ZF e Chery fecham parceria no campo dos veículos autônomos

A ZF firmou parceria com a fabricante de veículos Chery no campo dos veículos autônomos. A empresa fornecerá o supercomputador ZF ProAI, por meio do qual automóveis passam a ter funções automáticas de condução até o nível três, quando o motorista não precisa guiar com as mãos no volante.

 

Segundo a ZF, que tem parceria no desenvolvimento de veículos autônomos com outras empresas, como a Baidu, a parceria contribui para a democratização das funções de condução autônoma em um dos mais importantes mercados automotivos do mundo.

MAN expande rede em Minas Gerais com duas lojas

A MAN Latin America anunciou na quinta-feira, 18, a expansão de sua rede em Minas Gerais com a inauguração de uma loja e um ponto de atendimento.

 

Em Governador Valadares, área forte presença do agronegócio, a loja faz grupo Mason Trucks, que estreia na representação dos cavalos mecânicos MAN e dos caminhões e ônibus Volkswagen. Foi feito investimento de R$ 12 milhões em adequação de prédio, compra de equipamentos e produtos das linhas de veículos.

 

Já o ponto de atendimento instalado em Coronel Fabriciano, que tem aproximadamente 5 mil m² de área, com 1,8 m² de área construída, atenderá os clientes ligados a região do Vale do Aço, onde há atividades de mineração e siderurgia.

 

Foto: Divulgação.

Volare desenvolve modelo V8L para Guatemala

A fabricante de ônibus Volare desenvolveu um modelo de miniônibus específico para a Sistragua, operadora de transportes da Guatemala. O V8L tem um compartimento traseiro para bagagens com capacidade para 5 m³ e será utilizado em turismo naquele país.

 

Segundo Rodrigo Bisi, gerente comercial para o mercado externo da Volare, o desenvolvimento do projeto foi realizado ao longo de três meses: “A Sistragua tinha a necessidade de um veículo diferenciado para atender seus clientes e nosso departamento de engenharia projetou o primeiro Volare com um compartimento traseiro separado e maior para bagagens”.

 

O bagageiro desenvolvido para a demanda da operadora tem porta em duas folhas, prateleiras horizontais de fácil acesso e armazenagem: “O fornecimento desta nova versão marca também a nossa primeira venda para esse operador e estamos felizes em poder atender as suas expectativas”.

 

O Volare V8L tem motorização Cummins ISF 3.8 com 152 cv de potência e capacidade para transportar 18 passageiros sentados em poltronas do tipo Executiva com 1.060 mm de largura e cinto de segurança de três pontos.

 

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Setor de motocicletas projeta crescimento de 5,9% em 2018

As fabricantes de motocicletas instaladas no polo industrial de Manaus, AM, estimam produção 5,9% maior em 2018 na comparação com o ano passado, apontou a Abraciclo, a Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares.

 

Em 2017 foram produzidas 882 mil 876 motocicletas, volume menor que o apresentado em 2016, quando saíram das linhas 887 mil 653 unidades. Em dezembro, a produção chegou a 69 mil 8 unidades, representando um aumento de 110,3% na comparação com o mesmo período do ano anterior, quando foram fabricadas 32 mil 814 unidades.

 

Segundo a Abraciclo, os sinais de evolução nos negócios do setor foram percebidos a partir do último trimestre de 2017, quando foram produzidas 230 mil 784 motocicletas, correspondendo a um crescimento de 32,1% sobre o volume de igual período de 2016: 174 mil 654 unidades.

 

De acordo com Marcos Fermanian, presidente da entidade, os números do último trimestre fortalecem o cenário de retomada dos negócios da indústria de motocicletas, o que transmite confiança em um ano com resultados positivos: “Com o contínuo lançamento de novos modelos e a melhoria do poder de compra dos consumidores, inclusive com mais acesso ao crédito, as vendas devem se intensificar ao longo de 2018”.

 

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Indústria paulista tem o menor fechamento de vagas desde 2011

A indústria no Estado de São Paulo fechou 35 mil vagas em 2017. E isso é uma boa notícia. Este foi o menor número de postos de trabalho encerrados desde 2011, quando apenas 1,5 mil vagas foram descontinuadas de acordo com a pesquisa de nível de emprego, feita pela Fiesp, Federação das Indústrias do Estado de São Paulo e pelo Ciesp, Centro das Indústrias do Estado de São Paulo, divulgada na quarta-feira, 17.

 

Mesmo com resultado supostamente negativo, a recuperação do emprego na indústria paulista foi grande na comparação com 2014, 2015 e 2016, quando foram fechadas, em média, 173 mil vagas por ano. As entidades destacam que o bom desempenho foi puxado pela retomada da produção industrial.

 

José Ricardo Roriz Coelho, 2º vice-presidente e diretor titular do departamento de competitividade e tecnologia da Fiesp, falou sobre a expectativa para 2018: “Precisamos ser cautelosos. O País ainda precisa da aprovação das reformas que estão em andamento, mas esperamos uma modesta recuperação do emprego na indústria em 2018, com 20 mil novos postos de trabalho criados”.

