Lucro líquido da Pirelli cresceu 30,6%

A Pirelli, pneus, obteve lucro líquido de € 176,4 milhões no ano passado, alta de 30,6% na comparação com o ano anterior, de acordo com balanço financeiro divulgado na segunda-feira, 26. O lucro ajustado, antes da ebitida, cresceu 5,1% em 2017, chegando a € 1,1 bilhão.

 

A receita líquida foi de € 5,3 bilhões em 2017, crescimento de 5,1% com relação ao ano anterior — e a empresa credita a alta ao bom desempenho de produtos com preço elevado.

 

A empresa também apresentou o resultado de algumas regiões, como a América Latina, onde a receita subiu 11,1% na mesma base de comparação, para € 915,7 milhões, graças a plano de diversificação de produtos. O principal mercado da Pirelli foi a Europa, com receita de € 2,2 bilhões, alta de 6.9% na comparação com 2016.

 

Os investimentos chegaram a € 489,4 milhões, crescimento de 31,5% ante 2016. De acordo com a empresa o principal foco dos aportes foi a conversão de produtos de maior valor na Europa, Nafta, Brasil e China.

 

Projeções 2018 – Para este ano a empresa espera crescimento de aproximadamente 6% na receita e lucro ajustado antes da ebitida de € 1 bilhão.

 

As projeções fazem parte do plano de expansão industrial 2017-2020, com foco em produtos de maior valor agregado.

 

Foto: Divulgação.

Bridgestone é A em gestão de emissões de carbono. By CDP.

A Bridgestone foi reconhecida, pela segunda vez, por seus projetos de gestão e ações na área de emissões de carbono e do impacto climático em toda a sua cadeia de suprimentos. Recebeu a classificação A em Engajamento de Fornecedores do CDP, Carbon Disclosure Project, pela segunda vez.

 

O CDP também reconheceu os esforços da empresa com relação à gestão hídrica sustentável, sendo incluída como A na Lista da Água.

 

VW completa linha da Amarok com versão V6

A Volkswagen lançou oficialmente na quinta-feira, 22, o modelo topo de linha da picape Amarok, equipado com motor V6 à diesel e que foi batizado de highline também produzida em General Pacheco, Argentina. No total, são sete versões do veículo para atender a um nicho de mercado que, segundo a VW, é um dos que mais tem concentrado as intenções de compra na categoria. Afora isso, o modelo é estratégico à VW para equilibrar as exportações da empresa ao país vizinho.

 

Segundo dados da Fenabrave, a associação dos distribuidores de veículos, o segmento de picapes grandes cresceu 54,24% ano passado, mantendo o ritmo de crescimento visto em 2016, quando o setor cresceu na mesma medida, 52,26%.

 

Pablo Di Si, presidente da Volkswagen para América do Sul, apontou o desempenho do modelo highline no período de pré-venda como termômetro para o consumo de picapes no País: “O modelo representa bem a mudança de paradigma pela qual passa a companhia, que tem trabalhado para entender as necessidades dos clientes. Os resultados da pré-venda mostram isso”.

 

A empresa afirma que foram reservadas 450 unidades da Amarok V6 Highline no período em que esteve disponível na internet o recebimento das solicitações pelo veículo, na primeira semana de dezembro. As vendas do veículo em 2017 somaram 11 mil 964 unidades, 30,4% mais do que o volume de 2016, quando foram vendidas 9 mil 172 unidades.

 

O desempenho determinou o posto de quinto modelo mais vendido na categoria de picapes grandes, atrás de modelos como é o caso de Chevrolet S10, Ford Ranger e Toyota Hillux. A picape Fiat Toro, a picape mais vendida no País e sucesso de exportações, é exemplo, ainda que seja um veículo menor, de modelo novato que conseguiu crescer no segmento por meio de uma proposta similar de produto: oferecer design e tecnologia comuns em automóveis.

 

Neste quesito, a versão mais completa da Amarok conta com recursos como sistema de navegação e entretenimento em tela sensível ao toque de  6,33 polegadas, controles no volante e, no quadro de instrumentos, as agulhas dos mostradores fazem uma varredura como acontece no Golf GTI. Há também sistema de estacionamento com auxílio de câmera traseira e sensores. No design, destaque para o acabamento interno do veículo, com bancos em couro que podem ser regulados por meio de controles eletrônicos. A versão V6 Highline tem a opção de rodas de 19”.

