Grupo ABG marca presença nos principais lançamentos de 2025

O Grupo ABG atua no segmento automotivo com soluções que representam um portfólio completo para atender a diversas indústrias, especialmente a automotiva. O rol de produtos da companhia inclui rodas em alumínio, estruturas de bancos, conjuntos de aço estampados e soldados, peças técnicas em alumínio injetado, peças em polímeros injetadas e sopradas, peças usinadas, conjuntos montados, peças eletrônicas para motores e extintores de incêndios.

Com uma abrangência ímpar no mercado OEM, a companhia atende aos principais mercados de montadoras e sistemistas, tanto para veículos leves como comerciais, ônibus e pesados, assim como equipamentos de construção, agrícolas e até empilhadeiras. Levando em consideração modelos novos e reestilizações, são aguardados mais de 50 lançamentos entre julho e dezembro de 2025, dos quais muitos deles terão produtos feitos pela ABG.
Ao anunciar cinco lançamentos de uma só vez, a Chevrolet destacou a nova Tracker, que conta com a participação da Neo Rodas (empresa do Grupo ABG especializada em rodas de alumínio) e Neo Polímeros (unidade voltada a soluções plásticas para indústria automotiva). Entre as reestilizações da Fiat, estão o Cronos, Pulse e Fastback. Ambos contam com rodas desenvolvidas e fornecidas com exclusividade pela Neo Rodas, bem como as versões Abarth de Pulse e Fastback.

Previsto para novembro, um dos lançamentos da montadora japonesa Honda é o New WR-V que, além de contar com peças Neo Polímeros, também recebe peças desenvolvidas pela Neo Parts – braço do Grupo ABG destinado a injetados em alumínio por alta pressão e usinados. A Renault trará, neste semestre, o seu novo SUV médio, o Boreal, outro modelo a contar com soluções Neo Polímeros. E o Yaris Cross é o SUV compacto da Toyota com motor híbrido, que também recebe peças fornecidas por Neo Rodas e Neo Polímeros.

Ainda no final do primeiro semestre, o grande lançamento da Volkswagen, o Tera, repercutiu enormemente como sucesso comercial. O carro também é um dos modelos que mais tem participação de unidades do Grupo ABG: além da participação de peças em alumínio Neo Rodas e plásticas Neo Polímeros, ele conta com controles eletrônicos de aceleração, popularmente conhecidos como corpo de borboleta ou ETC, produzidos com exclusividade pela Neo PWT. Além do Tera, T-Cross Extreme, Nivus GTS e Taos são equipados com rodas de alumínio da Neo Rodas. A lista é longa. A ABG também está presente nos novos Nissan Kicks e Hyundai Creta.

“Nosso compromisso é atender profundamente as necessidades dos nossos clientes e trazer a eles a melhor solução”, destaca o presidente do Grupo ABG, Alexandre Abage. “Por isso, temos como pilares do nosso crescimento sustentável a alta capacidade produtiva das nossas unidades, o crescimento acima do mercado e a excelência da nossa gestão operacional, entre outros valores. A cada ano, ampliamos nossa presença no mercado, firmando novas parcerias e participando ainda mais dos novos lançamentos da indústria”, reafirmou.

Foto: Divulgação Grupo ABG

Mobensani projeta duplicar fatia de mercado até 2030

Guarulhos, SP – A Mobensani, fabricante de peças em metal borracha para suspensões com foco no mercado de reposição, há quinze anos vem ampliando seu faturamento em dois dígitos. Este ano, apesar das incertezas macroeconômicas, não será diferente. Houve redução da projeção de alta de 27% no primeiro semestre para 22%, mas, ainda assim, trata-se de expressivo crescimento. 

Simone de Azevedo Franzo, CEO de estratégias e sócia da empresa de autopeças instalada no bairro de Bonsucesso, em Guarulhos, justificou a revisão como efeito indireto do cenário econômico: “Cinco grandes clientes nossos diminuíram o estoque médio de noventa para sessenta dias, e por isto revisamos a projeção dada anteriormente, durante a Automec”.

