Banco Mercedes-Benz anuncia seguro para ônibus rodoviários

O Banco Mercedes-Benz inicia este mês as operações de seguro para ônibus, por meio da Mercedes-Benz Corretora de Seguros e em parceria com a Essor Seguros, de acordo com informação divulgada na terça-feira, 9.

 

O seguro cobre veículos da Mercedes-Benz e de outras marcas, zero quilômetro ou usados, e a seguradora atenderá, inicialmente, o segmento rodoviário. Marcello Larussa, gerente de seguros do Banco Mercedes-Benz, disse que “estamos trabalhando para, no futuro próximo, ampliar a oferta para os ônibus urbanos. Dessa forma seguimos nosso plano de ampliar ainda mais nosso portfólio de seguros, que até então cobria apenas caminhões e vans”.

 

A corretora fechou o primeiro contrato com o Grupo Comporte, de São Bernardo do Campo, SP, antes mesmo do lançamento oficial do produto, para assegurar aproximadamente 1,2 mil ônibus no pacote de responsabilidade civil, destinado ao segmento de transportes interestadual, intermunicipal e urbano, com cobertura de danos corporais e materiais causados a passageiros e também a terceiros não transportados.

 

Outras opções também estarão disponíveis, como seguro de casco e de responsabilidade civil facultativa, que se somarão a outros vinte tipos de coberturas adicionais.

 

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Toyota é a marca líder mundial de vendas em 2017

Na disputa pelo primeiro lugar do ranking mundial de vendas por marca, sem considerar os grupos automotivos, a Toyota encerrou 2017 na liderança, com 8 milhões 713 mil 629 veículos, alta de 2,4% na comparação com 2016. O segundo lugar ficou com a Volkswagen, com 6 milhões 832 mil 840 unidades, com crescimento de 4,7%, segundo informações divulgadas pelo site automotivo Focus2Move, especializado em informações de mercado.

 

A Ford foi a terceira marca com mais vendas, 6 milhões 165 mil 704 unidades, queda de 1,2% na comparação com 2016, e o quarto lugar ficou com a Honda, 5 milhões 162 mil 598 e alta de 8,2% na comparação com o ano anterior.

 

Em quinto lugar ficou a Nissan, com 5 milhões 142 mil 398 veículos comercializados e crescimento de 4,4%. A sexta colocada foi Hyundai, com 4 milhões 400 mil 42 unidades vendidas, queda de 9% ante 2016 — a maior retração das dez marcas que mais venderam no ano passado.

 

A marca Chevrolet ficou com o sétimo lugar, 4 milhões 136 mil 61 veículos vendidos, volume estável na comparação com 2016, queda de 0,1%. A Kia foi a oitava, com 2 milhões 816 mil 802 unidades e queda de 8,4%, a segunda maior do ranking.

 

A Renault foi a nona marca mais vendida no mundo, com 2 milhões 681 mil 392 unidades e alta de 10,5% na comparação com 2016 — o maior crescimento das dez marcas mais vendidas do ano. A Mercedes-Benz fecha o ranking, com 2 milhões 551 mil 453 unidades vendidas e crescimento de 10,1% na mesma base de comparação.

 

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México 2017: crescem produção e exportação, caem as vendas.

O mercado mexicano encerrou 2017 com crescimento de 8,9% na produção: saíram das linhas de montagem 3 milhões 773 mil 569 unidades — recorde do país, ante as 3 milhões 465 mil 615 veículos de 2016, segundo os dados divulgados pela AMIA, Associação Mexicana da Indústria Automotiva.

 

As exportações também seguiram pelo mesmo caminho da produção, crescendo 12,1% e quebrando recorde no volume, com 3 milhões 102 mil 604 veículos, ante 2 milhões 768 mil 268 unidades em 2016.

 

Os Estados Unidos foram o principal destino dos veículos mexicanos ao longo do ano, com 2 milhões 335 mil 245 unidades, o Canadá ficou na segundo posição, com 267 mil 219 unidades, e a Alemanha na terceira, com 96 mil 753. O Brasil foi o quinto maior importador do México com 49 mil 43 veículos.

