Exportações registram outro recorde histórico

As exportações de veículos seguem quebrando recordes: foram 566 mil 266 unidades de janeiro a setembro, superando o maior volume da história nesse período, que foi em 2005, quando o Brasil exportou 547 mil veículos, segundo dados divulgados pela Anfavea, nesta quinta-feira, 5. Comparando o acumulado do ano com o mesmo período de 2016, quando foram exportadas 363 mil 684 unidades, houve crescimento de 55,7%.

 

Em setembro foram exportadas 60 mil 49 unidades contra 39 mil 461 no mesmo mês do ano passado, aumento de 52,2%. Na comparação com agosto, queda de 10,1%, quando foram negociados 66 mil 792 veículos com outros países.

 

Rogelio Golfarb, vice-presidente da Anfavea, creditou o aumento das exportações ao crescimento dos países que compram do veículos do Brasil e a estabilidade cambial: “Tivemos uma combinação de fatores que levaram a esse aumento, como o crescimento das vendas nos países que estamos presentes, principalmente na Argentina, que corresponde por 70% das exportações, a estabilidade cambial que o Banco Central tem mantido e o câmbio favorável”.

 

Com relação aos principais mercados compradores de veículos do Brasil no acumulado do ano, a Argentina é a maior cliente, com 395 mil unidades negociadas, contra 279 mil no acumulado de 2016. O México é o segundo da lista com 69 mil unidades compradas este ano, contra 53 mil no ano passado, seguido pelo Chile, que importou 26 mil unidades em 2017 e 12 mil no mesmo período de 2016.

 

O quarto maior mercado de exportação brasileira é o Uruguai, que comprou 23 mil unidades este ano, contra 11 mil no ano passado, enquanto a Colômbia importou 16 mil veículos de janeiro a setembro, contra 12 mil em 2016. Vale lembrar que os veículos exportados para a Colômbia ainda pagam, aproximadamente, 16% de imposto pois o acordo comercial com o Brasil ainda não está valendo: “Está assinado, porém, por conta do processo de internalização ainda não tem previsão para entrar em vigor”, disse Golfarb. As exportações para o Peru saíram de 3,9 mil veículos de janeiro a setembro do ano passado, para 12 mil unidades este ano.

 

Sobre o futuro das exportações, um dos desafios do Rota 2030 será aumentar o nível de tecnologia das fábricas no Brasil, a fim de tornar os veículos nacionais competitivos em novos mercados, como Estados Unidos e Europa.

 

Foto: divulgação

Nova Peugeot trocou 60% das concessionárias

Desde 2015 60% dos grupos que tomam conta das concessionárias Peugeot no Brasil foram descredenciados, e o motivo maior foi a mudança da imagem da empresa no País e no mundo. “É um realinhamento internacional”, disse a diretora geral no Brasil, Ana Theresa Borsari [foto abaixo]. “Trouxemos parceiros adequados às ambições da marca de tratar o cliente da maneira mais premium possível.”

 

No período o número de revendas da empresa caiu de 140 para 106:

 

“Mudamos nosso modelo e as concessionárias, enfraquecidas, antigas ou com perfis familiares que não se adequavam à qualidade de serviços de pós-venda que a gente queria, não embarcaram com a gente nesse novo momento”.

 

Produto maior dessa nova posição é o SUV 3008, lançado no Salão de Paris do ano passado e considerado um dos veículos mais modernos já feitos pela Peugeot em sua história: “Nossa subida de gama está se concretizando mundialmente”, afirmou Jean-Philippe Imparato, presidente mundial da empresa, que está em visita ao Brasil. O carro tornou-se um sucesso de vendas: 250 mil unidades vendidas desde o lançamento – 110 mil acima da capacidade de produção da Peugeot em Sochaux, França.

 

Na Europa, onde 70% das vendas do 3008 são das duas versões mais equipadas, a fila de espera chega a sete meses. No mercado brasileiro o prazo de entrega é apenas um pouco menor. Conforme números divulgados por Ana Thereza Borsari, foram comercializadas 250 unidades por mês em 2017 e há novecentos pedidos pendurados, uma fila de quase quatro meses. De acordo com Imparato o SUV também teve a capacidade de puxar a venda dos outros carros da empresa: “Nunca tínhamos vendido tantos 2008 até a chegada do 3008”.

