Porsche do Brasil nomeou novo diretor-presidente

A Porsche Brasil indicou Andreas Marquardt para o cargo de diretor-presidente. Seu antecessor, Matthias Brück, que implementou a subsidiária no País, assumirá uma nova posição dentro do Grupo Volkswagen, controladora da marca.

 

Formado em administração, o executivo é alemão e chega à empresa após trabalhar por alguns anos na matriz, na Alemanha, onde era líder em serviços de mobilidade. Ele também já ocupou o cargo de gerente na Porsche Consulting, divisão de consultoria.

 

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Prêmio One Awards de fornecedores da MAN está de volta

Depois de seis anos sem promover o evento, a MAN Latin America voltou a reconhecer nesta reta final de 2017 seus melhores parceiros e fornecedores e entregou, na noite de terça-feira, 26, em São Paulo, o prêmio One Awards, destinado aos que mais vêm se destacando na América Latina.

 

Em sua primeira edição, o One Awards nasceu com a missão de substituir a antiga premiação que era conhecida, até 2011, como Supply Awards. A cerimônia de entrega contou com a presença de representantes de grande parte da cadeia de fornecedores da MAN e foi prestigiada por toda a diretoria da montadora, celebrando a parceria em cinco categorias: Excelência Comercial, Desenvolvimento, Qualidade e Entregas, além dos reconhecimentos em Parcerias.

 

Ao todo vinte prêmios foram entregues na noite de terça-feira, contemplando vários segmentos da indústria, além da ACAV, a Associação Brasileira dos Concessionários MAN Latin America, que recebeu um reconhecimento como parceira especial. A Randon foi destacada como a grande vencedora da noite, sendo merecedora do título de “Melhor das Melhores” neste ano.

 

“Este One Awards nasceu com a missão de homenagear todos os parceiros que estiveram conosco neste ano tão desafiador que marca o lançamento da nova família Delivery de caminhões que estamos agora colocando no mercado. Por isso nosso reconhecimento engloba desde os fornecedores de componentes, que superaram todas as dificuldades, até a ACAV, que reúne os concessionários da nossa marca em todo o Brasil”, afirmou Luiz Alvarez, vice-presidente de Suprimentos da MAN.

 

Ainda de acordo com Alvarez, o objetivo principal desta nova premiação que está agora nascendo é enaltecer a unidade entre a montadora e seus parceiros de ponta a ponta. “Isto, inclusive, explica a razão por termos escolhido este nome One para o evento. Em síntese o número um é o numeral que melhor representa a liderança que queremos no mercado, o reinício após a crise que vivemos até agora e a unidade que precisamos ter para vencer os desafios”, explicou.

 

Roberto Cortes, que é o CEO e presidente da MAN Latin America, destacou o fato de que este prêmio retorna justamente neste momento em que o mercado brasileiro começa a mostrar fortes sinais de recuperação. “Ao longo dos últimos anos vivemos juntos alguns dos piores momentos que este segmento de veículos comerciais já viveu no nosso País. Mas felizmente este panorama já está ficando para trás”, disse.

 

Segundo Cortes, a MAN iniciou este ano projetando produção de 19,5 mil veículos em sua fábrica de Resende, RJ. “Já revisamos este número duas vezes, primeiro para 19,5 mil, depois para 23 mil e agora queremos chegar a 26,7 mil veículos”, comentou.

 

Cortes aproveitou o evento para anunciar que os planos para 2018 indicam uma produção superior a 30 mil unidades. “Chega de crise. Vamos agora produzir mais e mais. Acreditem no Brasil. Invistam, contratem, porque os bons tempos estão de volta!”

