Sindipeças revisa projeção e crescimento deve ser de 22%

A melhora no desempenho da economia fez o Sindipeças revisar para cima a projeção de crescimento da receita do setor este ano, que projeta, agora, faturamento de R$ 76,9 bilhões, alta de 22% na comparação com o ano passado. O Sindipeças iniciou 2017 com perspectiva de faturamento de R$ 69 bilhões, alta de 6% com relação a 2016. Os dados foram apresentados na quarta-feira, 13, pelo presidente Dan Ioschpe:

 

“Iniciamos o ano com visão mais conservadora e fomos revendo ao longo dos meses. Em meados do ano projetávamos crescimento de 10%, depois falamos em 19% até chegar à projeção atual, de 22%”.

 

Para o ano que vem ele afirmou que a projeção é um pouco melhor do que a do início deste ano, com expectativa de alta de 7,4% na comparação com 2017: “Devemos superar a marca de R$ 82,6 bilhões em faturamento”.

 

Os dados apresentados mostram, ainda, aumento nos investimentos feitos pelas empresas. A perspectiva é a de fechar o ano com R$ 1 bilhão 870 milhões de investimentos, alta de 19,1% na comparação com o ano passado. Para 2018 a projeção é de alta de 34,4%  atingindo R$ 2 bilhões 520 milhões.

 

Com relação aos postos de trabalho Dan Ioschpe observou que a recuperação foi inferior ao nível da atividade. Isso seria reflexo “da maior automação, produtividade e tecnologia nas empresas”. O número consolidado de trabalhadores é 164,6 mil, alta de 1,5% este ano na comparação com 2016. A projeção é que em 2018 o número de postos de trabalho chegará a 172,8 mil, expansão de 5% na comparação com este ano.

 

A balança comercial segue com saldo negativo de R$ 5,4 bilhões, mas um dado positivo foi o avanço nas exportações este ano: “Qualitativamente estamos indo na direção correta”.

 

Este ano as exportações cresceram 12,8% na comparação com o ano passado. Para o ano que vem a projeção é de aumento de 6,5% diante dos resultados de 2017. Já as importações deste ano avançaram 8,4% com relação ao ano passado e a expectativa é de alta de 20,9% em 2018 contra 2017.

 

“Estamos avançando também em outros mercados, com exportações para países árabes, europeus, além dos destinos tradicionais, como o Mercosul e Estados Unidos. Essa diversificação é muito importante.”

 

O principal destino das exportações de autopeças brasileiras é a Argentina, com 30% do total, seguido por Estados Unidos, México, Holanda, Alemanha, Chile e Colômbia.

 

A utilização da capacidade instalada ainda está bem abaixo do período pré-crise: “Há uma melhora mas há uma capacidade ociosa relevante, com 32%”.

 

Em outubro de 2013 melhor momento para o setor, a capacidade ociosa das empresas era de 24,5%.

 

Foto: Divulgação.

 

FPT inaugura seu primeiro distribuidor no Brasil

A FPT Industrial, fabricantes de motores, acaba de consolidar uma importante aliança para reforçar seu plano estratégico de crescimento da marca no mercado latino-americano. A Brasif Máquinas se tornou, desde setembro, o primeiro distribuidor master FPT no Brasil e atende inicialmente demandas dos Estados de São Paulo e Minas Gerais. Espírito Santo, Rio de Janeiro, Goiás, Distrito Federal e Tocantins também terão distribuidores FPT Industrial.

 

Os clientes passam a contar com as soluções FPT que incluem a oferta de peças genuínas, serviços e assistência técnica de qualidade para as máquinas, veículos, embarcações e geradores de energia que são movidos pela fabricante de motores.

 

Marco Rangel, presidente da FPT Industrial para a América Latina, disse: “Depois do lançamento da Euro Torque, primeiro distribuidor master FPT na Argentina, chegou a vez do Brasil se aproximar ainda mais dos seus clientes. A Brasif será a principal referência de pós-venda da FPT Industrial na região de atuação. É a extensão da fábrica mais próxima do cliente final”.

