Porsche 911 Turbo S chega em abril

São Paulo – A nova geração do Porsche 911 Turbo S poderá ser encomendada a partir de abril em todas as concessionárias brasileiras na versão coupé. O esportivo também será vendido na versão cabriolet, mas essa ainda não tem data definida para chegar.

 

As duas versões são equipadas com motor boxer 3.8 com dois turbos e 650 cv, 70 cv a mais do que a geração anterior. A transmissão de ambas as versões é a automática Porsche Doppelkupplung. A carroceria recebeu mudanças visuais e também está mais larga.

 

O Porsche 911 Turbo S Coupé será vendido no Brasil por R$ 1,3 milhão. A versão Cabriolet ainda não tem preço determinado.

 

Foto: Divulgação.

Mercado argentino segue trajetória descendente

São Paulo – O mercado argentinou registrou 27,2 mil licenciamentos em fevereiro, de acordo com dados da Acara, associação que representa as concessionárias do país. O volume ficou 32,2% abaixo do registrado no mesmo mês de 2019 e 39,5% inferior ao de janeiro.

 

Foi, segundo a publicação Autoblog, o pior fevereiro desde 2004 – e indica um mercado de 326,4 mil unidades para o ano, projetando lógica da indústria automotiva local de que basta multiplicar o resultado de fevereiro por doze para chegar ao volume do ano. Longe dos 459,6 mil veículos vendidos em 2019.

 

No bimestre as vendas na Argentina somaram 72,1 mil veículos, recuo de 28% com relação aos dois primeiros meses do ano passado.

 

As quedas foram registradas em todo os segmentos, comparando fevereiro de 2020 com fevereiro 2019: 34,1% em automóveis, 19,5 mil unidades, 27,3% em comerciais leves, 6,5 mil unidades, 32,8% em caminhões e ônibus, 585 unidades.

 

A Volkswagen liderou as vendas no bimestre, com 11,5 mil unidades vendidas e queda de 24,8%, inferior à do mercado. Com 31,7% de queda a Renault ficou na vice-liderança, com 9,7 mil licenciamentos, seguida pela Toyota, com 9 mil unidades vendidas e recuo de 34,1%.

 

A Toyota Hilux foi o modelo mais vendido nos primeiros dois meses do ano, 4,2 mil unidades, seguida pelo VW Gol, 3,5 mil unidades, e Chevrolet Onix, 3,3 mil unidades.

 

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Venda de importados cresce no bimestre

São Paulo – As quinze marcas associadas à Abeifa registraram em fevereiro 2 mil 668 licenciamentos, volume 6,8% superior ao registrado no mesmo mês do ano passado. Houve crescimento, também, na comparação com janeiro, segundo dados divulgados pela entidade que representa os importadores de veículos, de 10,8%.

 

O bimestre fechou com alta de 2,1%, somando 5 mil 705 unidades comercializadas. Tendência que, segundo o presidente José Luiz Gandini, deverá reverter nos próximos meses caso a escalada do dólar – a moeda valorizou 11,6% de 2 de janeiro até o primeiro dia útil de março – não seja interrompida:

 

“O setor de veículos importados esforçou-se ao máximo por manter os preços mais estáveis em real, e por isto o resultado é positivo em fevereiro e no primeiro bimestre”, afirmou o presidente da Abeifa em nota. “A permanecer essa escalada do dólar, porém, certamente nossos números de venda serão afetados seriamente para baixo nos próximos meses”.

 

O repasse aos preços será inevitável, de acordo com Gandini – ele lembrou que, em dólar, o preço dos importados, hoje, está no patamar mais acessível dos últimos anos, o que gera boa oportunidade para o consumidor.

 

A Volvo liderou as vendas no mês, com 651 licenciamentos, 19,2% a mais do que em fevereiro de 2019. Completam o ranking Kia, com 599 unidades vendidas e alta de 1%, e Land Rover, 232 emplacamentos e avanço de 22,8% na mesma base de comparação.

 

As associadas da Abeifa com produção nacional – BMW, Caoa Chery, Land Rover e Suzuki – registraram 2,9 mil licenciamentos de veículos, alta de 24,5% sobre fevereiro do ano passado. No bimestre o crescimento chegou a 26,1%, com 5,4 mil unidades emplacadas – e puxado pela Caoa Chery e seu avanço de 56,1% no período, para 3,6 mil unidades, a única a registrar variação positiva de um bimestre para o outro.

 

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Produção do Chevrolet Cobalt chega ao fim

São Paulo – O Chevrolet Cobalt deixou de sair das linhas de montagem de São Caetano do Sul, SP, onde era produzido desde 2011. A General Motors informou, por meio de comunicado, que as vendas seguirão até o fim dos estoques na rede concessionária.

 

A produção do Cobalt deixou de fazer sentido com o lançamento do Onix Plus, sedã que concorre diretamente com o modelo produzido no ABCD Paulista. O fato foi apontado pela própria GM: “A empresa vem constatando uma migração dos consumidores de sedãs compactos para o novo modelo”.

 

No ano passado foram comercializados 13,1 mil Cobalt no mercado brasileiro.

 

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Vendas crescem em fevereiro, mas bimestre segue negativo

São Paulo – Os licenciamentos de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus cresceram 1,2% em fevereiro, na comparação com o mesmo mês do ano passado, somando 201 mil unidades. O volume, porém, foi insuficiente para reverter a queda de janeiro: com relação ao primeiro bimestre do ano passado, quando foram emplacados 398,4 mil veículos, as 394,5 mil unidades comercializadas nos dois primeiros meses de 2020 representaram queda de 1%.

