75% da receita da Iochpe-Maxion vem do Exterior

São Paulo – Em 2011 as exportações representavam 14% do faturamento da Iochpe-Maxion. Foi quando a diretoria decidiu trabalhar para expandir a internacionalização e depender menos do mercado brasileiro. Os resultados dessa estratégia foram revelados pelo presidente Marcos de Oliveira no Seminário AutoData Revisão das Perspectivas 2019, na terça-feira, 25, no Milenium Centro de Convenções.

 

“No ano passado, 75% do nosso faturamento veio das vendas externas e 25% do mercado nacional. Essa mudança é muito importante para não sofrermos quando o mercado interno está em queda, como aconteceu nos últimos anos, e compensamos essa retração aumentando as vendas para outros países”.

 

Oliveira revelara parte do caso da Iochpe-Maxion no From The Top, da edição 354 da Revista AutoData. Mesmo com grande participação no mercado externo, a empresa não está satisfeita com 75% do faturamento vindo de fora do País e pretende aumentar suas vendas para outros mercados, buscando países onde ainda não está presente, de acordo com o presidente.

 

“Também queremos aumentar as nossas vendas na Ásia, principalmente na China, que é o mercado que mais vai crescer nos próximos anos e, que atualmente, responde por somente 9% do nosso faturamento”.

 

Segundo Oliveira a internacionalização pode ser feita diversas formas, não só aumentando as exportações. Citou como alternativas parcerias com companhias que já atuam nos mercados externos, aquisição de fábricas e a construção de novas unidades fora do País. No caso da Iochpe-Maxion, esse processo passou pelos três pilares, mas o presidente ressaltou um deles:

 

“Ter fábricas em outros países é importante para não sofrer tanto com a volatilidade do câmbio. Tendo uma fábrica na Europa, por exemplo, eu compro a matéria prima em euro e vendo em euro. O mesmo acontece nos Estados Unidos e isso nos ajuda a controlar as contas da companhia”.

 

Foto: Christian Castanho.

Nissan espera crescer até 12% este ano, com consistência

São Paulo – O presidente da Nissan, Marco Silva, acredita que o mercado brasileiro fechará o ano com 2 milhões 750 mil veículos comercializados, acompanhando a tendência do primeiro semestre e com boa participação das vendas diretas. O executivo palestrou no Seminário AutoData Revisão das Perspectivas 2019 na terça-feira, 25, no Milenium Centro de Convenções em São Paulo, SP.

 

“Houve crescimento de mais de 20% nas vendas diretas. Isso mostra algumas coisas: a necessidade de investimentos nessas novas empresas [locadoras ou de aplicativos de transporte], uma mudança significativa de consumo e quebra de paradigma. Acontece gradativamente, ano a ano.”

 

A Nissan espera crescer 10% a 12% em 2019, que Silva define como uma “evolução baseada em planejamento estratégico com consistência”. As vendas crescem com evolução do market share, apoiada pela fábrica na Argentina que produz a picape Frontier, e exportações estáveis.

 

Segundo o executivo a economia brasileira vive um crescimento com volatilidade. “O primeiro semestre não teve o crescimento que se esperava e o ano vai passar com 0,8% a 1% de avanço do PIB. E infelizmente o ano está acabando”.

 

Qualquer ação nos próximos seis meses do governo só será colhida em 2020, na opinião do presidente. Dentro desse crescimento, a Nissan acredita que os desafios são inúmeros, começando pelo cenário nacional: ambiente político, alto desemprego e espera pela reforma da Previdência. No cenário internacional, ainda enfrenta Brexit, crise da Argentina, guerra comercial dos Estados Unidos com a China, tudo isso gerando impacto na economia do Brasil.

 

A abertura de mercado é vista como positiva pela montadora, mas precisa ser acompanhada por reformas e ajustes. “É importante para o consumidor”

 

Outros pontos considerados são a aprovação do Reintegra, para acelerar exportações. “Não queremos favor, queremos ter competitividade. Precisamos de escala para sermos eficientes”.

