Vendas da Volvo Cars cresceram 16% em 2019

São Paulo – Os emplacamentos de automóveis da Volvo no Brasil chegaram a 7 mil 916 unidades em 2019, volume que representa, segundo a empresa, alta de 16% sobre o resultado de 2018. Assim a companhia chegou ao fim do período com 15,2% de fatia de mercado no segmento premium.

 

O modelo mais vendido no mercado brasileiro foi o SUV XC60. A Volvo espera que este ano o crescimento das vendas sobre as realizadas em 2019 seja 20% maior. Segundo seu presidente, Luís Rezende, a empresa espera alcançar também a terceira posição no segmento premium e consolidar sua liderança em eletrificados.

 

Foto: Divulgação.

Rede Chevrolet, a mais visitada e a que mais vende

São Paulo – Levantamento feito pela In Loco, empresa de tecnologia de localização, em novembro aponta algumas divergências do volume vendido pelas concessionárias durante o mês com o fluxo de visitantes nas lojas. A Fiat, vice-líder em visitas, segundo a análise da In Loco divulgada com exclusividade para a Agência AutoData, foi apenas a quinta que mais vendeu automóveis e comerciais leves no varejo no mês, de acordo coma a Fenabrave.

 

Terceira em volume de visitas a Volkswagen ficou na segunda colocação do varejo no mês. À sua frente, a General Motors – neste caso há convergência na posição da rede Chevrolet com os seus modelos vendidos nas concessionárias, líder em ambas.

 

Pelo ranking da In Loco, a Hyundai ficou na quarta posição em visitas em novembro, mesma posição do ranking de vendas. Na quinta colocação ficou a Renault, oitava no varejo, seguida pela Ford na sexta posição, sétima no varejo. A Honda, sétima no ranking de visitas, ficou na sexta posição no varejo.

 

A Toyota, terceira mais vendida no varejo, foi apenas a oitava mais visitada de acordo com a In Loco. Na nona e na décima posições ficaram Jeep e Nissan, respectivamente, que invertem posições no varejo.

 

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Na medição de visitante por loja a liderança, em novembro, ficou com a Hyundai, seguida por Toyota e Jeep.

 

Outro levantamento interessante divulgado pela empresa foi o de marcas com concessionárias próximas uma da outra, em um raio de 2 quilômetros. Neste caso há bastante proximidade de lojas Fiat com Chevrolet, seguida por Chevrolet e Volkswagen e Fiat e Volkswagen – natural, pelo tamanho das três redes.

 

As duplas Fiat-Ford e Ford-GM seguem o ranking do levantamento por visitante.

 

Foto: Divulgação.

Venda de implementos rodoviários cresce 33%

Caxias do Sul, RS – As vendas de implementos rodoviários ao mercado nacional totalizaram 120 mil 557 unidades no ano passado, com incremento de 33,5% sobre 2018. É o segundo aumento seguido, após três exercícios – 2015 a 2017 – de variações negativas, que somaram recuo em torno de 70% sobre o melhor resultado, em 2011, quando foram entregues perto de 191 mil unidades.

 

Historicamente o setor tem como carro-chave o segmento de carrocerias sobre chassis, na proporção de venda de 1,8 a 2 produtos com relação a cada reboque e semirreboque. Mas em 2019 a lógica se inverteu, e os veículos pesados somaram 63 mil 494 unidades, alta de 42%. Os leves consolidaram pouco mais de 57 mil, com elevação de 25%.

 

Para 2020 a expectativa da indústria é de novo desempenho positivo, com tendência de repetir o porcentual de 2019. Na avaliação de Norberto Fabris, presidente da Anfir, Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Rodoviários, existe espaço para a retomada mais robusta dos produtos leves diante do esperado aumento das operações urbanas para atender ao mercado de consumo.

 

Tomando por base os resultados a partir de 2011 o segmento de pesados apresentou no ano passado seu segundo melhor desempenho, abaixo somente de 2013, quando apurou perto de 71 mil unidades. Já o de leves tem mercado muito grande a recuperar, pois alcançou 107 mil emplacamentos em 2013 e teve seu pior resultado em 2017, de 35,5 mil unidades: “A queda de mercado é muito rápida, enquanto o retorno é sempre um movimento mais lento. Mas a atual curva positiva está se desenhando de forma consolidada, o que indica que poderemos ter um ano muito bom para a indústria de implementos rodoviários”.

 

Dentre as quinze famílias no segmento de veículos rebocados, apenas três apresentaram números negativos no ano passado. Os modelos canavieiros tiveram recuo de 17% e os tanques de inox de 31%. Os tanques de alumínio recuaram 95%, com a entrega de somente duas unidades. O maior incremento, de 67%, foi consolidado na família de dollys. Os veículos graneleiro e de carga seca seguem líderes de mercado, com 16 mil unidades, crescimento de 42% e participação de 25% no total.