 

Se produção e exportação quebraram recordes a venda de veículos não acompanhou o ritmo e registrou queda de 4,6% no ano, com 1 milhão 530 mil 317 veículos emplacados contra 1 milhão 603 mil 672 unidades em 2016. Do volume vendido 41% foram produzidos no México e 59% eram de origem estrangeira.

 

Expectativa para 2018

 

Eduardo Solis, presidente da AMIA, acredita que seja possível produzir 4 milhões de unidades este ano e exportar mais de 3,2 milhões, devido às boas perspectivas de alguns mercados que importam do México, como os Estados Unidos, que são o seu principal parceiro comercial.

 

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Argentina supera projeção de vendas de 800 mil unidades em 2017

Foi concretizada, na Argentina, o maior parceiro comercial do Brasil, a projeção de terminar 2017 com vendas internas próximas das 800 mil unidades de automóveis. Seus concessionários de veículos venderam, no acumulado do ano, 883 mil 802 carros, nacionais e importados. O marco representa crescimento de 22,5% sobre o volume de vendas registrado em 2016. Foi o melhor desempenho comercial desde 2013, ano em que o país alcançou a marca recorde de 963 mil 917 unidades vendidas.

 

A indústria local creditou o aumento das vendas às medidas econômicas adotadas pelo governo – na sua visão criou-se um cenário favorável aos financiamentos com a queda dos juros bancários e a manutenção da taxa de emprego, fato que teria aumentado a confiança do consumidor a firmar compromissos de longo prazo.

 

As vendas ao longo do ano foram superiores a 50 mil unidades/mês e os volumes foram maiores do que os de 2016 em todos os meses. Em dezembro, o melhor em termos comerciais, foram vendidos 90 mil 307 automóveis, 25,4% a mais do que em dezembro de 2016, segundo dados da Adefa, a associação dos fabricantes argentinos. Do total vendido no ano passado 259 mil 8 unidades foram de veículos produzidos no país.

 

O cenário de maior venda de veículos importados ante os nacionais faz parte dos planos argentinos para os próximos anos e deverá ser mantido. Por meio do Plano 1 Milhão, que projeta a produção desse volume de carros até 2023, a indústria argentina quer se consolidar como plataforma exportadora na região nos moldes do plano de empresas brasileiras no período seguinte à crise que se agravou em 2012. Será um salto importante de patamar: em 2017 o país produziu 472 mil 158 veículos, menos da metade do volume que almeja.

 

Para alcançar a meta serão fundamentais os veículos produzidos no Exterior para atender a todas as demandas sem precisar, grosso modo, fazer grandes alterações em sua capacidade instalada, ano a ano. Pelo menos este parece ser o plano dos novos gestores da Adefa, eleitos em novembro: Luiz Fernando Peláez Gamboa, o novo presidente, disse à época que as fábricas argentinas precisam ser mais competitivas de forma a buscar novos mercados e não depender tanto do Brasil, ainda que seja seu principal parceiro regional.

 

Em 2017 os embarques ao Brasil foram menores e houve crescimento nas exportações para países da América Central, uma demonstração clara de que a Argentina intensificou sua busca por novos mercados. Exportou 209 mil 587 veículos, 10,3% a mais do que em 2016. Ao Brasil embarcaram 135,9 mil, volume que representou 64,8% das suas exportações de veículos. Para a América Central, segundo principal destino de seus carros, foram exportadas 17 mil 868 unidades. Peru, Chile e México fecham o grupo dos cinco principais destinos dos veículos argentinos.

Mercedes-Benz é a líder de vendas de veículos comerciais em 2017

A Mercedes-Benz encerrou 2017 como a líder de vendas de veículos comerciais no País, com mais de 20 mil unidades emplacadas, considerando caminhões e ônibus. Philipp Schiemer, presidente da empresa no Brasil e CEO para a América Latina, considera o resultado o melhor presente de fim de ano que a empresa poderia receber:

 

“Esse resultado é um prêmio para todos os nossos colaboradores e parceiros, que se empenharam para oferecer o melhor produto aos clientes. Os números provam que somos uma marca desejada e cada vez mais reconhecida nos mercados interno e externo”.

