São Paulo – A Volkswagen Caminhões e Ônibus fechou acordo para a venda de 1 mil 350 caminhões para a Vamos, braço de locação do Grupo JSL. É, segundo Ricardo Alouche, seu vice-presidente de vendas e marketing e pós-vendas, o maior negócio para um único cliente na história da companhia. “As entregas serão feitas de agosto a dezembro, algumas unidades já foram faturadas. São modelos de todo o portfólio Volkswagen, desde os Delivery Express até os cavalos mecânicos de 420 cavalos, incluindo modelos 6×4 fora de estrada”.
Leandro Alves
Localização e marketplace, dois caminhos para as autopeças
São Paulo — Passados cerca de cinco meses do início da crise instaurada pela pandemia da covid-19, o setor automotivo ainda busca dimensionar novos mercados e novas projeções. Ainda são poucos os que se arriscam a construir ponto de vista mais firme sobre a retomada, mas ganha força hipótese de que o nível anterior à pandemia será alcançado em até cinco anos.
Executivos debatem mercado latino-americano no Congresso AutoData
São Paulo – A AutoData Editora prorrogou até a sexta-feira, 21, o preço especial de inscrição para o 2º Congresso AutoData de Negócios da Indústria Automotiva Latino-Americana, que ocorrerá em formato totalmente online de 31 de agosto a 4 de setembro. Esse desconto especial, de 30%, reduz o preço a R$ 693 e dá acesso a cinco dias de palestras e debates com presidentes de montadoras, entidades e executivos do setor que traçarão o cenário do mercado regional, bem como suas projeções.
Meritor desenvolve tecnologia para diferencial autoblocante
São Paulo – A engenharia local da Meritor desenvolveu um diferencial autoblocante que segue em fase de testes até outubro e chegará ao mercado OEM, como opcional, a partir de 2021. O Meritor Auto-DCDL é uma unidade de controle eletrônica que é acoplada ao próprio diferencial e permite o bloqueio automático do sistema. Segundo a companhia, pode ser instalado em qualquer eixo da marca que, atualmente, conta com o sistema mecânico.
Faturamento da Empresas Randon recua 15%
São Paulo – A Empresas Randon alcançou receita líquida de R$ 2,1 bilhões no primeiro semestre, recuo de 15,3% com relação ao mesmo período de 2019. Balanço financeiro divulgado na noite de quinta-feira, 13, apontou EBTIDA consolidado de R$ 261 milhões no período, com margem de 12,4%. O desempenho foi considerado “importante para os negócios da companhia em meio aos desafios do cenário da pandemia de covid-19”.
Ford recebeu 165 mil pedidos pelo Bronco
Clientes depositaram US$ 100 e fizeram a pré-reserva nos Estados Unidos
Goiânia ganha concessionária Porsche
Grupo Eurobike é parceiro no Porsche Center, inaugurado na segunda-feira, 17
V-Drive chega às revendas Nissan
São Paulo – O Versa produzido em Resende, RJ, chega às revendas Nissan com novo nome: V-Drive. O reposicionamento do sedã foi a alternativa encontrada pela companhia para manter dois Versa no mercado: a antiga carroceria, com produção nacional, e a nova geração, que chegará importada do México no último trimestre.
Daimler pagará US$ 1,5 bilhão de multa por dieselgate
Acordo foi firmado com autoridades dos Estados Unidos
Para não precisar pedir crédito tributário a solução é não gerá-lo
São Paulo – O acúmulo de créditos tributários nas mais variadas esferas governamentais é um problema de anos e sem perspectiva, no curto prazo, de resolução para a indústria, em especial a automotiva. A Anfavea calcula que há mais de R$ 25 bilhões em créditos acumulados represados para o setor, referentes às mais diversas espécies de transações, que seriam muito bem-vindos no cenário de restrição no fluxo de caixa gerada pela pandemia de covid-19. A entidade já colocou na mesa do governo diversas propostas para receber de volta esses impostos pagos a mais, todas sem sucesso. “É uma questão que só deverá ser resolvida no longo prazo, com a reforma tributária”, analisa Paulo Paiva, vice-presidente do segmento automotivo da Becomex, consultoria especializada nas áreas fiscal, tributária e aduaneira. “Enquanto isso a indústria precisa buscar soluções diferentes para amenizar o problema no curto e médio prazo”.