 

A Peugeot, diga-se, almeja fechar 2017 com seu recorde histórico de vendas. Em 2010, recorde, vendeu no mundo 2 milhões 128 mil veículos. A projeção, com alta probabilidade de se confirmar, para este ano, é de 2,2 milhões de unidades. Imparato mostrou-se radiante com o recorde iminente, mas deixou claro que volume não é o mais importante para a Peugeot no momento:

 

“Prefiro dizer que cresceu a porcentagem das nossas vendas fora da Europa: de 38% em 2015 para 42% em 2016. Queremos chegar a 50% em 2020”.

 

O bom desempenho do 3008 antecipou o lançamento do 5008, um SUV de maior porte, com capacidade para sete pessoas, tanto na Europa quanto – ainda não oficialmente – no Brasil. Imparato deixou escapar que em dois meses o veículo desembarca por aqui: “Não há motivo para nossa gama aqui não ser igual à vendida na Europa. Para a Peugeot não existe pequena região, pequeno país e pequeno cliente. Nossa meta é alcançar a convergência total de modelos”.

 

TRAVELLER A CAMINHO – A estratégia vale – e aparentemente com mais pressa – para o segmento dos comerciais, no qual a empresa é líder na Europa e também está prestes a bater seu recorde histórico de vendas, contou Imparato: “Em alguns meses teremos aqui, no Brasil, a gama completa dos utilitários vendidos na Europa”.

 

Depois de apresentar o furgão Expert, com produção já iniciada em planta no Uruguai, a Peugeot deve mostrar na Fenatran, de 16 a 20 de outubro, em São Paulo, a Traveller, versão de passeio da Expert, e também o Boxer, um furgão maior.

 

O executivo contou, ainda, que há duas semanas a empresa lançou na Tunísia o que ele chamou da “primeira picape de verdade” da Peugeot. Com capacidade para 1 tonelada o modelo não deve chegar ao Brasil. Mas há a possibilidade de uma versão menos robusta, mais adequada ao gosto do brasileiro, entrar na linha de montagem da empresa na Argentina, em El Palomar, na Grande Buenos Aires.

 

Nessa ofensiva no mercado de utilitários a Peugeot anunciará, durante a Fenatran, o Total Care Pro. Trata-se do programa já existente para seus veículos de passeio, mas voltado para o segmento de comerciais e que, de acordo com a diretora geral, “representa nossa busca pela excelência no pós-venda”.

 

Na lista de benefícios do programa está, por exemplo, a oferta de 1 mil carros reservas à disposição do cliente que precisar deixar seu carro nas oficinas das concessionárias.

 

Foto: Divulgação

Impasse com Ministério da Fazenda adia Rota 2030

Passado o dia 3 de outubro, data marcada para seu anúncio, o programa Rota 2030, que contém a política industrial que substituirá o Inovar Auto, segue à sombra da incerteza. Juridicamente não há mais tempo hábil para que sua vigência tenha início no começo de janeiro, como previsto pelo governo federal e o setor automotivo – a Constituição ordena a passagem de noventa dias do anúncio de alterações em leis fiscais e a aplicação das novas regras no mercado. Expirado o prazo pairam sobre o setor dúvidas a respeito dos caminhos que serão escolhidos por Brasília para que a nova política se torne uma realidade em 2018.

 

De acordo com fonte ligada ao MDIC, o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, afora as questões fiscais o documento que constitui o Rota 2030 já estaria pronto. Governo e Fazenda estariam discutindo os modelos da tributação que incidirão sobre os negócios do setor automotivo. Há o temor de que a nova política implique a queda de arrecadação, um cenário antagônico às pretensões do governo e da Fazenda – alegam não ter orçamento para mais incentivo – para o ano que vem. O mercado dá como certa a escolha por um modelo derivado do Inovar Auto: em vez de 30, sobretaxa do IPI em 10 pontos porcentuais aplicada sobre a tributação de todos os veículos vendidos, importados e nacionais, sendo concedidos descontos às empresas que cumprirem metas de eficiência.