 

O powertrain é movido por motor turbo de três litros de cilindrada que gera 225 cavalos. Com ele, o veículo desenvolve potência para atingir 100 km/h em oito segundos. Com a chegada do motor V6, a Volkswagen Amarok passa a ser oferecida com três faixas de potência. A versão S, disponível em cabine simples ou cabine dupla, tem motor 2.0 turbodiesel com 140 cv. As opções SE são equipadas com o motor 2.0 diesel com dois turbocompressores com potência de 180 cv.

 

Foto: Divulgação.

Fitch rebaixa nota de crédito do Brasil

A agência de classificação de risco Fitch Ratings rebaixou a nota de crédito da dívida soberana do Brasil para BB- com perspectiva estável. A nota anterior era BB com perspectiva negativa. Com o rebaixamento, o Brasil se mantém entre os países que não têm o selo de bom pagador. As informações são da Agência Brasil.

 

Segundo a agência de classificação de risco, o rebaixamento deu-se em razão dos grandes e persistentes deficits fiscais e pelo peso da dívida do governo, que segue crescente, além de falta reformas que melhorem o desempenho estrutural das finanças públicas.

 

A Fitch cita ainda como fator para o rebaixamento a decisão do governo de adiar a votação da reforma da Previdência. Isso “representa um importante revés na agenda de reformas que mina a confiança de médio e longo prazo na trajetória da dívida pública e o compromisso político para abordar o problema”. A agência diz, também, que os investimentos caíram para “novos mínimos”.

 

De acordo com a Fitch, o cenário político para 2018 continua a ser um desafio e seria necessária uma forte liderança política e governabilidade para avançar nas reformas, aumentar o crescimento e reduzir as preocupações com a sustentabilidade da dívida no médio e longo prazo.

 

No mês passado, agência de classificação de risco Standard & Poor’s rebaixou o Brasil para três níveis abaixo do grau de investimento com perspectiva estável.

 

Foto: Agência Brasil.

Eletrificação esbarra na falta de rede de abastecimento

Os veículos elétricos são a bola da vez dentro da indústria automotiva, com a China encabeçando essa nova tendência e a União Europeia impondo taxação pesada às fabricantes que não obedecerem ao cronograma apertado para a produção em massas desses veículos.

 

Neste cenário, o Grupo PSA desenvolveu tecnologia própria para lançar sua linha de veículos elétricos em 2019. De acordo com Carlos Tavares, presidente do grupo, esse modelo será 100% produzido com tecnologia PSA:

 

“As empresas que não tiverem a tecnologia para o carro elétrico podem quebrar. Por isso, há três anos resolvi investir nesta tecnologia”.

 

Apesar de considerar importante a entrada na eletrificação até mesmo para a sobrevivência do negócio, Tavares critica a falta de respostas a uma série de perguntas, dentre elas: quem vai pagar a conta da eletrificação, considerando que os governos tendem a perder receita com a tributação dos combustíveis, por exemplo? 

 

Além disso, questões como a falta de infraestrutura para abastecimento e reciclagem de baterias também são pontos levantados pelo executivo: “Sem lugar para abastecer o cliente não vai querer comprar. Vamos empurrar o veículo para o mercado sem uma rede de abastecimento”. 

 

O executivo destaca que a infraestrutura para abastecimento dos veículos deveria ocorrer por meio de uma política pública, algo que ainda não está sendo discutido. 

 

Para Tavares, uma preocupação é que se crie uma propaganda eleitoral nas grandes cidades em cima desse tema: “Hoje não existe um governo que seja capaz de responder a todas essas dúvidas. E a responsabilidade científica dessa tecnologia é dos governos”. 

 

O fato de o Brasil ter a opção do carro flex é positivo tanto para o País quanto para a América do Sul. 

 

Foto: Divulgação.

Claus von Heydebreck é o novo presidentre da KSPG

Claus von Heydebreck que atuou durante oitos como diretor-geral da Motorservice Brasil, divisão de aftermarket responsável pela comercialização das marcas Kolbenschmidt, KS, Pierburg e BF, é o novo presidente da KSPG no País.

 

O executivo será responsável por todas as operações no Brasil, presentes como fornecedores de equipamento original e no mercado de reposição.

 

A Rheinmetall Automotive, com tradição de mais de um século no desenvolvimento de componentes motor, reúne as operações com planta para produção de  produtos  das marcas KS, Kolbenschmidt, e Pierburg, em Nova Odessa, SP.

