Brasil e Paraguai assinam acordo automotivo

São Paulo – Brasil e Paraguai assinaram na terça-feira, 11, seu acordo comercial bilateral automotivo. Era o único que restava ao Brasil no âmbito do Mercosul, o que deverá contribuir para futuros acordos regionais. Uma vontade da Anfavea, porém, ficou para depois: não caiu a abertura de importação de veículos usados pelos paraguaios.

 

Em recente entrevista coletiva o presidente Luiz Carlos Moraes reclamou da legislação paraguaia, que permite a importação de modelos usados de qualquer origem: “Eles recebem muitos veículos usados de outros países, já bem desvalorizados e alguns até com a direção do lado direito”.

 

Segundo comunicado conjunto do Ministério da Economia e o das Relações Exteriores “o Paraguai comprometeu-se a revisar sua política nacional de importação de tais produtos nos termos do que vier a ser acordado no âmbito do regime automotivo do Mercosul, levando-se em conta, também, normas ambientais, de saúde pública e de segurança”.

 

Até por esse motivo o mercado paraguaio de veículos 0 KM não é dos maiores – no ano passado ficou próximo das 31 mil unidades, segundo a consultoria Focus2Move. O Brasil contribuiu com 12,9 mil unidades, de acordo com a Anfavea – é o sétimo maior destino dos carros brasileiros, atrás de Argentina, México, Colômbia, Chile, Peru e Uruguai.

 

Não há produção automotiva no país, que exportará ao Brasil autopeças. Pelo acordo as peças paraguaias chegarão aqui sem cobrança de imposto. As produzidas sob o regime de maquila, uma legislação especial que permite produção local sem cobrança de impostos de importação de máquinas e matéria-prima, terão livre acesso até o fim de 2023, desde que cumpram índice de conteúdo regional superior a 50%. A partir de 2024 haverá cotas.

 

O Paraguai concedeu livre-comércio para produtos automotivos brasileiros que tinham tarifas de 0% a 2% e aplicará margens de preferência para os demais até a liberação total do setor, prevista para o fim de 2022. Os negócios serão isentos de taxas consulares, outra demanda dos brasileiros, a partir do oitavo ano de entrada em vigor do acordo.

 

Em 2019 a corrente de comércio automotivo Brasil-Paraguai somou US$ 650 milhões, com exportações no valor de US$ 415 milhões e importações no valor de US$ 235 milhões, o que resultou em superávit de US$ 180 milhões para o Brasil, segundo o Ministério da Economia.

 

Foto: Divulgação.

América Latina faz sorrir acionista FCA

São Paulo – As operações da FCA na América Latina registraram € 501 milhões de lucro EBIT, sigla em inglês para lucros antes dos impostos e juros. A margem chegou a 5,9%, o que a colocou como a segunda região mais lucrativa da companhia – foi superada apenas pela América do Norte, com € 6,7 bilhões em lucros e 9,1% de margem.

 

“Temos um plano de investimento de R$ 14 bilhões em andamento e o lucro gerado para o caixa da empresa certamente dá conforto para os nossos acionistas”, disse Antonio Filosa, presidente da FCA para a região, na quarta-feira, 12. “Os demais mercados regionais estão em retração. Apenas Nafta e América Latina cresceram.”

 

O lucro EBIT da FCA em 2020 foi de € 6,7 bilhões, com margem de 6,2%. A região Ásia-Pacífico fechou o ano com déficit de € 36 milhões e a EMEA, que representa Europa, Oriente Médio e África, registrou € 6 milhões de prejuízo. Ainda contribuiu de forma negativa no negócio da companhia o resultado da Maserati, € 199 milhões no vermelho.

 

Lucrativa, a América Latina respondeu por cerca de 8% do faturamento da FCA –  € 8,5 bilhões de uma receita total de € 108,2 bilhões. Em volume de vendas foi a que mais cresceu, especialmente pelo bom resultado do mercado brasileiro, onde a FCA ganhou 1,1 ponto porcentual de participação de mercado, 0,6 ponto porcentual com a Fiat, 0,5 ponto porcentual com a Jeep, somando 18,7%.

 

Filosa projeta leve alta de 1,5% nas vendas da América Latina para 2020, após recuo de 5% no ano passado. O Brasil deve puxar o crescimento com avanço de 6% nas vendas e a Argentina, na sua visão, terá nova retração, na casa de 10% a 15%. Os demais mercados manterão estabilidade segundo as projeções do executivo.