 

Foto: Divulgação.

MWM fornece novos motores à Pulverjet

A MWM, fabricante independente de motores diesel, expandiu acordo com a Pulverjet,  fabricante de máquinas e equipamentos para pulverização agrícola. As empresas são parceiras há cinco anos e a expansão do acordo se dá pelo lançamento da linha de pulverizadores autopropelidos Pulverjet.

 

Os novos motores já em versões compatíveis com a legislação de emissões MAR-I, vigente para máquinas agrícolas a partir deste ano, contam com mais potência, redução no consumo de combustível, aumento no intervalo de troca de óleo e elevação do torque backup. O primeiro lote de motores será fornecido à Pulverjet ainda este ano.

 

Segundo a fabricante, neste novo projeto a Pulverjet contou com o fornecimento da eletrônica Verion que possibilitou a integração das informações do motor e tarefas de controle de aplicação dentro de um mesmo equipamento. O computador acessa os dados do motor por meio da rede Canbus e J1939 e apresenta as informações em forma gráfica e colorida, também leva um registro das ações de manutenção e permite diagnostico de falhas.

 

Foto: Divulgação.

Saint-Gobain Autover inaugura centro de distribuição em Porto Alegre

A Saint-Gobain Autover, responsável pelo atendimento ao mercado de reposição de vidros automotivos, inaugurou na terça-feira, 12,  Centro de Distribuição de Porto Alegre, o primeiro da região Sul do País. O novo centro está focado no abastecimento de toda a região Sul e proporcionará mais agilidade para o fornecimento de peças a lojas, empresas frotistas e distribuidores locais.

 

A unidade de Porto Alegre é a quarta da empresa no Brasil e a sua instalação faz parte do plano de expansão do atendimento ao mercado de reposição, com forte crescimento no País. Os três primeiros centros de distribuição da empresa estão em Mauá, Grande ABC paulista, para atendimento de peças às lojas de São Paulo e parte de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Região Centro-Oeste e Espírito Santo; em Betim está o centro de distribuição para cobertura do Estado de Minas Gerais, e o terceiro está instalado em Jaboatão dos Guararapes, PE, para o fornecimento aos Estados do Norte e Nordeste brasileiro.

Brasileiros esperam veículos autônomos em cinco anos, aponta pesquisa

Os brasileiros estão ávidos pela chegada dos veículos autônomos ao País, ainda que a tecnologia esteja em teste nos mercados desenvolvidos. De acordo com pesquisa realizada pela Qualcomm em parceria com a consultoria IDC, divulgada na quarta-feira, 13, a expectativa de 53% dos entrevistados para o estudo é de que os modelos desembarquem aqui em até cinco anos.

 

A pesquisa, chamada Índice de Inovação da Sociedade QuISI 2017, apontou também que há consciência por parte dos entrevistados de que a chegada dos veículos autônomos está diretamente atrelada à velocidade com a qual amadurecerá a infraestrutura local de telecomunicações. Sendo que 52,5% dos entrevistados mencionaram o desenvolvimento das redes 4G e 5G como ponto crucial para chegada dos autônomos.

 

Rafael Steinhauser, presidente da Qualcomm para a América Latina, defendeu que no Brasil é preciso avançar para tecnologias que aumentem a velocidade da internet de forma a facilitar a adoção de novos serviços. O executivo cita o desligamento da rede 2G como forma de incluir as pessoas a uma nova realidade digital: “No Brasil ainda temos 45 milhões de assinaturas de 2G, isso é muito ruim. Lembremos que 2G é uma tecnologia de 1990 que funciona para falar, mas não nos dá acesso a Internet. Estamos excluindo todas essas pessoas que tem 2G de um direito”.

 

Quando perguntados sobre quais fatores motivariam a compra de um veículo autônomo, os entrevistados apontaram a segurança como o principal deles. Diminuição de acidentes foi o temor mais lembrado – 65,6% do total de entrevistados disseram que a redução de acidentes é o benefício mais evidente na aquisição de um carro autônomo. Aumento de produtividade e a possibilidade de não dirigir foram os dois termos menos lembrados.

