Varejo acredita em melhor mês do ano

São Paulo – Até a quarta-feira, 28, foram licenciados 205,4 mil automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus em agosto, de acordo com dados preliminares do Renavam obtidos pela Agência AutoData. Restando dois dias úteis para o fechamento do mês, varejistas trabalham com a possibilidade de termos o melhor volume mensal do ano – ou algo próximo a isso.

 

Uma fonte do varejo afirmou à reportagem ser possível o mercado fechar com vendas na casa das 245 mil unidades em agosto. “Com sorte chegaremos a 250 mil veículos emplacados”.

 

Maio foi o melhor mês em vendas do ano: 245,4 mil unidades comercializadas em 22 dias úteis. Agosto tem um dia útil a mais.

 

Na média diária até a quarta-feira, 28, os brasileiros consumiram 9,8 mil veículos/dia – mas é comum nos últimos dias do mês o ritmo de emplacamentos aumentar, especialmente por causa das vendas diretas, elevando este índice. Em julho foram emplacados, em média, 10,5 mil veículos e em junho, o melhor mês em média diária do ano, 12,3 mil unidades.

 

Foto: Divulgação.

VWCO: retomada dos segmentos leve e médio.

São Paulo – Após o segmento de caminhões pesados e, especialmente, extrapesados, puxarem o crescimento no primeiro semestre, Ricardo Alouche, vice-presidente de marketing, vendas e pós vendas da Volkswagen Caminhões e Ônibus projeta maior fôlego nos outros segmentos até o fim do ano. O executivo vê aquecimento nas negociações em especial das linhas leve e médio, com maior procura dos clientes.

 

“Ainda não é uma grande recuperação, mas é positivo para sustentar o volume a médio e longo prazo”.

 

Os segmentos se beneficiam da maior demanda na distribuição urbana, que também está aquecida, segundo Alouche: “O [segmento] de bebidas está crescendo, assim como o farmacêutico, no qual fechamos venda grande recentemente para o grupo da Drogaria São Paulo e Drogaria Pacheco, padronizou toda sua frota com modelos Delivery”.

 

Nos médios o vice-presidente ressaltou que, após quatro anos sem comprar novos veículos, o segmento de coleta de lixo está renovando sua frota.

 

Esse cenário positivo faz Alouche projetar um segundo semestre de expansão na comparação com o mesmo período de 2018, sem subsídios do governo ou algum tipo de incentivo adicional: “Essa recuperação é por demanda e serve como um bom indicativo para o ano que vem e para economia nacional. Para o fechamento de 2019 a expectativa é a de crescimento de 15%, em linha com o que foi divulgado pela Anfavea”.

 

Mas nem tudo são boas notícias: no caso das exportações, a situação da Argentina atingiu as vendas externas do setor e da VWCO, que espera uma redução no volume exportado na comparação com 2018:

 

“É um dilema: quando o Brasil está bem, o mercado argentino cai. É um mercado que costuma representar em torno de 40% das nossas exportações, e atualmente não estamos exportando quase nada para lá. Realocamos alguns volumes para outros mercados, mas esbarramos em questões normativas, pois o caminhão exportado para Argentina muitas vezes não atende às normas de outros países, como Colômbia e Equador. Um mercado que nos ajudou a reduzir a queda foi o Chile, mas a competitividade por lá é complicada, porque dispõe de mais de quarenta marcas de caminhões”.

 

[IMGADD]

 

Diante do cenário complicado no país vizinho, Alouche disse que a expectativa da companhia é de recuperação a partir do segundo trimestre do ano que vem, mas antes é necessário aguardar o resultado das eleições e o comportamento do mercado a partir da definição política.

 

Com a queda nas vendas externas a produção da fábrica de Resende, RJ, caiu nos primeiros meses do ano, mas agora já está normalizada e operando em um turno completo, graças ao aquecimento do mercado interno: “Já trabalhamos em alguns sábados e fizemos algumas horas extras para atender alguns pedidos pontuais. A linha do TGX está operando em dois turnos, mas é a única”.