 

Com foco na mobilidade inteligente, a marca estuda soluções de eletrificação, modelos híbridos e célula a combustível com utilização de etanol. Tudo para os próximos cinco anos. Em 18 de julho a Nissan lança no país o Leaf, seu modelo 100% elétrico, ainda importado.

 

Silva acredita que há potencial para a marca avançar no Brasil. “Queremos crescer com consistência nos próximos anos. Mas isso não é uma corrida. É uma maratona e o que importa é chegar”.

 

Foto: Christian Castanho.

Ruben Bisi assume relações institucionais da Marcopolo

Caxias do Sul, RS – Com 45 anos de serviços prestados à Marcopolo, Ruben Antonio Bisi é o novo diretor de relações institucionais da companhia. Ele substituirá a José Antonio Fernandes Martins, que exercia a função na condição de vice-presidente e deixa a companhia, após 54 anos, para se dedicar a projetos pessoais.

 

Bisi tem como principais responsabilidades atuar como representante da empresa junto a entidades governamentais, associações setoriais, montadoras, autarquias federais, estaduais e municipais. Graduado em Engenharia Operacional pela Universidade de Caxias do Sul, com MBA em Gestão Organizacional pela Fundação Getúlio Vargas e formação executiva pela Fundação Dom Cabral/Kellogg, Bisi passou pelas áreas Industrial, Engenharia, Marketing, Estratégia e Negócios Internacionais. Também participou dos Comitês Executivo e de Estratégia e Inovação, com significativa atuação no processo de internacionalização da fabricante caxiense.

 

Martins pretende continuar representando os interesses da companhia em que segue sendo um dos principais detentores de ações preferenciais. Ele ocupa cargos diretivos nas federações das indústrias do Rio Grande do Sul e São Paulo, além de presidir o Sindicato das Indústrias de Materiais e Equipamentos Ferroviários e Rodoviários, Associação dos Fabricantes de Carrocerias de Ônibus e a Associação do Aço do Rio Grande do Sul. Com 86 anos, Martins passa a se dedicar aos novos negócios que opera na medicina nuclear, com foco na fabricação de fármacos para diagnósticos avançados de câncer.

 

Foto: Julio Soares/Divulgação.

Indústria de máquinas mantém aposta em alta superior a dois dígitos

São Paulo – O setor de máquinas agrícolas, rodoviárias e construção mantém sua aposta de crescimento para o ano, apesar das incertezas políticas e econômicas. Alfredo Jobke, diretor de marketing da AGCO para América do Sul e Luiz Marcelo Daniel, presidente da Volvo CE na América Latina, participaram de um dos painéis do Seminário AutoData Revisão Das Perspectivas 2019, realizado no Milenium Centro de Convenções, em São Paulo.

 

Para o diretor da AGCO, a projeção do crescimento para o segmento de máquinas agrícolas segue a mesma do ano passado: “Projetamos uma expansão acima de 10%, depois de registrarmos bom volume de vendas no primeiro semestre, mas que poderia ser maior se os recursos do Plano Safra não tivessem acabado”.

 

Já o presidente da Volvo CE acredita em um crescimento de dois dígitos para o segmento de máquinas de construção, mantendo as expectativas divulgadas por outros executivos no ano passado: “Acredito que o mercado consumirá em torno de 16 mil máquinas no ano, talvez um pouco mais. Caso isso aconteça o crescimento poderá ser de até 18%, mas o mínimo esperado para o ano é de 12%”.

 

Para atingir essa alta, o executivo espera um maior consumo de alguns setores como agricultura, construção, locação e governo. Daniel ressaltou que a indústria precisa das definições das reformas anunciadas pelo governo para que retome um crescimento maior e sustentável: “Para os próximos anos esperamos que as reformas sejam aprovadas para que os investimentos externos voltem para o Brasil e, com isso, teremos uma expansão maior e linear”.

