A Renault registrou faturamento global de US$ 54,5 bilhões em 2016, tornando-se a maior fabricante de veículos da França em termos de receita. A empresa creditou o resultado ao desempenho do seu plano estratégico adotado em 2011 e que reposicionou a marca em torno do desenvolvimento de novas tecnologias.
As vendas de veículos cresceram em patamar similar ao da receita e chegaram a 3,2 milhões de unidades, de acordo com balanço publicado na sexta-feira, 10. Em parte controlada pelo governo francês, a Renault teve vendas melhores em geral e também um prejuízo menor em suas operações na Rússia.
“Após os excelentes resultados do primeiro semestre o grupo confirma seu desempenho com um novo recorde no ano”, disse o presidente Carlos Ghosn. “Os objetivos do plano foram ultrapassados tanto em termos de crescimento como de lucro, com um ano de antecipação.”
O crescimento esperado pela empresa na demanda global por veículos, em 2017, é de 1,5% a 2%. A demanda na Europa e na França devem avançar 2%, enquanto na China deve subir 5%. A empresa projeta que sua receita e seu lucro operacional aumentem este ano rumo à meta de € 70 bilhões em 2022, uma alta de 37% ante os valores de 2016.
A Renault também almeja uma margem de lucro operacional de 7% em 2022 – foi de 6,4% no ano passado. A empresa pretende divulgar um plano estratégico para 2017 a 2022 ainda este ano.
Foi o primeiro balanço da empresa divulgado após a compra de 34% das ações da Mitsubishi, negócio fechado no fim do ano passado. Agora com três grandes empresas na conta – Nissan é a terceira – o conglomerado fechou 2016 com 9 milhões 960 mil veículos vendidos em todo o mundo.
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