 

Para o ano que vem a VWCO espera preencher o segundo turno de produção, com base em alguns fatores como a projeção de alta da Anfavea para as vendas de caminhões, aprovação das reformas que resultarão em crescimento maior do PIB, retomada da Argentina, vendas mais aquecidas para o México e novos mercados de exportação.

 

Fotos: Divulgação.

General Motors abre PDV em São Caetano do Sul

São Paulo — A General Motors abriu PDV, plano de demissão voluntária, na fábrica de São Caetano do Sul, SP, onde produz os modelos Chevrolet Onix Joy, Spin, Montana e Cobalt. A empresa confirmou o plano em curso na quinta-feira, 29, alegando “ajuste da estrutura às necessidades do negócio”. Os funcionários terão até a sexta-feira, 30, para aderir ou não ao plano.

 

A empresa não informou a meta de redução que busca com o plano nem as áreas envolvidas. Segundo apurou a Agência AutoData o número pode chegar a 150 funcionários desligados na área administrativa, sobretudo no departamento de engenharia. De acordo com o sindicato dos metalúrgicos a área de produção não é o foco do plano de demissão voluntária.

 

Foto: Divulgação.

Linha Volkswagen Delivery ganha câmbio automatizado

São Paulo – A Volkswagen Caminhões e Ônibus seguiu os passos da concorrência e começou a adotar, aos poucos, o câmbio automatizado na linha Delivery. O 9.170 e o 11.180 com transmissão automatizada serão um dos principais destaques do estande da companhia na Fenatran, a partir de 14 de outubro no São Paulo Expo.

 

Paulo Razori, engenheiro de marketing de produto da VWCO, afirmou que as novas caixas deverão elevar o conforto, a segurança e proporcionar economia no consumo dos veículos.

 

“Um motorista de caminhão leve costuma fazer mil trocas de marchas por dia. Com este novo câmbio, o conforto será muito maior e o consumo de combustível menor”.

 

Ricardo Alouche, vice-presidente de marketing, vendas e pós-vendas, calcula que o câmbio automatizado encarece em cerca de R$ 15 mil o caminhão na comparação com seu equivalente com transmissão manual – mas o custo é rapidamente diluído.

 

“Em uma média de seis meses esse investimento se paga pela economia de combustível e menor custo de manutenção. Mas esse valor pode variar de uma negociação para outra, depende do volume e de cada concessionário”.

 

A engenharia da VWCO trabalhou para entregar as versões automatizadas do Delivery com o preço mais competitivo possível. Uma das saídas encontradas foi substituir a alavanca do câmbio com um botão, parecido com o de controle do ar-condicionado. Segundo Alouche, essa solução reduziu em até R$ 4 mil o preço final do componente.

 

“Ao mesmo tempo deixamos o interior do caminhão mais limpo, facilitando a vida do motorista, que muitas vezes precisa andar dentro da cabine: nas novas versões do Delivery ele não precisará ficar passando por cima da alavanca de câmbio”.

 

[IMGADD]

 

A ideia é que toda a linha Delivery ganhe uma opção de câmbio automatizado. Antes, de acordo com o vice-presidente, os compradores precisarão entender os benefícios da tecnologia, para gastar um pouco mais na hora da compra e colher os frutos deste investimento alguns meses depois.

 

A 9.170 e a 11.180 são as versões mais vendidas do Delivery – e as que possuem preço mais elevado, reduzindo, portanto, o porcentual de aumento no custo.

 

“Influenciou também o fato de que os principal compradores dessas duas versões são grandes e médias empresas, que podem investir um pouco mais para ter uma frota mais moderna”.

 

A fábrica de Resende, RJ, começará a produzir as duas versões a partir do mês que vem, com a Fenatran sendo o palco do lançamento oficial. Equipa as duas versões a transmissão V-Tronic EAO-6106, fornecida pela Eaton, com seis marchas, sendo a última overdrive, para economia de combustível em entregas intermunicipais.