 

No segmento de leves as seis famílias tiveram variações positivas. A mais relevante, de 230%, deu-se na linha de betoneiras, totalizando 568 unidades, reforçando a sensação de recuperação na indústria da construção civil. Os baús alumínio e frigorificados constituem o maior volume, com 23 mil 943 entregas e crescimento de 16%.

 

No mercado externo as vendas consolidadas foram as piores nos últimos dez anos. Com relação a 2018 o recuo foi de 34%, para 2,7 mil embarques. De 2011 a 2013 as exportações oscilaram de 5,4 mil a 5,8 mil unidades. Nos anos iniciais da crise, de 2014 a 2017, o volume, em média, foi de 3,5 mil implementos.

 

Foto: Divulgação.

Setor agrícola negociará novo aporte para Plano Safra

São Paulo – Mais uma vez a falta de recursos para financiamentos do Plano Safra assombra o setor de máquinas agrícolas. Assim como no ano passado, os empresários do setor acreditam que o valor divulgado pelo governo será insuficiente para o 2019/2020, que encerra em 30 de junho. Alfredo Miguel Neto, vice-presidente da Anfavea que responde pelo segmento, acredita que serão necessários mais, pelo menos, R$ 3 bilhões até o fim do programa.

 

Segundo o executivo o setor já conseguiu negociar com o Mapa, Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, em torno de R$ 1 bilhão, remanejado de programas dedicados a outros setores. Mas o valor precisaria ser maior para seguir até junho – e outras conversas deverão ser agendadas.

 

“Voltaremos a falar com o governo nesse começo de ano para ver o que pode ser feito e se é possível um novo aporte financeiro”.

 

A falta de recursos durante todo o Plano Safra é um problema recorrente que o setor enfrenta. Essa foi de acordo com Miguel Neto a maior dificuldade no ano passado, quando as vendas caíram 8,4%, com pouco mais de 43,5 mil máquinas comercializadas: “No começo do ano passado o setor sofreu com as linhas esgotadas e, no novo Plano Safra, as vendas receberam o impacto da falta de recursos desde novembro“.

 

Por causa da falta de recursos e da indecisão sobre a vinda de novos aportes financeiros para o Plano Safra, assim como as dúvidas sobre quais serão esses valores, os agricultores não conseguem planejar suas compras e investimentos. Para o vice-presidente da Anfavea o que o setor precisa é de um programa com valores para todo o período, acabando com esse antigo problema, que afeta diretamente os médios e pequenos produtores, que precisam de previsibilidade para programar suas compras e investimentos. Os grandes produtores sofrem menos porque conseguem taxas de financiamento iguais ou melhores com os bancos privados.

 

Uma possível solução para esse problema seria a mudança no prazo de duração do Plano Safra, que atualmente é de um ano: “O ideal seria que o planejamento do governo para o programa fosse plurianual, porque a clareza sobre o crédito disponível para os produtores se faz cada vez mais necessária”.

 

Mesmo com todas as dificuldades registradas no ano passado e no começo de 2020 a Anfavea projeta alta de 2,9% nas vendas do setor esse ano, será puxada pela maior demanda de máquinas rodoviárias que serão usadas em obras de infraestrutura.

 

Fotos: Divulgação.

GM estuda criar cadastro positivo de motoristas

São Paulo – Após introduzir a internet em seus veículos – começou pelo Chevrolet Cruze – a General Motors estuda promover outros serviços baseados em conexão móvel 4G. Não se trata, apenas, de geolocalização e de atendimento online: embora esteja ainda no no campo do estudo, a ideia é articular meios e formas para criar uma espécie de perfil de condução do motorista de seus veículos conectados. Assim, munido de informações a respeito da sua maneira de dirigir, o proprietário do veículo pode negociar valores mais competitivos na hora de fazer ou renovar o seguro.

 

“O preço do seguro, como é configurado hoje, leva em consideração os riscos envolvidos e há indicadores como idade, por exemplo, que elevam o preço final para o usuário”, disse Rodrigo Fiocco, gerente de marketing. “Se de alguma forma ele puder mostrar às empresas que tem uma espécie de cadastro positivo, pode ser que pague menos por oferecer menores riscos.”

 

Ele disse que a General Motors por ora conversa com algumas seguradoras para, eventualmente, criar um modelo de negócio que leve em consideração o perfil de direção do motorista de um Onix, por exemplo: “Tudo ainda está no campo da conversa, do estudo, mas é uma possibilidade real, uma vez que o veículo conectado fornece essas informações.