 

O setor de máquinas agrícolas, que sofre menos com o momento instável da economia brasileira, está atento às normas do novo Plano Safra que serão publicadas até o final deste mês: “As regras do Plano Safra são as questões mais importantes para nós, esperamos que elas ofereçam boas condições para que os agricultores possam financiar suas máquinas. Caso isso não aconteça, poderemos ter uma alta menor do que esperamos”.

 

Foto: Christian Castanho.

Autopeças conta com alta, mas teme abertura de mercado

São Paulo – O setor de autopeças passa por desafios e um dos principais é a busca pela competitividade, e não apenas a busca da projeção. Assim definiu Flávio Del Soldato, diretor do Sindipeças, no Seminário AutoData Revisão de Perspectivas 2019, na terça-feira, 25, no Milenium Centro de Convenções, em São Paulo, SP.

 

O faturamento do setor em reais tem perspectiva de atingir R$ 106,5 bilhões em 2019, mas em dólares saiu dos R$ 40 bilhões para, depois de seis anos, chegar a US$ 28 bilhões. Segundo Del Soldato o último superávit da balança comercial foi em 2005 – de lá para cá houve apenas déficits.

 

Quando se fala de revisão de projeções, Soldato trabalha com um estudo que é a soma das expectativas das montadoras. Dessa forma, a conta chega a um crescimento de produção de 3% este ano, atingindo 2,977 milhões de unidades. Para 2020, a perspectiva é de 3,114 milhões, alta de 4,6%. Com aumentos sucessivos, o cálculo do Sindipeças é chegar a 2024 com volume de 3,708 milhões de unidades produzidas. “Onze anos depois retornamos ao patamar”.

 

Enquanto o faturamento segue em recuperação de dois dígitos, o setor de autopeças ainda enfrenta problemas de câmbio e a derrocada argentina que impactou na produção. Mas as vendas no mercado interno seguem com alta de 7 a 8%. “O setor aguarda novidades [reformas] em zona de conforto. A produção não vai melhorar no curto prazo e pode piorar, porque a base é alta. Se falamos de competitividade, não será possível sustentar esse gigante, que é o setor automotivo, com pés de barro. Precisamos que todo o setor de autopeças cresça junto. A seleção vai ser natural. Não cabem todos. Mas é interesse de todos que o setor progrida e estabeleça condições para ter pés de aço”.

 

As expectativas da Eaton são conservadoras. Com foco no mercado de reposição, conquista de novos mercados e exportações na casa de 20%, o presidente Antônio Carlos Galvão planeja um ano de dois dígitos de alta, enquanto a reforma tributária não gerar resultados.

 

Já a Bosch diz que a perspectiva é “andar de lado” tanto Brasil quanto Argentina, onde a empresa atua. A projeção para 2020 ainda com expectativa da aprovação das reformas é crescer 3%, segundo o presidente Besaliel Botelho.

 

“Estamos sendo conservadores. A transformação lá de fora vai acontecer aqui também, por isso estamos preparados para enfrentar novos investimentos com balança comercial de 30% de exportações. Conseguimos manter os 8,5 mil empregos mesmo com transformações. Continuamos numa boa base para enfrentar a abertura de mercado, precisamos nos preparar para importar mais, isso vai ser rápido e não teremos condições de fazer mais investimentos. Vamos nos preparar para modelos de importação mais inteligentes. A Anfavea tem que atuar junto ao Sindipeças para essa projeção tecnológica do futuro”, afirmou Botelho. “Temos de nos unir para localizar, senão teremos de importar tecnologia.”

 

O presidente da Bosch avalia o cenário no qual a produção mundial deva cair 3%, o que é diferente das expectativas que existem da região. “Ao falar de acordos bilaterais, vamos liberar o mercado para competidores muito interessados em nosso mercado, o que deixa a competitividade mais forte”.