 

São os seguintes os vencedores deste primeiro One Awards da MAN:  

 

Categoria Excelência Comercial

  • Powertrain – Cummins
  • Elétrico – Kromberg & Schubert
  • Químico – Goodyear
  • Metálico – Randon

 

Categoria Excelência em Desenvolvimento

  • Inovação Tecnológica – Bosch
  • Inovação Tecnológica – Dana
  • Parceria no Desenvolvimento – Plascar

 

Categoria Excelência em Qualidade

  • Qualidade de Novos Produtos – Fastplas
  • Qualidade no Campo e Série – Continental
  • Qualidade no Campo e Série – Tupy

 

Categoria Excelência nas Entregas

  • Excelência Logística/Entregas/Flexibilidade – Rassini NHK
  • Excelência Logística/Entregas/Flexibilidade – ZF

 

Categoria Partnership

  • Parceria Novos Projetos – Aethra
  • Parceria Estratégica –  Maxion
  • Excelência em Pós-Vendas – Eaton
  • Redução de Custo Técnico – P10 – MWM
  • Responsabilidade Social – Meritor
  • Sustentabilidade – Carese
  • ACAV

 

Categoria Melhor dos Melhores – Randon

 

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R$ 2,6 bi em uma nova VW

O novo Polo chegou para, segundo a Volkswagen, revolucionar os hatches premium. Seus atributos, de fato, elevam o padrão do segmento, oferecendo mais segurança, tecnologia, desempenho e conectividade. A missão desse novo modelo, porém, é ainda maior: representa uma guinada no rumo da companhia no País, uma reestruturação profunda não apenas no que diz respeito à fabricação do veículo na unidade Anchieta, em São Bernardo do Campo, SP, mas na sua cultura, no seu relacionamento com a rede de concessionários e muito mais, como contou David Powels, presidente e CEO da Volkswagen do Brasil e América do Sul:

 

“A Volkswagen está se reinventando com diversas ações que construirão esta nova marca, com uma nova mentalidade, com muito mais energia e ainda mais alinhada com as expectativas dos nossos clientes”.

 

Os R$ 2,6 bilhões de um pacote de investimentos total de R$ 7 bilhões até 2020 trouxe inovações em todas as etapas produtivas e no próprio Polo nacional, que se diferencia do recém-lançado Polo europeu nos alguns aspectos: adaptações nas motorizações para atender normas e combustíveis locais, desenvolvimento da suspensão, que ficou 20 mm mais alta do que o modelo europeu para suportar as condições de ruas e estradas brasileiras com maior conforto e segurança, design frontal exclusivo, resultado de clínicas realizadas com clientes brasileiros.

 

A produção do novo modelo, assim como sua versão sedã, o Virtus, que deverá ser apresentado no primeiro trimestre de 2018, é quase toda nova na quase sessentona fábrica Anchieta: a estamparia recebeu 214 novas ferramentas, a armação, onde as peças são unidas, formando as carrocerias, ganhou 373 robôs de última geração, mais rápidos, precisos e eficientes, assim como equipamentos de solda a laser, que fazem a união das peças por meio de um feixe de luz, a pintura foi reprogramada e customizada para receber as novas cores dos veículos, além de um equipamento de aplicação de cera nas cavidades, garantindo proteção extra contra corrosão, na montagem final, onde o carro recebe todos os componentes mecânicos e elétricos, foi instalado um novo Fahrwerk – onde é feita a união da parte motriz do veículo [motor, transmissão e suspensão] com a carroceria.

 

O investimento também abrange uma completa modernização na área de planejamento, infraestrutura, TI e logística, com foco na aplicação de inovações da indústria 4.0, segundo a VW.

 

Todo esse aparato recebe a plataforma modular MQB, base do novo Polo e de quatro modelos inéditos que serão produzidos na América do Sul nos próximos anos. “Teremos vinte lançamentos na região até 2020, alguns deles inéditos”.

 

Novo Polo – O hatch premium da VW chega com um pacote de soluções para não deixar dúvidas de que esse é o marco de um novo tempo na companhia. 50% da sua carroceria é feita de aços especiais, de alta e ultra-alta resistência e conformados a quente. O design frontal e algumas peças, como o capô, foram pensados para diminuir os danos em um atropelamento. São quatro air bags de série para todas as versões. Resultado: durante a apresentação do novo Polo a LatinNCAP enviou a confirmação de que o modelo recebeu cinco estrelas, a nota máxima, para adultos e crianças.

