Toyota tem vagas abertas para seu programa de estágio 2026

São Paulo – A Toyota anunciou que seu programa de estágio 2026 está com inscrições abertas até 30 de setembro. Serão recrutados trinta estudantes para trabalhar nas unidades em Sorocaba e Porto Feliz, SP. 

É preciso estar matriculado em cursos que integrem as áreas de administração, auditoria, comercial, compras, comunicação e sustentabilidade, engenharia de produção, financeiro, fiscal e recebimento, industrial, logística, manutenção, psicologia, relações governamentais ou tecnologia da informação. 

Os estudantes devem ter disponibilidade para estagiar de janeiro de 2026 a dezembro de 2027, das 8h00 às 14h30. São oferecidos, além da bolsa-auxílio, vale transporte ou veículo fretado, convênio médico, alimentação e seguro de vida. Interessados devem clicar no link

Mercedes-Benz vende 1,2 mil ônibus para o Grupo Comporte

São Paulo – O Grupo Comporte, ou Constantino, adquiriu 1,2 mil chassis de ônibus da Mercedes-Benz para renovar sua frota urbana, rodoviária e de fretamento em 2025. 620 unidades já foram faturadas e a maioria está em operação ou em encarroçamento. 

Destas 120 são unidades do micro-ônibus LO, 188 da linha OF urbana, 130 de modelos para fretamento e 182 rodoviários. Cerca de quatrocentas unidades foram enviadas para empresas da do grupo no Estado de São Paulo, outros duzentos para a região Sul e vinte para Brasília, DF.

Governo libera mais R$ 12 bilhões para renovação do parque industrial

São Paulo – O governo federal anunciou mais R$ 12 bilhões em linhas de crédito, com juros abaixo da média do mercado, para renovação, modernização e difusão tecnológica do parque industrial brasileiro. Serão oferecidas pelo BNDES e Finep, com objetivo de incorporar robótica, inteligência artificial, computação em nuvem, sensoriamento, internet das coisas e outras tecnologias que compõem a indústria 4.0.

O BNDES oferece R$ 10 bilhões, dos quais R$ 4,3 bilhões com TR e o restante nas linhas tradicionais. O MDIC, Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços calcula que esse mix de linhas permitirá custos de financiamentos abaixo de 8,5% ao ano para as empresas. A Finep oferecerá R$ 2 bilhões com TR + 7,5% ao ano, exclusivamente para indústrias das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

Segundo um estudo da CNI, Confederação Nacional da Indústria, o parque fabril nacional opera com maquinário com idade média de 14 anos, o que reduz sua produtividade. Mais: 38% dos equipamentos industriais estão próximos ou superaram seu ciclo de vida ideal estabelecido pelos fabricantes. Esta defasagem eleva custos de manutenção, consumo de energia e joga contra a competitividade da indústria local.

As linhas criadas somam-se ao programa de depreciação acelerada, lançado em maio do ano passado e que destina R$ 3,4 bilhões em créditos financeiros para compras de máquinas, equipamentos, aparelhos e instrumentos novos.

Volkswagen diz ter esgotado as 200 Amarok Barretos 70 anos em 24 horas

São Paulo – A Amarok Edição Limitada Barretos 70 anos, apresentada oficialmente na Festa do Peão de Barretos, SP, na sexta-feira, 22, teve suas duzentas unidades esgotadas em menos de 24 horas, de acordo com a Volkswagen. Os pedidos foram abertos exclusivamente para clientes e parceiros presentes.

Baseada na versão Extreme a edição especial vem com capota marítima, amortecedor na tampa da caçamba, adesivo lateral alusivo a Barretos e emblemas laterais e traseiro com o tradicional logo da Festa do Peão de Boiadeiro de Barretos.

A cor cinza moonstone, antes presente apenas nos modelos Nivus e Saveiro, também passou a ser oferecida. No interior a edição comemorativa da picape recebe tapetes de borracha e placa com a numeração da unidade e o logo comemorativo, posicionado próximo à manopla de câmbio.

Além desta edição especial as versões Highline e Extreme também estavam disponíveis e alcançaram quase seiscentos pedidos. Portanto, no primeiro fim de semana do evento, a Amarok somou cerca de oitocentas vendas. Os veículos serão entregues a partir de outubro.

VW Delivery completa 20 anos com 220 mil unidades produzidas

São Paulo – O caminhão leve Delivery, da Volkswagen Caminhões e Ônibus, completou vinte anos de produção no Brasil, com 220 mil unidades fabricadas desde 2005 em Resende, RJ. Do total produzido 200 mil unidades foram emplacadas no Brasil e outras 20 mil foram exportadas.

Atualmente, no Brasil, os principais mercados do Delivery são os estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Já nas exportações os principais destinos são México, Argentina e Chile. 