 

Agenda da competitividade – Para Galvão, da Eaton, três fatores forçam a urgência pela maior competitividade. O primeiro é a perda em dez anos e a alta capacidade ociosa. O segundo fator é que, por causa das plataformas globais, os países de origem conseguiram maior escala e o Brasil ficou para trás. E, por fim, a agenda de livre comércio que precisa ser vista com cautela.

 

Para o presidente da Bosch, a saída para muitas empresas sobreviverem será formar parcerias. “Os volumes começam a voltar e precisamos compactar mais volumes e não pulverizar. Vejo desafio de alta exposição ao câmbio e precisamos exportar”.

 

O Sindipeças defende uma agenda de integração, a partir de acordos comerciais, processos horizontais nos setores e de forma gradual. Dos acordos comerciais, a entidade espera os resultados com a União Europeia, que pode sair muito em breve.

 

“Se fizermos um acordo com a Europa esse modelo vai repercutir com outros acordos com Japão, Coreia do Sul, Canadá, no livre comércio de autopeças”.

 

Galvão, da Eaton, defende a eletrificação, mas tem dificuldade em colocar o Brasil nesse mapa. “O que me preocupa é a velocidade do livre comércio ser maior do que a velocidade da agenda competitiva.”

 

Foto: Christian Castanho.

Fabricantes de motores em compasso de espera

São Paulo – A constante redução do PIB do País encabeça a lista de fatores que levaram as fabricantes de motores diesel a diminuirem as expectativas acerca do mercado brasileiro neste ano. Cummins, MWM e FPT, os principais nomes do setor, concordam que o ritmo da produção se reduzirá ao longo do ano em função da crise na Argentina. No entanto, ninguém ainda se sente seguro em cravar o porcentual para baixo, nem quando isso deverá acontecer. Assim como Anfavea, há que esperar.

 

Durante sua palestra no Seminário AutoData Revisão das Perpectivas 2019, organizado na terça-feira, 25, no Milenium Centro de Convenções, em São Paulo, SP, executivos dessas empresas disseram que o crescimento projetado em 2018 acerca do mercado em 2019, de 15% a 20%, levava em consideração um PIB na faixa dos 2,5%, o que deixou de acontecer em janeiro, quando a projeção  do Banco Central apontou em 2,6%. A partir daí, queda acentuada até chegar em 0,87% em junho.

 

Para Marco Rangel, presidente da FPT, o agronegócio segue como base que dá sustentação ao mercado, ainda que sem a força vista nos últimos anos, o que, segundo ele, contribui para uma revisão abaixo das expectativas iniciais: “A queda do preço das commodities travada por China e Estados Unidos, um Plano Safra menor, fim do Moderfrota e o PIB descrescente colocaram gelo no nosso refresco, ou seja, reduzirá o ritmo do mercado. Sem mencionar a situação da Argentina, onde a FPT mantém fábrica”.

 

No caso da Cummins, especificamente, há o agravante Ford Taboão, para quem fornecia motores diesel para caminhões. Segundo Adriano Rishi, diretor executivo, a expectativa da companhia acerca do mercado nacional pode ser ilustrada pela revisão que a fabricante fez na sua produção para o ano. Com a Ford no mercado, projetaram 43 mil unidades de motores nas linhas de Guarulhos, SP. Com a saída da montadora do negócio caminhão, dez mil unidades menos – 33 mil. “Não é algo drástico, mas produziu reflexos que nos levaram ao caminho da diversificação da oferta”.

 

O rumo citado pelo executivo aponta para o mercado de motores estacionários, sobretudo para geração de energia elétrica. Essa é a mesma direção pela qual vai o planejamento da MWM. A queda nos volumes nas exportações de caminhões, que refletiram no ainda maior negócio da empresa, ligou o sinal de alerta e culminou em uma aposta “mais firme no mercado de geradores e também na reposição”.

 

Para Thomas Püschel, diretor de vendas e marketing da MWM, “se é possível apostar agora em como estará o mercado em dezembro, a resposta mais crível seria a de um mercado igual ao ano passado”.

 

Foto: Christian Castanho.