Simone de Azevedo, CEO de estratégias da Mobensani
Simone Franzo, CEO de estratégias da Mobensani. Foto: Divulgação.

Até junho, a propósito, o crescimento acumulado é de 30%, sendo que somente os lançamentos realizados recentemente representam 8% das vendas, contou o gerente comercial Júnior Santana. Ou seja: há mais veículos na frota circulante e, de acordo com ele, muita gente ainda faz apenas a primeira revisão na concessionária e as demais em oficinas mecânicas.

“Apesar do inevitável reflexo da crise econômica marcada pela alta dos juros a expansão da Mobensani está bem acima do mercado, de 8% a 10%”, disse Santana. A empresa se descola da média, acredita, por causa do foco em itens dedicados à suspensão e freio, essenciais, portanto, à segurança veicular, o que é facilitado pelas condições precárias de estradas e pela desaceleração da venda de veículos 0 KM, o que reforça a manutenção de usados.

É aí que mora a estratégia da fabricante de 3 mil itens como coxins de câmbio, coifas de amortecedor e buchas de suspensão que atendem ao aftermarket de carros de passeio, caminhonetes e VUCs.

Hoje com fatia de 32% do mercado a Mobensani tem como seus principais concorrentes a Sampel e a Axios, com fatias semelhantes, restando menos de 10% para os produtos importados que, segundo Carvalho, oferecem garantia de três meses contra de um ano da fabricante nacional.

No ano passado a participação de mercado era de 28% e, em 2030, a ousada meta é responder por 65%, ou seja, dobrar sua fatia:

“Também dobraremos o tamanho da empresa nos próximos cinco anos”, afirmou Azevedo Franzo. “Uma das nossas principais concorrentes, mais conhecida globalmente, tem apenas quinhentos itens no portfólio do segmento em que trabalhamos. Então a ideia é realmente trabalhar para ganhar seu mercado”.

Como consequência o faturamento, para o qual o plano é que alcance R$ 500 milhões até o fim do ano, deverá também dobrar rumo ao seu primeiro bilhão nos próximos cinco anos, quando a história da empresa completará 65anos, sendo 43 na família Azevedo.

Amir de Azevedo, presidente da Mobensani. Foto: Soraia Abreu Pedrozo.

É preciso sempre estar um passo à frente

Sobre o plano aplicado para crescer dois dígitos por ano o presidente Amir de Azevedo – sócio de grupo que, em 1987, adquiriu a empresa –, químico de formação e criador da fórmula da borracha usada em seus produtos, que tem sua primeira etapa processada pela Zanaflex, disse que neste meio não há espaço para acomodação, e é preciso sempre estar à frente da concorrência.

“Se eu não lançar o meu concorrente lança. E então eu começo a perder mercado”, observou o empresário de 84 anos que acompanha de perto todo o processo produtivo e pelas mãos de quem passa todo novo item antes de ser fabricado. Por ano a empresa realiza média de 130 lançamentos.

Nas palavras de sua filha, Simone, “o mercado de reposição é muito rápido, e nós também”. A opção da empresa por não fornecer a montadoras, mas somente ao aftermarket, se baseia na premissa de pulverizar ao máximo os clientes e evitar concentrações e, “por isto dizemos que o ramo em que trabalhamos é o último a entrar em crise e o primeiro a sair dela”.

Durante visita à linha de produção da Mobensani na quarta-feira, 23, o engenheiro de vendas Diego Barco contou que a fabricante compra peças originais nas concessionárias e as testa até a fadiga para entender seu funcionamento. E, então, passa a produzi-la.

“Nós já temos o coxim do Citröen Basalt”, contou, referindo-se ao lançamento do SUV cupê realizado em outubro que já tem peças de reposição vendidas. O próximo passo é preparar-se para o Volkswagen Tera: “Se sabemos que tem potencial de venda nos antecipamos e fazemos o lançamento, e a rede compra”.

