Volkswagen exporta mais de 160 mil veículos em 2017

A Volkswagen encerrou 2017 com 163 mil 306 veículos exportados para 15 países, sendo que em 2016 o volume foi de 107 mil 322 veículos, alta de 52,16%. O Gol foi o modelo mais exportado, com 73 mil 848 unidades embarcadas.

 

O país que mais recebeu carros da Volkswagen foi a Argentina, com 93 mil 891 unidades, onde a empresa foi líder de mercado em 2017, pela 14ª vez consecutiva. Pablo Di Si, presidente e CEO da VW na América do Sul e Brasil, comentou o desempenho:

 

“O ano de 2017 já foi bastante positivo e a Volkswagen foi o motor das exportações do setor automotivo brasileiro. Como maior empresa nesse segmento, apresentou um desempenho muito forte, fruto da estratégia de regionalização das suas operações na América do Sul, Central e Caribe”.

 

A Volkswagen é uma das maiores exportadoras de veículos do Brasil, com mais de 3,6 milhões de unidades embarcadas a 147 países desde 1970.

 

Foto: Divulgação.

Produção de veículos sobe 25,2% em 2017

A produção de veículos fechou 2017 com alta de 25,2% na comparação com 2016, atingindo 2 milhões 699 mil 672 unidades entre automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. Na comparação com novembro, houve crescimento de 6,9%. Os dados foram divulgados na sexta-feira, 5, pela Anfavea.

 

O setor de máquinas agrícolas e rodoviárias, por sua vez, ficou praticamente estável no ano passado na comparação com o ano anterior, com elevação de 1,8%, com a produção de 54 mil 988 unidades em 2017.

 

Para o presidente da Anfavea, Antonio Megale, os números do ano passado trazem motivos para comemorar: “Mas não podemos perder de vista que a capacidade ociosa da indústria ainda é alta, com 47% na média do setor e chegando a 75% no segmento de caminhões”.

 

São 219,1 mil unidades em estoque o que, na opinião de Megale, é um bom número já que corresponde a 31 dias de vendas: “O ideal é estoque de trinta dias”.

 

Emprego – Outro dado importante do fechamento do ano passado é em relação ao emprego. O setor fechou o ano com 126 mil 696 funcionários, alta de 4,6% no número de trabalhadores da indústria automotiva em 2016. “São 5,5 mil postos de trabalho a mais no ano”.

 

Vale destacar ainda a redução no número de trabalhadores que fazem parte de algum programa de proteção ao emprego, como lay off ou PSE, Programa Seguro-Emprego.

 

Em dezembro 1 mil 885 trabalhadores estavam em algum programa de proteção ao emprego. Em novembro, o setor contabilizava 3 mil 332 profissionais.

 

“No auge dos programas, em março de 2016, chegamos a ter 38 mil 792 pessoas”.  

 

Projeções – Para 2018, a entidade prevê expansão de 13,2% na produção, devendo atingir 3 milhões 55 mil unidades no ano.

 

As vendas no mercado interno devem crescer 11,7%, atingindo 2 milhões 502 mil unidades.

 

E a previsão da entidade é que as exportações subam 5%, com 800 mil unidades no ano.

 

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Ford reativa centro de produção em Detroit

A Ford anunciou, no fim de dezembro, a reativação do seu centro de produção no bairro de Corktown, em Detroit, Estados Unidos, onde tudo começou. Inaugurado há 110 anos com o nome The Factory, A Fábrica, em português, o local concentrará os esforços da marca em veículos autônomos e elétricos. A decisão é estratégica e alinhada com o compromisso da Ford de criar novos modelos de negócios de transporte e serviços.

 

A unidade, com 4 mil 180 m², permitirá que um time com mais de 220 pessoas faça uma imersão nos desafios e soluções de mobilidade em um ambiente urbano. 

 

A equipe em Corktown será comandada por Sherif Marakvy, vice-presidente de veículos autônomos e eletrificação da Ford, e também abrigará projetos estratégicos.