 

Conectados – A pesquisa abordou também as expectativas dos entrevistados a respeito dos carros conectados. Sobre o tema, 68,6% afirmaram que as tecnologias de segurança para veículos são o benefício mais esperado na aquisição de um smart car. O controle de navegação é o único benefício mais esperado que segurança pelos entrevistados, mencionado por 69,8% das pessoas.

 

Dentre outros fatores atraentes apontados para determinar a compra de um carro conectado foram citados também manutenção preventiva, 58,3%, monitoramento da saúde do motor, 60,4%, e assistência para estacionar, 51,1%.

 

Foto: Divulgação.

Rota 2030: meta de eficiência energética será de até 12% em cinco anos

A AEA, Associação de Engenharia Automotiva, foi convidada pelo governo brasileiro para ser o braço técnico de apoio no Rota 2030, programa que sucederá o Inovar-Auto, previsto para acabar em 31 de dezembro. O papel de entidade foi de mostrar visões diferentes e agregar conhecimento durante as mais de 130 reuniões que foram feitas até agora para discutir os caminhos que o programa seguirá em questões como eficiência energética, emissões, segurança veicular, cadeia de fornecedores e indústria 4.0.

 

Durante coletiva de imprensa realizada na quarta-feira, 13, para comentar sobre avanços técnicos relacionados ao Rota 2030, Edson Orikassa, presidente da AEA, disse que “as metas de eficiência energética para os primeiros cinco anos do Rota 2030 estão próximas de serem definidas, mas a ideia é que fique de 10% a 12% para cada montadora, partindo dos 12% que foram alcançados ao longo do Inovar-Auto”.

 

“Se aprovada, essa meta é desafiadora, pois mudanças mais simples como o uso de pneus verdes já foram feitas. Agora, as montadoras terão que investir em tecnologias mais caras, como o uso do start-stop em mais modelos”.

 

Outra proposta que está sendo discutido pelo Rota 2030 é a criação de três grupos que serão avaliados separadamente pelo governo, sendo que no primeiro ficariam os carros, no segundo picapes e SUV’s com motores a gasolina e no terceiro os mesmos modelos mas com motorização a diesel e cada grupo terá sua meta individual para alcançar. “Não dá para falar qual seria a meta de cada grupo, pois não sabemos qual a evolução de cada categoria durante o Inovar-Auto, esse levantamento precisa ser feito para que as metas sejam traçadas”.

 

“A previsibilidade que o Rota 2030 trará para o setor automotivo também deve ser destacada e esse é um dos fatores que faz a AEA acreditar no programa”. Com relação à parte fiscal, a AEA não tem participação durante as reuniões, mas fontes ligadas à entidade afirmam que a possibilidade de existir uma taxa extra de IPI quase não existe, pois muitas montadoras são contra essa questão que existia no Inovar-Auto e também por causa da condenação do programa pela OMC, Organização Mundial do Comércio, com isso, o Rota 2030 não teria uma barreira fiscal.

 

Também foram abordados outros temas, como a cadeia de fornecedores, que precisa ser incentivada e desenvolvida nos próximos anos, pois isso não ocorreu durante o Inovar-Auto. “Não existe montadora forte sem uma cadeia de fornecedores forte também”. A evolução da indústria é outra questão que a AEA espera ver avançar durante o Rota 2030, se aproximando cada vez mais da 4.0, a quarta revolução industrial.

 

Na visão da AEA, esses dois temas serão muito importantes no futuro, pois acreditam no livre comércio entre Mercosul e União Europeia e, com isso, os veículos produzidos no Brasil deverão atender às exigências do mercado europeu para serem exportados.

 

Foto: Divulgação.