 

O segmento de automóveis e comerciais leves registrou alta de 1,5% na comparação com fevereiro de 2019, com 192,6 mil unidades. No bimestre as vendas recuaram 1%, somando 376,8 mil veículos.

 

As vendas de caminhões e ônibus apresentaram recuo em todas as bases de comparação.

 

A Fenabrave, em nota, ressaltou o crescimento na média diária de vendas de fevereiro com relação a janeiro. Nos 22 dias úteis de janeiro foram licenciados, em média, 8 mil 793 veículos. No mês passado a média subiu 27%, somando 11 mil 165 mil automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus emplacados. As vendas de janeiro foram prejudicadas pela implantação da placa padrão Mercosul, de acordo com a entidade.

 

Outro ponto a destacar é o fato de o feriado do carnaval, em 2019, ter sido celebrado em março.

 

Para o presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior, os resultados negativos do bimestre não são preocupantes e a entidade segue com as projeções de crescimento na casa dos 10% para o ano: “O primeiro bimestre sofre com os impactos do período de férias escolares e com os compromissos de pagamentos acumulados no início do ano, como o IPTU, despesas com materiais escolares, além do reflexo da pausa para o carnaval”.

 

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Mercado de pesados recua no mês e no bimestre

São Paulo – O mercado de veículos comerciais pesados fechou fevereiro em queda, tanto na comparação com janeiro quanto com fevereiro de 2019. Segundo dados divulgados pela Fenabrave na segunda-feira, 2, os licenciamentos de caminhões somaram 6,5 mil unidades, volume 4,5% menor do que o registrado no mesmo período do ano passado.

 

Importante lembrar que fevereiro de 2019 não foi afetado pelo feriado de carnaval, que no ano passado foi em março. Em 2019 teve três dias úteis a mais.

 

Na comparação com janeiro – que teve vinte e dois dias úteis, quatro a mais do que fevereiro –  a queda foi ainda maior, 9,4%. A retração mês a mês ocorreu por causa do menor número de dias úteis, segundo a Fenabrave.

 

Na soma do bimestre o setor de caminhões também registrou queda, de 0,4%, ante igual período de 2019, somando 13,7 mil vendas. O presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior, disse que mesmo com a leve queda no começo do ano a entidade mantém suas expectativas otimistas para 2020.

 

Ônibus – No mês passado as vendas de ônibus somaram 1,8 mil unidades, retração de 7,3% com relação a fevereiro de 2019. Na comparação com janeiro, quando foram comercializados 2,1 mil veículos, a queda foi ainda maior, 14,6%.

 

No acumulado do bimestre o setor somou 4 mil licenciamentos, recuo de 4,6% com relação a janeiro e fevereiro de 2019.

 

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T-Cross foi o SUV mais vendido em fevereiro

São Paulo – O Volkswagen T-Cross liderou pela primeira vez o mercado brasileiro de SUVs. Nono veículo mais vendido no ranking geral, registrou 5 mil 374 emplacamentos, de acordo com a Fenabrave, vinte a mais do que o segundo utilitário esportivo mais vendido, o Jeep Renegade, com 5 mil 354 unidades.

 

Nissan Kicks e Jeep Compass foram outros SUVs com bom desempenho no mês, ocupando a décima-segunda e a décima-terceira posição do ranking, respectivamente, com 4 mil 955 e 4 mil 684 emplacamentos.

 

Lideraram o mercado, mais uma vez, dois modelos Chevrolet produzidos em Gravataí, RS: Onix e Onix Plus. A terceira posição de fevereiro ficou com o Hyundai HB20.

 

A Volkswagen foi a marca com mais modelos dentre os dez mais vendidos, com Gol, Polo e T-Cross.

 

Confira o ranking dos dez mais vendidos:

 

  1 Chevrolet Onix         17 mil 652
  2 Chevrolet Onix Plus    9 mil 123
  3 Hyundai HB20            8 mil 402
  4 Ford Ka                     8 mil 183
  5 Volkswagen Gol         5 mil 944
  6 Fiat Argo                  5 mil 917
  7 Renault Kwid            5 mil 813
  8 Volkswagen Polo       5 mil 517
  9 Volkswagen T-Cross  5 mil 374
10 Jeep Renegade         5 mil 354

 

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VWCO exporta ônibus para Galápagos

São Paulo – A Volkswagen Caminhões e Ônibus exportou para o arquipélago de Galápagos, Equador, cinco ônibus Volksbus 17.230 OD, que serão usados pela Buzztrans, empresa responsável pelo translado dos passageiros que chegam e que vão para o aeroporto de Baltra.

 

A entrega dos ônibus foi realizada pela Intrans, representante oficial da VWCO na região.

Marelli lança linha de válvulas de motor

São Paulo – A Marelli Cofap lança no mercado linha de válvulas de motor para modelos a gasolina, flex e diesel, com foco no mercado de reposição. A novidade se junta à linha para motor de motocicletas, apresentada no ano passado, e cobre 90% da frota nacional, com 210 códigos para motores das principais montadoras do País.

Mistura de biodiesel no diesel sobe para 12%

São Paulo – O porcentual mínimo de biodiesel que é acrescido ao óleo diesel comercializado nos postos de combustível aumentou de 11% para 12% no dia 1º, conforme projeto que visa a aumentar a participação do biodiesel na mistura até 2023.

 

O primeiro aumento foi exercido em 2019, quando o porcentual mínimo passou de 10% para 11% — e seguirá aumentando 1% a cada ano até 2023, quando atingirá o limite de 15% na mistura. Os postos que compraram óleo diesel antes da mudança poderão comercializar o combustível até o fim dos estoques.