 

Algumas seguradoras já têm em sua oferta planos com alguma aderência à iniciativa da GM. A Liberty Seguros, por exemplo, criou o Programa Direção em Conta: alguns indicadores de condução do veículo são medidos e exibidos em aplicativo de celular. Eles geram um escore que varia de 0 a 100 pontos e, assim, descontos são concedidos. A HDI Seguros, outro exemplo, tem o AutoPerfil, que segue a mesma lógica considerando a rotina e os hábitos de utilização do veículo.

 

Foto: Divulgação.

Banco XCMG inicia operações neste trimestre no País

São Paulo – O Banco XCMG, de propriedade do Xuzhou Construction Machinery Group, está se preparando para iniciar operações no Brasil até o fim deste primeiro trimestre. Com sede anexa ao Parque Industrial da XCMG Brasil, em Pouso Alegre, MG, o banco anunciou que tem capital inicial de R$ 100 milhões. A instituição financeira disse, ainda, que pretende ampliar a operação da fábrica que inaugurou em Minas Gerais em 2014.

 

O XCMG é o primeiro banco do setor industrial chinês no mundo e a primeira instituição do segmento bancário com capital 100% estrangeiro a receber aprovação direta do Banco Central do Brasil.

Dürr fornecerá linha de pintura para BMW

São Paulo – A Dürr anunciou que será a fornecedora de novas linhas de pintura para unidades da BMW instaladas na China e na Hungria. Para a fábrica chinesa há dois pedidos: para o distrito de Dadong, em Shenyang, a BMW tem operado uma linha de pintura da Dürr desde 2016 e agora está aumentando a sua capacidade. No distrito de Tiexi, também em Shenyang, onde a BMW já sdotou a tecnologia de pintura da Dürr desde 2013, será construída uma outra em uma nova linha de produção. A unidade húngara da BMW que receberá nova linha está instalada em Debrecen.

Ford direciona esforços para além do automóvel

Las Vegas, Nevada – Já faz algum tempo que a Ford tem direcionado esforços para áreas que não apenas o desenvolvimento e a produção de veículos. Tapete para ajudar cadeirantes a chegar às calçadas e até uma tecnologia que evita a invasão de dorminhocos espaçosos numa cama de casal são alguns dos exemplos. Claro, há também muita coisa diferentona para o veículo, como uma tecnologia que evita que insetos sejam atropelados pelos carros, uma solução que contribuirá para os sensores dos futuros dos carros autônomos.

 

Na CES, Consumer Eletronic Show, principal feira da indústria de tecnologia do mundo, foi mostrada uma iniciativa que aparentemente já contribui para o ecossistema da mobilidade. A maior novidade: esse serviço poderá ser comercializado em um futuro não tão distante.

 

Uma maquete do centro da cidade de Ann Arbor, Michigan, apresenta o Ford’s City Insights Platform no estande da CES de 2020. Por meio de monitoramento a Ford reúne quase todas as informações do comportamento de tráfego de pedestres, ciclistas, automóveis, ônibus e caminhões. Hardwares com inteligência artificial podem gerar procedimentos que resolvem problemas como acidentes frequentes, falta de vagas para estacionamento e até congestionamentos em horários de pico.

 

De acordo com Bill Frykman, diretor de inovação e mobilidade da Ford, há um grande potencial no futuro para comercializar essa solução: “Estamos trabalhando seriamente com cidades e haverá oportunidades financeiras”.

 

A ordem para ousar e criar soluções diferentes não apenas para os veículos partiu do próprio Bill Ford, herdeiro de Henry Ford. Segundo Frykman, Ford, atual chairman da companhia, acredita que “o modelo de mobilidade que temos hoje não vai funcionar no futuro. Não se trata apenas de colocar carros inteligentes na rua, é preciso um mundo inteligente e isso significa trabalhar com as cidades”.

 

Atualmente essa plataforma de inteligência da mobilidade está sendo aplicada e desenvolvida em diversas cidades além de Ann Arbor: Detroit, Pittsburgh, Indianapolis, Austin e na Cidade do México, que registra um dos trânsitos mais caóticos do mundo. O objetivo é criar um modelo computacional que possa lidar com tantos dados sobre o fluxo de movimentação numa cidade e que seja capaz de oferecer soluções para todos os problemas.

 

Com funciona – Um poderoso algoritmo foi criado pela Ford a partir do monitoramento das câmeras do centro de Ann Arbor. Essa informação foi cedida pela sua Prefeitura, que estabeleceu parceria com a Ford. Monitorando o trânsito por 24 horas foi desenvolvido um modelo preditivo do comportamento do fluxo de pessoas e de veículos. A partir daí está sendo possível agir em pontos mais sensíveis do Centro da cidade. Esses pontos são chamados de hotspots.

 

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Para reduzir o número de situações de possíveis acidentes a Ford também está utilizando veículos conectados. Eles são importantes para mostrar o comportamento dos motoristas nessas situações. E também serão peça relevante no futuro, pois a ideia é conectar veículos com as ruas e as estradas.

