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SAE 4Mobility nasce para transformar conhecimento em projetos

São Paulo – No ano em que celebra seus primeiros trinta anos de existência a SAE Brasil inaugurou na terça-feira, 22, seu instituto de ciência e tecnologia direcionado à indústria da mobilidade. O SAE 4Mobility surge para, segundo o presidente da SAE Brasil Camilo Adas, “transformar o conhecimento acumulado nestes anos em projetos estruturantes para fortalecer o Brasil no jogo internacional”.

São Paulo – No ano em que celebra seus primeiros trinta anos de existência a SAE Brasil inaugurou na terça-feira, 22, seu instituto de ciência e tecnologia dedicado à indústria da mobilidade. O SAE 4Mobility surge para, segundo o presidente da SAE Brasil, Camilo Adas, “transformar o conhecimento acumulado nestes anos em projetos estruturantes para fortalecer o Brasil no jogo internacional”.

A ideia é trabalhar integrado a diversos outros ICTs espalhados pelo País, dos quais nenhum tem o foco total na indústria da mobilidade, e colocar e ajudar a tirar do papel projetos importantes e relevantes para o futuro. Além de mentoria o SAE 4Mobility trabalhará em busca de financiamentos, por meio de linhas já existentes em diversas outras instituições, como Embrapii, Senai, Fundep, Finep e BNDES.

Foi no início do Rota 2030 que o diretor presidente do SAE 4Mobility, Erwin Franieck, entendeu a necessidade de um ICT dedicado à mobilidade. Embora o programa governamental tenha como objetivo o setor automotivo, a gestão dos recursos e projetos ficou a cargo de instituições relevantes, mas sem o foco na indústria automobilística.

“Não queremos competir com essas instituições”, alertou Franieck. “O 4Mobility vai integrar esse ecossistema, trabalhar ao lado de outros ICTs, com o foco na mobilidade.”

Segundo ele há muitos recursos disponíveis, por causa do Rota 2030, mas ainda há poucos projetos sendo tirados do papel.

Assim como a SAE Brasil o seu instituto, 4Mobility, não será limitado à indústria automotiva, mas a toda a cadeia de mobilidade – está sob seu alcance, portanto, os mundos aeronáutico e ferroviário, por exemplo. De início foram estruturados quatro núcleos de trabalho, que poderão crescer em número de acordo com o desenvolvimento do instituto: integração digital, biocombustíveis, nanotecnologia com foco em grafeno e STEM.

Cada núcleo terá um diretor e representantes regionais. O instituto terá sede na avenida Paulista, junto à SAE Brasil, e seu presidente e um de seus idealizadores, Franieck, é um dos mais entusiasmados com o projeto.

Foto: fanjianhua/Freepik.

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