BMW M5 chega às concessionárias por R$ 695 mil

São Paulo – O modelo M5 chegará à rede de concessionárias BMW do Brasil este mês, importado da Alemanha com preço de R$ 694 mil 950 para a versão de entrada e R$ 739 mil 950 para versão equipada com pacote de desempenho. Segundo a companhia, lote de trinta unidades disponível na pré-venda já foi vendido.  

 

Destacam-se no novo modelo os sistemas de condução semiautônoma, como alerta por sinais sonoros e visuais em caso de trânsito cruzado, risco de colisão traseira, mudanças involuntárias de faixa e controle preventivo de aproximação frontal. O modelo ainda faz intervenções de direção corretivas com a ajuda de cinco sensores de radar e uma câmera estéreo a até 210 km/h.

 

Sob o capô o novo M5 tem motor turbo 4.4 V8 de 600 cv e 76,4 kgfm, sendo que a antiga geração tinha 40 cv e 7 kgfm a menos. O câmbio automático de oito marchas também é novo no modelo. Com esse conjunto mecânico a aceleração de 0 a 100 km/h demora 3,4 segundos e sua velocidade máxima é 305 km/h.

 

Fotos: Divulgação.

Investimentos de montadoras animam Bridgestone

São Paulo – A retomada das vendas de veículos, os anúncios de novos investimentos para os próximos anos feitos por algumas montadoras e os novos modelos que têm lançamentos previstos animam as projeções da Bridgestone para os próximos anos, segundo o presidente Fábio Fossen: “Esperamos que o mercado cresça ano a ano, sem recaídas. Não sei se voltaremos ao patamar de 2012 e 2013 nos próximos anos, mas cresceremos”.

Para este ano, mesmo com a expectativa de mudança do cenário econômico para o segundo semestre — após a greve dos caminhoneiros, a Copa do Mundo e as eleições –, a Bridgestone manteve sua projeção de expandir a produção no Brasil em 6%, com o mercado de pneus crescendo de 3% a 5%, considerando entregas OEM e reposição.

“Queremos atingir nossa projeção para produção e, com isso, aumentar nosso market share no fornecimento para montadoras e no mercado de reposição. No caso das exportações, que representam 20% do que é produzido no Brasil, o dólar alto nos beneficia por não dependermos de componentes importados e pretendemos aproveitar esse momento para ampliar as vendas externas, com projeção de crescer 6%”.

Com alta esperada para todos os setores da empresa, seu faturamento também deve crescer aproximadamente 6%.

O aumento nas vendas de veículos no País e o crescimento da produção da Bridgestone serão os responsáveis por puxar a expansão do fornecimento da companhia para as montadoras. Para as vendas de carros de passeio a Bridgestone espera alta de 7% a 10%, levando como base os números da Anfavea e os dados que algumas montadoras passam para a empresa como projeções internas. Para o segmento de caminhões e ônibus a expansão esperada pela companhia é de aproximadamente 15%.

No segmento agrícola as vendas para o mercado OEM e para reposição também cresceram no primeiro semestre e a expectativa da empresa é de manutenção do ritmo no segundo semestre, puxado pelas máquinas que usam pneu radial. A Bridgestone não revela esses números.

Com relação às eleições Fossen acredita que o cenário é muito imprevisível, pois nem os candidatos estão definidos, mas a intenção é seguir trabalhando sem se preocupar com esse cenário: “Temos que focar no nosso mercado e no que temos que fazer para crescer, sem olhar muito para política, pelo menos enquanto não tivermos um cenário claro. Acredito que a economia se descolou da política, o que ajudará a não afetar tanto o nosso mercado”.

A Bridgestone possui quatro fábricas no Brasil: a de Santo André, SP, e a de Camaçari, BA, operam em três turnos, com capacidade máxima, enquanto as unidade de Campinas, SP, e de Mafra, SC, operam em dois turnos – porém, caso o mercado demande, conseguirão agregar o terceiro turno.

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Cummins assume mais uma empresa de eletrificação

São Paulo – Em mais um passo rumo ao objetivo de vir a ser líder global de energia eletrificada a Cummins anunciou, na segunda-feira, 2, a aquisição da Efficient Drivetrains, empresa que projeta e produz soluções de energias híbridas e elétricas para o mercado.

