Em destaque

Fornecedores também retornarão ao trabalho na Ford Camaçari

São Paulo – Após nova reunião na manhã da sexta-feira, 19, a Ford e o Sindicato dos Metalúrgicos de Camaçari definiram o retorno dos trabalhadores contratados por fornecedores instalados dentro do Complexo administrado pela companhia na cidade baiana a partir da segunda-feira, 22 – mesmo dia em que retornam os metalúrgicos da Ford.

São Paulo – Após nova reunião na manhã da sexta-feira, 19, a Ford e o Sindicato dos Metalúrgicos de Camaçari definiram o retorno dos trabalhadores contratados por fornecedores instalados dentro do Complexo administrado pela companhia na cidade baiana a partir da segunda-feira, 22 – mesmo dia em que retornam os metalúrgicos da Ford.

A Ford confirmou, por meio de nota, o acordo fechado com os sindicatos da Bahia e de Taubaté, em São Paulo, que também retornam às linhas na próxima segunda-feira, 22. "Também faz parte dos acordos a continuidade das negociações diretamente com a Ford, com um cronograma de reuniões semanais. A partir de agora a Ford trabalhará junto às entidades sindicais de cada localidade para organizar o retorno dos empregados às atividades”. 

Segundo o sindicato baiano Ford convocará quatrocentos trabalhadores para voltar ao trabalho até maio em Camaçari. Os parceiros instalados na unidade seguirão cronograma já definido: 340 trabalhadores no primeiro mês, 327 no segundo mês, 189 no terceiro mês e 31 no quarto mês. 

Dentro do Complexo Ford em Caçamari estão instaladas, de acordo com o sindicato, Benteler, Ferrolene, Faurecia, Moura, Sodecia, TPC, Autometal, Flex, Yazaki e Acument.

Uma solicitação do sindicato, já atendida, de acordo com Júlio Bonfim, seu presidente, é a convocação apenas de funcionários que não fazem parte do grupo de risco da covid-19: "Também pedimos que seja realizado um teste, independentemente do tipo, em todos os trabalhadores que retornarão".

Outro ponto definido na reunião foi o prazo de negociação de sindicato com montadora, que se estenderá por mais noventa dias, inicialmente, mas que pode aumentar caso as partes não cheguem a um acordo, segundo Bonfim:

"Seguiremos lutando pelas nossas condições indenizatórias e reparatórias. Queremos que a empresa cumpra o acordo de estabilidade de 36 meses que já foi assinado e que use para sua base de cálculo".

Foto: Divulgação.

vwco

Notícias relacionadas

vwco
vwco

Receba as principais notícias do setor automotivo diretamente no seu WhatsApp.

Receba diariamente as principais notícias do setor automotivo, análises de mercado e tendências da indústria no seu e-mail corporativo.

vwco