 

Por aqui a esperança é na retomada do varejo a partir do segundo semestre, quando os sinais de queda do desemprego e redução das taxas de juros levará as famílias de volta às lojas: “A venda direta crescerá também, mais acelerada no primeiro semestre”.

 

A confiança com o segundo semestre coincide com os planos da Fiat para o mercado. Nas próximas semanas a nova geração da Strada será lançada, o primeiro grande resultado do plano de investimento anunciado pelo ex-CEO Sergio Marchionne ainda em 2018. Produzida em Betim, assim como os futuros motores Firefly Turbo, que chegam em dezembro, e os dois SUVs “democráticos” Fiat, prometidos para 2021.

 

Da fábrica mineira começaram a sair, para a Europa, os primeiros motores de uma leva de 260 mil unidades encomendadas, o que deverá contribuir para os negócios em um cenário de câmbio desvalorizado. Serão produzidos, no total, 1,1 milhão de motores e transmissões em Betim em 2020, que deverá entregar, também, 400 mil veículos – ainda bem longe de sua capacidade total, de 650 mil unidades/ano, mas perto do que Filosa considera volume ideal, 450 mil veículos/ano.

 

A expectativa do executivo é entregar à matriz lucros, mais uma vez. Quem sabe mais do que os € 500 milhões deste ano: em seu balanço financeiro a FCA projetou lucro de € 7 bilhões em 2020: “Não fosse a desvalorização cambial, em praticamente todos os países da região, e a situação da Argentina o nosso resultado poderia ter sido melhor em 2019”.

 

Foto: Paulo Bareta/Divulgação.

Novo Porsche Macan GTS chega ao Brasil

São Paulo – A Porsche iniciou as vendas do novo Macan GTS no mercado brasileiro. O modelo mantém o motor 2.9 V6, porém, recalibrado para entregar 380 cv, 20 cv a mais do que o anterior, e o câmbio segue o mesmo PDK automático de dupla embreagem.

 

Visualmente o modelo é 15 mm mais baixo e a dianteira traz mudanças no para-choque, grade frontal e faróis. Na traseira a principal mudança está nas lanternas escurecidas. O novo Macan GTS já está sendo vendido nas concessionárias da Porsche por R$ 495 mil.

 

Foto: Divulgação.

Filosa: há sinergias FCA e PSA na América Latina.

São Paulo – Nada muda nas operações FCA e PSA até, ao menos, o fim do ano. Há grupos de estudos debruçados sobre as possibilidades geradas com a fusão anunciada em dezembro, avaliando sinergias e potenciais negócios conjuntos, mas, até lá, a ordem é seguir a vida normal, segundo o presidente da FCA América Latina, Antonio Filosa.

 

“Ficamos como estamos, em todas as regiões do mundo”, disse o executivo. “Deveremos ter uma reorganização, mas só saberemos mais próximos do anúncio final. Uma fusão dessas leva pelo menos doze meses, então no fim do ano, começo de 2020, termina este processo.”

 

Sem fornecer pormenores Filosa avaliou a possibilidade de sinergias nas operações latino-americanas. Por aqui são quatro fábricas FCA, Betim, MG, Goiana, PE, Campo Largo, PR, e Córdoba, Argentina, e duas PSA, Porto Real, RJ, e El Palomar, Argentina.

 

“Na região da Europa é possível que haja mais possibilidades, mas na América Latina são negócios relevantes. Na América do Norte, menos, e na Ásia-Pacífico as duas empresas poderão crescer juntas. Mas em todas as regiões há boas oportunidades de sinergias identificadas, todas terão bons resultados com a fusão.”

 

Em dezembro, quando anunciada a fusão, as empresas calcularam possibilidade de € 3,7 bilhões em sinergias por ano, sem fechar nenhuma fábrica. O negócio criou o quarto maior grupo automotivo do mundo em volume de vendas.

 

Foto: Paulo Bareta/Divulgação.

FCA atrai mais fornecedores para Pernambuco

São Paulo – Na semana passada a Yazaki, fornecedora de chicotes elétricos da FCA, organizou cerimônia para celebrar o início das obras de sua nova fábrica em Bonito, PE, a pouco mais de 100 quilômetros do Polo Automotivo Jeep, em Goiana. Na presença do governador do Estado, Paulo Câmara, o presidente Lázaro Figueiredo anunciou investimento de R$ 60 milhões e prometeu gerar em torno de 1,6 mil empregos diretos.

