Primeiro veículo de produção da EQ, nova marca de elétricos da M-B, será o Smart

A EQ, nova marca que produzirá modelos elétricos da Mercedes-Benz, terá seu primeiro modelo de produção no mercado em 2019 e, diferentemente do que se esperava, o primeiro modelo será o Smart EQ ForTwo, que é o mesmo modelo que já era vendido pela Mercedes-Benz, com novo nome e logo.

 

A informação foi confirmada pela mídia internacional que esperava um SUV elétrico para estrear a linha de produção da EQ, durante o Salão de Genebra. O carro tem motor traseiro de 80 cv, utiliza baterias de íon de lítio com autonomia de 159 quilômetros. O SUV da EQ deve ser o segundo modelo a ser produzido, também no ano que vem.

Produção mundial chegou a 97,3 milhões de veículos

A produção de veículos do Brasil ameaça a oitava posição da Espanha nos fabricantes de automóveis do mundo. O País aumentou a fabricação em 25,2% no ano passado, para quase 2,7 milhões de unidades, de acordo com dados fornecidos pela Organização Internacional dos Fabricantes de Automóveis, OICA, na sigla em francês. A informação foi divulgada na quinta-feira, 8, pelo portal Flash de Motor, da Venezuela.  

 

Com isso, no ano passado, o Brasil ficou uma posição atrás da Espanha, país que repete a oitava posição apesar de ter reduzido sua produção de automóveis em 1,3% para 2,8 milhões. Apenas algumas 140 mil unidades separam um país de outro, o que sugere que, se o Brasil continuar com a recuperação de seu mercado doméstico poderia superar a Espanha no próximo ano.

 

A França, o décimo maior produtor do mundo, aumentou sua produção de veículos em 6,5% em 2017 para atingir 2 milhões 227 mil unidades. A associação de fabricantes de automóveis de lá comentou sobre esses dados e salientou que este crescimento deve-se “às reformas que começaram a ser implementadas sob o mandato do presidente Emmanuel Macron”.

 

“Se esse crescimento fosse repetido, ameaçaria a posição espanhola”, aponta a entidade.

 

E para a Espanha é muito difícil escalar posições, já que o concorrente imediato é o México e o salto nas unidades é muito grande. O país asteca registrou crescimento de 13% no ano, até quatro milhões de unidades montadas e mais de um milhão de veículos produzidos a mais do que em Espanha.

 

A China repete como o primeiro produtor mundial com 29 milhões de unidades, 3% a mais que no ano anterior, seguida pelos Estados Unidos, que reduziu sua produção em 8%, para 11,1 milhões de veículos. Depois deles, o Japão, que cresceu para 9,7 milhões de carros, 5,3% a mais que no ano anterior. Alemanha, Índia e Coreia do Sul completam o Top 10 dos fabricantes globais.

 

Assim, no total, em 2017, foram 97,3 milhões de veículos fabricados em todo o mundo, 2,4% a mais que em 2016. Sendo que 55% de toda essa fabricação saiu da Ásia e 23% das fábricas europeias. No entanto, a previsão de produção para o próximo ano é de crescimento muito baixo, de 1% de acordo com a OICA, até atingir 98 milhões de unidades.

 

Segundo o presidente da OICA, Mathias Wissman, no ano passado, o crescimento econômico foi uma constante em praticamente todos regiões do mundo:

 

“Mesmo o Brasil e a Rússia deixaram a recessão e começaram a crescer fortemente”.

 

No entanto, Wissman colocou muita ênfase nas incertezas que se deslocam sobre o setor devido às “políticas protecionistas que estão sendo implementadas em muitos países”.

 

O presidente referiu-se diretamente ao anúncio do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para estabelecer tarifas sobre os veículos importadosda União Europeia.

 

“Não existe um país no mundo que possa atender à demanda doméstica de automóveis por conta própria, nem as fábricas de uma região sobrevivem ao atender apenas a sua área. É por isso que o livre acesso aos mercados e a eliminação das barreiras comerciais são muito importantes para o crescimento e a prosperidade da economia mundial “. 