 

Para o chairman e CEO Tom Linebarger “a compra da Efficient combinará o seus talento e o seu conhecimento em eletrificação com a experiência da Cummins em desenvolver e fabricar as tecnologias que movem e energizam o mundo”.

 

Há nove meses a Cummins acelerou seu investimento em tecnologias de eletrificação e comprou a Johnson Matthey Battery Systems, na Inglaterra, e a Brammo, de Talent, Oregon, na América do Norte.

Vendas JAC expandem em junho

São Paulo – A JAC Motors informou, na segunda-feira, 2, o crescimento de suas vendas em junho, com o registro de alta de 55,9% na comparação com o resultado de junho do ano anterior. Foram comercializadas 385 unidades no mês passado contra 247 no mesmo período do ano anterior.

Já o acumulado do primeiro semestre registrou alta de 33%, com o emplamento de 2,2 mil unidades contra 1 mil 654 em idêntico período de 2017.

Em razão da estagnação nos últimos dois meses a JAC reviu sua projeção de crescimento para 2018: projetava dobrar as vendas mas estima alcançar, afinal, crescimento de 50%. Projeta que o mercado total deve ampliar seu volume em 8%.

 

Para obter esse índice a JAC Motors conta com a regularização logística para a entrega de seu modelo mais vendido, o T40 CVT e com mais dois lançamentos ainda este ano.

Ghosn nega compra de Nissan e de Mitsubishi por Renault

São Paulo – Em meio a especulações sobre o futuro da Aliança Renault Nissan Mitsubishi, o presidente Carlos Ghosn tratou de tranquilizar os acionistas da Nissan e da Mitsubishi com relação a eventual plano da Renault de aquisição de seus parceiros no Japão, informou o site Automotive News. O presidente declarou, durante encontro anual com investidores, em junho, que tornar Nissan e Mitsubishi subsidiárias Renault “tem zero possibilidade de obter um resultado”. E foi além:

 

“Não fizemos isso nos últimos dezenove anos. Não mudaremos hoje”.

 

A Renault detém 43,4% de ações da Nissan e concordou em dar à Nissan mais independência após um impasse com o governo francês que, por sua vez, possui participação de 15% na Renault. A Nissan, a maior das três na aliança, possui 15% da Renault — sem direito a voto.

 

A Nissan também dispõe de participação controladora de 34% na Mitsubishi.

 

Resultados. O Grupo Renault anunciou na segunda-feira, 2, que vendeu 389 mil 221 veículos na França no primeiro semestre, incluindo veículos Renault e Dacia. Este resultado representa volume 5,8% a mais sobre o resultado do primeiro semestre do ano passado.

 

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Crescem as vendas no semestre

São Paulo – O mercado brasileiro de veículos fechou o primeiro semestre com crescimento de 14,5% nas vendas, comparado com os primeiros seis meses do ano passado. De acordo com dados preliminares do Renavam, foram comercializadas 1 milhão 166 mil 729 unidades de janeiro a junho.

 

Embora a Anfavea projetasse queda nas vendas em junho em função da greve dos caminhoneiros no fim de maio e de seus reflexos na produção nas redes de concessionárias, a resposta na ponta foi aquecimento do mercado.

 

Em junho foram vendidos 201 mil 957 veículos, resultado acima das expectativas de que o mês registraria volume inferiores a 200 mil unidades. Até a quinta-feira, 28, haviam sido vendidas coisa de 187 mil unidades. No último dia de vendas do mês, 29, no entanto, os esforços comerciais tiraram mais 14 mil unidades dos estoques.

 

O desempenho de junho, portanto, na comparação com junho do ano passado, representou uma leve alta de 3,6%. Sobre o volume de vendas do mês anterior, maio, as vendas de junho foram praticamente equivalentes: a diferença foi sessenta veículos a mais no mês passado.

 

A média de vendas diárias nos 21 dias úteis de junho apresentou ritmo maior na segunda quinzena, embora tenha ficado abaixo das 10 mil unidades/dia dos meses anteriores. Em junho a média ficou em 9,6 mil unidades/dia.