A primeira geração do Delivery foi lançada em 2005 e ficou doze anos no mercado, até 2017, somando 100 mil unidades emplacadas. A segunda geração somou mais 100 mil vendas de 2017 a 2025.

Toyota anuncia Soraya Battistini como sua nova gerente geral comercial  

São Paulo – A Toyota anunciou que Soraya Battistini é a sua nova gerente geral comercial no Brasil. A executiva sucede a Fábio Lage, que se despede da empresa após onze anos, e reporta-se a José Ricardo Gomes, diretor comercial Brasil e diretor regional de atendimento ao cliente e cadeia de valor América Latina.

Battistini iniciou sua carreira no pós-vendas da Scania, teve passagem pela Iveco e, há vinte anos, constrói trajetória na Toyota. Ao longo deste período trabalhou em áreas estratégicas como pós-vendas, desenvolvimento de rede e vendas.

Graduada em administração de empresas pela PUC SP a executiva tem especializações em finanças e marketing pela ESPM e de gestão estratégica e econômica de negócios pela FGV, além de pós-graduação em negócios e comércio pelo Insper.

Jac Caminhões busca concessionários para sua operação brasileira

São Paulo – Representantes da Jac Motors estarão no Congresso Fenabrave, que abre as portas na terça-feira, 26, para dar seus passos decisivos rumo à estruturação de sua operação independente do Grupo SHC. Como antecipado pela Agência AutoData em maio a matriz, na China, decidiu entrar no mercado brasileiro de caminhões a combustão.

A empresa de Sérgio Habib, responsável por trazer a marca ao Brasil em 2011, seguirá com a venda de carros de passeio, veículos comerciais 100% elétricos e picapes. Os empresários chineses estão de olho no mercado de caminhões a diesel, que movimenta em torno de 100 mil unidades por ano.

Alguns modelos já estão no Brasil em processo de homologação. Em comunicado a Jac disse que pretende competir nos segmentos de 9 a 25 toneladas de PBT, com linha de caminhões leves, médios e pesados.

No Congresso Fenabrave os executivos da Jac pretendem conversar com grupos empresariais de concessionárias para dar prosseguimento aos seus planos. O lançamento oficial da marca, porém, está previsto para os próximos meses.

Frota brasileira de eletrificados deverá superar 1 milhão no ano que vem

São Paulo – Depois de somar 503,7 mil veículos eletrificados na frota circulante em julho, de acordo com dados da ABVE, Associação Brasileira do Veículo Elétrico, o Brasil caminha para alcançar importante marco no ano que vem: superar 1 milhão de veículos eletrificados em circulação.

É a projeção de Murilo Briganti, COO da Bright Consulting, que espera uma frota de 600 mil a 650 mil unidades até dezembro. A projeção considera todos os tipos de veículos leves eletrificados, desde os MHEV, híbridos leves, que devem se popularizar no País, até os 100% elétricos.

Briganti disse que a tecnologia MHEV avançará para modelos de maior volume de vendas, o que impulsionará o crescimento dos eletrificados até o fim do ano que vem: “Hoje já temos a Fiat com o Pulse e o Fastback, mas outras marcas de volume também anunciarão os seus híbridos flex em breve, como a Volkswagen e a General Motors. Com iso as vendas terão um impulso maior daqui até o fim do ano que vem”.

A Peugeot, que faz parte da Stellantis, entrará na onda da eletrificação com seus dois modelos de maior volume de vendas no País, o 208 e o 2008, que serão renovados no começo de setembro e ganharão, pelo menos, uma versão híbrida flex cada um.

Mas não são apenas os modelos MHEV que puxarão os volumes de vendas, uma vez que outros modelos eletrificados mantêm bom ritmo de emplacamentos no País. É o caso dos Toyota Corolla e Corolla Cross, ambos HEV flex, toda a linha do GWM Haval H6, que tem versões HEV e PHEV, e diversos modelos da BYD como Dolphin, Dolphin Mini, King, Seal.

Chegando a 1 milhão de unidades eletrificadas circulando no País a participação na frota total será de 2,5%, sendo 0,7% modelos MHEV, 0,6% veículos HEV, 0,6% para os modelos PHEV e 0,5% para os elétricos.

Infraestrutura também avança

O número de eletropostos públicos instalados no País chegou a 12,1 mil em 2024 e deverá avançar cerca de 50% em 2025, chegando a 18 mil 450 unidades, de acordo com as projeções da ABVE. Neste ano, porém, o investimento será mais focado em carregadores rápidos, que levam menos tempo para carregar as baterias dos veículos, melhorando a qualidade do serviço oferecido aos usuários de veículos elétricos e híbridos plug-in, disse Ricardo Bastos, presidente da ABVE:

“Os carregadores rápidos e ultrarrápidos estão chegando com mais força agora porque demandam um investimento maior, uma frota maior. Em 2025 teremos um avanço muito grande na capacidade de recarga instalada no Brasil e mediremos este dado para mostrar a qualidade dos eletropostos que estão sendo inaugurados”.