 

A OICA também defendeu “padrões tecnológicos globais, porque não faz sentido em um mercado global que cada região tenha suas próprias regras”.

 

Ele também pediu “equilibrar as políticas ambientais para reduzir as emissões poluentes com o desenvolvimento e a amortização da tecnologia e da indústria”. Em particular, ele exigiu que a Europa “coordene com os outros países para ter uma política comum sobre o CO², que não compreende as fronteiras”.

 

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Geely tenta adquirir ações da FCA ou comprar Fiat

A multinacional Geely não renunciou aos seus planos para entrar na estrutura participativa do Grupo FCA. A informação foi divulgada pela publicação espanhola semanal Autopista, conforme o portal Flash de Motor, da Venezuela.

 

Embora a presença do presidente da Geely, Li Shufu, não tenha sido confirmada esta semana no 2º Salão Internacional do Automóvel em Genebra, que atualmente é realizada na Suíça, há razões para acreditar que Geely não rejeitou seus planos para entrar na Fiat.

 

A publicação diz que em maio do ano passado Shufu se encontrou em Turim com John Elkann, herdeiro da família Agnelli, e o centro da reunião foi uma oferta de cerca de US$ 20 bilhões para a aquisição de todo o grupo, que foi rejeitado por Elkann.

 

Uma segunda oferta de cerca de US$ 22 bilhões foi realizada em agosto passado e teria sido mais atrativa para os italianos, mas através de um acordo que envolveria as marcas americanas do grupo e da Fiat européia, Lancia, Abarth e Innocenti, deixando a Alfa Romeo e Maserati, o que impediu novos progressos no negócio.

 

Apesar de ter investido cerca de US$ 8 bilhões de dólares na aquisição de quase 10% do Grupo DaimlerBenz e tenha investido US$ 4 milhões adicionais para cuidar de outros aspectos do processo de expansão, Li Shufu e Geely parecem ter liquidez suficiente para fazer uma nova oferta, que desta vez só envolvesse a Fiat.

 

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Balança comercial registra alta de 11,9% nas exportações em fevereiro

Assim como o setor automotivo, outros setores da economia nacional também estão com bom desempenho nas exportações, o que reflete nos números da balança comercial brasileira, que registrou US$ 17,3 bilhões nas vendas para outros países em fevereiro, contra US$ 15,5 bilhões em igual período do ano passado, alta de 11,9%, de acordo com os dados divulgados pelo MDIC, Ministério da Indústria, Comércio Exterior, e Serviços.

 

No acumulado do ano as embarcações registraram US$ 34,3 bilhões, contra US$ 30,4 bilhões no mesmo período do ano passado, alta de 12,9%. Nesta mesma base de comparação o setor automotivo quebrou recorde de exportações com 112 mil 712 unidades embarcadas, alta de 7,2%. No mês de fevereiro a indústria também registrou número inédito de vendas, com 66 mil 314 unidades vendidas para outros países.

 

Se de um lado o Brasil está vendendo mais para outros países, o mercado interno também aumentou sua demanda por produtos estrangeiros. A balança comercial chegou a US$ 12,4 bilhões em fevereiro, contra US$ 10,9 bilhões em igual mês do ano passado, alta de 13,7%. No acumulado do ano foram US$ 26,6 bilhões registrados em importações, contra US$ 23,1 bilhões ante igual período do ano passado, expansão de 15,1%.

 

O setor automotivo também teve participação para o aumento das importações, com as montadoras associadas a Anfavea comercializando 20 mil 989 unidades importadas, alta de 28,1% com relação ao mesmo mês do ano passado e de 26,3% no acumulado do ano, com 39 mil 384 unidades vindas de outros países.