 

De longe o presidente da FCA, Antonio Filosa, comemorou a chegada de mais um fornecedor próximo à fábrica de onde saem Compass, Renegade e Fiat Toro. Agora são 31, segundo ele, catorze fora do terreno da fábrica: “Termos fornecedores próximos ataca a nossa principal ineficiência: a logística. Pernambuco é um excelente Estado, nos recebeu bem, fornece mão-de-obra qualificada, mas é longe e tem uma infraestrutura difícil”.

 

A meta traçada pelo executivo é chegar a cinquenta fornecedores próximos à Jeep até 2024, quando termina o atual ciclo de investimento de R$ 14 bilhões da FCA na América Latina. As prioridades foram peças de grande volume e difícil transporte, como bancos, peças plásticas como para-choques, painel de instrumentos. Agora, fornecedor de qualquer componente é bem-vindo – mas, especialmente, os ainda importados.

 

“O índice de nacionalização de Goiana está na casa dos 70%. Deste volume 30% são produzidos na região. Queremos subir para 50% essa localização e para 75% o índice de nacionalização. Em Betim temos de 92% a 93% da produção nacional, mas é difícil alcançar este volume.”

 

Da unidade pernambucana sairá, até o fim do ciclo de investimento, um novo modelo Jeep – que deverá ser produzido em outras unidades FCA ao redor do mundo, pois foi bem aceito pela diretoria global. Filosa disse que o investimento contempla, também, mudanças em Renegade, Compass e Toro e nas linhas de produção de motores, bem como sistemas de infotainment.

 

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Fiat 500 elétrico chega até dezembro

São Paulo – A Fiat confirmou a chegada de seu primeiro veículo elétrico no mercado brasileiro: até o fim do ano o 500 BEV desembarcará, importado, na rede concessionária. O anúncio foi feito pelo presidente da FCA, Antonio Filosa, na quarta-feira, 12 – e ele adiantou, também, que a Jeep terá o Compass híbrido plug-in em 2021.

 

A intenção do presidente é testar a receptividade dos modelos eletrificados pelos consumidores nacionais. A princípio o híbrido não será flex, mas Filosa não descarta, no futuro, adotar a tecnologia e, quem sabe, produzir modelos eletrificados nacionalmente.

 

“Aos poucos vamos analisando quando deveremos aumentar a escala, conforme a demanda. Justificando a produção local analisaremos se há fornecedores interessados e apresentaremos um plano aos nossos acionistas.”

 

O 500 elétrico será uma das seis ações de produto que a FCA prepara para o Brasil em 2020. Filosa revelou outras duas: a picape Strada, cujo desenho já não é mais mistério e deverá chegar ao mercado nas próximas semanas, e a picape RAM 1500, prometida para o segundo semestre: “Ainda haverá outras ações, reformulações de modelos”.

 

Até o fim do ciclo atual de investimento, de R$ 14 bilhões, a FCA lançará 25 modelos, dentre novos e versões, no Brasil. No ano passado foram seis os lançamentos que, somados aos seis deste ano, chegam a quase metade do prometido. Três produtos completamente inéditos devem chegar a partir de 2021: dois SUVs Fiat, produzidos em Betim, e um novo modelo Jeep, que sairá das linhas de Goiana, PE.

 

Este Jeep, contou Filosa, será global: poderá ser comercializado e produzido em outras unidades FCA ao redor do mundo: “Foi um produto que caiu no gosto da diretoria”.

 

Além dos modelos os motores Firefly Turbo produzidos em Betim chegarão ao mercado até o fim do ano, em versões 1.0 e 1.3.

 

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Janeiro do setor de duas rodas tem alta de 20% na produção

São Paulo – A produção de motocicletas no PIM, Polo Industrial de Manaus, AM, chegou a 100,3 mil unidades em janeiro, volume 19,5% maior do que no mesmo período do ano passado, de acordo com dados divulgados pela Abraciclo, entidade que representa as fabricantes nacionais. Na comparação com dezembro, quando foram produzidas 69 mil motos por causa das férias coletivas, a alta foi ainda maior: 45,2%.

 

Marcos Fermanian, presidente da Abraciclo, afirmou que os números positivos no começo do ano reforçam a projeção de expansão de 6,1% na produção deste ano: “O ano começou com negócios em evolução no mercado nacional de motocicletas, o que reforça nossas previsões de crescimento para 2020”.