O plano, agora, é começar a estudar os veículos chineses que serão produzidos localmente, e ampliar a fatia de exportações, hoje em 5% da produção de 20 milhões de unidades – cujo objetivo é ampliar para 25 milhões este ano – para 10% em dois anos.

O gerente comercial contou que a empresa tem o plano de expandir os horizontes para além do Mercosul e México e exportar para os Estados Unidos, o que pode incluir, futuramente, planos de montar um centro de distribuição na Flórida: “Com o tarifaço, porém, por um lado o país voltou os olhos para outros fornecedores, inclusive os brasileiros, mas, por outro, com esta promessa de sobretaxação de 50% nos nossos produtos a partir de agosto, congelamos estes planos.”

Júnior Santana, gerente comercial da Mobensani. Foto: Soraia Abreu Pedrozo.

“Fazer o que sabemos fazer”

Parte dos resultados da Mobensani também se baseia no fato de, além de investir constantemente em melhorias e automação – somente este ano está sendo feito aporte de R$ 25 milhões –, se concentrar em fazer no que tem know-how: “Temos de fazer o que sabemos fazer”, disse o patriarca dos Azevedo, que divide seu tempo pela fábrica e por sua fazenda produtora de café em Guaxupé, MG.

O produto hoje é dedicado à exportação e também ao abastecimento da fábrica, além de presentear fornecedores e clientes. Além de render recursos para investir na empresa de autopeças. E faz parte dos planos de Simone levá-lo ao varejo ainda no segundo semestre.

Durante a visita à fabrica saltou aos olhos a quantidade de mulheres na linha de produção, em todos os setores, não só nas áreas de montagem, embalagem e expedição mas também na vulcanização, ferramentaria e estamparia. Dos 578 funcionários 30%, ou 174, são mulheres.

Ao completar cinco anos Kinto quer dobrar de tamanho no Brasil

São Paulo – A Kinto, empresa de mobilidade do Grupo Toyota, que oferece serviços de gestão de frotas e assinatura de veículos, completou em julho cinco anos no Brasil. Criada no Japão, no início de 2019, a marca global passou a ser replicada a outros países – agora está presente em cinquenta, dezesseis na América Latina – e iniciou as atividades por aqui em meio à pandemia, com apenas três pessoas. 

Hoje emprega 120 funcionários na região. E nos próximos três anos pretende dobrar este número, proporcional ao volume de carros alugados. Em entrevista à Agência AutoData o CEO da Kinto no Brasil, Roger Armellini, contou que ao longo destes cinco anos foram locados 16 mil veículos para 2,5 mil clientes. E que, embora para 2025 seja aguardada estabilidade por causa do cenário macroeconômico de juros elevados, a partir de 2026 é projetada a retomada do crescimento.

Maior cliente de vendas diretas da Toyota a Kinto responde por 2% de todos os negócios desta modalidade da montadora, porcentual que deverá chegar a 10% até 2030. Está contabilizado nessa matemática o crescimento da participação de veículos híbridos dos atuais 15% para 60%. Confira a entrevista na íntegra abaixo.

Qual é o balanço feito pela Kinto dos cinco anos de atividades no Brasil?

Há dois fatos importantes a serem destacados e um deles é o crescimento mais rápido do que esperávamos. Começamos no meio da pandemia mas a demanda surpreendeu desde o início, talvez pelo fato de o Brasil já ter um mercado grande de gestão de frota. O que foi um desafio, pois começamos do zero, não tínhamos este tipo de serviço, embora a Toyota tenha experiência em outros lugares, como a Austrália, que conta com quase 200 mil carros em operação e gestão de frota, e na Europa, com 300 mil carros. Outro fato é que estamos conseguindo entregar a mesma qualidade que dedicamos a nossos veículos: pela primeira vez, e por dois trimestres consecutivos, conseguimos uma pontuação de NPS, Net Promoter Score, que é o índice interno de satisfação do cliente, acima de 94 pontos, com tendências positivas de subir. Ele mensura a negociação comercial e o recebimento do carro, o relacionamento durante o contrato e a devolução do veículo de zero a cem. Estamos muito felizes em completar cinco anos chegando ao que era um nosso sonho de ser referência em atendimento ao cliente.