Consórcio ganha terreno em cenário de elevadas taxas de juros

São Paulo – Em cenário de taxas de juros elevadas, como o atual, em que a Selic chegou a 15% ao ano, o consórcio, uma solução criada por brasileiros, costuma se destacar. Somente no primeiro semestre a venda de cotas novas cresceu 8,8%, somados todos os segmentos – leves, pesados e motocicletas – segundo a Abac, associação que representa as empresas administradoras de consórcio. 

Na Embracon as razões para comemorar o primeiro semestre são ainda maiores: segundo seu vice-presidente de negócios, Luís Toscano, o faturamento cresceu 91% de janeiro a junho, sobre o mesmo período do ano passado, o maior resultado da sua história. Um dos produtos da tradicional administradora, o Consórcio Volkswagen, destacou o executivo, superou a marca de R$ 3 bilhões em vendas, avançando 158% no período.

Mas os resultados são bons em todos os segmentos, conforme Toscano contou ao Agência AD Entrevista. E garantiu: mesmo com uma eventual queda nas taxas de juros a modalidade seguirá forte: “O histórico do setor comprova a sua resiliência e força”.

Confira os principais pontos da entrevista:

Como vem sendo o desempenho do consórcio automotivo no Brasil?

Segundo dados da Abac [Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios] o consórcio automotivo manteve ritmo sólido de crescimento no primeiro semestre. Foram comercializadas 1 milhão 750 mil de cotas de veículos automotores, somados leves, pesados e motocicletas. Este resultado representa um aumento de 8,8% sobre o mesmo período de 2024. Em volume financeiro os créditos comercializados ultrapassaram R$ 103 bilhões, com alta de 12,4%. Na Embracon o desempenho foi ainda mais expressivo: registramos um crescimento de 51% nas vendas de cotas de janeiro a junho de 2025 na comparação com o mesmo período de 2024. 

Como foi esse desempenho por segmento? Começando por veículos leves. 

O consórcio de veículos leves segue crescendo acima da média do setor. Foram 955 mil 427 cotas comercializadas de janeiro a junho de 2025, avanço de 12,5% sobre o mesmo período do ano passado. Os créditos comercializados somaram R$ 65,9 bilhões, crescimento de 13,2%. O tíquete médio subiu 22,3%, atingindo R$ 227 mil 472, refletindo a busca por modelos de maior valor agregado e o fortalecimento do consórcio como solução viável mesmo para consumidores de perfil mais exigente. Na Embracon o desempenho também foi expressivo em todos os segmentos. De janeiro a junho de 2025 as vendas de cotas cresceram 40% em automóveis, 8% em motocicletas e 57% em veículos pesados, em comparação com o mesmo período de 2024. Estes dados reforçam a força da marca e a capacidade da empresa de atender diferentes perfis de consumidores com soluções acessíveis e bem alinhadas às necessidades de cada segmento do mercado.

O que tem provocado este desempenho no consórcio de veículos leves?

É reflexo direto da conscientização do consumidor com relação ao uso do crédito. Diante de um cenário macroeconômico com juros ainda elevados e exigência de entrada no financiamento tradicional o consórcio se destaca por não cobrar juros e oferecer parcelas mais acessíveis e previsíveis. Além disso o aumento na confiança do consumidor e o fortalecimento da educação financeira contribuíram para este desempenho. Hoje o cliente entende que o consórcio é mais do que uma alternativa: é uma estratégia de planejamento financeiro inteligente e sustentável. Outro ponto importante são as opções de antecipação por lance, incluindo lances com recursos próprios ou embutidos na carta de crédito, que viabilizam a contemplação sem a necessidade de descapitalização.

O consórcio de motocicletas sempre teve importante participação nas vendas. Como foi o desempenho neste primeiro semestre?

O consórcio de motocicletas manteve sua relevância no mercado. Foram comercializadas 590 mil 578 cotas no primeiro semestre de 2025, com crescimento de 8,2%, movimentando R$ 13,5 bilhões em créditos, uma alta de 15,9%, segundo a Abac. Apesar de uma leve queda de 1,7% nas contemplações o aumento do tíquete médio, para R$ 18 mil 138, demonstra uma maior valorização do bem e um perfil de consumidor mais estruturado. Na Embracon o crescimento nas vendas de cotas de motocicletas foi de 8%, impulsionado pelas taxas mais atrativas, parcelas acessíveis e a crescente demanda por mobilidade econômica e eficiente em diferentes regiões do país.

E o consórcio de pesados, cresceu?