 

As vendas no primeiro mês do ano somaram 91,6 mil motocicletas, alta de 1,1% com relação a janeiro de 2019 e queda de 2,6% ante dezembro. A média diária de vendas somou 4,2 mil unidades em 22 dias úteis, sendo a melhor média de um mês de janeiro desde 2015. Para o ano a expectativa da Abraciclo é de que as vendas cresçam 5,8%.

 

As exportações continuam sendo o ponto negativo do setor, e em janeiro os embarques somaram 1,7 mil motocicletas, volume 62,8% menor do que o registrado no mesmo mês do ano passado. Com relação a dezembro a queda foi de 44,3% e, para o ano, a projeção da entidade é de uma retração de 27,5%.

 

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Produção de carrocerias de ônibus cresce 8,7%

Caxias do Sul, RS — A produção nacional de carrocerias de ônibus aumentou 8,7% no ano passado com relação a 2018, totalizando 22 mil 197 unidades. O resultado positivo deve-se, exclusivamente, ao crescimento do mercado interno, 17 mil 910 entregas. As exportações caíram 31%, para 4 mil 287 unidades, tendo como causa principal a redução de vendas para Argentina e Chile.

 

Os dados referem-se ao desempenho das sete empresas ligadas à Fabus, Associação Nacional dos Fabricantes de Ônibus. É o quarto incremento seguido na produção, considerando como pior momento 2016, quando o volume caiu a 14 mil 111 carrocerias. Para efeitos de comparação em 2011 o setor superou a barreira de 35 mil entregas.

 

O segmento de urbanos, com avanço de 29,5%, para 12 mil 817 unidades, e participação de 57,7% no total, foi o que impulsionou as vendas do ano. Os demais apresentaram quedas. Em rodoviários a baixa foi de 1,5%, para 4 mil 777 unidades, nos modelos intermunicipais a variação foi de 14%, para 893 carrocerias, e em micro-ônibus chegou a 20%, com 3 mil 710 unidades.

 

Com o significativo volume produzido de urbanos a Caio Induscar, de Botucatu, SP, obteve o melhor desempenho do ano, alta de 30%, e 7 mil 664 unidades. A empresa participou com 56% no segmento de urbanos, 7 mil 187 carrocerias.

 

A Marcopolo, de Caxias do Sul, RS, absorveu 65% das vendas de rodoviários, com 3 mil 93 carrocerias. Liderou também o segmento de intermunicipais, com 70%. No total produziu 5 mil 584 carrocerias, recuo de 3,5%.

 

A Marcopolo Rio, que somente produziu urbanos, somou 3 mil 416 unidades, decréscimo de 7%. A Neobus, outra integrante do Grupo Marcopolo, teve declínio de 12%, para 1 mil 761 carrocerias, mas foi líder em micro-ônibus, com 31%. Este segmento foi ainda fortemente disputado pela Mascarello, de Cascavel, PR, com 28,5%, e produção de 1 mil 56 unidades, e Marcopolo, com 27% e pouco mais de 1 mil. No total a fabricante paranaense produziu 1 mil 945 carrocerias, recuo de 4,5%.

 

A Comil, de Erechim, RS, respondeu pelo segundo maior volume de rodoviários, com 789 unidades. No total chegou a 1 mil 250 carrocerias, alta de 13%. A Irizar, também de Botucatu, apurou 577 entregas, todas de rodoviários, com elevação de 7%.

 

No mercado externo a liderança foi da Marcopolo, com 50% do total, e queda de 10,5%.  Somente a Irizar elevou as vendas, em 5%, para 551 carrocerias. As demais empresas tiveram variações negativas de 7% a 70%.

 

Foto: Divulgação.

Land Rover lança seus primeiros híbridos no Brasil

São Paulo – A Land Rover anunciou a chegada dos seus primeiros modelos híbridos ao mercado nacional: o Range Rover e o Range Rover Sport têm, agora, opção de powertrain eletrificado. Serão duas versões de cada modelo, todas equipadas com motor Ingenium 2.0 de 300 cv a combustão e um elétrico de 85 kW com baterias de íon de lítio que, juntos, geram 404 cv, acoplados a transmissão automático de oito velocidades.

 

Os novos modelos rodam até 48 quilômetros apenas no modo elétrico e, quando combinado com o motor a combustão, ganham 784 quilômetros de autonomia. O motor elétrico pode ser carregado pelo motor a combustão enquanto o carro está em movimento e também na tomada, atingindo 100% da capacidade das baterias em três horas, de acordo com a companhia.

