
Quando lançou a versão THP, de Turbo High Pressure, do C4 Lounge, em maio, a Citroën esperava que a versão respondesse por 30% do mix de vendas do modelo, estimadas, no total, em novecentas unidades por mês. A projeção, entretanto, mostrou-se modesta: as unidades equipadas com o turbocompressor representam hoje em torno de 60% dos volumes de comercialização do sedã, produzido na fábrica de El Palomar, na Argentina – e o porcentual deverá subir ainda mais agora, com a chegada do THP flex.
Desenvolvido pelas engenharias do Brasil, Argentina e França com base no modelo movido exclusivamente a gasolina – uma parceria da PSA Peugeot Citroën com a BMW – o THP Flex 1,6 litro 16V gera até 173 cv quando abastecido com etanol e 166 cv com o tanque cheio de gasolina, neste caso 1 cv a mais perante a versão anterior.
A Bosch fornece o controle do motor, parceria presente também no primeiro motor sem tanquinho do Brasil, inaugurado com o Peugeot 308, enquanto os turbocompressores são da BorgWarner. Do THP gasolina para o flex foram alterados sistema de injeção, cabeçote, pistões, anéis, bronzinas, mancais, velas e bomba de combustível.
Pioneiro com a tecnologia turboflex na PSA Peugeot Citroën, bem como a injeção direta em motores bicombustível, o C4 Lounge THP Flex trouxe, além das mudanças do motor, nova calibração da transmissão Aisin AT6, com relação de marchas alongada em até 11%. Aliados, proporcionam economia de até 7,5% na comparação com a versão anterior, de acordo com cálculos dos engenheiros da Citroën.
A versão de entrada, Tendance, teve preço de tabela definido em R$ 78,8 mil. A topo de gama, com teto solar panorâmico, câmera de ré, soleiras cromadas e rodas exclusivas, R$ 85,5 mil.
A Citroën espera aumentar a demanda do modelo para até 1 mil unidades por mês, com 70% do mix composto pela THP flex.

Duas associações de distribuidores de veículos elegeram na sexta-feira, 5, novas diretorias: a Acav, Associação Brasileira dos Concessionários MAN Latin America, e a Abracaf, Associação Brasileira dos concessionários de Automóveis Fiat.
A Abracaf, por sua vez, reelegeu Guido Viviani como seu presidente para o mandato 2015-2016. O dirigente é titular da Viviani Veículos, de Rio Claro, SP, e no mandato 2013-2014 sucedera Luiz Romero Farias, titular da Blumare, de Maceió, AL, que também ocupou o cargo por dois mandatos.
O Conselho Superior será formado por Ricardo Reimer, do Grupo Schaeffler, Norberto Klein, da Fiat Chrysler, João Carlos Pimentel, da Ford, Francisco Nigro, da Secretaria de Desenvolvimento do Estado de São Paulo, Reinaldo Muratori, da Mitsubishi, Mauro Ekman Simões, da MAN Latin America, Horacio Forjaz, Mário Guitti, do IQA, Vicente Abate, da Abifer, Antonio João Carmesini, da Embraer, Ricardo Gomes, da GKN Driveline, Ricardo Martins, da Hyundai, Gerson Fini, da Bosch, Celso Simomura, da Toyota, Luis Pasquotto, da Cummins, Paulo Alleo, da MAN Latin America, e Amaury Rossi, da Eaton.


Estamos quase todos retornando ao trabalho após um curto e merecido descanso de 15 dias. E voltamos já com algumas boas notícias. A primeira delas é que finalmente o difícil 2014 ficou para trás oficialmente na semana passada e estamos iniciando uma nova temporada de boas aventuras.