 

A caixa trabalha em conjunto com o assistente de partida em rampa, que precisa ser ativado por um botão no console ao ligar o caminhão. Ele impede que o veículo desça a ladeira no momento em que o motorista tira o pé do freio para acelerar.

 

Fotos: Divulgação.

Anchieta começará a produzir novo modelo no primeiro semestre

São Paulo – A Volkswagen começará a produzir no fim do primeiro semestre de 2020 o seu cupê urbano, modelo desenvolvido pela engenharia brasileira para as linhas da unidade Anchieta, em São Bernardo do Campo, SP. O presidente Pablo Di Si afirmou que as alterações na fábrica começarão em poucas semanas.

 

“Temos férias coletivas programadas para setembro e outubro, quando aproveitaremos para começar a mexer na unidade. Mas a maior parte ficará para 2020, já no começo do ano”.

 

As modificações incluem um novo conjunto de prensas, o que elevará a produtividade. Segundo a VW permitirá a produção de quatro vezes mais peças por minuto, comparado com a linha atual. Reduzirá também o prazo para troca das ferramentas, de 45 para apenas 5 minutos. Na Anchieta são produzidos Polo, Virtus, Saveiro e Saveiro Cross.

 

Essa mudança, de acordo com o presidente, demandará um prazo estendido: “É mais demorado do que fazer alterações na estamparia”.

 

[IMGADD]

 

As primeiras imagens do novo modelo, ainda em sketch, foram divulgadas na quinta-feira, 29, na visita da comitiva liderada pelo governador de São Paulo, João Doria, à sede da companhia em Wolfsburg, Alemanha. Classificado como cupê urbano pela empresa, o modelo – ainda sem nome divulgado – é uma espécie de SUV derivado do Polo e será montado na mesma plataforma MQB.

 

Ele será equipado com um inédito sistema de infotainment, também resultado de desenvolvimento local. Em torno de cinquenta engenheiros trabalharam no projeto pensado para o consumidor brasileiro – e que terá, também produção local, embora com alguns componentes importados. Tanto o carro quanto o sistema serão exportados e produzidos em outras unidades da Volkswagen ao redor do mundo. Segundo Di Si é a primeira vez que um modelo desenvolvido pelos times de design e engenharia do Brasil entrará em linhas de produção de fora do País.

 

Doria e o prefeito de São Bernardo do Campo, Orlando Morando, divulgaram que a produção do novo modelo gerará 1,5 mil novos empregos. Di Si afirmou que foram contratados quinhentos trabalhadores para a unidade Anchieta, dos quais cem pela equipe de engenharia.

 

Foto: Divulgação.

Volkswagen confirma investimentos de R$ 2,4 bilhões em São Paulo

São Paulo – A Volkswagen confirmou na quinta-feira, 29, investimentos de R$ 2,4 bilhões em fábricas paulistas – as unidades Anchieta, em São Bernardo do Campo, e de São Carlos – até 2020. O anúncio foi feito pelo COO global, Ralf Brandstätter, e o presidente para a América Latina, Pablo Di Si, ao governador do Estado, João Doria, e ao prefeito de São Bernardo do Campo, Orlando Morando, em Wolfsburg, na Alemanha.

 

O valor faz parte do pacote de R$ 7 bilhões programados até o ano que vem, que inclui desenvolvimento de novos modelos e modernização das fábricas. Embora Doria estivesse presente na sede da companhia na Alemanha, o presidente Pablo Di Si afirmou à AutoData que, ao menos por enquanto, a VW não entrará no IncentivAuto, o programa de fomento à indústria automotiva idealizado pelo governo estadual.

 

“Estamos avaliando [participar do IncentivAuto]. Se fizer sentido, entraremos no programa, mas não planejamos este investimento com o objetivo de conseguir incentivos”.