 

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Caminhões: setor projeta vendas 24% maiores em 2018.

O setor de caminhões conseguiu reverter o quadro negativo nas vendas de 2016 e fechou 2017 com alta de 2,7% no volume. A marca, considerada pequena e calculada sobre uma base menor ainda, representou um alento às fabricantes, que traçam para 2018 um cenário melhor, com crescimento de 24,7% nas vendas de veículos pesados sobre as vendas do ano passado, que atingiram a marca de 63 mil 696 unidades de caminhões e ônibus.

 

O crescimento foi creditado pelas fabricantes ao processo de renovação de frota pelo qual passaram alguns grandes clientes ligados principalmente ao agronegócio, área da economia que esteve aquecida ano passado em função das demandas da super safra. O setor, no entanto, quer crescer mais este ano e chegar a marca de 79,5 mil veículos licenciados. Para atingir a meta, o discurso de é que preciso aumentar o PIB se mantém firme na indústria.

 

Os dados divulgados pela Anfavea na sexta-feira, 5, mostraram que o volume de caminhões emplacados chegou a 51 mil 941 unidades, marca um pouco acima dos 50 mil 559 caminhões vendidos no acumulado de 2016. As vendas realizadas em dezembro, o melhor mês do ano em termos de emplacamentos, chegaram a 6 mil 76 unidades, um salto de 36,5% sobre as vendas feitas em dezembro de 2016. Foi a melhor marca desde julho de 2015, quando o setor vendeu 6 mil 494 unidades.

 

Os modelos pesados foram os que apresentaram o maior crescimento nas vendas dentro do segmento, no ano passado. Foram vendidos 18 mil 747 unidades, alta de 23,4% frente o volume de 2016. A fabricante Volvo terminou o ano como líder de vendas na categoria, com 5 mil 44 unidades emplacadas, crescimento de 18,9% na comparação com o desempenho comercial de 2016. A Mercedes-Benz terminou o ano em segundo lugar na categoria, emplacando 4 mil 914 caminhões pesados, crescimento de 23,3%. A Scania, em terceiro, vendeu 4 mil 901 unidades, mais 38,4%.

 

Na categoria de semipesados, em 2017, queda de 6,5% ante o volume acumulado em 2018, sendo vendidos ano passado 13 mil 542 veículos. A MAN terminou o ano como a empresa que mais vendeu veículos desse modelo – 4 mil 952 unidades, leve alta de 1,4% na comparação com o desempenho comercial de 2016. Mercedes-Benz, a segunda colocada, vendeu 3 mil 857, queda de 16,5%. A Ford, em terceiro, vendeu 2mil 158 unidades, alta de 5,4%.

 

Nas demais categorias, o volume de caminhões médios vendidos em 2017 chegou a 4 mil 443 unidades, mais 5,3% que em 2016. Queda de 11,2% nas vendas de caminhões leves. Foram vendidos 11 mil 687 veículos da categoria ano passado. Fechando o segmento, as vendas de semileves ano passado se mantiveram praticamente estáveis ante as realizadas em 2016, com 0,2% positivos.

 

O volume de ônibus vendidos ano passado chegou a 11 mil 755 unidades, alta de 5,3% na comparação com o desempenho de vendas de 2016.

 

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Venda de máquinas agrícolas decepciona com alta de apenas 1,5%

Apesar do bom desempenho do setor do agronegócio no País, o setor de máquinas agrícolas e rodoviárias ficou praticamente estável em 2017 na comparação com 2016.

 

O setor vendeu 44 mil 362 unidades no ano passado, contra 43 mil 701 em 2016, crescendo apenas 1,5% e ficando bem abaixo da alta próxima de 5% que era esperada pela Anfavea, que divulgou os dados do setor na sexta-feira, 5. Considerando apenas o mês de dezembro, foram vendidas 3 mil 829 máquinas, contra 3 mil 63 no mês anterior, alta de 25% e na comparação com o mesmo mês de 2016 houve queda de 8,8%.

