Mais parceria para autônomos: Here Technologies e SK Telecom.

A Here Technologies, empresa de serviços de mapeamento e localização, e a SK Telecom, empresa de telecomunicações da Coréia do Sul, anunciaram plano para ampliar sua parceria comercial e de tecnologia nos setores automotivo e internet das coisas. A colaboração, descrita no acordo preliminar assinado na semana passada em Las Vegas, Nevada, descreve que as empresas combinarão as suas capacidades complementares em conectividade, mapeamento e dados de localização para oferecer novos serviços aos consumidores e empresas coreanos.

 

As empresas também pretendem alavancar a plataforma aberta de localização da Here como um ambiente de desenvolvimento e de mercado para os serviços.

 

Mapas para autônomos – Um ponto central da parceria será o mapeamento de alta definição e serviços de localização para carros autônomos e conectados. As empresas planejam habilitar o Here HD Live Map para o mercado coreano: trata-se de mapa avançado para carros autônomos, que os ajudará a guiar de forma mais segura e eficiente. Ele aproveita os dados dos sensores do veículo, assim como as tecnologias de rede móvel, para se atualizar automaticamente, informando sobre incidentes, fechamentos de estradas e perigos.

 

Juntos a Here e a SK Telecom desenvolverão, ainda mais, suas capacidades de processamento de dados para suportar atualizações contínuas de mapas para veículos em tempo quase real.

 

 

Pretensão argentina é fazer crescer exportações. Até para cá.

Após fechar 2017 com crescimento nos principais indicadores que servem de termômetro para o setor de veículos, como vendas, produção e exportações, a indústria argentina calcula que o cenário, este ano, deve manter ritmo do crescimento assemelhado. A retomada dos emplacamentos, no Brasil, a melhora da demanda interna e a diversificação no mercado externo são fatores que sustentam suas pretensões.

 

A indústria argentina quer que 2018 seja o seu ano das exportações, e projetou crescimento de 43% no volume de embarques na comparação com o que ocorreu no ano passado, chegando a 300 mil unidades. Se alcançar a meta será o melhor resultado desde 2014, quando foram exportadas 357 mil 847 unidades. O volume ainda está distante do recorde de 2011, 506 mil 715 unidades, mas a marca projetada é sinal dde conquista de novos mercados.

 

Sobre isso Luis Fernando Peláez Gamboa, presidente da Adefa, a associação das fabricantes argentinas, disse que o crescimento visto em 2017 no volume exportado marca um ritmo que deverá ser mantido nos próximos anos: “A melhoria que projetamos em nossos programas de exportação vem da diversificação dos mercados externos. Buscamos espaços em outros países afora os parceiros locais, e isso deve aumentar os volumes nos anos seguintes”.

 

Nas vendas internas a Argentina espera emplacar este ano 5% mais veículos do que no ano passado, chegando a 945 mil unidades mais os importados, para quem o governo criou políticas fiscais de estímulo — mas ainda assim há a crença de que os lançamentos anunciados aumentem a procura pelo veículo nacional: “Há um impulso importante dos lançamentos de produtos nacionais. A isso soma-se a melhora do mercado interno e um cenário favorável aos financiamentos”.

 

Uma vez mantido o ritmo de crescimento esperado nas vendas internas o mercado poderá apresentar o melhor desempenho comercial dos últimos quatro anos – o recorde das vendas foi registrado em 2013, 963 mil 917 veículos nacionais e importados.

 

Com demanda em alta dentro e fora do país a produção de veículos na Argentina segue tendência de crescimento para garantir o abastecimento dos mercados onde atua. Com os anúncios feitos pelas fabricantes no ano passado, que tratam de investimentos em expansão da produção local, a Adefa visualiza crescimento de 20% no volume de veículos produzidos localmente ante o registrado em 2017, chegando a 565 mil unidades.

 

Afora a conquista em novos mercados, sobretudo na região do Caribe, a Argentina conta com o crescimento das vendas no Brasil, seu principal parceiro comercial, para poder aumentar sua capacidade instalada e, até 2023, alcançar a marca de 1 milhão de veículos produzidos estipulada pelo plano 1 Millón.

