Setor automotivo está sem caixa, dizem Anfavea e Fenabrave

São Paulo – O setor automotivo nacional, compreendendo montadoras de veículos de todos os segmentos, seus fornecedores e seus concessionários, está sem caixa – ou, mais formalmente, sem liquidez. O alerta é de Luiz Carlos Moraes, presidente da Anfavea, e de Alarico Assumpção Jr., presidente da Fenabrave.

 

“Parou de entrar dinheiro”, resumiu Moraes, retrato do fechamento forçoso das concessionárias diante da quarentena imposta para combater a pandemia da covid-19. “Nossa média diária de vendas baixou de 10 mil, 11 mil, para volume em torno de 1 mil unidades.”

 

Assumpção Jr., da Fenabrave, complementou: “O resultado de março foi o pior para o mês dos últimos catorze anos e o primeiro trimestre o pior dos últimos dez”.

 

Ambos asseguram que nenhuma empresa do setor, seja pequena, média ou grande, está conseguindo obter recursos nos bancos, sejam públicos ou privados, para girar seu caixa, apesar das recentes medidas oficiais no âmbito monetário. Moraes disse que “os bancos sentaram em cima da liquidez. Não estão liberando recursos e quando o fazem não é em volume suficiente e a um custo elevado”. O presidente da Fenabrave lembrou que “não se consegue concluir uma operação nos bancos: a burocracia não deixa, e aí a roda não gira”.

 

Anfavea e Fenabrave, assim, acompanhadas do Sindipeças, apresentaram uma lista de pedidos ao Ministério da Economia com objetivo de realimentar o caixa e fazer essa roda destravar. São eles:

 

  • postergação do pagamento de impostos federais por 120 dias e, após, parcelamento destes de seis a 24 meses dependendo do porte da empresa;
  • postergação do pagamento de encargos trabalhistas; e
  • linha de crédito fácil e rápido para as empresas do setor automotivo, independente do tamanho, seja por bancos estatais ou privados.

 

Para Assumpção Jr. o parcelamento dos impostos após o vencimento da postergação é fundamental pois “se o empresário não morrer agora morre daqui a 120 dias, quando o pagamento acumular com o do mês vigente”. Ele assegurou que o setor da distribuição “não dá conta de aguentar mais trinta dias sem funcionar” pois “ainda estávamos nos recuperando da crise de 2015-2016 quando voltamos dez anos em volume de mercado e mais de 2 mil concessionárias fecharam”.

 

Moraes apelou para que a solução seja rápida: “Os bancos estão asfixiando o mercado, precisam injetar os recursos que estão disponíveis. Uma medida precisa ser tomada de maneira urgente, pois pode ser necessária ainda a aprovação do Congresso. É preciso agir antes que seja tarde”.

 

No lado das montadoras uma saída paralela seria a liberação de créditos do ICMS retidos pelos estados. Moraes diz que a Anfavea está apresentando a demanda a todos os governadores: “Já pedíamos isso, mas antes os recursos iriam para novos investimentos e agora o motivo mudou: é para alimentar o caixa das empresas”.

 

No caso das concessionárias a Fenabrave entende que outro auxílio viria na forma de autorização para que as lojas voltem a funcionar, “cumprindo todos os protocolos de segurança sanitária, com rodízio de trabalhadores e outras ações, mesmo que com isso trabalhem apenas parcialmente”.

 

Segundo Assumpção Júnior somente o governo do Distrito Federal e a Prefeitura de Ponta Grossa, PR, atenderam ao pedido por enquanto: “Há a alegação de que não precisamos abrir pois não há demanda, mas isso é uma questão nossa. O cliente nós vamos buscar”.

 

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil.

Renault fará manutenção de ambulâncias no Paraná

São Paulo – A Renault fará a manutenção e a recuperação de ambulâncias do SIATE, Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergência do Corpo de Bombeiros do Estado do Paraná. Essa é mais uma ação para para ajudar no combate ao coronavírus.

 

A frota do SIATE é composta por 34 unidades, sendo que onze estão fora de operação por falta de manutenção. A Renault também fará a manutenção das demais ambulâncias em operação. A ação é parceria da empresa com sua rede de concessionários, considerada fundamental para tornar viável esse projeto, segundo Gustavo Ogawa, seu diretor de pós-venda.

 

Foto: Divulgação.