 

Considerando o desempenho por setores, a pesquisa apontou que das 22 atividades avaliadas, 17 tiveram resultado negativo com relação ao nível de emprego no ano passado. Quatro setores tiveram desempenho positivo, ou seja, criação de vagas, e um ficou estável – não abriu nem fechou postos de trabalho.

 

A indústria de veículos automotores, reboques e carrocerias fechou 1 mil 761 postos de trabalho, sendo o sétima que mais reduziu o número de vagas.

 

O setor que mais gerou empregos foi o de produtos de borracha e material plástico, com um saldo positivo de 4 mil 152 vagas, seguido pelo de produtos químicos, que gerou 281 vagas e de metalurgia, com 273 novos postos de trabalho.

 

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Crescem as vendas financiadas após 6 anos

As vendas financiadas de veículos novos e usados somaram 5,1 milhões de unidades em 2017, aumento de 9,7% na comparação com o resultado acumulado em 2016. Desse total, 1,8 milhão representam veículos novos 3,5% a mais do que em 2016. 3,3 milhões foram veículos usados, alta de 13,4% sobre o ano anterior.

 

Esta é a primeira vez em sete anos que o mercado de crédito de veículos registra crescimento anual. Em 2016, os financiamentos somaram 4,6 milhões de unidades, segundo dados da B3, Brasil, Bolsa, Balcão, divulgados na quarta-feira, 17.

 

Analisando por categoria, os financiamentos de veículos leves novos cresceram 7% no ano passado com relação a 2016, para 1 milhão 138 mil de unidades. O volume representa 52% das vendas totais de veículos leves em 2017, abaixo dos 53% registrados no ano anterior.

 

As vendas financiadas de veículos pesados, que somam caminhões e ônibus, também cresceram, a um ritmo de 12,5%, para 63,8 mil unidades. Já as motos, segmento mais dependente do crédito, teve retração de 3,5% nos financiamentos, para 593,7 mil unidades.

 

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Caminhões: disputa deve se acentuar no segmento de pesados em 2018

Se o mercado de caminhões voltou a crescer em 2017 foi devido ao desempenho das vendas que as fabricantes tiveram no segmento de pesados, apontam os números divulgados pela Anfavea em janeiro – teve maior volume de emplacamentos entre as categorias que compõem o setor: 18 mil 747 unidades, um crescimento de 23,4% na comparação com o acumulado de 2016 que se deu em função do agronegócio.

 

Sua importância ano passado, e uma série de fatores particulares dos planos das fabricantes que atuam no segmento, mostram competidores se ajustando para conquistar fatias maiores desse mercado nos próximos anos – que deve crescer com as projeções de PIB maior no horizonte e surgimento de novos investimentos em frota a partir disso.

 

A Volvo fechou o ano como a empresa que mais vendeu veículos da categoria. Foram 5 mil 44 unidades, uma alta de 18,9% sobre o volume vendido em 2016. A empresa conseguiu se manter no topo nos pesados com a força do seu portfólio consolidado em distintas aplicações, como mineração, agricultura e transporte de longa distância.

 

No entanto, em termos de vendas, a distância para as demais fabricantes diminuiu em 2017, o que pode sugerir que algo deverá ser feito em 2018 para que a liderança seja mantida. A Mercedes-Benz passou por mudanças estruturais desde 2014 e conseguiu terminar o ano passado como segunda fabricante que mais vendeu caminhões pesados: 4 mil 914 unidades.

 

Segundo Roberto Leoncini, vice-presidente de vendas da companhia, a M-B percebeu que devia aproximar mais os clientes de seus produtos para o segmento, como a linha Actros, Axor e Atego. O executivo disse que a empresa teve de recorrer a este tipo de abordagem para explorar melhor o segmento de pesados:

 

“Quando o Philipp Schiemer me contratou, minha missão era mudar um pouco a postura da companhia e aplicar práticas de mercado que são específicas para atender a este segmento. A Mercedes-Benz era voltada para o atendimento ao concessionário. Ajudei a apimentar o negócio indo falar também com a ponta”.

 

Antes de ocupar o cargo na M-B, Leoncini teve passagem de longa-data na Scania Brasil onde ocupou diversas posições na área de vendas. Coincidência ou não, foi a partir da sua chegada à Mercedes-Benz que a empresa passou a se aproximar das primeiras posições no segmento de pesados. Desde 2014, por exemplo, mantém o segundo posto à frente da Scania.

 

O executivo creditou o desempenho do ano passado aos negócios fechados ano passado com grandes frotistas, como foi o caso da venda de 524 caminhões para operação fora de estrada da Raízen: “Foi um negócio que nos garantiu volume em um segmento extremamente concorrido, no qual buscamos a liderança nas vendas de offroad e também rodoviários”. Em 2017, os veículos rodoviários representaram a maior fatia do mix de vendas da fabricante. Das 4 mil 914 unidades vendidas, 2 mil 839 foram de veículos do modelo.