 

Em caso de redução de tributação a legislação brasileira não estipula prazo mínimo para a vigência das novas regras. Segundo Jerry Levers de Abreu, advogado especialista em direito tributário do escritório TozziniFreire, o governo poderia trabalhar com essa hipótese para postergar o anúncio do Rota 2030 e ganhar mais tempo para acertar pormenores do programa e contar com sua vigência em inícios de janeiro. Há, porém, um risco nesta trilha: “O movimento pode ser invalidado caso haja interpretação das autoridades jurídicas de que, nesse caso, não haverá redução de 30 para 10, mas aumento de zero para 10 pontos, o que demandaria a noventena”.

 

Ele conta que, vencida a vigência do Inovar Auto, em 31 de dezembro, o mercado de veículos pode enfrentar período carregado do que se chama de vácuo regulatório, ou uma ausência de regulamentação para o setor: “Com a chegada do Rota 2030 e os 10 pontos sobre o IPI, isso configuraria virtualmente um aumento de zero para 10 pontos na tributação. A interpretação ness sentido enquadraria o programa como uma alteração de impostos, daí a necessidade dos noventa dias”.

 

Segundo Abreu há a possibilidade de se prorrogar o prazo de vigência do Inovar Auto por meio de uma MP, medida provisória, embora seja a alternativa menos provável em términos práticos: “Pode significar um retrocesso, e o governo corre contra isso”.

 

O governo não se pronuncia sobre o tema, mas há também urgência em tornar o Rota 2030 vigente por causa da pressão exercida pela OMC, Organização Mundial do Comércio, que condenou o Inovar-Auto pela aplicação de 30 pontos ao IPI de veículos importados de fora do Mercosul ou acima de cota de importação limitada a 4,8 mil unidades por ano. Pelas regras internacionais é vedada a discriminação de produtos importados e nacionais em impostos domésticos, cenário que, segundo a organização, configura protecionismo. Para escapar de sanções, a sobretaxação do Rota 2030 seria aplicada sobre o IPI de todos os veículos vendidos no Brasil, sejam eles importados ou nacionais.

 

Contudo importadores sem fábrica no País ou sem pesquisa e desenvolvimento local não teriam como descontar 3 dos 10 pontos adicionais de IPI. A formulação da proposta, hoje, poderia dar margem a novas reclamações na OMC pela aplicação discricionária de um imposto doméstico.

 

Fonte: Rafael Neddermeyer/Fotos Públicas

Vendas no México superam 1 milhão

As vendas de automóveis no México, segundo maior parceiro comercial do Brasil no segmento de veículos, apresentaram leve queda no acumulado de janeiro a setembro na comparação com mesmo período de 2016. Segundo balanço divulgado na terça-feira, 3, pela Amia, a associação das fabricantes, foram emplacadas 1 milhão 106 mil 848 unidades, 1,1% a menos. Em setembro as vendas somaram 116 mil 356 unidades, resultado 11,5% menor com relação ao mesmo período em 2016.

 

Segundo o governo mexicano as intempéries climáticas pelas quais passaram México e Caribe, em setembro, prejudicaram a economia, afetando as transações internacionais e as vendas ao mercado interno. Os veículos Nissan foram os mais vendidos no país nos nove meses do ano, 268 mil 999 automóveis, queda de 3,8% na comparação com o mesmo período ano passado

 

A General Motors é a segunda do ranking, com 181 mil 687 unidades, queda de 12,8%, e a Volkswagen a terceira, com 172 mil 296 veículos, 4,9% a menos do que em 2016. A participação de mercado foi a seguinte: Nissan deteve 24,3% no período, General Motors 16,4% e Volkswagen 15,6%.

 

Foto; Divulgação

MWM premia nove fornecedores nacionais

O Supplier Award da MWM reconheceu seus melhores fornecedores do ano em cerimônia realizada na terça-feira, 3, em São Paulo. A premiação avaliou itens como qualidade, desempenho de entrega e flexibilidade, capacidade tecnológica e desempenho no desenvolvimento de novos produtos, postura comercial e contribuição para a redução de custos, por meio do GSRS, Global Supplier Rating System.

 

Também foram premiados fornecedores indiretos, das áreas de logística e serviços de alimentação corporativa.

 

Paulo Rolin, diretor de supply chain, contou que a equipe se sentia “muito honrada em reconhecer, por meio de sólidas métricas de desempenho, os fornecedores com o melhor resultado. O processo é meritocrático e transparente, e toda a cadeia se engaja nele, fazendo com que o cliente final dos nossos produtos seja o grande beneficiado”.