 

Prazo para Rota 2030 nem é tão importante, diz Ioschpe

O presidente do Sindipeças, Dan Ioschpe, disse, durante evento realizado na quarta-feira, 13, que o prazo para aprovação do Rota 2030, novo regime do setor automotivo que estava previsto para ser aprovado até o fim do ano, não é o mais importante: “O bom é fazer algo bem-feito, independentemente do tempo”.

 

Para ele um ponto importante é o incentivo à realização de pesquisa e desenvolvimento também para o setor.: “Nossa sugestão é de crédito tributário para aqueles que realizarem investimento em P&D”.

 

Dan Ioschpe acredita não ser correto deixar as empresas produtoras de autopeças fora de eventuais incentivos à pesquisa e ao desenvolvimento, como ocorreu no InovarAuto, programa que se manterá em vigor até o dia 31 de dezembro. Quanto ao porcentual que seria destinado em crédito tributário ele disse que algo semelhante ao destinado pelo InovarAuto seria interessante, coisa de até 4%: “Acho que algo em torno de 2% seria muito bom”.

 

Outra reivindicação das empresas do setor é o estabelecimento de regras relativas às emissões, segurança e eficiência energética dos veículos comercializados no Brasil: “Aos poucos algumas das contribuições ao Rota estão saindo de outra forma”.

 

Neste sentido ele lembrou de resoluções do Contran para o aprimoramento da segurança do trânsito, como a que prevê inspeção veicular obrigatória em todo o País.

 

Acordos comerciais – Com relação a acordos comerciais com outros países Dan Ioschpe recordou que as negociações com a União Europeia devem ficar para o ano que vem. Além desse a entidade destacou a importância de “ajustes nas regras de origem do Mercosul e México, negociações com demais países da América do Sul e Central e, na sequência, Japão e demais países e regiões relevantes”.

 

Entraves à competitividade – Quanto aos entraves à competitividade a entidade elencou a insegurança jurídica nas áreas trabalhista, tributária e ambiental: “A reforma trabalhista está na direção adequada para retirar a insegurança jurídica, mas para ter o resultado esperado ainda depende da jurisprudência que será formada”.

 

Carga tributária elevada, burocracia, logística deficiente e juro real extremamente elevado na maior parte do tempo completam a lista apresentada pela entidade.

 

Foto: Divulgação. 

Francesas investem 320 bilhões de euro contra mudanças climáticas

Durante a Cúpula do Planeta Único, encontro organizado na terça-feira, 12, pelo presidente da França, 89 empresas francesas, dentre elas o Grupo Renault, assinaram compromisso em favor do clima que contará com investimento de € 320 bilhões em financiamento, pesquisa e desenvolvimento e inovação até 2020.

 

O Grupo Renault, no âmbito do seu novo plano estratégico, se comprometeu a reduzir sua pegada de carbono em 25% até 2022.

 

Em 2015, em antecipação à COP21 em Paris, 39 grandes empresas francesas se comprometeram a lutar contra as mudanças climáticas. 

 

Por ocasião da Cúpula do Planeta Único essas empresas anunciaram reforço aos seus compromissos para os próximos três anos e outras cinquenta empresas se juntaram a essa mobilização, trazendo o número de empresas signatárias do Pacto de Negócios Empresariais Franceses para 89.

Brasil e Argentina se comprometem a padronizar seus veículos

Os governos de Brasil e Argentina se comprometeram, no domingo, 10, durante evento da OMC, Organização Mundial do Comércio, em Buenos Aires, a criar conjuntamente uma legislação que tem como objetivo padronizar os veículos que são exportados de um país para outro e adotar medidas que eliminem entraves no comércio bilateral em outros setores.

 

Na prática as fabricantes deixariam de adaptar seus modelos às exigências do vizinho, procedimento conhecido no mercado nacional como tropicalização. De acordo com o MDIC, ambas as partes tratarão de formalizar documento, em 2018, que marque o início dos trabalhos técnicos.