 

Os carros conectados geram informação de freadas fortes perto dos hotspots. Isso aconteceu perto de hospitais e do estádio da cidade. Essa informação gerou ação: houve mudanças na localização do sinais de trânsito e também na programação do intervalo dos semáforos. Espera-se que assim os hotspots possam aparecer no sistema com a cor verde e não a vermelha, que identifica que há ocorrências frequentes por ali.

 

Outro problema comum a todas a cidades – e também em Ann Arbor, pois nos últimos vinte anos houve um crescimento populacional de 400% – são os congestionamentos. Especialmente nos horários de pico: pela manhã e um congestionamento mais prolongado no fim da tarde.

 

Compreendendo essa dinâmica, que recebe a contribuição da dificuldade de as pessoas encontrarem locais para estacionar seus carros, a Ford sugeriu a criação de transportes com vans para os deslocamentos no Centro da cidade. Assim, segundo os dados apresentados na CES, houve redução de 6% nos congestionamentos. E também a possibilidade de reduzir de oito a doze vagas de estacionamento na região central, “direcionando grandes investimentos na construção de estacionamentos para ações que melhorem a vida das pessoas”, disse Bill Frykman.

 

Essa nova tecnologia da mobilidade também já apresenta alguns resultados que podem convencer os gestores das cidades a pagarem para utilizar o sistema quando estiver totalmente desenvolvido.

 

Segundo Frykman, em Ann Arbor, atuando nos 25 piores cruzamentos, seria possível uma redução de custos de US$ 6 milhões ao ano para a sociedade com a redução de acidentes, E, mais importante: podendo salvar muitas vidas.

 

Fotos: Divulgação, Leandro Alves.

Mercedes-Benz lidera mercado brasileiro de caminhões

São Paulo – Com crescimento superior à média do mercado de caminhões e bom resultado em todos os segmentos – se não liderou, ficou na vice-liderança – a Mercedes-Benz fechou 2019, mais uma vez, no topo do ranking do setor. Foram quase 30 mil caminhões comercializados, crescimento de 41,6% com relação a 2018. O mercado cresceu, no ano passado, 33,3%, alcançando 101,3 mil unidades. A líder do mercado ficou no topo, também, dos segmentos leve e semileve.

 

A Volkswagen Caminhões e Ônibus ficou na segunda posição, com 26,7 mil unidades comercializadas. Com relação a 2018 o crescimento chegou a 32,1%. A empresa liderou, também, as vendas nos segmentos médio e semipesados, nos quais a Mercedes-Benz ficou na vice-liderança.

 

Quem ficou na liderança dos pesados foi a Volvo: 14,5 mil unidades vendidas no ano passado, ante 14,1 mil da Mercedes-Benz, que fora a mais vendida do segmento em 2018.

 

Com o desempenho a Volvo garantiu a terceira posição do ranking geral, somando 16,8 mil caminhões vendidos, crescimento de 58,3% com relação ao ano anterior.

 

A Scania ficou na quarta posição, com crescimento de 47,6% e 12,8 mil caminhões comercializados. Mesmo saindo do mercado a Ford ocupou a quinta posição do ranking: foram vendidos 6,5 caminhões da marca, queda de 30,7%.

 

Sem alterações com relação a 2018 a Iveco manteve a sexta posição, com 3,9 mil caminhões vendidos, seguida pela DAF, com 3,2 mil caminhões licenciados. Ambas cresceram acima da média do mercado.

 

Foto: Divulgação.

Nissan lançará nova edição do Kicks UEFA Champions League

São Paulo – A Nissan colocará no mercado sua segunda edição da série especial do Kicks UEFA Champions League, edição comemorativa ao campeonato mundial de clubes de futebol da Europa, do qual a empresa é patrocinadora oficial. Apresentada no começo de 2019 a série especial produzida em Resende, RJ, fez sucesso, segundo o diretor de marketing para a Nissan América Latina, Luis Alberto Pérez Ettedqgui:

 

“Trouxemos para os nossos clientes um novo design do Kicks, nosso veículo mais bem-sucedido na região, que demonstra toda a paixão e emoção que sentimos quando assistimos ao campeonato de futebol mais importante do mundo”.

 

Pormenores da série especial, que difere pelos novos faróis pretos, aerofólio e a combinação de cores azul turquesa com teto preto, além das referências adesivadas do logo da competição, serão revelados mais à frente, no lançamento oficial. O motor ainda é o 1.6 de 114 cv aliado ao câmbio Xtronic CVT.

 

Dessa vez o Kicks UEFA Champions League será vendido em outros mercados da América Latina, além do Brasil e da Argentina.

 

Foto: Divulgação.