São Paulo – A produção de caminhões registrou em agosto seu melhor maior volume mensal desde fevereiro de 2014. Saíram das linhas de montagem 15 mil unidades, alta de 1,1% na comparação com julho e de 111% com relação a agosto do ano passado, segundo divulgou a Anfavea na quarta-feira, 8. Foi, também, o melhor resultado para agosto desde 2013.
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Produção de ônibus segue com volumes baixos
São Paulo – Segmento mais afetado pela pandemia de covid-19 na indústria automotiva, os fabricantes de ônibus seguem com as maiores dificuldades para retomar os volumes. Em agosto a produção foi de 1,5 mil unidades, praticamente estável ante julho, com leve recuo de 1,5%. Na comparação com agosto de 2020 houve aumento de 11,9%, de acordo com os dados divulgados pela Anfavea na quarta-feira, 8.
São Paulo perde espaço nas vendas de veículos com aumento do ICMS
São Paulo – Estado com maior participação nas vendas de veículos no Brasil, São Paulo vem perdendo terreno em 2021. Desde janeiro o ICMS que incide nos veículos vendidos nas concessionárias paulistas, tanto novos como usados, foi reajustado. Um novo aumento ocorreu em abril e a conta, segundo o presidente da Anfavea, Luiz Carlos Moraes, foi repassada ao consumidor.
Por falta de semicondutores produção é a menor em doze meses
São Paulo – Saíram das linhas de montagem 163,6 mil automóveis, comerciais leves, caminhões e chassis de ônibus em julho, o menor volume mensal produzido no ano, segundo dados da Anfavea divulgados na sexta-feira, 6. Foi, também, a mais baixa produção desde junho de 2020, quando havia medidas mais rigorosas de restrição por causa do coronavírus e algumas fábricas ainda não tinham retornado da quarentena.
Em ônibus julho teve a pior produção desde 1999
O segmento de ônibus é o que mais sofre com a pandemia do novo coronavírus e a necessidade de isolamento social. Por se tratar de veículo coletivo, a demanda caiu drasticamente e, no mês passado, saíram das linhas de produção 1 mil 533 unidades, queda de 5,5% na comparação mensal e de 4,2% na anual. De acordo com a Anfavea, que realizou divulgação de dados nesta sexta-feira, dia 6, foi o pior julho desde 1999
Produção de caminhões registra maior volume desde 2013
Santo André, SP — A pujança do agronegócio e da mineração brasileiros, aliada à maior demanda trazida pelo e-commerce, que passou a ocupar posição de destaque na economia com a pandemia de Covid, segue aquecendo a demanda por caminhões. Tanto que de janeiro a julho foram produzidos 89,5 mil, alta de 115% ante igual período em 2020. Trata-se do melhor acumulado do ano desde 2013.
Estoques estão nos níveis mais baixos da história
São Paulo – A indústria fechou julho com um dos piores níveis de estoque desde que a Anfavea começou a medir o índice: 85,1 mil veículos ocupavam os pátios das montadoras e concessionárias, contra 93 mil veículos ao fim de junho. O volume consegue abastecer por quinze dias a demanda atual do mercado, que já está reduzida por causa da falta de oferta de veículos.
Falta de semicondutores reflete nas exportações
São Paulo — Os reflexos da falta de semicondutores e outros componentes eletrônicos começam a ser sentidos também nos embarques de veículos para outros países. O movimento já era esperado, segundo Luiz Carlos Moraes, presidente da Anfavea: embora os mercados vizinhos estejam aquecidos as fabricantes brasileiras não estão conseguindo atender a demanda da região.
Novas projeções Anfavea: automóveis para baixo, comerciais para cima.
São Paulo – A Anfavea revisou, após o fechamento do primeiro semestre, suas projeções de produção, vendas e exportações de veículos para 2021. Assim como na Fenabrave houve um ajuste geral para baixo, muito por causa do segmento de automóveis, o mais volumoso e, portanto, o que mais sofre com a crise de desabastecimento de semicondutores.
Dificuldades com semicondutores seguirão por ao menos mais um ano
São Paulo – Um estudo da BCG, Boston Consulting Group, divulgado pela Anfavea na quarta-feira, 7, indica que as dificuldades de abastecimento de semicondutores para a indústria automotiva permanecerão por ao menos mais um ano. A estimativa da consultoria é que a situação comece a se estabilizar apenas no segundo semestre de 2022.