Jeep sobe uma posição no ranking brasileiro

São Paulo – A Jeep assumiu a oitava posição no ranking brasileiro de marcas de automóveis e comerciais leves em novembro, alcançando 117 mil 879 unidades licenciadas no acumulado do ano, de acordo com dados do Renavam divulgados pela Fenabrave. A participação de mercado, no período, chegou a 5,8%.

 

Alexandre Aquino, gerente de marketing de produto Jeep para América Latina, celebrou a conquista: “Ficamos felizes com essa conquista porque é o reflexo do nosso trabalho no País. Conseguir ultrapassar uma marca tão tradicional como a Honda, que possui portfólio maior que o nosso, é uma conquista muito relevante, até porque temos apenas dois SUVs de volume”.

 

A distância da Jeep para a Honda é pequena: apenas 116 unidades separam o oitavo do nono lugar. Mas Aquino acredita que será possível manter essa posição até o fim do ano porque o segmento de SUVs é o que mais cresce no País e o Renegade e o Compass têm apresentado bons volumes de vendas mensais ao longo de 2019.

 

“Mesmo com essa conquista é necessário ressaltar que o foco principal do nosso trabalho é a liderança do mercado de SUVs, o que já acontece por quatro anos seguidos. Mas é sempre bom subir uma posição no ranking geral.”

 

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Com 117 mil 879 SUVs licenciados até novembro a Jeep é líder isolada do segmento, com quase o dobro de emplacamentos do segundo colocado. O Renegade é o principal responsável pelo resultado, com 63 mil 22 unidades vendidas no acumulado do ano, liderando o segmento de SUVs compactos – com quase 13 mil unidades de distância para o segundo colocado: “A nossa expectativa é a de que isso não mude até o fechamento do ano porque a distância é considerável”.

 

O Compass, que registrou 54 mil 524 licenciamentos no ano, é o segundo grande responsável pelo bom resultado da Jeep. Lidera com folga o segmento de SUVs médios.

 

Tania Silvestri, diretora de brand e comercial da Jeep, disse que para o ano que vem o foco da companhia é continuar liderando as vendas de SUVs, segmento em que projeta, para a empresa, crescimento de 5 pontos porcentuais de participação de mercado até 2024: “Em mercados maduros as vendas de SUVs chegam a 40% do total. No Brasil ainda é 22%. Por isso, esperamos essa expansão nos próximos anos”.

 

Fotos: Divulgação.

Breno Kamei é o novo diretor de RAM, Dodge e Chrysler

São Paulo – A FCA nomeou Breno Kamei para a diretoria das marcas RAM, Dodge e Chrysler para a América Latina. O executivo substitui Nicholas Parkes, que segue à frente das operações comerciais da região – com exceção de Brasil e Argentina.

 

Kamei, formado em administração e marketing, está no grupo desde 2003 e passou por diversas funções, chegando a trabalhar em Detroit, Estados Unidos. Ele agora acumula o cargo com a diretoria de portfólio, pesquisa e inteligência competitiva para a América Latina, onde está desde 2017.

 

“Além de ampliar o alcance das marcas RAM, Dodge e Chrysler na América Latina, vamos nos dedicar à construção de estratégias para nos aproximar cada vez mais dos clientes, intensificando um relacionamento contínuo”.

 

Foto: Divulgação.

Miguel Fonseca assume vice-presidência da Toyota Europa

São Paulo – A Toyota do Brasil anunciou, na quarta-feira, 4, a ascensão de Miguel Fonseca, responsável por suas vendas na Região do Mercusul, a partir de 1º de janeiro, à posição de vice-presidente da Toyota Europa. Seu sucessor é Gustavo Salinas, responsável pela marca Lexus na região e por Business Transformation.

 

Para a fundamental diretoria de Mobilidade foi indicado o gerente Roger Armellini – e Vivian Mansi, responsável regional por Comunicação e Sustentabilidade, torna-se presidente da festejada Fundação Toyota em sucessão a Percival Maiante, que se aposenta.

 

E a área de Comunicação Interna e Institucional ganha nova gerente, Daniela Ferreira, vinda da Edelman.

 

Foto: Rafael Cusato.

Indústria metalmecânica de Caxias do Sul consolida recuperação

Caxias do Sul, RS — Após queda de quase 50% no faturamento nos anos de 2015 e 2016, derrubando o valor para pouco mais de R$ 12 bilhões, a atividade metalmecânica de Caxias do Sul iniciou reação tímida nos períodos seguintes, tendo fechado 2018 com R$ 15 bilhões. Com relação à média histórica dos primeiros anos da atual década o resultado é ainda 40% inferior.

 

Em pronunciamento no Fórum AutoData de Veículos Comerciais, realizado na terça-feira, 3, o presidente do Simecs, Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico, Paulo Spanholi, afirmou que 2019 está sendo marcado por forte recuperação. A expectativa é a de que os valores fiquem acima dos R$ 20 bilhões: “Viramos a curva negativa e voltamos a crescer de forma consolidada”.