 

A Scania, terceira empresa que mais vendeu veículos pesados, teve como destaque ano passado os emplacamentos do seu modelo mais vendido, o R440.  A empresa vendeu ano passado 4 mil 901 unidades, sendo que 3 mil 33 unidades foram do modelo.

 

Para Roberto Barral, diretor-geral da Scania Brasil, 2017 foi um ano em que a empresa mostrou bom desempenho comercial: “Em termos de mercado, tivemos um ano bom. Crescemos em vendas mês a mês, enquanto os concorrentes e os segmentos caíram na comparação com 2016. Para 2018, a perspectiva é de crescer, nesse mesmo mercado, de 10% a 15% em comparação a 2017”.

 

A MAN foi quarta empresa em volume de vendas no ano passado, com 1 mil 987 emplacamentos registrados, 17,5% mais que o volume de 2016.  A fabricante enxerga no segmento de pesados o nicho onde ainda há espaço para sua operação crescer no País, já que nos demais, julga a empresa, seus produtos estão mais consolidados.

 

Carlos Eduardo Rocca, gerente de vendas especiais da companhia, disse que a empresa concentrará seus esforços no segmento de pesados em 2018. A empresa teve de adaptar seu portfólio para atender aplicações específicas e amadurecer a linha pesada TGX, disponível no mercado desde 2012, entre os clientes do País.

 

O executivo contou que em 2017 as vendas de modelos pesados representaram um terço do total vendido pela companhia: “Em 2018 é onde nós estamos concentrando todos os nossos esforços, tanto em composição de equipe e processos para atender demandas complexas, como a de transporte de cana”.

 

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ArcelorMittal começa o ano com novo VP de finanças

A ArcelorMittal começou o ano com mudanças no seu quadro de executivos, com Alexandre Barcelos no cargo de vice-presidente de finanças corporativas, em sucessão de Adilson Martinelli, que se aposentou. O executivo começou sua carreira na KPGM, no cargo de auditor no qual ficou durante 13 anos. Em 2005 ingressou no grupo e liderou as áreas de contabilidade, tributária e tesouraria.

 

Barcelos é bacharel em ciências contábeis pela PUC-MG, pós-graduado em gerenciamento estratégico pela UFMG, MBA pela Fundação Dom Cabral e especializações gerenciais pela Duke Corporate Education e Kellogg School Of Management.

 

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Ford Ecosport chega aos Estados Unidos

O Ecosport, SUV da Ford desenvolvido no Brasil, começou a ser vendido nos Estados Unidos, segundo maior mercado global, onde o seu segmento também está em crescimento, com alta de 14% nas vendas de SUV no ano passado com relação a 2016 e 560 mil unidades comercializadas.

 

Visualmente, a única diferença entra as versões que são vendidas no Brasil e que serão vendidas nos Estados Unidos é a ausência do estepe na tampa traseira do porta-malas, que será oferecido como opcional para os americanos.

 

A produção do Ecosport que abastecerá os Estados Unidos será na Índia, com as seguintes versões S, SE, Titanium e SES, com duas opções de motor: 1.0 Ecoboost de três cilindros e 2.0 de quatro cilindros, ambos com câmbio automático de seis marchas, start-stop e tração 4WD na versão topo de linha.

 

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Toyota Corolla é o carro mais vendido de 2017

Na disputa pela primeira posição do ranking dos veículos mais vendidos no mundo de 2017, o Toyota Corolla repetiu o feito do ano anterior e ficou com a primeira posição, 1 milhão 224 mil 990 unidades vendidas, volume 6,6% menor do que em 2016, segundo os dados divulgados pelo site Focus2Move. Vale ressaltar que a Toyota também foi a marca mais vendida no mundo no ano passado. O segundo lugar ficou com a Ford F-Series, 1 milhão 76 mil 551 unidades comercializadas e aumento de 8,7% na comparação com o ano anterior.

 

O terceiro automóvel mais vendido foi o Volkswagen Golf, 952 mil 826 emplacamentos, volume 3,5% menor do que em 2016. O quarto lugar ficou com o Honda Civic, que comercializou 819 mil 5 unidades, com alta de 21,7% na mesma base de comparação. O SUV da Toyota, RAV4, aparece na quinta colocação, com 807 mil 401 unidades comercializadas e alta de 11% nas vendas.

 

Outro SUV ficou com a sexta colocação, o Honda CR-V vendeu 748 mil 48 unidades, queda de 0,4% com relação a 2016. Em sétimo lugar mais um SUV, o Volkswagen Tiguan vendeu 703 mil 143 unidades, alta de 34,5% na mesma base comparação, sendo a maior no ranking. O Ford Focus ficou com a oitava colocação, 671 mil 923 emplacamentos, queda de 6,3%.

 

A Chevrolet Silverado ficou com a nona colocação, comercializando 660 mil 530 unidades, alta de 3,5% nas vendas. O Volkswagen Polo fecha o ranking na décima colocação, 656 mil 179 unidades emplacadas, queda de 6,6%. 

 

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