 

E não parou por ai, as empresas filiadas a Abeifa, que representa as importadoras no Brasil, venderam 2 mil 577 unidades em fevereiro, alta de 52,8% na comparação com o mesmo mês do ano passado. No acumulado do ano foram 5 mil 2 unidades importadas, alta de 37,8% na mesma base de comparação.

 

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Argentina: produção, exportação e vendas crescem em fevereiro

Depois de começar o ano em queda, a produção de veículos na Argentina, principal parceiro comercial do Brasil, foi de 39 mil 85 unidades, alta de 62,6% na comparação com o mesmo período do ano passado. Com relação a janeiro, a alta é ainda maior, 78,8%. E no bimestre 60 mil 943 unidades saíram das linhas de produção, contra 50 mil 798 em igual período do ano passado, alta de 20%, de acordo com os dados da Adefa, entidade que representa as montadoras.

 

O presidente da Adefa, Luis Fernando Peláez Gamboa, acredita que esse ano a indústria ultrapassará a marca de 570 mil unidades produzidas, mas ainda estará distante da meta de produzir 1 milhão de unidades.

 

O crescimento da produção foi impulsionado pelas exportações de 19 mil 237 unidades em fevereiro, alta de 84,8% com relação a janeiro e de 48,8% na comparação com mês igual do ano anterior. No acumulado do anos as  vendas para outros países chegaram a 29 mil 646 veículos, expansão de 30,7% ante igual período de 2017.

 

O aumento das exportações foi puxado pela maior demanda do mercado brasileiro, que voltou a crescer no segundo semestre do ano passado e importou 20 mil 522 unidades, 69,2% do volume total. O segundo maior importador dos veículos argentinos foi a América Central, com 2 mil 588 unidades e 8,7% de participação, com o Peru na terceira colocação, 1 mil 829 unidades e 6,2% de participação. Os demais países importaram volumes abaixo de mil unidades.

 

As vendas em fevereiro foram de 73 mil 733 unidades, expansão de 13% na comparação com o mesmo período do ano passado, o que demonstra que a Argentina segue na trajetória de recuperação do mercado. Com relação a janeiro o aumento foi de 14,4% e no bimestre os emplacamentos foram de 138 mil 185, contra 118 mil 115 no mesmo período do ano passado, crescimento de 17%.

 

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Ações de empresas ligadas ao setor automotivo têm destaque na Bolsa

As ações de empresas ligadas ao setor automotivo tiveram valorização importante nos últimos 12 meses. Levantamento exclusivo feito pela Comdinheiro para AutoData mostra que algumas empresas apresentaram retorno superior a 130% em 12 meses, enquanto que no período o Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores brasileira B3, não chegou a 30%.

 

Filipe Ferreira, analista da Comdinheiro e responsável pelo levantamento, explica que o setor automotivo é um dos primeiros a sentir o efeito da crise: “É um setor muito sensível tanto para a piora quanto para a melhora da economia”.

 

O estudo levantou o retorno das ações de cinco companhias ligadas ao setor automotivo e que estão listadas na B3. São elas: CSN, Gerdau, Marcopolo, Randon e Usiminas. O levantamento leva em consideração a cotação do dia 1º de março. 

 

Na pesquisa, a Usiminas teve o melhor desempenho no período com retorno de 137,42% em doze meses. Na sequência aparece a Randon, com valorização de 108,25%. As ações da Marcopolo apresentaram alta de 50,72% no período e as da Gerdau, 31,83%. Só a CSN contabilizou retorno negativo em doze meses com as ações caindo 17,38%. O Ibovespa, por sua vez, apresentou valorização de 29,65%.

 

Para Vicente Koki, analista chefe da DMI, o setor automotivo será muito importante no processo de recuperação da economia: “As ações dos fornecedores ligados a esse setor tiveram boa valorização na Bolsa”.

 

Além das empresas analisadas pela Comdinheiro, Koki levantou ainda outras cinco companhias ligadas ao setor: Fras-le teve alta de 30,6%, Iochpe valorização de 56%, Mahle Metal Leve retorno de 7%, Plascar com alta de 73% e Tupy registrou expansão de 38%. 