 

O dirigente também lembrou que a indústria de transformação, de uma forma geral, perdeu representatividade nos últimos anos e reduziu drasticamente os seus quadros. Em Caxias, por exemplo, o setor emprega 37 mil pessoas, número 25% abaixo dos anos anteriores à última crise: “Embora o cenário ainda seja de adversidades o pior ficou para trás. A confiança está retornando e os empresários já preparam investimentos na produção”.

 

O consultor econômico da entidade, Rogério Gava, reforçou a ideia da recuperação, destacando a expansão do PIB nos últimos trimestres e a expectativa de elevação ainda maior no ano que vem: “As notícias são boas, é hora de acreditar”.

 

Gava recordou que o sindicato tem região de abrangência sobre dezessete municípios, que concentram 3,3 mil empresas, a maioria de pequeno e micro porte, responsáveis por 50 mil empregos formais. O faturamento de 2018 foi de R$ 21,2 bilhões. Caxias do Sul tem 2,6 mil empresas, geradoras de 37 mil vagas e de R$ 15,2 bilhões de faturamento.

 

Na composição da receita o setor automotivo participa com 73,5%, o metalmecânico com 20,5% e o eletroeletrônico com 6%. O maior volume de vendas, 63,5%, se concentra fora do Rio Grande do Sul. O Estado absorve 20,5% e as exportações, 16%. Em empregos as indústrias metalmecânicas, que são 72% do total, participam com 53%. As automotivas, com representação de 18%, respondem por 41% dos trabalhadores. Na indústria eletrônica estão 10% das empresas e 6% dos empregos.

 

Gava ainda destacou que a remuneração média do setor, incluídos salários e benefícios, no ano passado, foi de R$ 4 mil 207, crescimento de 3,5% sobre 2017. O consultor manifestou que, no curto prazo, será muito difícil recuperar os empregos perdidos nos últimos anos. De 2014 a 2016 foram fechadas 18,5 mil vagas: “Com a crise as empresas elevaram investimentos em automação e robotização na busca de maior competitividade. Hoje, fazem mais com número igual ou menor de funcionários”.

 

Foto: Cleiton Thiele.

T-Cross será exportado para a África

São Bernardo do Campo, SP – SUV mais vendido do mercado brasileiro pela primeira vez em novembro, o T-Cross seguirá a partir do ano que vem de São José dos Pinhais, SP, onde é produzido, para alguns países da África. Não serão grandes volumes, contou o presidente da Volkswagen América do Sul, Pablo Di Si. “O mais importante é que colocaremos o nosso pezinho naquele mercado”.

 

No lançamento do modelo, em fevereiro, Di Si revelara que o T-Cross seria exportado para mais de cinquenta países – e cruzar o Atlântico já fazia parte dos planos. O projeto avançou: há algumas semanas executivos e revendedores africanos reuniram-se com a diretoria brasileira em São Bernardo do Campo, SP, para desenhar o plano. Di Si não quis falar em volume, mas mostrou-se animado.

 

O executivo considera essencial ampliar os mercados de exportação a partir das fábricas brasileiras, mas reclama da falta de competitividade – tema recorrente na indústria automotiva nacional. Para ele o governo está no caminho certo ao tentar simplificar o sistema tributário e reduzir a burocracia, mas não deverá ser algo resolvido no curto prazo.

 

“Tecnicamente temos todas as condições de exportar para Europa ou Estados Unidos. Como exemplo exportamos virabrequins de São Carlos para a Alemanha e transmissões de Córdoba, na Argentina, para a China.”

 

Mas os principais clientes ainda são os países da região. A boa notícia é que em 2020 a dependência da Argentina, maior comprador de carros brasileiros, foi reduzida na Volkswagen: as exportações cairão apenas 4%, embora os embarques para a Argentina venham a cair 39%. Serão exportados 105 mil veículos VW ante 110 mil em 2019, dos quais 39 mil para a Argentina, ante 63 mil no ano passado.

 

Foto: Divulgação.

Volvo anuncia novo gerente de vendas

São Paulo — Jeseniel Valério assumiu o cargo de gerente de engenharia de vendas da Volvo no Brasil, na sucessão de Alvaro Menoncin. Valério se reportará a Alcides Cavalcanti, diretor comercial de caminhões Volvo no Brasil.

 

Valério trabalha no Grupo Volvo há dezessete anos e em seu último cargo era responsável por transporte vocacional. Também trabalhou na área de engenharia de vendas e de serviços. Ele é formardo em engenharia industrial Mecânica pela Universidade Tecnológica do Paraná e tem MBA em gestão empresarial pela Fundação Getúlio Vargas.