 

Veículo branco é o preferido por 40% dos consumidores

O branco é a cor líder no mercado automotivo. De acordo com o Relatório de Cores para Tintas Automotivas OEM feito pela divisão de tintas da Basf, o branco tem participação de mercado de quase 40%. Juntamente com o preto, cinza e prata, as cores acromáticas continuam figurando como as mais importantes. O dados do estudo foram divulgados na sexta-feira, 23, pela empresa.

 

Quando se trata de cores cromáticas, a participação do azul e vermelho é quase igual, seguida do marrom. A visão geral dos segmentos de automóveis mostra que quanto menor o carro, mais viva é a cor.

 

Os SUVs, com um maior número de modelos e aumento de vendas, influenciam significativamente os indicadores de popularidade. O branco e o preto são cores dominantes neste segmento, mas o vermelho, azul e principalmente o marrom estão se destacando cada vez mais.

 

Os números do Relatório Europeu de Cores 2017, por sua vez, revelam que as cores acromáticas ainda são as mais populares. Aproximadamente 78% de todos os carros foram pintados nas cores branca, preta, cinza ou prata no ano passado, caracterizando uma tendência contínua.

 

Dentre as cores acromáticas, a participação do cinza aumentou para 19% naquela região, atingindo a mesma popularidade que o preto. 

 

 

BMW planeja joint venture com empresa chinesa para veículo elétrico

O Grupo BMW está negociando com o Great Wall Motor a formação de uma joint venture na China. O objetivo é a produção local de futuros veículos Mini com bateria elétrica no maior mercado mundial de eletromobilidade.

 

O Grupo BMW assinou uma carta de intenção com o fabricante chinês. A previsão é que a produção da primeira bateria elétrica Mini na planta principal em Oxford, cidade do estado do Mississipi nos Estados Unidos, ocorra a partir de 2019.

Industriais estão mais confiantes, diz CNI

A CNI, Confederação Nacional da Indústria, divulgou pesquisa na sexta-feira, 23, que mostra que o empresário industrial espera aumento da demanda e das exportações para os próximos seis meses. A disposição em investir também cresceu.

 

É a primeira vez em quase quatro anos que a indústria espera ampliar o número de funcionários nos próximos seis meses. Em fevereiro, o índice de expectativa de número de empregos chegou a 51,2 pontos, superando a marca de 51 pontos, o que não ocorria desde março de 2014, e acima da linha divisória de 50 pontos, que separa o aumento da queda no emprego.

 

Pelo segundo mês consecutivo, todos os índices de expectativa apresentaram crescimento. Além do indicador de emprego, há maior otimismo em relação à demanda, às compras de matérias-primas e à quantidade exportada.

 

Segundo a pesquisa, “a expectativa é acompanhada de maior otimismo do empresário quanto à demanda, tanto interna quanto externa, e às compras de matérias-primas também nos próximos seis meses”.

 

Diante do quadro de expectativas positivas, a indústria também registra aumento na intenção de investimentos no próximo semestre. Em fevereiro, o indicador subiu 0,6 ponto e chegou à marca de 53,6 pontos.

 

Com esta alta, a oitava consecutiva, a expectativa do empresário industrial em fazer novos investimentos é a mais elevada desde maio de 2014, ficando acima da média histórica de 47,8 pontos e 6,7 pontos acima da marca de fevereiro de 2017.

Troller T4 integrará frota do governo do Ceará

A Troller vendeu 50 utilitários T4 para o governo do Ceará, destinados a equipar a frota de diversos órgãos estaduais, como o Batalhão de Policiamento Turístico, o Corpo de Bombeiros e o Detran.

 

Todas as unidades receberam equipamentos para suprir as necessidades específicas de cada órgão, incluindo acessórios como snorkel para travessia de trechos alagados, guincho para resgate de veículos atolados, luz de sinalização giroflex, protetores de carroceria e adesivagem especial. A Troller ministrou ainda um treinamento off-road para motoristas que vão trabalhar com os veículos, explicando o funcionamento do seu sistema 4×4 e técnicas de pilotagem.

 

O Troller T4 é equipado com motor 3.2 turbodiesel de 200 cv, transmissão manual de seis velocidades, comando eletrônico de tração, diferencial traseiro autoblocante, freio a disco nas quatro rodas com ABS e EBD e rodas de alumínio de 17 polegadas com pneus de uso misto, que garantem alto desempenho. A carroceria é produzida em compósito especial de alta resistência e imune à corrosão, que aumenta a durabilidade principalmente em regiões litorâneas.

 

Foto: Divulgação.