 

As versões híbridas plug-in já estão disponíveis nas concessionárias da Land Rover. Veja abaixo o preço de cada uma delas:

 

Range Rover Sport PHEV P404 HSE                 R$ 498,6 mil

Range Rover Sport PHEV P404 HSE Dynamic   R$ 511,1 mil

Range Rover PHEV P404 Vogue SE                 R$ 675,9 mil

Range Rover PHEV P404 Autobiography          R$ 731,3 mil

 

Fotos: Divulgação.

Chega o primeiro elétrico Mercedes-Benz do mercado brasileiro

São Paulo — O primeiro de uma série de Mercedes-Benz elétricos foi apresentado nesta terça-feira, 11. Trata-se do EQC 400 4MATIC, que inicia no País a estratégia de lançamento de automóveis movidos a energia elétrica oferecendo luxo, desempenho e emissão zero de CO2 ao consumidor. Globalmente a intenção da empresa é lançar dez novos modelos totalmente elétricos até o ano que vem, porém essa nova safra ainda não tem data para desembarcar por aqui.

 

Além do EQC 400, a fabricante também anunciou outros três modelos que chegam para complementar o portfólio nessa nova fase da organização da divisão de automóveis e vans no Brasil: novos SUV GLE, A 35 Sedan e CLA 35, todos ainda com motores a combustão de alto desempenho.

 

O preço sugerido de R$ 478 mil revela que o EQC 400 é um SUV de um nicho bem restrito no mercado nacional. Assim como os outros três carros de luxo que são oferecidos com preços próximos de R$ 300 mil. Eles não estão aí para brigar por volumes expressivos de vendas, mas para demonstrar a excelência e a vanguarda da Mercedes-Benz.

 

A tecnologia de propulsão do EQC utiliza dois motores elétricos posicionados nos eixos dianteiros e traseiros. Combinados podem gerar 408 cv de potência e um torque direto nas rodas de 760 Nm, propriciando um desempenho esportivo para o SUV. Por meio do sistema 4MATIC a tecnologia embarcada vai selecionado o modo de tração 4X2 ou 4X4, conforme a necessidade do terreno.

 

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A autonomia, que varia de 445 a 477 quilômetros segundo a fabricante, é um argumento que pode atrair os ainda céticos de que os automóveis elétricos precisam de um melhor desempenho nesse quesito. No pacote do EQC, cujas baterias de íon lítio geram 80 kWh, a Mercedes-Benz também incluiu a instalação do carregador residencial da Enel X, a mesma empresa que fornece os carregadores rápidos de algumas equipes da Fórmula E. Ela também é a primeira montadora no Brasil a oferecer um pacote completo de serviços para automóvel elétrico e garantia estendida de três anos, com o custo das manutenções incluídos nessa oferta.

 

O A 35 Sedan inaugura no segmento a configuração do portfólio AMG no País com um novo motor 2.0 turbo de quatro cilindros que entrega 306 cv de potência e até 400 Nm de torque. Ele é um superesportivo premium equipado com a última tecnologia de conectividade de cockpit da Mercedes-Benz: um painel digital de 10 polegadas e o sistema multimída MBUX acionado por comando de voz.

 

O novo SUV GLE 400d 4MATIC também tem o sistema MBUX e evoluções tanto no design quanto na motorização. Seu propulsor 3.0 de seis cilindros e 330 cv – com 700 Nm de torque – recebeu nota A no Programa Brasileiro de Eficiência Energética, do INMETRO. Sua tecnologia de emissões compatível com a norma Euro 6 mantém os níveis de emissões próximo a zero.

 

A última novidade para o mercado nacional, o CLA 35 4MATIC, também conta com a preparação da AMG no sistema de controle de tração, chamado de Performance 4MATIC. Além disso o painel digital é dividido em duas telas de 10,2 polegadas cada, com comandos sensíveis ao toque.

 

Todos esses lançamentos estão sendo apresentados à imprensa, concessionários e potenciais clientes em dinâmica que explora os atributos desses produtos por meio de vídeos, palestras rápidas e exibição dos produtos durante os próximos dias em São Paulo. É uma forma interativa para exaltar a excelência e a eficiência da Mercedes-Benz nesse novo momento de transformação da indústria, da tecnologia e dos próprios consumidores.

 

Preços:
Mercedes-Benz EQC: R$ 477.900,00
Mercedes-AMG CLA 35: R$ 299.900,00
Mercedes-AMG A 35 Sedan: R$ 293.900,00
Mercedes-Benz GLE 400 d 4MATIC: R$ 465.900,00

 

Fotos: Divulgação.