 

Presidente e CEO da Navistar Mercosul, José Eduardo Luzzi, disse que a premiação é para incentivar e fortalecer a cadeia produtiva da empresa: ”Identificamos e homenageamos os parceiros de negócios que tiveram o melhor desempenho, pois desejamos incentivá-los a, juntos, buscarmos continuamente a excelência em nossos produtos e serviço”.

 

Confira os ganhadores do prêmio:

 

Bleistahl Brasil

 

Cargolift Logística e Transporte

 

Companhia Industrial de Peças

 

GR Serviços e Alimentação

 

Indústria Brasileira de Artefatos Técnicos

 

Melco Automotivo

 

Metalac SPS

 

Robert Bosch

 

thyssenkrupp Campo Limpo

 

Foto: divulgação

OLX anuncia executiva para segmento de automóveis

A OLX, empresa de compra e venda online de carros, anunciou a contratação de executiva para comandar a área de veículos da plataforma de e-commerce. Giselle Tachinardi é formada em direito e publicidade pela PUC-SP, com especialização em planejamento estratégico pela UCLA, Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos. Ela tem experiência de quinze anos no segmento de veículos, ocupando, por exemplo, o cargo de diretora de marketing no Group 1 Automotive e também na JAC Motors do Brasil.

 

Na OLX a executiva será responsável pela gestão de todas as etapas da cadeia de operação da área de automóveis e aproximar a empresa de fabricantes de veículos, varejistas e associações. Com uma média de 100 milhões de buscas por carros ao mês, a OLX possui a maior audiência no segmento de automóveis, concentrando 39% do total de páginas acessadas por quem busca um veículo via internet.

 

Foto: Divulgação

Indústria: custos aumentam 0,8% no segundo trimestre

O ICI, Indicador de Custos Industriais, registrou aumento de 0,8% no segundo trimestre, na comparação com o primeiro, segundo dados divulgados pela CNI. O indicador é formado por custos tributários, de capital de giro, que é o custo para financiar a produção antes da venda, como os salários, e de produção, que é o custo com insumos.

 

O índice de custo tributário subiu 3,5% de abril a junho, com relação ao período de janeiro a março. No mesmo período houve queda de 7,5% no custo do capital de giro e na comparação com o segundo trimestre do ano passado a queda é de 19,5%, indicando que as reduções na taxa básica de juros feitas pelo Banco Central têm sido repassadas às empresas. O índice de custo de produção da indústria cresceu 0,5%, com relação ao primeiro trimestre, influenciado pelo crescimento no gasto com energia, de 1,1%, e no aumento de 2,4% do índice de custo com pessoal, enquanto o índice de custo com bens intermediários não teve alta.

 

Renato da Fonseca, gerente executivo de pesquisa e competitividade da CNI, observou que “o estudo ajuda a saber o que acontecerá com os preços dos produtos industriais”. O indicador também é usado para que as empresas comparem seus custos com a média nacional e façam ajustes nas contas.

 

Fonte: Divulgação

3D Soft é a primeira a desenvolver veículos autônomos no Brasil

A 3D Soft é a primeira startup de veículos autônomos no Brasil, com foco inicial no desenvolvimento de tecnologias para tratores e caminhões de mineração, que já estão sendo negociadas com algumas empresas do setor. Patrick Shinzato, um dos fundadores e ex-pesquisador da USP São Carlos, disse que “o agronegócio e o setor de mineração são os segmentos mais promissores, com maior possibilidade de gerar investimentos, pois nesses setores um veículo autônomo entregará maior rentabilidade aos negócios, otimizando o trabalho”.

 

Outro ponto importante para o foco da empresa é a legalização dos veículos autônomos no Brasil: “Por questões legais estamos focando no desenvolvimento da tecnologia para propriedades privadas, pois no Brasil a legalização de veículos autônomos para o uso nas ruas ainda está distante”.

 

As operações da startup começaram em setembro, com quatro funcionários, mas alguns clientes que estabeleceram negociação já são antigos: “Quando desenvolvemos a tecnologia na faculdade diversas empresas nos procuraram para negociações, mas não era possível atender à demanda de trabalho”.

