São Paulo – Ainda que represente elevação de 31,4% na comparação com junho, as 174,5 mil unidades vendidas no mercado brasileiro em julho não representam fator de animação ou de demonstração de consolidação da retomada na visão do presidente da Anfavea, Luiz Carlos Moraes. O executivo vê com cautela os números: na média diária, por exemplo, o crescimento de um mês para o outro foi de 20%, de 6,3 mil para 7,6 mil licenciamentos/dia.
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Produção cresce em julho, mas setor corta empregos
São Paulo – A produção brasileira de veículos voltou a crescer em julho, na comparação com o mês anterior: os 170 mil 287 automóveis, comerciais leves, caminhões e chassis de ônibus que saíram das linhas de montagem no mês passado representam alta de 73% sobre junho, apesar da queda de 36% na comparação com julho do ano passado, quando foram produzidos 267 mil veículos.
Agronegócio puxa e produção de caminhões começa a se recuperar
São Paulo — As linhas de produção das fabricantes de caminhões instaladas no País começaram a apresentar desempenho positivo para atender pedidos anteriores à pandemia e as demandas futuras do agronegócio em julho. Segundo dados da Anfavea, divulgados na sexta-feira, 7, a produção no mês cresceu 22% ante a de junho por causa deste cenário, somando 6,8 mil unidades
Caminho da Escola segura venda de chassis, mas produção cai
São Paulo – A produção nacional de chassis de ônibus somou 1,2 mil unidades em julho, queda de 53,1% ante igual período do ano passado e, com relação a junho, o recuo foi de 10,7%, segundo os dados divulgados pela Anfavea. De janeiro a julho a indústria somou 10,2 mil unidades produzidas, volume 38,9% menor do que o registrado no acumulado de 2019.
Plano Safra e demanda global impulsionam vendas de máquinas
São Paulo — O setor de máquinas agrícolas e rodoviárias somou 4,5 mil unidades vendidas em julho, alta de 14,4% na comparação com o mesmo mês do ano passado. Foi o melhor volume para o mês desde 2018, segundo a Anfavea, que divulgou os dados na sexta-feira, 7. Com relação a junho a expansão foi de 15,6% e no acumulado de janeiro a julho a indústria recuperou a queda registrada em meses anteriores e registrou crescimento de 1,3% ante igual período do ano passado.
Julho terá resultado mais realista, acredita Luiz Carlos Moraes
São Paulo – Julho será o primeiro mês em que o mercado brasileiro mostrará efetivamente qual é o atual patamar de vendas pós-pandemia. A opinião é do presidente da Anfavea, Luiz Carlos Moraes. “O efeito do represamento de emplacamentos dos meses anteriores observado em junho deve deixar de existir ou ser muito menor em julho, o que nos dará uma referência mais concreta.”
Tendência de recuperação do mercado doméstico é em Nike
São Paulo – As estimativas apresentadas pela Anfavea para o mercado doméstico no médio a longo prazo convergem com o que foi debatido e apresentado por líderes do setor na semana passada no Seminário AutoData Megatendências do Setor Automotivo – A Revisão das Perspectivas 2020: os volumes de 2019 só retornarão, na melhor das hipóteses, em 2025.
Produção deverá cair 45% em 2020, calcula Anfavea
São Paulo – A Anfavea revisou suas projeções para 2020 no que diz respeito à produção, exportações e máquinas agrícolas. Os novos índices foram apresentados em coletiva à imprensa realizada de forma virtual na segunda-feira, 6. No mês passado a associação revira apenas um índice, o de vendas ao mercado interno, que passou para queda de 40%, a 1 milhão 675 mil unidades, ante avanço de 9%, ou 3 milhões 50 mil, estimado em janeiro. Agora os novos volumes esperados para produção apontam retração de 45% ante o resultado do ano passado, para 1 milhão 630 mil unidades. No início do ano a previsão apontava avanço de 7,3%, para 3 milhões 160 mil.
Produção cai pela metade e emprego acende sinal amarelo piscante
São Paulo – Na última queda do mercado doméstico, decorrente da crise em 2014 a 2016, as exportações em alta ajudaram a segurar um pouco o ritmo das linhas das fábricas, suavizando a queda na produção. Este cenário não se repete nesta crise decorrente da pandemia: as linhas de montagem de veículos, já calibradas para acompanhar o mercado interno na retomada pós-paralisações, registraram neste primeiro semestre queda até maior do que as vendas internas: 50,5%, para 729,5 mil unidades, ante 808,8 mil licenciamentos, recuo de 38,2% no período. “Perdemos volume equivalente a três meses de produção”, disse Luiz Carlos Moraes, presidente da Anfavea, em videoconferência de apresentação dos resultados na segunda-feira, 6.
Emplacamentos represados inflaram em 30% resultado de junho
São Paulo – Dos 132,8 mil automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus licenciados em junho, em torno de 30 mil foram veículos comercializados em abril e maio e não emplacados por causa do fechamento dos Detran durante a fase inicial da pandemia. A estimativa foi divulgada por Luiz Carlos Moraes, presidente da Anfavea, na segunda-feira, 6, com base em um levantamento conduzido em parceria com a Fenabrave.