 

O presidente da Adefa acredita que o país ainda precisa melhorar suas estruturas para aumentar a produção e abastecer os mercados vizinhos: “O contexto positivo que é percebido para modificar nossas projeções está alinhado com o trabalho realizado em conjunto com o governo e a cadeia de valor. Um caminho que permitiu desenvolver diferentes medidas de impacto para o setor, como redução de custos de logística, modificação do imposto interno, o acordo com a Colômbia”.

 

Foto: Divulgação.

PSA: Borsari é a dame DS, Citroën e Peugeot no Brasil.

O Grupo PSA informou na segunda-feira, 22, que unificará a gestão das marcas Peugeot, Citroën e DS no Brasil. O objetivo é alinhar-se mundialmente com práticas já adotadas pelo grupo. As estruturas comerciais de cada marca continuarão independentes.  Ana Theresa Borsari, hoje responsável pela marca Peugeot, assume também a direção das marcas Citroën e DS a partir de 1º de fevereiro.

 

De acordo com a empresa, a mudança, alinhada à tendência mundial do grupo de centralizar a direção das marcas, contribuirá para tornar mais ágil a tomada de decisões, bem como para que o seu planejamento torne-se cada vez mais complementar e coerente com suas respectivas posições de mercado, e acelerando a busca por uma maior desempenho.

 

Paulo Solti, atualmente responsável pelas marcas Citroën e DS aqui, assumirá a direção de programas e desenvolvimento do Grupo PSA na América Latina em 1º de agosto, após um período de permanência na matriz. Essa área tem como atribuição construir o plano diretor estratégico global para a região –veículos, motores, industrial e fornecimento, planejar recursos e investimentos, construir o modelo de negócio de cada projeto e gerenciá-lo até o lançamento efetivo do produto.

 

Laurent Simionesco, atualmente responsável pela direção de programas e desenvolvimento do Grupo PSA na América Latina, retornará à França a partir de 1º de agosto, onde assumirá novo cargo.

 

Tanto Ana Theresa Borsari como Paulo Solti se reportarão, em seus novos cargos, a Patrice Lucas, que assumirá a presidência do Grupo PSA na América Latina em 1º de fevereiro em sucessão a Carlos Gomes, indicado para dirigir as operações do grupo na China e no Sudeste da Ásia.

 

Foto: Divulgação.

Confiança industrial é a maior desde 2011

A percepção dos empresários da indústria sobre os próximos seis meses da economia nacional aumentou em janeiro, alcançando os 59 pontos, em uma escala que varia de zero a 100. Em relação a dezembro do ano passado, o sentimento de confiança dos empresários registrou aumento de quase um ponto.

 

A avaliação sobre a confiança do empresário da indústria foi divulgada na sexta-feira, 19, pela Confederação Nacional da Indústria, CNI, conforme informações da Agência Brasil. De acordo com a pesquisa, o Índice de Confiança do Empresário Industrial, Icei, registrado no primeiro mês de 2018 está acima da média histórica de 54,1 pontos e é o maior desde abril de 2011.

 

A expectativa positiva dos empresários, avaliado pelo Índice de Expectativas, também apontou crescimento significativo, atingindo 62 pontos em janeiro, maior resultado dos últimos cinco anos. E a percepção dos empresários sobre as condições atuais para os negócios foi de 53 pontos. A pesquisa aponta que esse índice está acima de 50 pontos por cinco meses seguidos.

 

Foto: Agência Brasil.

Audi gera eco-eletricidade de forma inteligente

A Audi realiza um projeto piloto com famílias na área de Ingolstadt, na região de Zurique, que envolve a combinação de sistemas fotovoltaicos (painéis solares) de vários tamanhos com baterias de armazenamento fixas. O software de controle da start-up Ampard distribui a energia solar de forma inteligente, com base na demanda atual ou panejada do carro, da casa e do sistema de aquecimento. Uma característica única do projeto é que ele é capaz também de interagir com a rede de energia: em uma interface de comunicação integrada, todos os sistemas estão interligados para formar uma ‘usina de energia virtual’, constituindo uma rede inteligente.