 

Por segmentos os resultados implicam 14 mil 670 caminhões, com 28,2% de participação de mercado, e 6 mil 7 ônibus, com 51,1% de participação.

 

Em comunicado distribuído na segunda-feira, 8 a Mercedes-Benz destacou que grandes vendas foram contratadas em dezembro, com 1 mil ônibus vendidos para diversas empresas e 905 micro-ônibus comercializados para a Secretária da Saúde de Minas Gerais. No segmento de caminhões a empresa vendeu 150 unidades à Raízen, cem para a Risa e 150 para Transoeste.

Vendas de implementos diminuem 2,4% em 2017

É verdade que foi anotada, no ano passado, a recuperação do setor de caminhões – mas a indústria de implementos rodoviários fechou 2017 com retração de 2,4%: foram vendidas 60 mil 497 unidades ante 61 mil 996 no mesmo período do ano anterior, segundo os dados divulgados pela Anfir, Associação Nacional dos Fabricantes de Implementos Rodoviários, na segunda-feira, 8.

 

A queda foi justificada pelo seu presidente, Alcides Braga, “à medida que não conseguimos zerar as perdas por causa do comércio urbano, que ainda não respondeu à onda de recuperação da economia. A recuperação do segmento de carroceria sobre chassis depende do resultado das vendas do comércio de varejo e do desempenho de micro e pequenas indústrias que geram muita carga própria”.

 

O setor leve, de carroceria sobre chassis, citado pelo presidente, entregou 35 mil 569 unidades ante 38 mil 809 em 2016, queda de 8,35%, o que já era esperado pela Anfir, que acredita na recuperação deste setor este ano mas depende da retomada da economia no mercado de varejo. No ano passado os segmentos que registraram as maiores quedas foram: betoneira -42,23%, basculante -23,24%, baú lonado -21,39%.

 

Os demais segmentos apresentaram queda abaixo de 10%, próxima da retração do setor.

 

Pesados em alta

 

Nem toda a indústria de implementos rodoviários encerrou 2017 com queda, caso do segmento pesado, reboques e semirreboques, que comercializou 24 mil 928 unidades ante 23 mil 187 em 2016, alta de 7,5%. De acordo com Braga “a recuperação do segmento pesado representou para a indústria um momento importante em 2017”.

 

Os segmentos que registraram a maior alta foram tanque alumínio 136%, baú lonado 49,3%, dolly 32,4% e baú frigorífico 30,78%. Apesar da alta alguns segmentos não acompanharam o crescimento, como o canavieiro -28,5%, silo -24,3% e especial -21,4%.

 

Para 2018 a Anfir espera que o segmento continue crescendo, “pois deveremos ampliar esse resultado acompanhando a recuperação da economia, que também deverá trazer o setor leve para o desempenho positivo”.

VW e Hyundai fecham parceria com Aurora Innovation por veículo autônomo

O Grupo Volkswagen e a Hyundai estabeleceram parceria com a Aurora Innovation, startup focada em carros autônomos com escritórios na Califórnia e na Pensilvânia, Estados Unidos, para o desenvolvimento dos seus primeiros veículos autônomos, que devem chegar ao mercado em 2021, de acordo com as informações divulgadas pelo site Flash de Motor, de Caracas, Venezuaela.

 

A parceria foi fechada em 2016 mas divulgada apenas no começo deste ano, pois os primeiros testes de veículos foram realizados no fim do ano passado e prosseguirão este ano. A Hyundai testará a tecnologia num futuro SUV, que será lançado com motor movido a hidrogênio, e a VW não revelou qual modelo será usado para testar essas novas tecnologias.

 

Os dirigentes da Aurora Innovation são Chris Urmson, ex-funcionário da divisão de carros autônomos do Google, Sterlin Anderson, ex-diretor da Tesla, e Drew Bagnell, ex-chefe de autônomos do Uber.