 

Por causa da plataforma MQB o novo Polo é 167 mm mais comprido, tem 100 mm a mais de entre-eixos e é 100 mm mais largo comparado à antiga geração. Portanto oferece maior espaço interno e conforto, muito semelhante ao irmão maior e consagrado, o Golf. Ele também é mais leve, e a diferença chega a 44 kg no caso das versões com motor 1.6.

 

Ainda graças à plataforma modular, que possibilitou a configuração de diversos itens eletrônicos de segurança ativa e passiva, o Novo Polo oferece em algumas versões o controle eletrônico de estabilidade, o bloqueio eletrônico do diferencial e novidades exclusivas no segmento, como o sistema de frenagem pós-colisão [aciona automaticamente os freios em uma batida] e a limpeza automática dos discos de freio, garantindo um menor espaço na frenagem, segundo a VW.

 

No interior a principal novidade será exclusividade apenas da versão topo de linha, a Highline 200 TSI: a segunda geração do Active Info Display, o quadro de instrumentos na frente do motorista totalmente digital, com as diversas informações projetadas em uma tela de 10,25 polegadas, do tamanho de um tablet. O Novo Polo é o primeiro Volkswagen a trazer esse recurso, que também projeta as informações do sistema de navegação em 2D ou 3D.

 

Por fora, além do design frontal ter sido desenvolvido para o mercado brasileiro, mais agressiva do que a versão europeia, segundo a VW, há mais do mesmo dos outros modelos da marca. Uma pessoa desatenta, ou que não preste atenção aos pormenores, como  a linha de cintura mais saliente, pode confundir o Polo com um Golf ou um Gol.

 

O Novo Polo foi lançado no Brasil praticamente de forma simultânea com a Alemanha. A partir de hoje está na internet uma campanha de pré-venda, com os preços divulgados na noite da segunda-feira por esta Agência AutoData de Notícias. Às 10 h 00 da terça-feira cem unidades já tinham sido encomendadas. O modelo começa a ser vendido em novembro nas mais de quinhentas concessionárias Volkswagen no Brasil com três opções de motores e duas de transmissão. São quatro versões: Polo, Polo MSI, Polo Comfortline 200 TSI e Polo Highline 200 TSI.

 

David Powels se declarou muito entusiasmado pela missão cumprida com Polo e, já, já, Virtus: “A Volkswagen do Brasil está se preparando para a maior ofensiva de produtos em sua história e trabalha no sentido de ser mais rápida, mais enxuta e mais eficiente. Até 2025 voltaremos a ser líderes”.

 

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Produção de aço recupera nível de 2015

A produção de aço, no Brasil, nos oito primeiros meses do ano, apresentou alta de 9,3% na comparação com o volume que saiu das siderúrgicas no mesmo período de 2016. Até agosto foram beneficiadas 22 milhões 509 mil toneladas no País, contra 20 milhões 598 mil produzidas no ano passado, segundo dados da Worldsteel. O desempenho remonta a produção nacional ao nível de 2015, no período, quando de janeiro a agosto foram beneficiadas 22 milhões 752 mil toneladas. Esse padrão de produção manteve o Brasil como nono maior produtor mundial de aço.

 

O aumento da produção é reflexo da recuperação da atividade industrial, tendo o setor automotivo como um dos vetores de crescimento. De acordo com indicador do Ipea, Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, em agosto a produção industrial cresceu 0,2% com relação a julho. Na comparação com agosto de 2016, a expansão alcançou 5,3%.

 

Leonardo Mello de Carvalho, da diretoria de estudos e políticas macroeconômicas do IPEA, disse na segunda-feira, 25, durante a apresentação dos dados, que o bom desempenho observado nos indicadores mensais de atividade ao longo de 2017 corrobora o diagnóstico de recuperação gradual da economia, ainda que “questões de natureza fiscal permaneçam como condicionantes da trajetória de médio e longo prazo”.

 

As vendas internas de automóveis, em agosto, demonstraram que o segundo semestre será de mais emplacamentos. O cenário fez o setor rever as projeções de produção de veículos estimada para o ano. A Anfavea projeta que a produção de veículos leves consolidada seja 25,1% maior do que a de 2016.