 

“As ações refletem o bom ou mau desempenho das companhias, queda de taxa de juros, aumento do crédito e a maior confiança das famílias, que tendem a adquirir mais bens, devem refletir no mercado e ampliar os retornos dos papéis”.

 

Foto: Rafael Matsunaga/Fotos Públicas.

Afrânio Chueire deixará a Volvo CE em abril

Depois de 18 anos trabalhando no Grupo Volvo, Afrânio Chueire, presidente da Volvo Construction Equipment Latin America deixará o cargo em abril. Aos 58 anos, Chueire decidiu se aposentar para se dedicar mais à família e aos seus projetos pessoais:

 

“Deixo minha posição com um grande orgulho pelas realizações neste período e muito gratificado por ter trabalhado na Volvo com grandes profissionais”. 

 

De acordo com o executivo, a decisão foi comunicada à companhia há seis meses e todo o processo foi feito com tranquilidade. O substituto dele será anunciado em breve. Durante o mês de março será feita a transição para o novo presidente. 

 

Afrânio Chueire é engenheiro civil graduado pela Universidade Estadual do Paraná, com MBA em finanças pela Fundação Getúlio Vargas. Antes do Grupo Volvo, trabalhou por um longo período no grupo norueguês Kvaerner.

 

Foto: Divulgação.

Volvo CE: mercado ficará entre 15 mil e 20 mil unidades

O mercado equipamentos para construção atingirá de 15 mil a 20 mil unidades por ano no médio prazo. O setor chegou a comercializar 30 mil unidades em 2013 e no ano passado despencou para 7,3 mil unidades. A projeção foi feita pelo presidente da Volvo CE Latin America, Afrânio Chueire, na quarta-feira, 7, durante coletiva de imprensa em São Paulo: “Esse deve ser o mercado no médio prazo. De 2010 e 2014 o volume estava acima da demanda normal”. 

 

O executivo considera, no entanto, que para dobrar a quantidade de unidades comercializadas nos próximos anos na comparação com o ano passado serão necessárias algumas ações, principalmente investimento em infraestrutura. “O crescimento está limitado à falta de infraestrutura”, disse o executivo ao comentar que os obstáculos passam por questões energética, logística, transporte de commodities, mobilidade urbana e armazenagem.

 

“Este ano será melhor que o ano passado, já começou melhor que 2017, mas um crescimento robusto só teremos no longo prazo e vai depender de investimentos em infraestrutura”.

 

Mesmo com a crise financeira que afetou a economia nacional nos últimos anos, o mercado brasileiro ainda é o mais importante da América Latina, com participação de 30% do mercado latino-americano em 2017. Em segunda posição está a Argentina, com 21% do mercado total.

 

Se por um lado, a participação brasileira ainda é a mais expressiva, por outro lado, a evolução nacional no último ano deixou a desejar. Segundo dados divulgados por Chueire, por aqui o mercado teve alta de apenas 1% entre 2016 e 2017. A Argentina quase dobrou o seu tamanho, com expansão de 92% no período. “A Argentina teve um forte crescimento em infraestrutura e mineração e isso refletiu nos números do setor”.

 

A evolução do mercado hispânico também foi destaque na apresentação do executivo. Para esse mercado, eles consideram toda a América Latina exceto o Brasil. Neste recorte houve crescimento de 20% no mercado entre 2016 e 2017.

 

Resultado – As máquinas da Volvo e da SDLG registraram 16,9% de market share no Brasil no ano passado. Este resultado é um ponto porcentual superior ao conseguido em 2016. Nos demais países da América Latina, as duas marcas registraram 7,2% de participação de mercado, performance igual à conquistada no ano anterior.

A região hispânica apresentou a melhor atividade. O crescimento ocorreu em todas as linhas de produtos: carregadeiras, escavadeiras, caminhões articulados e demais máquinas de grande porte. “No México, por exemplo, nas linhas de produto que compreendem pás-carregadeiras, escavadeiras e caminhões articulados, nossas vendas aumentaram 30%”.