Quantos veículos foram alugados no período e quais os perfis de clientes mais presentes?

Ao longo destes cinco anos já entregamos 16 mil veículos para 2,5 mil clientes, o que também nos surpreendeu. Desde o começo nossa intenção foi começar com clientes pequenos e médios, até pela complexidade do serviço de gestão de frota. Hoje temos um perfil de cliente bastante distinto daquele com que iniciamos, de grande porte, com trezentos carros, caso do UPL, e de duzentos, como Klabin, Bradesco e Origem Energia. Mas o nosso maior cliente em quantidade de carros na América Latina está na Argentina, é a Pecom, do ramo de óleo e gás, tem quase seiscentos veículos. Este não era o nosso alvo no princípio da operação, mas eles foram chegando de forma orgânica. Dos principais segmentos posso citar agronegócio, serviços pesados, construção, energia, mineração, óleo e gás. O farmacêutico também está crescendo: fechamos recentemente contrato com a Asofarma que envolve seis países da América Latina, mas temos clientes menores aqui também. Nos de pequeno e médio porte atendemos muita prestação de serviço, como entrega e informática. 

A maior parte dos clientes, portanto, é de pessoa jurídica. Qual a participação de pessoa física na Kinto?

Isto. Temos um produto para pessoa física, que ainda não escalamos, a assinatura de veículo, no qual registramos cerca de quinhentos contratos até hoje. É um mercado que acompanhamos de perto e estamos aguardando a melhora da questão macroeconômica, uma vez que ele depende muito de taxa de juros, de estabilidade econômica e, assim que houver melhora, pretendemos ampliar a participação. Por enquanto é um piloto. Todos os outros clientes, ainda que de um ou dois carros, são pessoa jurídica, para gestão de frota. Se dividirmos nossa frota 50% está com grandes corporações e os outros 50% são médios e pequenos clientes.

Quais os modelos com maior saída? 

Temos uma penetração muito boa do Yaris, que representa hoje mais ou menos a metade do nosso volume. A outra metade está dividida por Hilux e a linha Corolla, e uns 5% são de veículos premium, com frota de Lexus e RAV4, para atender principalmente diretorias, a exemplo da Vale.

O desafiador cenário macroeconômico, de juros nas alturas, como comentou, não acaba favorecendo a locação como opção à compra do 0 KM?

Mais ou menos, pois o mercado de locação vem tendo incremento significativo de tarifa, uma vez que os juros também influenciam na atividade. Todas as locadoras têm porcentual de empréstimo bancário para a compra dos carros. Então, de certa forma, isto acaba sendo repassado e todos tentam reduzir custos e melhorar processos para repassar o mínimo possível ao cliente. Mas não dá para absorver um salto de 2% ao ano na Selic, quando começamos a operação da Kinto, em 2020, para os atuais 15% ao ano. E o mercado de locação tem um outro agravante que é a questão do risco que, infelizmente, é grande para a atividade no Brasil por causa das tentativas de fraudes e roubo. Outro impacto indireto que sentimos é que toda vez que a taxa de juros sobe, impacta a economia como um todo, principalmente empresas pequenas e médias, que sentem a paulada no seu negócio, o que faz com que a capacidade financeira seja deteriorada. É preciso, portanto, lidar também com a inadimplência. O nosso índice é controlado, abaixo de 2%, mas não sei se é uma referência do mercado, talvez em operações ele esteja mais elevado.

Quantos veículos a Kinto alugou este ano e qual a expectativa para encerrar 2025? 

