhor do que estava em 2017, uma evolução pavimentada pela retomada dos investimentos em alguns setores, o que motivou renovação de frota, e pela também safra recorde. Se ao fim de março do ano passado as vendas chegaram a registrar queda de 26,3% o quadro agora é outro: alta de 50,4% nas vendas e expectativa de revisão das projeções para o segmento.

 

Ainda que se reconheça que 2017 seja uma base baixa de comparação, fabricantes se animam diante da possibilidade de aquecimento do mercado diante de oportunidades atreladas ao patamar atingido pelo PIB e à melhora do ânimo dos bancos na concessão de crédito. Diante deste cenário houve aumento da produção e já se fala que não seja sustentada apenas pelas exportações, como aconteceu até agora. No trimestre as linhas produziram 55% a mais do que em idêntico período do ano passado, segundo dados divulgados pela Anfavea na quinta-feira, 5.

 

O crescimento acelerado no mercado de caminhões, no entanto, pode não ser acompanhado no mesmo ritmo pela rede de distribuição e, mais grave, representar uma demanda maior do que a capacidade da cadeia de fornecedores pode atender com a estrutura enxuta que muitas empresas de autopeças criaram. Na terça-feira, 3, a Fenabrave atentou ao tema e expressou sua preocupação a respeito de uma eventual falta de caminhões, sobretudo os pesados, disponíveis para venda.

 

O segmento, aliás, é um dos que mais crescem em termos de volumes de vendas: no trimestre crescimento de 89,8% nos emplacamentos, chegando a um volume de 6 mil 401 unidades.

 

A preocupação é compartilhada pelas fabricantes, em maior ou menor grau. Para a MAN Latin America existe de fato o temor do descompasso da produção com o fornecimento. Para Ricardo Alouche, seu diretor de vendas, existe em curso uma série de iniciativas que a empresa lidera no sentido de detectar e ajudar seus fornecedores a atender suas demandas:

 

“Existe o temor, um desconforto. O mercado de 2011 a 2016 caiu mais de 70%, naturalmente a cadeia teve de se adequar. Iniciamos um trabalho no quarto trimestre que vai durar até fim do primeiro semestre com os fornecedores. Ainda temos gargalos de produção, mas não está faltando peça. O que há são dificuldades pontuais com um ou outro fornecedor”.

 

Sobre as dificuldades Alouche observou que “quando a demanda aumenta rapidamente o fornecedor que está voltando da crise precisa contratar e comprar material, e ele se comporta de forma cautelosa porque há o risco de a demanda cair novamente. Para minimizar o processo chamamos para reuniões e compartilhamos visões de mercado. No ano passado só trabalhávamos com 60% de um único turno. Hoje a situação melhorou: cinco dias por semana com horas extras e um turno. Isto mostra um cenário sólido”.

 

A Mercedes-Benz, que fechou o trimestre na condição de empresa que mais vendeu veículos pesados – 1 mil 937 unidades, alta de 87% – mostrou-se mais prudente sobre o tema. Segundo Roberto Leoncini, seu vice-presidente de vendas, considera que ainda é cedo para fazer essa projeção: “Temos que aguardar uma evolução mais sustentável do mercado. A Mercedes-Benz está atendendo com regularidade aos pedidos de seus clientes diante desse cenário de retomada. Estamos preparados para atender a volumes maiores no futuro”.

 

No caso da Volvo, segunda empresa que mais vendeu caminhões pesados no trimestre, 1 mil 612 unidades, alta de 78,5%, a empresa teve de expandir sua capacidade em fevereiro para poder atender à demanda crescente e tentar diminuir o prazo de entrega dos seus caminhões. Segundo sua assessoria de imprensa os prazos de entrega variam, hoje, de sessenta a 120 dias, dependendo do modelo.

 

Disse em comunicado: “No caso do Volvo FH, o modelo pesado mais procurado, esse prazo pode chegar a 120 dias”.

 

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Média diária de vendas pode superar 10 mil unidades em abril

As vendas de veículos continuam crescendo e se recuperando, e somaram 207,4 mil unidades em março, com crescimento de 32,2% frente ao resultado de fevereiro e de 9,6% sobre o mesmo mês do ano passado, a um ritmo de 9,8 mil unidades vendidas em 21 dias úteis. No acumulado do trimestre janeiro-março foram licenciados 545,5 mil veículos, 15,6% a mais do que o resultado do mesmo período de 2018, 472 mil unidades.

 

Do total comercializado em março 200,4 mil foram automóveis e comerciais leves, 5,9 mil caminhões e 1 mil ônibus, e no trimestre foram vendidos 528,2 mil leves, 14,5 mil caminhões e 2,7 mil ônibus. Os destaques mais uma vez ficaram com os veículos comerciais, que registaram crescimentos de 50,4% e 54,2% em caminhões e ônibus no período.