 

Algumas máquinas foram as principais responsáveis pelo crescimento abaixo do esperado nas vendas, caso das colhedoras de cana, cuja venda caiu 20,8% no ano, e as retroescavadeiras com queda de 5,3%. Por outro lado, os tratores de rodas aumentaram as vendas em 2,7% e as colheitadeiras de grãos 0,9%. Para 2018, a expectativa da Anfavea é que as vendas cheguem a 46 mil unidades, crescendo 3,7%.

 

A produção foi de 54 mil 988 máquinas no ano passado, contra 54 mil 032 unidades em 2016, alta de 1,8%, que também ficou abaixo do que era esperado pela Anfavea. Considerando apenas o mês de dezembro, foram produzidas 2 mil 727 unidades, queda de 31,1% com relação a novembro e de 52,1% na comparação com o mesmo mês do ano passado. Para 2018 a expectativa é que a produção cresça 11,8%, com 61,5 mil unidades produzidas.

 

Para Ana Helena de Andrade, vice-presidente da entidade, “a grande queda em dezembro aconteceu por causa das férias coletivas que as empresas decidiram dar aos funcionários, paralisando a produção no meio do mês, o que não aconteceu no mesmo período de 2016”.

 

Exportações – As exportações são o lado positivo do setor de máquinas agrícolas e industriais, com crescimento de 46,9% na comparação com 2016 e 14 mil 96 unidades vendidas para outros países, superando e muito as expectativas da Anfavea para o ano passado. Em dezembro embarcaram para outros mercados 1 mil 321 unidades, volume 39,1% maior do que no mesmo mês de 2016 e 1% menor do que em novembro.

 

O principal mercado foi a Argentina, que com a recuperação, absorveu um volume de máquinas 195% maior do que no ano de 2016, seguido pelos Estados Unidos, que importou 80% mais máquinas no mesmo período. “No caso dos americanos, eles importam muitas máquinas para construção e tratores de rodas, mas esse segundo em menor quantidade”, destacou a vice-presidente.

 

Para 2018, a expectativa da Anfavea é que as exportações de máquinas agrícolas e rodoviárias continue crescendo, chegando a 15,5 mil unidades, alta de 9,9%.

 

Foto: Divulgação.

Produção industrial cresce 0,2% em novembro

A produção da indústria brasileira cresceu 0,2% de outubro para novembro, segundo dados da Pesquisa Industrial Mensal divulgados na sexta-feira, 5, pelo IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Esse foi o terceiro resultado positivo do setor, que acumula 0,9% de alta, conforme informações da Agência Brasil.

 

A indústria brasileira também teve crescimento na comparação com novembro de 2016, com alta de 4,7%; no acumulado do ano, aumento de 2,3%; e em 12 meses apresenta expansão de 2,2%.

 

De outubro para novembro, foram observadas altas nas produções de bens intermediários, ou seja, os insumos industrializados para o setor produtivo e de bens de consumo duráveis.

 

Os bens de capital, isto é, as máquinas e equipamentos, se mantiveram estáveis de um mês para o outro, enquanto os bens de consumo semi e não duráveis recuaram 1,6%.

 

Foto: Amanda Oliveira/GovBA.

Exportação: quebra de recorde com mais de 762 mil unidades vendidas

Como já era esperado, a exportação de veículos bateu recorde no ano passado, com 762 mil 33 unidades vendidas para outros países, contra 520 mil 137 veículos em 2016, crescimento de 46,5% e superando a expectativa da Anfavea que era de 745 mil veículos, de acordo com os dados divulgados pela Anfavea, na sexta-feira, 5, durante a primeira coletiva do ano. Considerando apenas o mês de dezembro, foram vendidas para outros mercados 62 mil 792 unidades, gerando queda de 16,3% na comparação com novembro e de 2,6% com relação ao mesmo mês de 2016.

 

O fato é que com a crise financeira dos últimos anos, as fabricantes viram no mercado externo a possibilidade de compensar, ainda que em partes, as perdas no mercado interno.