 

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Gandini é reeleito presidente da Abeifa

A Abeifa definiu em fevereiro os responsáveis pela diretoria nos próximos dois anos, com José Luiz Gandini reeleito presidente da associação: “Ficarei por mais dois anos porque estive a frente das reuniões sobre o Rota 2030, que ainda não foi aprovado e, por isso, acharam melhor que eu continuasse representando a entidade”.

 

Paulo Ferreira, da Via Itália, foi eleito diretor vice-presidente para o mesmo período e a diretora financeira será Sarah Bonacio, da Jaguar Land Rover.

Importadores apostarão em nichos de mercado para crescer

A Abeifa, entidade que representa as importadoras no mercado brasileiro, fez a primeira coletiva do ano na quarta-feira, 7, para falar sobre o resultado do primeiro bimestre, expectativa para o ano e Rota 2030. A expectativa da Abeifa para o ano é vender 40 mil unidades, meta considerada ousada pelo presidente José Luiz Gandini, pois mesmo sem o super IPI do Inovar-Auto, não será fácil para os importadores competirem no mercado local:

 

“A alta do dólar aliada à modernização e evolução da indústria nacional dificultam a competitividade dos importados em alguns segmento, principalmente os de grande volume, onde os veículos nacionais têm preços mais atraentes e não deixam espaço para os importados. Por isso, para atingir as projeções deste ano, as marcas associadas apostarão em nichos de mercado, como o de SUV compactos, médios e grandes, minivans e o segmento de luxo”.

 

Gandini também destaca a necessidade da rede de concessionários se reorganizar nos próximos meses, pois no período do Inovar-Auto, esse número caiu de 850 pontos de venda em 2011 para 450 em 2017, com os empregos diretos saindo de 35 mil para 14 mil, no mesmo período. “Com o fim do Inovar-Auto e, com isso, o fim das cotas e do super IPI para importadores, vamos renascer no mercado e precisamos nos reorganizar nos próximos meses”.

 

Com relação às vendas, foram comercializadas 2 mil 577 unidades em fevereiro, alta de 52,8% ante mês igual do ano passado e participação no mercado total de 1,69%. Na comparação com janeiro a expansão foi de 6,3%. No primeiro bimestre do ano foram vendidas 5 mil 2 unidades, crescimento de 37,8% ante o mesmo período do ano passado.

 

Importados pela Anfavea – Enquanto as associadas da Abeifa venderam 2 mil 577 unidades em fevereiro, as associadas à Anfavea emplacaram 18 mil 395 veículos importados em fevereiro, volume 12,4% menor do que no mês de janeiro. Na comparação com o mesmo mês do ano passado houve alta de 28,1% e no acumulado do ano a expansão foi de 26,3%, com 39 mil 384 unidades vendidas.

 

Rota 2030 – O executivo também falou sobre o Rota 2030, programa automotivo que sucederá o Inovar-Auto e, como AutoData antecipou na segunda-feira, 5, na visão da Abeifa a possível aprovação do programa ficará para 2019. “Se o Rota 2030 não for aprovado até abril, acredito que ficará para o ano que vem, pois os ministros que serão candidatos nas eleições devem sair dos ministérios até o dia 6, com isso, no dia 7 assumem os interinos, que não estarão por dentro das discussões e, até entenderem tudo que está em jogo, chegaremos no período das eleições, adiando mais uma vez a decisão sobre o programa, porque após as decisões das urnas os novos ministros assumirão seus cargos”.

 

“Para os importadores a indefinição do Rota 2030 este ano não muda nada, pois o novo programa não terá regras diferentes para nós, apenas cobrará metas de eficiência energética e segurança, por exemplo, e isso nós já atendemos. Defendemos o programa pois trará previsibilidade também para o nosso setor”.

 

Foto: Divulgação.