TMD Friction anuncia Edílson Jaquetto como novo presidente

A TMD Friction do Brasil, fabricante de pastilhas e lonas de freio para o mercado original e detentora da marca Cobreq, fabricante dos mesmos itens para o mercado de reposição, anunciou Edílson Jaquetto como seu novo presidente.

 

Ele é formado em química com especialização em engenharia de produção e estratégia de empresa e começou sua carreira profissional em 1989, como operador de máquinas, na própria Cobreq, e logo após assumiu o cargo de técnico em pesquisa e desenvolvimento.

 

De 1999 a 2001 Jaquetto trabalhou na Espanha como gerente de pesquisa e desenvolvimento da TRW/REMSA. Voltou ao Brasil para assumir a gerência de pesquisa e desenvolvimento da TMD Friction, ascendendo para o cargo de diretor geral da unidade de negócios OE e, agora, à presidência da empresa.

Anúncio do Rota 2030 fica para depois. E isso não é um problema.

Considerado o marco mais importante para a indústria automotiva ter uma perspectiva de futuro no País, definindo assim as estratégias de longo prazo das empresas, o Rota 2030 acabou não saindo no tempo inicialmente projetado, em agosto, tampouco nos últimos dias de 2017. A decisão de não referendar uma nova política automotiva para o País partiu única e exclusivamente do governo federal, que neste momento dá prioridade para as negociações políticas em torno da reforma da previdência para, depois, pensar em outros projetos.

 

Inicialmente toda a cadeia automotiva esteve engajada em reuniões e negociações complexas envolvendo diversos ministérios, no intuito de construir um marco robusto e que daria a tão desejada previsibilidade para os negócios. No entanto, após meses de exaustivas reuniões em Brasília, DF, surgiram as primeiras declarações de representantes do ministério da Fazenda refutando uma proposta de renúncia fiscal e um suposto embate dessa pasta com o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, que liderou todas as tratativas do Rota 2030. Nesse momento o setor automotivo deixou, aos poucos, de enfatizar a importância da entrada em vigor do novo programa em 1º de janeiro de 2018.

 

De fato, segundo Antonio Megale, presidente da Anfavea e o principal interlocutor com o governo, há um sentimento de frustração no ar por não ter sido cumprido o cronograma. Mas isso não é o fim do mundo. “Seria importante aprovar um marco regulatório apontando as prioridades para a indústria no longo prazo. Porém, o adiamento não torna inexequível as estratégias das empresas nem compromete o futuro da indústria no curto prazo”.

 

Na prática não será um problema para o setor ficar sem um norte com relação à política automotiva do Brasil nesses primeiros dias/meses de 2018. As alíquotas do IPI retornam aos patamares de 2011 – não há penalidades como os 30 pontos porcentuais adicionais do Inovar-Auto –, pelo menos neste momento, e também caiu a principal proteção do mercado aos importados: as cotas de volumes de importação. Ou seja, todas as empresas poderão trabalhar as vendas sem qualquer restrição ou contrapartidas.

 

Quando? – Megale acredita que o Rota 2030 será aprovado após a votação da reforma da previdência, a maior preocupação do governo federal, que é esperada para 19 de fevereiro. “A prioridade é com o ajuste das contas no longo prazo, por isso, na visão deles [governo] a reforma da previdência tem que vir primeiro”.

 

Entretanto, executivos consultados por AutoData – que pediram para não serem identificados – levantam dúvidas sobre a entrada em vigor do Rota 2030 ainda em 2018. O argumento é simples: mesmo com a estabilidade econômica este é um governo com baixa popularidade e claramente com foco em temas de interesse político. A avaliação é de que não há vantagens [políticas] em aprovar uma política industrial exclusiva para um setor que esteve intimamente atrelado a administrações anteriores. Isso poderia gerar mais rejeição. Assim, não seria um absurdo deixar a definição de nova política industrial para o próximo mandatário.

 

Curioso é que o próprio presidente da república afirmou diante dos presidentes das fabricantes de veículos, segundo Antonio Megale, que o Rota 2030 sairia ainda em 2017, no máximo, antes da desincompatibilização dos ministros que concorrerão nas próximas eleições.