 

Foto: Divulgação.

Volkswagen Nivus chega ao mercado em 2020

São Bernardo do Campo, SP – Nivus foi o nome escolhido pela Volkswagen do Brasil para batizar o cupê urbano – uma espécie de SUV derivado do Polo e do Virtus, com dimensões inferiores ao T-Cross – que sairá das linhas de montagem da Anchieta, em São Bernardo do Campo, SP, a partir de 2020. Assim será conhecido ao menos na América Latina, segundo o presidente Pablo Di Si.

 

Isso porque o modelo, completamente desenvolvido pela equipe brasileira de engenharia e design, será vendido, também, na Europa. “A matriz gostou tanto do projeto local que decidiu produzi-lo na Alemanha, para vender ao mercado europeu. Ainda não decidiram se manterão este nome: caso optem por Nivus cobrarei os royalties”, brincou o executivo a um grupo de jornalistas reunidos na fábrica da Anchieta na quarta-feira, 4. “Mas o projeto adotado na Europa será o mesmo daqui, incluindo o inédito sistema de infotainment”.

 

O SUV pequeno será o décimo-sétimo de vinte lançamentos da ofensiva que a Volkswagen faz no mercado brasileiro até 2020. Por aqui será o pioneiro em adotar o novo logotipo da companhia, revelado no último Salão de Frankfurt.

 

Polo e Virtus GTS, que chegam no começo de 2020, são os décimo-quinto e décimo-sexto modelos. Ainda restam três – e um deles é conhecido, o SUV do Projeto Tarek, que pode não adotar este nome e que sairá das linhas de General Pacheco, Argentina, onde estão sendo aplicados US$ 850 milhões.

 

A Argentina, aliás, deu grande contribuição ao fato de a Volkswagen América do Sul não conseguir fechar o ano no azul – meta que foi adiada para o ano que vem, de acordo com Di Si. A VW é líder ali e registra queda de 43% nas vendas em 2019, fator que influenciou, também a produção brasileira.

 

“Ainda assim conseguiremos fechar o ano com crescimento de 11% na produção, para 489 mil veículos”, estimou o presidente. “Nossa exportação ficará 4% menor, contra 33% da média da indústria.”

 

No mercado brasileiro o saldo também é positivo, com crescimento estimado na casa dos 11%, quase 50% acima da média do mercado, que, até novembro, registrou avanço de 7,6%: “Para 2020 acredito que o mercado brasileiro crescerá de 6% a 9%, com a Volkswagen mantendo ritmo superior e ganhando participação. Será o primeiro ano cheio do T-Cross, que em novembro foi o SUV mais vendido no País”.

 

Di Si foi mais cauteloso ao projetar 2020 para a Argentina, que a partir de dezembro terá um novo presidente. Mas sinalizou como positiva as primeiras declarações do novo governo e disse estar confiante na retomada do mercado – que, este ano, ficará em torno de 435 mil unidades.

 

“Caiu bastante este ano e agora a tendência é voltar a subir. Acredito que poderá fechar de 5% a 10% acima de 2019.”

 

Foto: Divulgação.

Corrida contra o tempo para a competitividade já começou

Caxias do Sul, RS – Na palestra de abertura do Fórum AutoData de Veículos Comerciais, na manhã de terça, 3, o vice-presidente da Anfavea, Gustavo Bonini, fez uma análise com relação aos efeitos do futuro acordo Mercosul-Comunidade Europeia sobre a competitividade nacional. Para ele, o acordo é ótimo, pois fixa data-limite para o país ser competitivo e confere previsibilidade. “A corrida contra o tempo para a competitividade já chegou”, definiu, ao destacar que a partir de 2022 começa a contar o período de sete anos de carência com cotas.

 

Até 2021, o acordo deve estar aprovado pelos parlamentos. De acordo com Bonini, o grande desafio do Brasil é superar o que chamou de manicômio tributário, que exige das empresas gastos de 2 mil 507 horas/homens/ano para o cálculo de impostos — a média mundial é de 231 horas. Também citou o custo da burocracia tributária, que foi, em 2017, de R$ 37 bilhões na indústria em geral e de R$ 2,3 bilhões na automotiva. “O valor é superior ao estimado por ano em pesquisa e desenvolvimento no Rota 2030”.

 

Bonini também destacou que a carga tributária no Brasil é de 32% do PIB per capita, estimado em US$ 13 mil, enquanto no México é de apenas 14%. O principal efeito da falta de competitividade é a baixíssima presença do Brasil no cenário mundial automotivo. Com relação à maioria das regiões, a participação é inferior a 1%. Só tem presença mais significativa na América Latina.

 

“Quando comparamos tecnologias e capacidades produtivas somos semelhantes às maiores montadoras do mundo. O problema é do portão para fora. E isto precisa mudar para que o país seja competitivo. E o prazo para que isto ocorra já está correndo”.