 

O presidente da Anfavea, Antônio Megale, disse esperar que o ritmo das vendas, em abril, venha a ser maior do que o registrado em março:

 

“O volume vendido nos primeiros dias do mês indica que poderemos ter uma média de vendas diária acima das 10 mil unidades em abril. O importante é que, uma vez alcançada, esta será a primeira vez em que um volume como este será registrado nos primeiros meses do ano desde 2015″.

 

Ainda cnsiderando as expectativas futuras, Megale acredita que essa média mensal de vendas poderá ser mantida, e até ultrapassada, até o fim do ano:“É difícil fazer algum tipo de previsão neste momento. Mas acredito que poderemos chegar muito próximo de 11 mil unidades mensais ainda neste 2018”.

 

As razões que justificam o ritmo forte de vendas, tanto em março como no trimestre, continuam as mesmas:  economia descolada da política, crédito mais acessível e aumento da confiança do consumidor e da indústria.

 

Em termos de estoques o setor fechou março com 230,7 mil unidades, das quais 150 mil repousaram nos pátios das concessionárias e 80,7 mil nos das montadoras. Este volume corresponde a 34 dias de produção e foi considerado como normal pela Anfevea.

 

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Produção cresce 14,6% no primeiro trimestre

O ritmo do setor automotivo continua forte e as montadoras instaladas no Brasil fecharam março, e o primeiro trimestre do ano, comemorando novos números positivos de produção. Ao todo, de acordo com dados da Anfavea divulgados na quinta-feira, 5, 267,4 mil veículos foram manufaturados no mês, crescimento de 25,3% com relação a fevereiro e de 13,5% diante de março do ano passado.

 

No primeiro trimestre foram produzidos 699,6 mil veículos, volume que já está muito próximo da média registrada ao longo dos últimos dez anos, de 718 mil unidades no período. Este resultado de 2018 representou crescimento de 14,6 % com relação às 610,7 mil unidades fabricadas em igual período ano passado.

 

Do total produzido em março, 254,6 mil foram veículos leves, 9,9 mil caminhões e 2,8 mil ônibus. No trimestre 668,3 mil foram leves, 24,4 mil caminhões e 6,8 mil ônibus. Os destaques dos três primeiros meses foram principalmente os veículos comerciais, com crescimento de 55,1% nos caminhões e de 67,4% nos ônibus com relação ao mesmo período do ano passado.

 

“Até este momento, tudo indica que continuaremos mantendo este crescimento ao longo do ano”, contou o presidente da Anfavea, Antônio Megale. “Isto acontecendo devermos chegar com relativa facilidade, este ano, ao nosso objetivo de novamente ultrapassarmos a casa dos 3 milhões de veículos fabricados em um ano.”

 

Mas… os fornecedores conseguirão acompanhar o mesmo ritmo de crescimento das montadoras ao longo do ano? Megale avaliou que “este seria um bom problema para ser resolvido”.

 

Outra boa notícia também ligada ao crescimento da produção refere-se ao fato de que o nível de emprego nas montadoras está crescendo. Em março utilizou 131,2 mil trabalhadores nas linhas de produção, aumento de 0,6% diante de fevereiro, quando 130,4 mil pessoas estavam sendo ocupadas.

 

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Exportações: melhor trimestre da história.

As exportações de veículos registraram volume de 180,2 mil unidades no trimestre, um desempenho recorde. Os embarques foram 3,3% maiores do que os registrados no mesmo trimestre de 2017, segundo dados divulgados pela Anfavea, na quinta-feira, 5.

 

Para o presidente Antônio Megale a quebra de recorde no primeiro trimestre mostra que as exportações têm adquirido cada vez mais força no Brasil e reafirma a possibilidade de uma nova quebra de recorde até dezembro, desta vez no acumulado do ano.

 

A expectativa de exportações da Anfavea para o ano mostra volume de 800 mil unidades, 5% a mais do que o volume do ano passado, 762 mil unidades. Os principais destinos dos veículos brasileiro no período foram Argentina, Colômbia, Peru e México.

 

Em valores as exportações do trimestre renderam US$ 4 bilhões 88 milhões 797 mil, alta de 22,3% na comparação com o valor registrado no mesmo trimestre do ano passado, US$ 3 bilhões 344 milhões 487 mil. Em valor março foi o melhor mês desde outubro de 2013: US$ 1 bilhão 575 milhões 400 mil.

 

O maior volume de unidades exportadas foi de veículos leves: das 180 mil 820 unidades exportadas 170 mil 403 foram veículos leves. Isso representa um crescimento de 2,1% com relação a igual trimestre do ano anterior.

 

O segundo segmento que mais exportou foi o de caminhões, 7 mil 324 unidades, 25,3% a mais do que o volume verificado no mesmo trimestre do ano passado. Destaque para os semipesados: 2 mil 902 unidades, 44,2% a mais do que no mesmo período de 2017.

