São José dos Pinhais, PR – A Renault Geely adicionou R$ 2 bilhões ao seu atual ciclo de investimentos, totalizando R$ 5,8 bilhões de 2025 a 2027. Este novo aporte da parceria da francesa com a chinesa no País trará uma série de novidades, como a nova plataforma Global Intelligent Electric Architecture, GEA, para a produção de um novo produto Renault eletrificado em 2027.
“O Brasil é um dos pilares do plano Futuready porque é uma das regiões com grande potencial de crescimento. Este investimento reforça o compromisso desta parceria, que acelera a utilização das novas tecnologias no País”, afirmou Fabrice Cambolive, CEO da marca Renault e chairman do board da Renault Geely do Brasil.
Cambolive anunciou a novidade em evento que contou com a presença, também, de François Provost, CEO da Renault, e de Victor Yang, vice-presidente sênior do Geely Holding Group. O anúncio feito na linha de montagem também marcou o início da produção do Geely EX5 EM-i. Seu lançamento está previsto para até o fim do ano.

“Iniciamos a produção completa de um veículo aqui no Brasil, com montagem da carroceria e pintura, dentre todos esses novos processos”, contou Ariel Montenegro, presidente da RGdB para o Brasil.
Outra novidade é a confirmação da produção do Geely EX2, hatch 100% elétrico baseado na plataforma GEA, para dezembro.

Os executivos das duas empresas afirmaram que, mesmo com o início de produção completa, trabalham no incremento da localização destes novos produtos, inclusive com tecnologias eletrificadas. Neste sentido a RGdB confirmou o início da produção da tecnologia Renault Hybrid E-Tech 4×4 flex fuel no Brasil, em 2027.
“Nosso trabalho não será apenas construir carros no Paraná, mas contribuir com a Renault na distribuição e vendas, outra ação importante deste negócio”, observou Victor Yang. “Não se trata apenas de qualidade, velocidade e novas tecnologias e produtos: queremos oferecer o melhor em toda a jornada do cliente.”
Em novembro de 2025 a RGdB anunciou seu primeiro investimento de R$ 3,8 bilhões no Brasil para preparar a fábrica para os dois produtos Geely e o novo Renault e para desenvolver todo o modelo de negócios desta joint-venture que tem 26,4% de participação da marca de origem chinesa.