 

Alguns presidentes das empresas do setor – sobretudo os estrangeiros – estão perplexos com a falta de comprometimento do governo brasileiro. Antonio Megale, já escolado, no entanto, minimiza o ocorrido: “É importante ressaltar que os quadros técnicos dos ministérios que trabalharam na elaboração dos pilares do Rota 2030 ainda estarão em seus postos este ano. Dessa forma, o risco de alterações substanciais é pequeno. Basta uma assinatura dos novos ministros para o programa entrar em vigor”.  

 

Com a debandada já confirmada nos últimos dias e o provável desligamento do ministro da Fazenda até abril, não restará mais líderes no atual governo que participaram das negociações do Rota 2030. E a sintomática falta de continuidade de programas criados por ex-gestores no setor público coloca mais uma interrogação na esperança do Rota vingar ainda este ano.

 

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Consumidor confiante elevará vendas de carros em 11,7%

As vendas de veículos leves, categoria que engloba automóveis e comerciais leves, fecharam 2017 com a marca de 2 milhões 175 mil 987 unidades, volume que representou crescimento de 9,4% sobre os licenciamentos feitos em 2016. De acordo com a Anfavea, que apresentou o balanço do ano passado na sexta-feira, 5, o crescimento se deu pela retomada do crédito e a redução do desemprego, que possibilitou a realização de financiamentos por um consumidor mais confiante. Dados da entidade mostraram que a média de financiamentos nas vendas foi de 50%.

 

Os automóveis responderam por 1 milhão 856 mil 97 unidades do total vendido pelo setor ano passado, alta de 9,9% frente o acumulado de 2016. O modelo Chevrolet Onix, da General Motors, foi o carro mais vendido no País, alcançando a marca da 188 mil 654 unidades. As vendas do modelo consolidaram a GM como líder do mercado ano passado –  no total, a empresa vendeu aqui 348 mil 829 veículos, segundo dados do Renavam.

 

De acordo com Antônio Megale, presidente da Anfavea, o otimismo do consumidor deverá manter o crescimento das vendas de automóveis em 2018. Ainda que os veículos considerados de entrada pelas montadoras tenham sido os mais vendidos no País no período, a entidade espera que a alta de 11,7% projetada para o ano seja viabilizada pelas vendas de SUVs e sedãs:

 

“Uma categoria que pode impulsionar as vendas de veículos este ano é a dos automóveis sedãs, porque aumentou o número de modelos que concorrem neste segmento que andou esquecido”. De fato, o número de sedãs no mercado brasileiro com a chegada dos modelos Volkswagen Virtus e Fiat Cronos, com vendas projetadas para começarem este ano e, mais para adiante, a do Toyota Yaris. “Ainda que tenham sido lançados também modelos compactos, que têm grande penetração na base de clientes, os sedãs devem movimentar o mercado e refletir positivamente nas vendas”.

 

Seguem a GM em maiores volumes de vendas as feitas pela FCA, segunda empresa que mais emplacou veículos ano passado, chegando a 261 mil 72 unidades. O volume, que representa alta 4,4% ante o desempenho comercial de 2016, inclui as vendas dos veículos Fiat, 172 mil 361 unidades, e Jeep, 88 mil 201 unidades.

 

Estes últimos, especificamente os modelos Renegade e Compass, permitiram ao grupo terminar o ano com um indicador positivo em meio às suas demais das marcas. Os emplacamentos de ambos foram 49,4% maiores no ano passado que em 2016. Desempenho importante da marca também foi na categoria de comerciais leves – as vendas do modelo Fiat Toro levou a empresa a terminar como líder no segmento. Foram 118 mil 986 unidades vendidas, mais da metade das vendas de toda a categoria em 2017: 317 mil 369, alta de 6,7% ante acumulado de 2016.

 

Combustível – Os flex fuel representaram 88,6% das vendas totais de automóveis ano passado, 1 milhão 927 mil 224 unidades. Os movidos apenas a gasolina responderam por uma fatia de 3,2% das vendas, 68 mil 900 unidades.  Os veículos híbridos fecharam o ano com vendas da ordem de 3 mil 296 unidades e representam 0,2% do mercado de automóveis.

 

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