Renegade ganha série especial em homenagem ao surfe

São Paulo – A Jeep lançou a série especial WSL, World Surf League, para o SUV Renegade, limitada a quinhentas unidades. As primeiras vinte estão em pré-venda até 30 de junho por meio do site http://renegadewsl.jeep.com.br, adiantando R$ 1 mil de sinal – que será abatido dos R$ 99 mil 950 do preço da versão.

 

Em homenagem ao campeonato mundial de surfe, da qual a Jeep é patrocinadora desde 2015, o Renegade WSL traz motor 1.8 flex de 139 cv, câmbio automático de seis marchas, teto preto e acabamentos escuros e adesivos com a logomarca da WSL. De série traz bancos em couro, central multimidia com conectividade a smartphones e outros itens.

 

O modelo foi apresentado na etapa do WSL de Saquarema, RJ, que terminou no último domingo.

 

Foto: Divulgação.

Viação Tucuruí compra seus primeiros Neobus

São Paulo – A Viação Tucuruí, da cidade homônima do Pará, comprou seus primeiros ônibus Neobus: são dois urbanos New Mega e um rodoviário Spectrum, que serão usados na frota de Tucuruí.

 

Os modelos são montados sobre chassis Mercedes-Benz OF 1721 de 12,5 metros e podem transportar até 71 passageiros, sendo 41 sentados e trinta em pé.

Reunidas adquire novos ônibus Marcopolo

São Paulo – A Empresas Reunidas Paulista de Transporte adquiriu vinte ônibus Marcopolo do modelo Paradiso 1200 New G7, montados sobre o chassi Mercedes-Benz O 500RS de 14 metros de comprimento. Sediada em Araçatuba, SP, a Reunidas opera em São Paulo, Mato Grosso do Sul e Rio de Janeiro e possui 150 ônibus Marcopolo na frota.

Projeção da Anfavea está nas mãos do Congresso Nacional

São Paulo – Para o presidente da Anfavea, Luiz Carlos Moraes, as projeções para produção, exportações e vendas de veículos no resto do ano “estão nas mãos do Congresso Nacional”, responsável pela tramitação da reforma da Previdência. Durante sua palestra no Seminário AutoData Revisão das Perpectivas 2019, organizado na terça-feira, 25, no Milenium Centro de Convenções, em São Paulo, SP, o executivo classificou como medíocre o desempenho da economia brasileira nos últimos anos, mas demonstrou confiança no futuro – caso as reformas avancem em ritmo satisfatório.

 

“O [ministro da Economia] Paulo Guedes apostou tudo em um tiro só, a reforma da Previdência. E acho que fez o certo, porque ao colocar em pauta mais assuntos, tira o foco deste que é extremamente importante. É preciso aprovar uma reforma robusta, forte para que, depois, possamos falar em redução da taxa de juros, reforma tributária e investimento em infraestrutura – que, na minha opinião, gerará renda, emprego e fará a economia a voltar a funcionar”.

 

A Anfavea deverá revisar suas projeções nas próximas semanas, durante a divulgação do balanço de primeiro semestre. As estimativas para o mercado interno, de crescimento na faixa de 11%, não deverão sofrer alterações. Moraes disse que embora robusto, as vendas retornam a volumes de 2007. “A base é muito baixa. O tombo nos últimos anos foi muito forte”.

 

Mas os números de exportações, 6,2% de queda, e produção, 9% de alta, certamente serão revistos. “O impacto da Argentina nas exportações foi muito forte. Representa quase 70% dos embarques de veículos do Brasil e, mesmo com a busca por novos mercados, não terá como ser compensado”.

 

O executivo voltou a defender, também, o reajuste no Reintegra enquanto outra reforma, a tributária, avança no Congresso, “para eliminar resíduos. Não tem cabimento exportarmos imposto”. Ele descartou, porém, a proposta de elevar tributos locais para compensar: “Na minha opinião o consumidor brasileiro não pode pagar por isso”.

 

Foto: Christian Castanho.