 

Para Antonio Megale, presidente da entidade, as montadoras não abrirão mão do bom volume exportado: “As empreses viram a necessidade de continuar crescendo em outros mercados, pois as exportações fortalecem a produção e ajudam na geração de empregos”. Em 2018 o setor pretende exportar 800 mil unidades e crescer 5%.

 

A estabilidade do câmbio também contribui para o bom cenário das exportações.

 

Para atingir as 800 mil unidades exportadas, o foco da indústria será na América Latina: “Estamos crescendo na região mas ainda existe muito espaço para ser explorado. Mercados como Oriente Médio e Ásia têm grande potencial, mas seguiremos focados em crescer e se consolidar nos mercado da América Latina, para depois mudar o foco de crescimento”.

 

Outro fator que ajudará no aumento previsto das exportações é o acordo de comércio bilateral com a Colômbia, que demorou, mas foi aprovado nos últimos dias de dezembro e prevê uma troca de 25 mil veículos entre os países, mas Megale acredita que esse número será facilmente superado, chegando a 30 mil unidades.

 

Com relação ao sonho de exportar 1 milhão de unidades, que foi revelado pelo antigo presidente da Anfavea, Luiz Moan, o atual presidente, Megale, acredita que o Brasil tem capacidade para atingir esta meta, mas será necessário consolidar os mercados que o Brasil já exporta, para depois conquistar novas regiões. “Acho que em dois anos não será possível atingir esta meta, mas logo depois estaremos atingindo 1 milhão de unidades exportadas”.

 

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Vendas de veículos crescem 9% em 2017

As vendas de veículos novos fecharam 2017 com alta de 9,2% na comparação com o volume vendido em 2016, o melhor resultado dos últimos quatro anos. De acordo com dados da Fenabrave divulgados na quinta-feira, 4, o número de emplacamentos chegou a 2 milhões 239 mil 403 unidades, resultado que, segundo a entidade, foi possível por causa de fatores como aumento da renda, manutenção do emprego em alguns setores da economia e queda na taxa de juros que facilitou os financiamentos.

 

Os números referentes às vendas de automóveis, especificamente, mostram alta de 9,9% nos emplacamentos feitos de janeiro a dezembro. Foram 1 milhão 855 mil 874 veículos licenciados no período. As vendas feitas pelas redes de concessionários alcançaram a maior marca em agosto, quando foram vendidos 180 mil 888 veículos. Em dezembro, segundo melhor mês daquele ano, foram 171 mil 988 unidades.

 

Alarico Assumpção Junior, presidente da entidade, disse que o crescimento, ainda que ocorrido sobre a base pequena que representou o desempenho de 2016, é representativo em função do cenário econômico que incidiu sobre o setor no ano passado: “A rede precisou retomar as vendas ao mesmo tempo em que se ajustava para atender à demanda após a crise que modificou sua estrutura. Foi difícil, mas conseguimos terminar o ano com um saldo positivo”.

 

O balanço apresentado pela Fenabrave mostrou que de 2014 a 2017 o número de concessionárias operando no País caiu de 7 mil 330 lojas para 6 mil 56, o que acarretou numa redução de 169 mil 514 postos de trabalho. Sobre isso, o presidente disse que um processo de reformulação da oferta da rede, afora a demanda desaquecida dos últimos anos, contribuiu para as demissões: “Os grandes grupos tiveram de reduzir o número de lojas e isso redundou sobremaneira no corte de pessoal”.

 

As vendas diretas, modalidade de negócio que tem aumentado sua participação nos últimos anos no setor, representaram, segundo a Fenabrave, 40% do total de emplacamentos feitos ano passado. Para o presidente da entidade, o crescimento verificado se deu em função da redução do mercado como um todo: “As vendas diretas não cresceram. O que houve foi a redução das vendas pelas concessionárias, que aumentou a fatia da sua participação no balanço final do setor”.