 

A fábrica da Anchieta, que atualmente monta Polo, Virtus, Saveiro e Saveiro Cross, produzirá a partir do ano que vem um modelo inédito desenvolvido pela engenharia brasileira. A VW o classifica como um cupê urbano, uma espécie de variação do Polo com ares de utilitário esportivo – o departamento de marketing de algumas concorrentes chama de CUV, utilitário esportivo compacto. Ele será montado sobre a plataforma MQB.

 

O cupê urbano será equipado com um novo sistema de infotainment também desenvolvido pelo time de engenheiros brasileiros – e, de acordo com Di Si, montado por um fornecedor local, ainda que com alguns componentes importados. “É um sistema pensado para o brasileiro, com usabilidade intuitiva e um alto nível de conectividade e personalização”.

 

Brandstätter anunciou que o cupê urbano será produzido também na Europa, assim como o sistema de infotainment, fato comemorado pelo presidente para a América Latina. “Pela primeira vez um modelo desenvolvido por nós no Brasil terá abrangência global. O sistema de infotainment também será produzido em outros locais”.

 

No começo do século o Fox, modelo desenvolvido pelos brasileiros, chegou a ser exportado para a Europa, mas sempre produzido aqui. O fato novo do anúncio do COO é a exportação do projeto do modelo.

 

O investimento anunciado pelos executivos a Doria contempla também um novo conjunto de prensas para São Bernardo do Campo, com capacidade para produzir quatro vezes mais peças por minuto na comparação com a linha anterior. A troca das ferramentas para a estampagem também terá mais agilidade, com redução do tempo para a substituição de 45 para apenas 5 minutos.

 

A produção de virabrequins em São Carlos será duplicada, das atuais 1 mil para 2 mil peças por dia. Segundo Di Si o objetivo é ampliar a exportação do componente, já enviado para a Alemanha e México.

 

Foto: Divulgação.

Toyota renova acordo por Guaíba até 2025

São Paulo – A Toyota renovou com o governo do Rio Grande do Sul o acordo que mantem um centro de distribuição em Guaíba. O trato atual, que versa sobre incentivos do Estado e contrapartidas da fabricante, venceria no ano que vem, mas foi estendido até 2025 – prazo inferior ao desejado pela companhia, que pleiteava a renovação até 2032.

 

A assinatura do quinto aditivo ao contrato torna viável a incorporação de mais um componente ao processo de finalização de montagem das picapes Hilux, uma das contrapartidas da Toyota fornecida pelo governo do Estado como forma de fomentar a produção local de autopeças.

 

Manter a fabricante em Guaíba significa ao governo gaúcho, além da possibilidade de estimular as empresas locais de autopeças, não perder arrecadação: segundo fonte ligada à Fazenda local a Toyota representa a segunda maior fonte de arrecadação de Guaíba, atrás apenas da CMPC Celulose Riograndense.

 

No Brasil a Toyota mantém três centros de distribuição: o de Guaíba, em Vitória, ES, e em Recife, PE, no Complexo de Suape. Estão em tratativas a instalação de uma quarta unidade, na Região Nordeste. Em junho o presidente Rafael Chang assinou protocolo de entendimentos com o governo do Ceará, mas a empresa não descarta a instalação em outro Estado.

 

No centro de distribuição do Rio Grande do Sul, em operação desde 2005, os modelos importados da Argentina, como a picape Hilux e o SUV SW4, recebem as adaptações necessárias ao mercado brasileiro antes de seguirem para as concessionárias. O mesmo acontece com os modelos produzidos aqui, que passam pelo centro antes de serem exportados.

 

Participaram da assinatura do quinto aditivo ao contrato, iniciado em 2003, o governador Eduardo Leite, o secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Ruy Irigaray, o secretário adjunto da Fazenda, Jorge Luís Tonetto, o presidente da Toyota do Brasil, Rafael Chang, e o prefeito de Guaíba, José Sperotto.