 

Agora, com a tecnologia sendo desenvolvida pela 3D Soft, o fundador retomou as conversas com possíveis clientes e também está negociando com a Fapesp, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, para o financiamento de um projeto específico.

 

A tecnologia de automação que está sendo oferecida para as empresas é totalmente desenvolvida pelos pesquisadores: “Nós desenvolvemos toda a parte de computação e de automação do veículo, assim como os sensores de mapeamento, localização, navegação. Dominamos toda a cadeia tecnológica e só não produzimos o veículo. Independente da aplicação do nosso cliente nós conseguimos adaptar a tecnologia, mas é necessário entender como o veículo operará, qual o tipo de terreno, se terá algum tipo de obstáculo, como um rio ou uma torre de energia, e se terão animais por perto”.

 

Patrick Shinzato trabalha neste segmento desde 2009, sendo um dos responsáveis pela criação do Carina, um Fiat Weekend que recebeu a tecnologia autônoma desenvolvida pela equipe de pesquisadores da USP São Carlos e foi usado para testes dentro da universidade.

 

Segundo o pesquisador a tecnologia autônoma voltada para o agronegócio e a mineração está próxima de ser muito requisitada pelas empresas: “Acredito que em cinco anos os veículos autônomos serão muito usados nesses segmentos e as empresas que não tiverem essa tecnologia perderão uma grande parte do mercado”.

 

As empresas que fecharem contrato com a startup terão que esperar dois anos para que o veículo esteja totalmente adaptado para as operações.

 

A expectativa da 3D Soft é contratar quatro profissionais para fazer parte da equipe em 2018, dobrando o quadro de funcionários, mas essa não será uma tarefa fácil: “Não existem muitos profissionais especializados nesta área no Brasil, e nós teremos que treinar e capacitar os novos contratados”.

 

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GM unifica operação internacional e indica novo presidente

A General Motors anunciou na terça-feira, 3, que Barry Engle foi indicado para o cargo de presidente da GM Internacional, braço da companhia que cuidava dos negócios na Ásia e na Oceania e que, agora, também será a responsável pelas operações na América do Sul. A nova estrutura começará a funcionar em 1º de janeiro.

 

O executivo, que atualmente ocupa o cargo de presidente da GM para a América do Sul, sucederá a Stefan Jacoby, que se aposentou. Ele foi vice-presidente executivo da GM e presidente da GM Internacional e liderou a região desde agosto de 2013.

 

Engle assumirá responsabilidades por todas as operações da GM fora da América do Norte e China. Sua missão “será buscar crescimento com lucratividade em cada mercado onde a companhia opera”. Engle ficará baseado em Detroit, Michigan, e reportará ao presidente Dan Ammann, informou a companhia.

 

Segundo Mary Barra, CEO da General Motors, a combinação da liderança das duas regiões tornará viáveis ganhos de eficiência em mercados globais. Engle, economista formado pela Universidade de Brigham Young, está na GM desde setembro de 2015.

 

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Câmbio derruba vendas na Colômbia

As vendas de veículos na Colômbia, país com o qual o Brasil assinou acordo de comércio bilateral este ano, seguem em queda: em setembro somaram 19 mil 320 unidades, 9,7% a menos com relação ao mesmo período em 2016, 21 mil 391. Dólar alto e baixa confiança do consumidor foram apontados como os fatores responsáveis pela queda do mercado.

 

Segundo balanço divulgado na terça-feira, 3, pela Andemos, a associação das fabricantes que atuam no país, no acumulado do ano o volume está sendo 3,7% menor do que o de janeiro a setembro de 2016: foram 171 mil 971 unidades ante 178 mil 622 unidades.

 

A Andemos projeta que o mercado colombiano encerre o ano com 235 mil 875 veículos vendidos, volume 7% menor do que o do ano passado, 253 mil 698. Para outubro a projeção é de 20 mil 376 unidades e 20 mil 675 para novembro – dezembro deve significar 22 mil 821 unidades vendidas.

 

Os Chevrolet seguem como os mais vendidos, com 37 mil 643 automóveis de janeiro a setembro, queda de 13,4% na comparação com o mesmo período ano passado. A Renault, segunda no ranking, vendeu 34 mil 719 unidades, 2,7% a menos, e a Nissan, a terceira, vendeu 15 mil 327, 23,3% a mais.

 

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