A projeção não é de ampliar muito a frota, até porque o custo disso é grande, com juros de 15% ao ano. Se formos analisar o mercado geral de gestão de frota e locação vemos uma redução no volume. O que temos na Kinto é a renovação desta frota, com a troca de carros um pouco mais antigos por modelos mais novos. Em 2025 devemos alugar mais ou menos uns 3 mil carros, o que é uma manutenção da frota circulante. Até agora nós locamos 1,6 mil carros. Nossa expectativa é que, conforme o Banco Central já sinalizou, diante do pico dos juros, haja tendência de queda, o que nos leva a crer que o mercado voltará a crescer a partir de 2026, com a redução da taxa já a partir de dezembro. Esperamos ampliar o faturamento em torno 5% este ano, o que se dá mais pelo aumento da tarifa provocado pelos juros e do preço do carro novo do que pelo maior volume. É que como nos primeiros quatro anos nossa expansão foi expressiva, sempre em dois dígitos, agora chegamos a uma estabilidade para depois voltar a crescer.

Que tendências a Kinto enxerga para o mercado brasileiro nos próximos cinco anos?

Temos como missão, dentro da Toyota, fazer parte da matriz de descarbonização. Vejo, então, a Kinto prestando papel importante na oferta de veículos com tecnologias alternativas às de combustão desenvolvidas pela montadora, pioneira no veículo híbrido. Temos o objetivo de aumentar cada vez mais a penetração desta tecnologia e de outras inovações, como protótipo da Hilux a biometano que apresentamos em alguns eventos recentemente do governo. O mesmo vale para o uso de telemetria para melhoria de processo, uma vez que todos os nossos veículos são conectados. Nos híbridos conseguimos mensurar até a emissão de carbono por meio da telemetria.

Como está a participação dos híbridos na carteira? E qual a projeção para os próximos cinco anos?

Hoje 50% da nossa base de clientes utilizam o Yaris. Ele ainda não oferece solução híbrida, mas se pegarmos a fatia de Corolla Cross e Corolla Sedan temos em torno de 15% de veículos híbridos locados. Em 2030 acredito que a maioria do nosso mercado será de híbridos, e este porcentual deverá subir a 60%.

Há investimentos em vista, com planos de expandir a operação no Brasil?

Estamos constantemente expandindo a operação com o objetivo de garantir este mesmo nível de atendimento. E quanto mais clientes temos maior a demanda com relação às pessoas. Como empresa de serviço precisamos de pessoas apesar do avanço da tecnologia. Por exemplo: a área de especialistas de frota expande proporcionalmente à quantidade de clientes. Cada cliente acima de dez veículos tem direito ao serviço de especialista de frota, que faz o acompanhamento da frota, resolve qualquer problema que tiver e, para fazer isto, usará dados para otimizar sua operação. Também estamos investindo em novos sistemas, pois estamos desenvolvendo os sistemas dentro de casa agora. Eu diria que a Kinto pode, nos próximos três anos, dobrar de tamanho, tranquilamente, quanto ao número de pessoas.

Hoje qual é a participação da Kinto na operação da Toyota no Brasil? É possível projetar quanto ela pode representar? 

A Kinto já é, hoje, o maior cliente de venda direta da Toyota. Mesmo sendo uma empresa do grupo, apartada, compra carros da marca. Acredito que à medida que este mercado for amadurecendo a participação tende a crescer. No ano passado a Toyota vendeu 200 mil carros no Brasil, e em torno de 2% disso foi o volume adquirido pela empresa. Em 2030 este porcentual deverá chegar a 10%. 

Aplicativo de recarga da BYD ganha mais 170 eletropostos com a chegada da YellotMob

São Paulo – A BYD anunciou que a YellotMob, empresa que atua no segmento de eletropostos, passa a integrar o seu ecossistema de recarga por meio do aplicativo BYD Recharge. Com a parceria o aplicativo passa a contar com mais 170 eletropostos disponíveis na região Centro-Oeste do País.

O aplicativo de recarga da BYD, assim, chega a 1,7 mil eletropostos disponíveis em todo o Brasil e por meio dele os clientes conseguem reservar vaga para recarga, acompanhar o avanço do carregamento em tempo real por smartphone, acessar cupons de descontos, acompanhar quantos quilos de CO2 seu veículo já deixou de emitir.