Renault brasileiro deixará de ter design Dacia

São Paulo – De acordo com o jornal francês Le Figaro, o modelo Duster será o último compartilhado por Renault e Dacia. À publicação Sylvain Coursimault, gerente global de marketing da Renault, afirmou que a empresa atuará no mercado com modelos que, embora sigam com as partes mecânicas desenvolvidas pela Dacia, terão design próprio nos mercados emergentes — hoje em dia, os modelos Logan, Sandero e Duster, comercializados aqui, se diferenciam dos vendidos em outros mercados apenas pelo emblema na grande frontal do veículo, grades e para-choques.

 

Em comunicado, “a Renault do Brasil afirma que não irá deixar de comercializar os modelos Sandero, Logan e Duster. A declaração do executivo da Renault França afirma que o design das marcas serão ainda mais diferenciados no futuro”.

 

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Cade aprova compra da Caçula de Pneus pela Pirelli

São Paulo – A Pirelli negocia a compra Caçula de Pneus, tradicional revendedora de pneus de São Paulo e, atualmente, uma de suas principais revendedoras no Estado. Em maio as empresas assinaram contrato de compra e venda que foi submetido à análise do Cade, o Conselho Administrativo da Defesa Econômica. Na quinta-feira, 28, o órgão aprovou a negociação sem restrições.

 

Os valores envolvidos na transação não foram divulgados. Pelo documento enviado ao Cade ficaria estabelecida a compra da totalidade do capital da Caçula de Pneus pela Pirelli, com a constituição de uma nova empresa. 34 dos 38 pontos de vendas da empresa passariam ao controle da Pirelli. As demais quatro lojas da rede poderão ser adquiridas em momento posterior, segundo o documento enviado ao Cade. Após a realização da operação a Caçula seguirá no mercado de pneus e acessórios automotivos por meio de plataforma de e-commerce e nas lojas que não foram negociadas.

 

Caso seja concretizada a negociação aprovada pelo Cade na nova empresa ficam mantidos na operação, afora os ativos, funcionários, contratos já firmados e os itens que estiverem em estoque.

 

Procurada pela reportagem de AutoData a Pirelli informou que não comentará a negociação. A Caçula de Pneus também disse que não comentaria o assunto.

 

A Caçula de Pneus, um dos maiores revendedores oficiais da Pirelli em São Paulo opera no varejo desde 1960. A companhia também revende produtos de outras empresas produtoras de autopeças, como Cofap, Bosch e Mangels.

 

O Grupo Pirelli possui, no Brasil, três fábricas: Campinas, SP, Gravataí, RS, e Feira de Santana, BA. Afora a produção nacional o grupo também importa alguns modelos de pneus de suas fábricas em outros países.

 

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Recall FCA envolve mais de 223 mil veículos

São Paulo – A FCA convocou, na sexta-feira, 29, um recall para mais de 223 mil unidades dos Fiat Uno, Argo, Mobi, Toro, Grand Siena, Strada, Palio Weekend e Fiorino. Os proprietários devem comparecer a uma concessionária para substituir, gratuitamente, os relês do sistema de ignição e injeção de combustível de seus veículos.

 

Segundo comunicado divulgado pela montadora existe a possibilidade do desligamento inesperado do motor em casos extremos por falha do relês. Por causa disso há a possibilidade de danos físicos materiais ao condutor, passageiros e a terceiros.

 

O recall envolve todas as versões 2018 e 2019 de Uno, Argo, Mobi e Toro, as versões 1.0 e 1.4 do Grand Siena 2018 e 2019, Strada 1.4 2017 e Palio Weekend e Fiorino 1.4 na versão 1.4 ano/modelo 2018. A partir de 2 de julho os proprietários poderão agendar sua visita à concessionária para o reparo, que demora em torno de 30 minutos.

Anfir leva associadas para evento no México

São Paulo – Fabricantes de implementos rodoviários nacionais participaram da Expo Cargo, realizada na Cidade do México, de 26 a 28 de junho, em missão  organizada pela Anfir, Associação Nacional dos Fabricantes de Implementos Rodoviários, e pela Apex-Brasil, Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos.

 

Durante o evento foram realizadas rodadas de negócios com empresas da Argentina, China, Colômbia, Estados Unidos e Panamá, organizados pela Reed-Exhibition em ambiente reservado.

 

Segundo Norberto Fabris, presidente da Anfir, as empresas brasileiras “devem aproveitar todas as oportunidades para expandir seus negócios e ocupar o lugar como fornecedor preferencial dos mercados na América Latina”.