 

A intenção dos parceiros, afora reduzir obstáculos e custos no comércio bilateral, é incrementar a competitividade de seus produtos e facilitar seus acessos em mercados globais. Com a medida os países sinalizam para uma caminhada de mãos dadas rumo aos negócios em blocos que interessam ao Mercosul, como a Europa, por exemplo. O ministério informou, por meio de nota, que “os trabalhos demandarão um cronograma extenso de atuação de técnicos dos dois países, não havendo prazo definido para execução da convergência regulatória”.

 

Compartilharem os mesmo veículos facilitará sua aceitação em países que possuem normas mais rígidas no campo da segurança, de acordo com Antônio Jorge Martins, professor da FGV, Fundação Getúlio Vargas, e especialista em cadeia automotiva: “Mais do que adequarem seus produtos de forma a tornar menos complexo o comércio bilateral que desempenham, Brasil e Argentina deverão adequar seus veículos, em um segundo momento, às necessidades de mercados avançados. Agindo em bloco são mais competitivos”.

 

Uma atuação conjunta é algo almejado pela indústria dos dois lados e não foi raro, este ano, presidentes de companhias e a Anfavea apontarem para a unificação como forma de aumentar a competitividade local. A General Motors, maior fabricante do mercado brasileiro, consolidou a operação dos dois países e nomeou o argentino Carlos Zarlenga para dirigir os negócios da companhia na região. Em junho, durante seminário AutoData Tendências e Negócios, o executivo já sinalizava para os benefícios que seriam conquistados caso os países atuassem em conjunto: “É preciso ver Brasil e Argentina como um mercado único. Com uma política única se melhora a eficiência”.

 

A construção do Rota 2030, a nova política para o setor automotivo que substituirá ao Inovar-Auto, tinha em conta quando de sua concepção a criação de mecanismos que estreitassem as relações de empresas brasileiras e argentinas. Em agosto, conforme antecipou AutoData, Antonio Megale, presidente da Anfavea, afirmou que os dois lados discutiam a harmonização das legislações técnicas para o setor de cada país: “Pensar uma indústria regional é importante até para as negociações de livre-comércio do Mercosul com a União Europeia”.

 

Do lado argentino a reciprocidade das intenções brasileiras se deu, talvez de forma indireta, nas medidas do seu governo em aumentar a quantidade de álcool na nafta que move a maioria dos automóveis argentinos. Com este cenário a FCA se mostrou confiante na possibilidade de aumentar as vendas de seus veículos flex ali, incrementando o volume de suas exportações. De acordo com João Irineu Medeiros, diretor de assuntos regulatórios da FCA, em julho, “nossos motores flex conseguem trabalhar com uma mistura que varia de 22% a 90% de etanol. Com 20% já é possível embarcar veículos que dispensam calibração”.

 

Foto: Marcos Corrêa/PR.

Renault fornece vinte novos veículos elétricos para Itaipu

A Itaipu Binacional recebeu na terça-feira, 12, no seu Centro de Inovação em Mobilidade Elétrica Sustentável, vinte novos veículos que farão parte da sua frota de elétricos. Os veículos são modelo Zoe, produzidos pela Renault. A entrega foi feita pelo diretor de relações institucionais e governamentais da Renault, Marcus Vinícius Aguiar, ao diretor administrativo da Itaipu, Marcos Antônio Baumgärtner.

 

Os novos veículos são da segunda geração do modelo Zoe, com autonomia de até 400 quilômetros, duas vezes superior à da primeira geração, lançada em 2012. O novo modelo também permite a recarga total da bateria em 100 minutos.

 

Marcos Baumgärtner afirmou que a intenção da empresa é fazer com que, nos próximos anos, toda a frota da Itaipu seja composta por veículos sustentáveis, especialmente modelos com motor elétrico e e movido a biometano.

 

A Itaipu mantém cerca de cem veículos elétricos circulando na empresa, carros de passeio, caminhão, ônibus, utilitário e até um avião. Da parceria com a Renault também tem compactos elétricos Twizy, montados na própria Itaipu e utilizados no serviço de compartilhamento pelos empregados.

 

Foto: Divulgação.