 

No segmento de ônibus a alta das exportações no trimestre foi de 51,2% nas exportações, com 2 mil 473 unidades. O maior número de unidades foi de ônibus urbanos, com 1 mil 812 unidades, aumento de 71,9% na comparação com o mesmo período do ano passado.

 

E o segmento de máquinas agrícolas viveu aumento significativo na suas exportações, 2 mil 898 unidades no trimestre, contra 2 mil 201 do mesmo trimestre do ano passado — crescimento de 27%.

 

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Um carro novo para ir à manifestação

É claro que não há qualquer relação de causa e efeito, mas as estatísticas não deixam qualquer dúvida de que quanto mais se aprofunda a crise política do País, por mais incrível que parecer possa, mais aumentam as vendas de automóveis e de caminhões.

Neste inicio de abril, em particular, esta aparente incongruência alcançou um de seus pontos máximos, tal e qual Brasília e São Paulo e Paraná ficassem em países diferentes, sem nada a ver um com o outro.

Nas vésperas do Supremo Tribunal Federal começar a discutir, em Brasília, na quarta-feira, se um ex-presidente da Republica e virtual candidato à reeleição neste ano deveria ou não ser preso de imediato, a Fenabrave abria a semana, em São Paulo, revendo para cima, e bem para cima, suas projeções de vendas de veículos neste ano.

Simultaneamente, no interior do estado de São Paulo a Honda anunciava a abertura, enfim, de sua fabrica em Itaparica, literalmente fechada desde que ficou pronta, há cerca de dois anos.

E no Paraná a Volkswagen não apenas anunciava a produção de um novo SVU em sua fabrica de São José dos Pinhais como formalizava o retorno da operação em um turno completo, com a volta  ao trabalho de 771 operários que estavam em lay-off, 450 de imediato e outros 321 ao longo do ano.

OUSADIA – Em qualquer outra época ou País a prudência recomendaria aguardar no mínimo mais uma semana, pelo menos até a definição do STF, antes de cravar aposta formal tão firme e otimista. Todavia,  quando se aprofunda a pesquisa em relação aos números do setor, fica claro que Fenabrave, Honda e Volkswagen tiveram, de fato, boas e concretas razoes para tanto ousadia.

Desde meados do segundo semestre do ano passado, mês a mês os consumidores de veículos vem ignorando solenemente o conturbado quadro político do País, cada mais complexo e indefinido. E o resultado prático desta postura são vendas cada vez maiores. Tanto de automóveis quanto de caminhões.

O setor iniciou o segundo semestre do ano passado tendo como meta manter, quanto muito, patamar médio de vendas diárias na casa das 7 mil unidades.

Era, ainda, na verdade, mais esperança do que propriamente meta. No final do ano esse numero já havia subido para 8 mil. E, no mês passado, bateu em 9 mil unidades/dia.

OS NÚMEROS – Em termos concretos, os consumidores compraram 207 mil 347 veículos em março, 17% mais que no mesmo mês do ano passado.

Com isso, o primeiro trimestre deste ano fechou com vendas domésticas do ordem 545 mil 507 unidades, 15,5% acima do registrado no mesmo período de 2017.

Foram estes números que animaram a Fenabrave na terça-feira a subir a projeção das venda domésticas de veículos neste ano para 2,5 milhões de unidades, 15,2% mais que no ano passado. Este novo índice é nada menos que 27% superior a ao que havia sido anunciado pela mesma entidade há apenas três meses, em janeiro.

Entre as razões apresentadas, o continuado descolamento entre a política e a economia, com o decorrente fim das demissões em massa, redução das taxas de juros, inflação até abaixo da meta e projeção da volta do resultado positivo na esfera do Produto Interno Bruto, após três anos seguidos de queda.

FAVOR E CONTRA – A noite da mesma terça-feira foi marcada por manifestações publicas nas principais cidades do Pais, metade a favor e metade contra a prisão do ex-presidente da República, o que o impediria de participar as eleições executivas programadas para o segundo semestre.

E no Supremo Tribunal Federal, em particular, a tarde desta quarta-feira começou com dois votos opostos.  Um a favor e outro contra. E a discussão alongou-se noite adentro, com direito a acalorados debates no plenário que depois, quando definido o resultado final,  certamente devem ter se estendido até as calçadas das principais  ruas e as mesas de bares espalhadas por todo o País.

No interior das concessionárias ligadas a Fenabrave, enquanto isso, ao menos aparentemente os consumidores se mantinham  a imagem de toda esta discussão.  Continuavam — felizmente para as empresas e empregados das empresas do setor — mais interessados em conhecer os pormenores dos diversos novos modelos que vem sendo semanalmente apresentados pelas diversas montadoras. Em especial os SUVs, sobretudo os parecidos com aquele que acabou se ser comprado pelo vizinho ou pelo cunhado.

No mínimo para ter um carro novo para se deslocar para a  próxima manifestação. Seja a favor ou contra.