 

Projeção – O ano de 2018 projetado pela entidade mostra um mercado maior 10,3% do que o de 2017, com vendas chegando a 3 milhões 437 mil 444 unidades, entre automóveis, pesados e motocicletas, um segmento que entra no balanço da entidade, ao contrário do que acontece nos números divulgados pela Anfavea, a associação das fabricantes. O porcentual projetado é visto como cauteloso em função do ano eleitoral, explicou o presidente da Fenabrave: “O setor não sabe quem governará o País e isso causa um clima de incerteza no momento de planificar as vendas do ano”.

 

Separando por segmentos, as projeções da Fenabrave mostram crescimento de 12,6% nos emplacamentos de automóveis ante o volume de 2017, o que deve representar 2 milhões 88 mil 792 carros em dezembro. Caminhões, alta de 9,5% sobre o ano passado, com emplacamentos chegando a 57 mil 25 unidades. Ônibus, 5,4% mais, com 15 mil 914 unidades. “O panorama traçado leva em consideração a aprovação da reforma da Previdência, esperada para fevereiro, e elevação do PIB”.

 

De acordo com números da consultoria MB, parceira da Fenabrave, o produto interno deverá crescer este ano 3,1% puxado pelo desempenho do setor de mineração, e isso pode influenciar nas vendas de veículos pesados. As demandas do agronegócio, que no ano passado impulsionaram as vendas de máquinas agrícolas principalmente, serão menores do que as de 2017 por causa das toneladas a menos que safra de grãos deste ano deve apresentar, segundo a MB.

 

Pesados – As vendas de veículos pesados em 2017 apresentaram alta de 5% na comparação com os emplacamentos de 2016, chegando a 67 mil 168 unidades. As vendas de caminhões atingiram a marca de 52 mil 69 veículos no ano passado, um crescimento de 3,5% na comparação com o volume vendido em 2016. Alta também nas vendas de ônibus: 15 mil 99 unidades, 10,6% mais que em 2016.

 

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Dois milhões de veículos eletrificados circulam pelo mundo

A IEA, Agência Internacional de Energia, estabelecida nos Estados Unidos, divulgou recentemente que no mundo há dois milhões de veículos elétricos em circulação, conforme informações do Guia Motor.

 

O relatório da IEA oferece, além da quantidade total de veículos eletrificados no mundo, o porcentual de impacto em diversos países. De acordo com a agência, a China continua a manter a vanguarda em termos de eletrificação de parque automotor e conta com mais de 30 mil unidades formalmente registradas e circulando.

No relatório não está disponível a idade do parque, a definição por marca ou o tipo de veículo, mas outras informações publicadas mostram que a frota circulante de veículos elétricos começa a ganhar destaque em todo o mundo.

Aptiv e Lyft levam viagens autônomas a Las Vegas

A Aptiv, empresa global de tecnologia que oferece soluções em direção autônoma, e a Lyft anunciaram esta quinta-feira, 4, parceria para demonstrar a primeira experiência de viagem autônoma de ponto a ponto durante a CES, Consumer Electronics Show 2018, em Las Vegas, Estados Unidos.

 

Para o presidente e CEO da Aptiv, Kevin Clark, a parceria representa uma aplicação real de tecnologia escalável de direção autônoma, que terá um impacto significativo na melhoria dos desafios de segurança, emissões e congestionamento urbano:

 

“A plataforma de condução automatizada da Aptiv é o sistema mais avançado disponível e, combinado com o app intuitivo da Lyft, permitirá que os participantes da CES tenham uma experiência verdadeira de viagem autônoma de ponto a ponto. É uma demonstração emocionante do futuro da mobilidade”.

 

Em 2017, a Lyft anunciou planos para permitir que desenvolvedores de tecnologias de direção autônoma e fabricantes de veículos conectem-se à sua rede de mais de um milhão de viagens por dia.

 

A plataforma de direção automatizada da Aptiv será integrada com a tecnologia de despacho inteligente da Lyft para uma experiência onde o consumidor pode fazer passeios em torno da área da Las Vegas Strip.

 

Operar em ambientes de condução complexos com locais de busca e entrega acelera a disponibilidade de plataformas de condução autônoma para aplicações comerciais, conforme explicam as empresas em comunicado.

 

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