 

De acordo com entidade em agosto foram emplacados 216 mil 534 veículos, melhor volume registrado desde dezembro de 2015, confirmando as expectativas do mercado de retomada das vendas em função da melhora da confiança do consumidor. Os emplacamentos no mês representam alta de 17,75% na comparação com o desempenho de agosto do ano passado.

 

No contexto global a China segue como o maior produtor mundial de aço: de janeiro a agosto produziu 555 milhões 405 mil toneladas de aço, 5,6% a mais do que o volume produzido no mesmo período do ano passado. O Japão vem na sequência, com 69 milhões 644 mil toneladas, queda de 0,4% sobre o mesmo período. Crescimento verificado também na Índia, terceiro maior produtor global, que produziu 66 milhões 459 mil toneladas, mais 5,1%. Fecham o grupo dos cinco maiores produtores Estados Unidos, com 54 milhões 703 mil toneladas, e Coreia do Sul, com 47 milhões 12 mil.

 

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170 unidades do SUV Creta ao Uruguai até dezembro

A Hyundai anunciou na terça-feira, 26, a exportação do modelo SUV Creta, fabricado em Piracicaba, SP, para o mercado uruguaio. Segundo a empresa a previsão é a de que 170 unidades cheguem àquele país até dezembro. Quando somadas ao volume planejado para o Paraguai, que recebe o veículo desde julho, as exportações do modelo devem totalizar seiscentas unidades este ano.

 

Segundo o diretor executivo de vendas da empresa, Angel Martinez, a exportação para o Uruguai segue o planejamento de expansão de vendas da empresa para a América do Sul: “Começamos com o HB20, que é o segundo modelo mais vendido do Brasil, tendo como destino o Paraguai e, em seguida, o Uruguai. Em breve, deveremos concluir as negociações para levar o SUV para outros mercados da região”.

 

O modelo exportado para o Uruguai é equipado com motor 1.6, nas versões de câmbio manual e automático, ambos de seis velocidades. Todos os veículos sairão de fábrica com roda de liga leve de 17 polegadas, faróis de neblina dianteiros, controles de tração e estabilidade, seis airbags, central multimídia blueMedia com câmera de ré e piloto automático com controles no volante.

 

Os veículos serão comercializados localmente pela Fidocar, importadora exclusiva Hyundai no Uruguai desde 1992, onde já comercializa os modelos HB20 e HB20S desde agosto de 2016. A rede de concessionárias naquele país conta com 25 lojas.

 

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Porsche lança versão híbrida do Panarema Sport Turismo

A Porsche anunciou a chegada de mais um modelo híbrido ao seu portfólio, o Panamera Turbo S E-Hybrid Sport Turismo, com tecnologia plug-in. O lançamento tem motor 4.0 V8 que trabalha junto com um motor elétrico, gerando juntos 680 cv de potência e 85 kgfm, sendo a versão mais rápida. Com esse motor o esportivo acelera de 0 a 100 km/h em 3,4 segundos e a velocidade máxima é de 310 km/h.

 

A bateria usada é de íons de lítio, que gera 14,1 kWh e pode ser carregada em duas, quatro ou seis horas, dependendo do carregador e da conexão à rede elétrica. A autonomia usando apenas o motor elétrico é de 49 quilômetros e o consumo no modo híbrido é de 3 litros a cada 100 quilômetros.

Mercedes-Benz apresenta rascunho da nova Sprinter

A Mercedes-Benz apresentou na segunda-feira, 25, em Atlanta, nos Estados Unidos, o que poderá ser o novo modelo da van Sprinter, veículo produzido pela fabricante na Argentina para atender o mercado local e cujo lançamento é esperado para o próximo ano, na Europa.

 

O destaque notável do esboço, apresentado no evento North America Commercial Vehicle Show, é a similaridade do design da parte dianteira do veículo, que se parece com o aplicado na picape de luxo Classe X lançada em julho deste ano.