Grupo BMW usa reciclagem para avançar com economia circular em suas impressões 3D

São Paulo – O Grupo BMW avançou seus processos de economia circular iniciando o uso de pó residual gerado a partir da produção anual de milhares de componentes em impressoras 3D, que antes era descartado, junto com peças usadas trituradas para criar um fio plástico chamado de filamento. 

O filamento gerado a partir deste processo é enrolado em bobinas e pode ser utilizado para a produção de novos itens nas impressoras 3D, como ferramentas e dispositivos auxiliares que são usados na produção. 

O material é produzido em diversas fábricas do grupo no mundo, mas o novo processo de reciclagem ainda não chegou na unidade de Araquari, SC, e, segundo a companhia, ainda não tem previsão de ser usado no Brasil.

Toshitaka Honda é o novo diretor presidente da Niterra no Brasil

São Paulo – A Niterra anunciou Toshitaka Honda como novo diretor presidente para as suas operações no Brasil para os próximos cinco anos. O executivo tem longa experiência na companhia, iniciando sua carreira na NGK Spark Plug em 1994 e passando por diversos cargos relevantes, como o de presidente do Conselho de Administração no Japão.

Eduardo Massao Tsukahara

Outra mudança foi anunciada pela companhia: Eduardo Massao Tsukahara é o novo diretor co-presidente. O executivo também possui ampla experiência na empresa, tanto no Brasil quanto no Japão, e já integrou o Conselho de Administração.

Marcopolo entrega 95 unidades do seu ônibus elétrico Attivi

São Paulo – A Marcopolo entregou 95 ônibus elétricos Attivi que foram vendidos para a Sambaíba Transportes Urbanos, sendo este o maior lote já comercializado e entregue pela empresa. Os veículos serão usados no transporte público da Zona Norte da cidade de São Paulo.

Este lote de Attivi foi produzido com o chassi Mercedes-Benz eO500 U, com 13m20 de comprimento e capacidade para transportar até oitenta passageiros. Sua autonomia é de 250 quilômetros com uma carga e a recarga demora cerca de quatro horas, dependendo do eletroposto utilizado.

Programa Revisão Facilitada da Toyota começa pelo SW4

São Paulo – A Toyota lançou o seu programa Revisão Facilitada, que começa com o SW4 ano/modelo 2025, que foram fabricados e vendidos a partir de novembro de 2024. Com isto houve redução no valor das seis primeiras revisões, que passam a custar R$ 1,2 mil cada uma. 

A intenção, além de reduzir o custo para os clientes, é gerar previsibilidade, elevar a fidelização e a valorização do veículo ao longo dos anos, que, se revisado anualmente nas concessionárias, tem melhor valor de revenda no mercado de seminovos.

Projeto Floresta Ioniq, da Hyundai, completa dez anos com 1 milhão de árvores plantadas

São Paulo – O projeto Floresta Ioniq, da Hyundai, completou dez anos de operação com a marca de 1 milhão de árvores plantadas em todo o mundo. Estas árvores foram plantadas em treze países e fazem parte das ações que a empresa realiza para reduzir os impactos que a sua operação causa no meio ambiente.

Para celebrar os dez anos da Floresta Ioniq a empresa lançou a campanha Tree Correspondents, criada com o uso de IA, inteligência artificial, que ressalta a necessidade urgente de conservação florestal e ações climáticas.

Marca de peças de reposição da Librelato, Liberparts completa sete anos 

São Paulo – A Libreparts, marca de peças de reposição da Librelato, completa 7 anos este mês. Criada com o objetivo de oferecer disponibilidade imediata de peças e de serviços básicos de instalação sua rede conta com trinta lojas e oito boxes no Brasil. 

Para celebrar a data a Libreparts lançou campanha para os transportadores que realizarem compras online até o fim do mês: se o valor adquirido for superior a R$ 1 mil 990 o frete será grátis. Além disso até a sexta-feira, 25, haverá descontos de 10% em virtude da Semana do Motorista.