 

Foto: Cleiton Thiele.

Projeções diferentes para o mercado de ônibus

Caxias do Sul, RS – As duas principais montadoras de chassis de ônibus têm projeções diferentes para o mercado nacional em 2020. Em painel realizado no Fórum AutoData de Veículos Comerciais, o gerente sênior de marketing ônibus da Mercedes-Benz, Curt Axthelm, estimou recuo de 10% sobre as 20,5 mil unidades projetadas para este ano. Para Jorge Carrer, gerente nacional de ônibus da Volkswagen, o mercado deve crescer, mas sem indicar porcentual. Até outubro, os emplacamentos cresceram 48,6%, chegando a quase 17,2 mil.

 

O fator determinante para esta diferença se concentra, principalmente, na avaliação sobre o programa Caminho da Escola. Para Axthelm, depois de crescer 162% neste ano, de 1 mil 299 para 3 mil 397 unidades, haverá dificuldades de continuidade das entregas em 2020 em razão das eleições municipais, exiguidade de tempo para entrega e incerteza de disponibilidade de recursos federais. “Acreditamos em volumes menores”.

 

Carrer acredita em entregas a partir do primeiro bimestre, totalizando as 6 mil licitadas ao longo do ano.

 

No segmento de fretamento, o gerente da Mercedes estima números semelhantes nos dois anos, na casa de 1 mil unidades, e inferior a 2018 na ordem de 13%. Já Carrer acredita na retomada em função da recuperação do emprego, novas regras de acessibilidade e maior demanda em operações nas áreas rurais.

 

Em relação a urbanos e rodoviários, a expectativa de ambos é de crescimento. Nos urbanos, que têm alta acumulada de 44% até outubro, os principais fatores são licitações em algumas capitais, como São Paulo, Curitiba e Brasília; disponibilidade de crédito a juros baixos e necessidade de renovação das frotas. Os principais desafios são a perda contínua de passageiros e o possível congelamento de tarifas em ano eleitoral.

 

Nos rodoviários, com alta de 13% até outubro, a expectativa é por novo avanço, embora existam várias condicionais. A mais preocupante é a desregulamentação das linhas, que pode trazer imprevisibilidade à operação. Outra situação é a possível queda nos preços das tarifas pelo ingresso dos aplicativos. Para a indústria, no entanto, pode ser positiva a uberização no setor com o surgimento de novos clientes de menor porte.

 

Foto: Cleiton Thiele.

Resultado do PIB anima fabricantes de caminhões

Caxias do Sul, RS – O anúncio de alta de 0,6% no PIB do terceiro trimestre repercutiu de forma positiva nas exposições do Fórum de Veículos Comerciais, que AutoData promoveu na terça-feira, 3, em Caxias do Sul, RS. O vice-presidente da Anfavea, Gustavo Bonini, que manifestava confiança com o resultado do segmento de comerciais para o ano, comemorou: “Creio que poderemos colocar mais alguns pingos no copo de água já meio cheio para cima”.

 

Até então, Bonini sinalizava para vendas internas 123 mil unidades, dentre ônibus e caminhões, alta de 35%, exportações de 20 mil, com recuo de 41%, e produção na casa de 145 mil, avanço de 8,2%. “A possível expansão do PIB em 0,92% reforça a confiança para o próximo ano”.

 

A posição do dirigente da Anfavea ganhou respaldo no painel que reuniu representantes de montadoras de caminhões. Idam Stival, gerente comercial da Iveco, avaliou que a projeção de incremento de 15% para o próximo ano pode ser maior. “O PIB em alta vai puxar o consumo das famílias e isto pode representar algo mais nas vendas”.

 

Fernando Michetti, gerente sênior de vendas da Regional Porto Alegre da Mercedes-Benz, estima incremento entre 10% e 15% em 2020. Cita como fatores a safra agrícola crescente, a expectativa de aumento das vendas para a construção civil nos próximos seis meses e demanda maior por logística para consumo urbano, em função da redução do desemprego e juros baixos.

 

Cesar Neves, gerente comercial da Volvo, afirmou, sem manifestar porcentual, que o crescimento seguirá no próximo ano, sem euforia, sustentado por compras técnicas. “Nos primeiros encontros que fizemos com a rede de distribuidores, os sinais são positivos”.

 

Wilson Ferri, diretor comercial de implementos das Empresas Randon e representante da Anfir, projetou para 2020 incremento de 2% no segmento de veículos rebocados, girando em torno de 64 mil a 65 mil unidades, e índice mais expressivo nos leves diante da expectativa de recuperação do consumo com o PIB crescente.

 

Os representantes das montadoras de caminhões também acreditam no aumento de vendas de modelos médios e leves para atender demandas da construção civil, prestação de serviços e distribuição urbana.

 

Foto: Cleiton Thiele.