 

Foto: Felipe Dalla Valle/Palácio Piratini

Case IH já vendeu mais do que em toda a Expointer 2018

Esteio, RS – Em quatro dias de Expointer, feira destinada ao agronegócio realizada em Esteio, RS, a Case IH, do Grupo CNH, vendeu mais máquinas do que em todo o evento do ano passado. O diretor comercial, Paulo Rivolo, contou na quarta-feira, 28, que a meta é crescer de 20% a 30% com relação ao ano passado:

 

“O começo da feira foi muito bom, esperamos que siga assim até o fim. Se crescermos dentro das nossas projeções conquistaremos um resultado que merece ser comemorado”.

 

Colabora o fato de a Expointer ocorrer em período de plantio dos agricultores, o que puxa demanda por plantadeiras e tratores. Para Rivolo o agronegócio seguirá com bons resultados nos próximos anos – neste ano a produção recorde de milho e de soja impulsiona a movimentação dos clientes da Case IH:

 

“Acredito que hoje os negócios giram em torno de uma renovação de frota dos produtores que adiaram suas compras durante os anos de crise. Ainda não vejo um movimento de ampliação”.

 

A principal novidade apresentada pela companhia em Esteio foi a nova linha de tratores Puma, equipados com motores de 140 cv a 230 cv, caixa de câmbio automatizada e tecnologia APM, sistema automático de gerenciamento de transmissão, que indica no painel sempre a melhor marcha para o operador usar — isso resulta em economia de até 20% de combustível, segundo a Case IH.

 

Mesmo com boas expectativas para o setor e um bom volume de vendas durante a Expointer,  Rivolo lamentou que a falta de crédito e de previsibilidade afetaram os negócios no começo do ano:

 

“Tivemos um período de sessenta a setenta dias sem as linhas de financiamentos do governo, o que refletiu negativamente nas vendas e na produção. A pior coisa para o nosso setor é a falta de previsibilidade, isso não pode voltar a acontecer. Independentemente de ser financiamento via banco público ou privado: precisamos que as linhas estejam disponíveis e as regras claras para os consumidores”.

 

Foto: Divulgação.

Clarios traz baterias premium Varta ao Brasil

São Paulo – A Clarios, antiga Johnson Controls, e que por aqui fornece as baterias Heliar, trará ao Brasil as baterias Varta, marca de origem alemã com grande penetração no mercado europeu. Em 2018 foram mais de 8,4 milhões de unidades vendidas.

 

Em comunicado a empresa afirmou que oferecerá baterias avançadas em tecnologia AGM e EFB, esta dedicada a modelos com sistema start-stop, além da versão convencional SLI. Também terá a linha Varta Blue, convencional. A Varta será a linha premium da Clarios.

Toyota e Suzuki anunciam aliança

São Paulo – Toyota e Suzuki anunciaram na quarta-feira, 28, a formação de aliança “de longo prazo” para desenvolver em conjunto novos veículos e tecnologias, incluindo aquelas dedicadas à direção autônoma. O comunicado divulgado afirma que “as duas empresas pretendem alcançar um crescimento sustentável, superando novos desafios na indústria, construindo e aprofundando relacionamentos cooperativos em novos segmentos, enquanto continuam concorrentes”.

 

Estão nos planos a aquisição, pela Toyota, de 4,94% de ações emitidas pela Suzuki por 96 bilhões de ienes, em torno de US$ 900 milhões. A Suzuki, por outro lado, pretende investir 48 bilhões de ienes, cerca de US$ 450 milhões, em ações da Toyota.

 

As conversas acerca de uma possível parceria começaram em outubro de 2016. Em março as empresas anunciaram colaboração no desenvolvimento de produtos, produção e suprimento mútuo de produtos. A ideia é “unir a força da Toyota em tecnologias de eletrificação à tecnologia para compactos da Suzuki”.

 

Foto: Divulgação.