São Paulo — O aplicativo Meu Volkswagen alcançou mais de 106 mil downloads e 3,4 mil agendamento de serviços online, informou a companhia que aposta cada vez mais em serviços digitais e online para melhorar o atendimento dos seus clientes.
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São Paulo — O aplicativo Meu Volkswagen alcançou mais de 106 mil downloads e 3,4 mil agendamento de serviços online, informou a companhia que aposta cada vez mais em serviços digitais e online para melhorar o atendimento dos seus clientes.
São Paulo – A indústria automotiva mostra sinais de que precisa buscar modelos de negócios alternativos ao tradicional produz-monta-vende que, dizem, está com os dias contados no futuro da mobilidade. Das casas matrizes na Europa, Ásia e Estados Unidos as notícias que chegam indicam que o caminho escolhido pelas fabricantes não é outro senão, por fim, ouvirem o que startups têm a dizer – e não o contrário.
Santiago, Chile – O pódio acima pode ter sido o último no Chile. Desde esta segunda-feira, 20, acabou o contrato da cidade de Santiago com a Fórmula-E, que durante três anos realizou a prova de monopostos elétricos por aqui. Até julho, quando será anunciado o calendário 2020/2021 espera-se que Santiago continue recebendo uma etapa. Há também a expectativa da entrada do Brasil no calendário, porém as razões para que duas cidades da América do Sul tenham a sua corrida com elétricos são totalmente distintas.
Las Vegas, Nevada – Já faz algum tempo que a Ford tem direcionado esforços para áreas que não apenas o desenvolvimento e a produção de veículos. Tapete para ajudar cadeirantes a chegar às calçadas e até uma tecnologia que evita a invasão de dorminhocos espaçosos numa cama de casal são alguns dos exemplos. Claro, há também muita coisa diferentona para o veículo, como uma tecnologia que evita que insetos sejam atropelados pelos carros, uma solução que contribuirá para os sensores dos futuros dos carros autônomos.
Las Vegas, Nevada – As tradicionais fabricantes de veículos também atacam o mundo da tecnologia com soluções que prometem transformar a mobilidade nos próximos anos. Quase todas as expositoras da CES, Consumer Eletronic Show, em Las Vegas, como Ford, Toyota, Honda, Audi, Nissan, FCA e Mercedes-Benz, apostam principalmente em veículos elétricos e em novas soluções embarcadas nesses produtos.
Las Vegas, Nevada – A agitação e a correria das pessoas pelos corredores do pavilhão Norte do Centro de Convenções na terça-feira, 7, dava a impressão de que todos estavam em busca da nova tecnologia do futuro, a nova ideia disruptiva de US$ 1 bilhão. A Consumer Electronics Show, ou CES 2020, maior feira de tecnologia do mundo, é tudo isso e muito mais. A indústria automotiva, por exemplo, invadiu a exposição, ocupando boa parte do pavilhão Norte. Mas outras empresas também estão expondo aqui tecnologias, equipamentos e soluções que antes eram exclusividade das empresas dedicadas apenas ao setor automotivo.
São Paulo – O Grupo Schaeffler fechou acordo com a ABT e-Line para colaboração estratégica no sentido de desenvolver soluções para veículos comerciais leves de até 3,5 toneladas, de início para o Grupo Volkswagen – que contratou a ABT para eletrificar seus modelos, como o T6 e o Caddy, na Europa.
São Paulo – A concessionária TransRio digitalizou seu sistema de vendas e de visitas a clientes com o uso da tecnologia CRM, sistema de gestão de vendas e de relacionamento desenvolvido e fornecido pela Syonet. Segundo Christian Hahn, diretor geral da TransRio, o novo sistema trouxe uma série de benefícios:
Gotemburgo, Suécia – Além dos caminhões para carga de 16 a 27 toneladas 100% elétricos que já estão sendo encomendados na Europa, a Volvo realizou uma prova de condução com os protótipos dos veículos pesados que ainda não têm data para serem lançados, mas estão bem próximos do mercado.
Gotemburgo, Suécia – A corrida pelo transporte limpo de emissões começou e muitas iniciativas das fabricantes estão em testes finais para a produção em série. Em 2020 teremos muitos modelos de caminhões rodando e estradas e cidades europeias – e, também, no Brasil. Trata-se de um movimento sem volta e que, neste momento, suscita algumas discussões sobre pontos até então pouco abordados na estratégia de eletrificação das empresas. Por exemplo: as emissões de CO2 na produção e utilização de energia elétrica podem melhorar? E no caso das baterias? A matriz energética para sua produção também causa impacto no meio ambiente?