Os dispositivos de armazenamento domésticos estão conectados e podem fornecer o que é conhecido como ‘energia balanceada’. Ou seja, eles equilibram as flutuações entre geração de energia e o consumo e estabilizam a frequência armazenando quantidades menores e temporárias de energia por um curto período. Isso possibilita a otimização do consumo interno: os operadores de sistemas fotovoltaicos aumentam sua proporção de energia solar de uso próprio enquanto reduzem seus custos de aquisição de energia.

 

O chefe de conceitos sustentáveis de produto âEUR<âEUR

 

Fonte: Divulgação.

Rock animado no fim da tarde

DE DETROIT, MI – Nove graus negativos na rua e, dentro do Cobo Hall, espaço que sempre abriga o Salão de Detroit, havia luzes e a temperatura era morna, quase doméstica. Até que a Ford fez a apresentação do cupê fastback Mustang Shelby GT 500, com motor V8 de 700 cv, que chega ao mercado da América do Norte no ano que vem: parece que a alegria que estava no ar foi apanhada com as mãos pelos que estavam em terra ao som da banda de rock Flint Eastwood – uma grande farra em torno de um belo carro.

 

Essa versão quente desse Ford icônico será produzida perto de Dearborn, em Flat Rock, em fábrica originalmente Ford, de 1972, e depois repassada para a Mazda, que a ocupou até 2004. Nas suas linhas correm, hoje, as versões do próprio Mustang e as do Lincoln Continental.

 

Ou seja: é planta acostumada com certo luxo e grandeza, com esportividade e classissísmo – e com tecnologia avançada. Trabalha em dois turnos e seu ritmo atual de produção é de doze carros a cada 10 minutos, 1 mil 152 unidades por dia. Tem razoável nível de automação nas tarefas fabris básicas e a alta demanda mundial por Mustang garante o seu brilho e sua longa vida.

 

O Shelby GT 500 será o mais potente carro Ford homologado para andar nas ruas: tem turbo superalimentado e o dobro da potência do primeiro Shelby, de 1967. Foi desenvolvido pela Ford Performance, divisão da companhia encarregada de veículos de alto desempenho.

 

Também no fim da tarde a Ford anunciou oficialmente o crescimento de seu investimento em pesquisa e desenvolvimento de veículos elétricos, para US$ 11 bilhões até 2022. No domingo Bill Ford, presidente do conselho da empresa, em seu discurso de apresentação, fizera rápida referência a essa nova atitude de investimento – que contrasta com os US$ 4,5 bilhões anunciados em 2015 para o periodo até 2020. Implica o lançamento de “quarenta modelos híbridos ou totalmente elétricos em nossa linha global”.

 

Dezesseis desses novos modelos serão totalmente elétricos e os outros híbridos plug-in. Um deles será um utilitário esportivo para o qual a companhia pretende alto desempenho, o Mach 1.

 

Segundo dia – Do ponto de vista dos produtos a apresentação do Jeep Cherokee 2019 foi a salvação dos jornalistas na terça-feira, 16, o segundo dia do salão dedicado à imprensa: ganhou dianteira nova, mais equilibrada. A FCA Automobiles ainda negocia, internamente, a possibilidade de que seja exportada para o Brasil a partir do México – a mesma situação da Ram 1500, mostrada na segunda-feira.

 

A unica certeza é que a nova Wrangler será lançada no País no segundo semestre.

 

Foto: Divulgação.

Toyota contrata 145 para linha do Yaris em Sorocaba

A Toyota abriu 145 vagas de trabalho para a fábrica instalada em Sorocaba, SP, onde produz o modelo Etios. Segundo anúncio publicado no site da empresa, cem vagas são temporárias e dizem respeito a postos na área de produção. As outras cinco são para estagiários que atuarão em serviços de manutenção.

 

As contratações fazem parte do plano de expansão que a empresa está promovendo para a produção do modelo Yaris na unidade de Sorocaba, o qual demandará investimento de R$ 1 bilhão para preparação da nova linha. Com o modelo sendo produzido localmente, são esperados 300 novos postos de trabalho.

 

A fábrica de Sorocaba foi a terceira a ser instalada pela companhia no País, em 2012, e ocupa área de 3,7 milhões de metros quadrados. Foram investidos US$ 600 milhões para sua construção. Atualmente, emprega 1 mil 944 funcionários diretos e indiretos.