 

Segundo a fabricante, o modelo deverá introduzir a gama de comerciais leves no universo dos sistemas de telemática e assistência de condução.

 

Volker Mornhinweg, chefe da Mercedes-Benz Vans, disse no evento que o foco da empresa na próxima geração da Sprinter está direcionado em adaptar o veículo aos segmentos a que ele se destina:

 

“Queremos fazer mais do que apenas construir os melhores veículos. Queremos oferecer a solução de mobilidade mais adequada para cada setor e para cada tarefa de transporte. E esse é precisamente o nosso foco com a próxima geração do Sprinter como uma solução global do sistema”.

 

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Cummins mostrará novidades na Fenatran

A Cummins terá algumas novidades na 21ª Fenatran, que acontece de 16 a 20 de outubro, no Expo São Paulo. A fabricante  mostrará o motor ISG 12.0 que pesa 860 quilos, 517 cv de potência e torque de 235 kgfm. O grande destaque do motor para o segmento dos pesados é o peso, sendo bem mais leve que os concorrentes, segundo a empresa, e já está em fase de homologação no Brasil.

 

Outro destaque da Cummins será o motor ISB 6.7 que passou por ajustes de potência, torque e rotação e entrará em produção em dezembro. A potência subiu para 310 cv e o toque para 112 kgfm, contra 290 cv e 96,8 kgfm do antigo. Esse motor é voltado para o segmento de caminhões médios.

 

Para os caminhões leves a Cummins mostrará o novo ISF 2.8 com tecnologia EGR e turbo de geometria variável. O motor ISF 3.8 com tecnologia SCR que atende o Euro V também estará no estande da empresa.

 

Na área de tecnologia, o destaque será o Over The Air, sistema que atualiza o software do motor via internet, em até dez minutos, como acontece hoje em smartphones. O motorista recebe o aviso e quando estiver parado é só acionar a atualização. Essa tecnologia já é Euro VI e deverá chegar ao Brasil em 2022.

 

Outra tecnologia interessante é o Temematics, sistema que permite monitorar as condições do motor via internet, sendo possível melhorar o intervalo de manutenção, reduzir o consumo e antecipar algumas manutenções.

 

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Produção da Cummins poderá crescer 28%

A Cummins sentirá os reflexos do melhor momento do mercado na sua produção em 2017: sua expectativa é a de crescer 28% na comparação com o ano passado. A empresa quer encerrar o ano com 34 mil 530 unidades produzidas, contra 27 mil em 2016.

 

Outro crescimento esperado pela Cummins é no faturamento, que deve encerrar o ano com US$ 18,5 bilhões — US$ 1 bilhão a mais do que no ano passado. O seu recorde de faturamento foi em 2014, US$ 19,2 bilhões.

 

Com o crescimento do faturamento a companhia seguirá investindo, disse o seu presidente, Luis Pasquotto: “Temos fôlego e capital para investir cada vez mais em novas tecnologias”.

 

Atualmente a empresa investe US$ 700 milhões em pesquisa e desenvolvimento por ano.

 

Pasquotto está otimista diante da evolução do mercado, “pois os sinais são de recuperação e mostram que estamos saindo da crise e nos aproximando de um novo período de crescimento”.

 

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Compra da FCA estaria na mira da Hyundai

Depois de o Grupo FCA receber proposta de compra de grupo automotivo chinês a Hyundai surge como suposta pretendente para entrar na negociação, segundo o site Guiamotor, da Venezuela.

 

Com a compra a Hyundai poderia expandir suas operações na Europa e na América do Norte em um prazo mais curto. No segmento de SUVs, que está em alta, a empresa usará a tecnologia e estrutura da Jeep para expandir sua participação de mercado, no qual a Hyundai tem planos de se tornar líder nos próximos anos.

 

A proposta de compra ainda não foi feita oficialmente, mas segundo alguns especialistas esta transação custará US$ 9 bilhões 84o milhões para a Hyundai. Ainda foi especulada a compra de apenas algumas marcas — Chrysler, Dodge, Jeep, Ram, Alfa Romeo e Fiat — por US$ 4 bilhões 950 milhões.

 

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