Na Embracon sim. Embora o setor como um todo tenha registrado uma queda de 15% nas cotas vendidas no primeiro semestre, segundo a Abac, a Embracon apresentou um crescimento expressivo de 57,2% nas vendas de cotas de pesados. Isso reflete a nossa estratégia de atrair um público mais qualificado, especialmente dos setores de transporte, logística e agronegócio, que buscam valores maiores de crédito. O aumento no tíquete médio também indica que os consorciados estão buscando investir em veículos de maior porte e valor, demonstrando maturidade na utilização do consórcio como ferramenta de alavancagem patrimonial.

Acredita que este movimento de alta no consórcio permanecerá? Por quanto tempo?

Sim, e de forma consistente. O consórcio atravessou diferentes ciclos econômicos e se mostrou resiliente. Com a Selic em alta o modelo continua atraente por ser estruturado, sem juros e adaptável aos objetivos de cada perfil. Com o avanço da educação financeira e do consumo consciente há espaço para crescimento sustentável da modalidade por vários anos, especialmente nos segmentos de veículos e imóveis. Mesmo em um cenário de queda da Selic o consórcio continuará sendo altamente atrativo, e temos plena convicção disto porque o histórico do setor comprova sua resiliência e força. O consórcio já enfrentou diferentes contextos econômicos ao longo das últimas décadas: altas taxas de juros, períodos de instabilidade, mudanças políticas e crises financeiras. Em todas estas fases o produto não apenas se manteve relevante como continuou crescendo ano após ano, adaptando-se às demandas do mercado e do consumidor. 

E como foi o desempenho dos consórcios geridos pela Embracon? A empresa está ganhando participação no mercado?

A Embracon vem registrando crescimento acima da média do mercado, com avanços expressivos em volume financeiro e número de clientes ativos. Alcançamos a marca de R$ 17 bilhões em faturamento nos seis primeiros meses de 2025. O volume representa um crescimento de 91% sobre o mesmo período de 2024, quando a empresa registrou R$ 8,9 bilhões. Trata-se do maior resultado da história da empresa. Nossa estratégia combina expansão dos canais de venda, investimento em tecnologia, experiência do cliente e parcerias estratégicas. Além disso seguimos oferecendo produtos acessíveis a todas as classes sociais, com taxas atrativas, ferramentas de planejamento como o lance embutido, e soluções que fortalecem o consórcio como ativo patrimonial.

Como convencer o cliente de que o consórcio é um bom negócio?

É importante destacar que o consórcio não tem juros e oferece grande flexibilidade para quem busca investir com planejamento. O cliente pode usar lances, inclusive com recursos da própria carta, para antecipar a contemplação, sem se descapitalizar. Essa combinação de previsibilidade, segurança e poder de compra à vista torna o consórcio uma solução estratégica para quem não quer comprometer seu orçamento com juros elevados. Mostrar casos reais e trabalhar com consultoria personalizada são caminhos eficazes para converter novos clientes. O segredo está em quebrar o mito do consórcio como algo demorado. O consórcio é uma forma de comprar sem se endividar, sem precisar ter todo o valor de entrada, e com possibilidade de personalização da estratégia de compra. Ele ajuda a desenvolver uma disciplina financeira, promovendo um consumo mais consciente e planejado. Ao explicar esses pontos de forma clara e mostrar histórias reais de contemplações bem sucedidas, a conversão naturalmente acontece. O consórcio também se destaca pela sua capacidade de atender a diversos perfis de consumidores: desde o cliente da classe D que deseja comprar sua primeira moto ou carro com parcelas acessíveis, até o investidor de alta renda que busca adquirir imóveis de alto padrão sem se descapitalizar. Hoje é possível oferecer soluções customizadas para quem quer se planejar para adquirir um bem, aumentar o patrimônio ou diversificar os investimentos. Essa versatilidade é um dos maiores trunfos do consórcio no cenário atual.

Phinia celebra 25 anos sem acidentes no Centro de Distribuição de Piracicaba

São Paulo – A Phinia celebrou 25 anos sem acidentes no seu Centro de Distribuição em Piracicaba, SP. De acordo com a empresa, iniciativas foram adotadas para alcançar o marco, como reuniões diárias de segurança, produtividade, qualidade, volume e custo, além de auditorias dedicadas a avaliar e garantir a eficiência, eficácia e conformidade com os padrões operacionais.

Com 3,8 mil m² a unidade, que atende a clientes do mercado de reposição na América do Sul com peças e componentes Delphi, tem capacidade para até 2,2 mil posições de paletes, com taxa de ocupação de 75% a 95%. Em média 1 milhão de peças são movimentadas por mês, o equivalente a 48 mil itens por dia.

Em abril a Phinia anunciou o objetivo de aumentar sua participação global no mercado de reposição de 20% para 30% até 2030.