 

Afora a unidade, a Toyota mantém fábrica em Indaiatuba, SP, onde produz o Corolla, a fábrica de motores em Porto Feliz, SP, e uma unidade em São Bernardo do Campo, onde produz peças.

 

Foto: Divulgação.

Líbano recebe 25 unidades do Atego da Mercedes-Benz

A Mercedes-Benz embarcou na primeira quinzena deste ano 25 unidades do caminhão Atego 1729 para o Líbano. Os veículos serão usados na coleta de lixo da capital do país, Beirute. A negociação foi fechada no ano passado e ao todo 54 unidades do modelo foram exportadas para o país.

 

“Esse volume negociado demonstra, cada vez mais, que temos conquistado clientes no Oriente Médio, região que, juntamente com o Norte da África, tem reconhecido as qualidades do produto brasileiro”, afirma Philipp Schiemer, presidente da Mercedes-Benz do Brasil e CEO América Latina.

 

Para atender à demanda do cliente e à legislação local, o Atego 1729 que será usado no Libano recebeu itens adicionais, como a instalação de iluminação externa de emergência no teto da cabina e entreeixo mais curto. As modificações foram feitas pela área de Custom Tailored Trucks, CTT, da empresa.

 

Foto: Divulgação.

Produção de pneus para pesados da Dunlop começará em 2019

A Dunlop, do Grupo Sumitomo Rubber do Brasil, anunciou em 2016 a expansão da sua fábrica para produção de pneus para caminhões e ônibus e para aumentar o volume que é produzido para veículos de passeio, com investimento de aproximadamente R$ 500 milhões, gerará cerca de 200 novos empregos. A AutoData visitou a fábrica da empresa, na Fazenda Rio Grande, Curitiba, para conhecer a produção de pneus de passeio e ver as obras que terminarão em 2019, com as operações programas para começar no segundo semestre.

 

A produção inicial será de 500 pneus para caminhões e ônibus por dia, mas não será suficiente para abastecer seus clientes, por isso, a empresa continuará importando o volume que a fábrica não será capaz de entregar. Rodrigo Alonso, gerente sênior de vendas e marketing, falou sobre os planos futuros para expansão:

 

“Aumentaremos gradativamente a produção dos pneus para pesados, para que no futuro o volume de importação seja cada vez menor até o momento que a fábrica será capaz de produzir tudo que comercializamos no Brasil. Porém, algumas medidas de pneus continuarão sendo importadas, por causa da baixa demanda, que não justifica a produção nacional. Todo esse trabalho é para crescermos no Brasil”.

 

Quando as obras terminarem, a produção de pneus para os veículos de passeio que também engloba os comercia leves, aumentará de 15 mil unidades por dia para 18 mil. Atualmente a fábrica opera em três turnos, sete dias por semana.

 

Mercado – De olho no promissor mercado brasileiro, de acordo com a empresa, a intenção é que este ano o fornecimento para as montadoras chegue a 23% do total produzido, alta de 6% na comparação com o ano passado e, consequentemente, aumentando sua participação de mercado, que está em 12,8% para os pneus de passeio e 6% no segmento de caminhões e ônibus.

 

Indústria 4.0 – A fábrica da Dunlop recebeu investimento total de R$ 1,3 milhão desde que começou a operar no Brasil e, parte desse valor, foi usado para modernização dos processos, se aproximando da indústria 4.0, com isso, o sistema de produção usado pela empresa demanda de 10% a 15% menos funcionários, na comparação com empresas que utilizam o método tradicional de produção. Segundo a empresa, o foco no controle de qualidade também evita o retrabalho de outras áreas.

 

Foto: Divulgação.

Vendas chegam a 97 mil unidades na quinzena

As vendas de veículos na primeira quinzena de janeiro chegaram a 97 mil unidades na quarta-feira, 15, segundo dados do Renavam. O volume vendido nos doze dias úteis do mês teve média diária de 8 mil unidades.

 

O desempenho mostrado no período, apesar de ser considerado o mais fraco em termos de vendas, é superior ao visto em janeiro do ano passado, quando a média diária do mês ficou em 6,7 mil unidades, fechando com 147,2 mil veículos vendidos. A expectativa do mercado é a de que os emplacamentos no mês fiquem próximos das 180 mil unidades.

 

Foto: Divulgação.