Produção de implementos rodoviários cai no trimestre

Caxias do Sul, RS – A paralisação dos negócios causada pela pandemia da covid-19 atingiu o setor produtor de implementos rodoviários, interrompendo o crescimento registrado no primeiro bimestre de 2020. De janeiro a março foram emplacadas 25 mil 351 unidades, recuo de 0,77% sobre igual período do ano passado.

 

O segmento de veículos rebocados, que completou sua recuperação em 2019, teve variação negativa: nos primeiros três meses de 2020 foram emplacados 13 mil 171 implementos, reboques e semirreboques, em queda de 5,70%. Dos catorze modelos produzidos seis tiveram recuos, dentre eles os mais vendidos, graneleiros e carga seca, com variação negativa de 26,6%. Basculante, o segundo modelo mais vendido, teve recuo de 3,7%. Crescimentos foram consolidados em linhas de volumes médios de emplacamentos, na ordem de 1,2 mil unidades, casos de carga geral, com 8,5%, e baús lonados, 22%. O maior incremento deu-se em silos, na ordem de 105%, mas foram apenas 37 unidades.

 

A linha de leves, por sua vez, apurou incremento de 5,2%, com total de 12 mil 180 unidades. Apenas modelos graneleiro e carga seca apresentaram recuo, de 20%. Produto de maior venda os baús de alumínio e frigorificados tiveram alta de 13%, para 5,5 mil unidades. Também avançaram as famílias de betoneiras, 72%, lonados, 50%, e tanques, 39%.

 

Na comparação mensal março mostrou recuo de 10% sobre o mesmo mês de 2019. Os emplacamentos da linha pesada diminuíram 19%, e os do segmento leve cresceram 2%.

 

A avaliação de Norberto Fabris, presidente da Anfir, Associação Nacional dos Fabricantes de Implementos Rodoviários, é a de que os emplacamentos de abril deverão trazer com mais força os efeitos da queda no desempenho da economia causada pela pandemia: “Teremos um período difícil pela frente, mas as medidas para combater o vírus são necessárias e aceitamos as perdas materiais em vez da perda de vidas”.

 

Foto: Divulgação.

Trabalhadores da GM aceitam proposta de lay off

São Paulo – Trabalhadores da General Motors de Mogi das Cruzes e São Caetano do Sul, SP, Joinville, SC e Gravataí, RS, além do pessoal do Campo de Provas de Indaiatuba, SP, aprovaram as propostas de flexibilização de jornada e salários propostas pela companhia. Apenas os de São José dos Campos, SP, seguem negociando – ainda sem acordo, a GM propôs ao sindicato local adotar as regras da medida provisória 936 e aguarda a votação em assembleia.

 

Nas demais unidades foi adotado um lay off para horistas e mensalistas de todas as áreas com redução salarial de 5% a 25% por dois meses, a partir da segunda-feira, 13, quando os trabalhadores retornam de férias coletivas. Simultaneamente sindicato e companhia estudam adaptar, também, algumas regras da MP 936 ao acordo.

 

Os da área administrativa até o nível de gerência, que trabalham em home-office, terão 12,5% de redução no salário e uma hora a menos de jornada diária. Da diretoria para cima o corte foi de 25% nos vencimentos.

 

Em São José dos Campos, SP, foram quatro rodadas de negociação com o sindicato até que a GM ofereceu suspender os contratos com redução de salário por meio da MP 936. Os cerca de 3,8 mil trabalhadores decidirão em votação eletrônica se aceitam ou não a proposta, com cortes que variam de 5% a 25% do salário.

 

“O Sindicato defendeu, na mesa, a estabilidade do emprego por um ano e licença remunerada ou layoff sem redução salarial”, afirmou a entidade em nota. “A empresa não aceitou.”

 

Foto: Divulgação.

Honda assina termo para desenvolver respiradores

São Paulo — A Honda, o governo do Estado do Amazonas e a Universidade do Estado do Amazonas assinaram, em 3 de abril, termo de cooperação técnica para o desenvolvimento de protótipo de respiradores artificiais. Com início ainda em abril, faz parte de projeto conjunto para contribuir com o serviço de saúde do Estado, que se prepara para o potencial aumento de ocorrências de transtornos respiratórios causados pela covid-19.

 

Segundo os termos do acordo o grupo trabalhará para produzir um protótipo de respiradores de transporte, utilizado em pacientes que necessitam de suporte respiratório temporário ou enquanto são deslocados em curtos e médios trajetos.

 

A Honda também apoiará iniciativa conjunta de manutenção de respiradores que estão fora de operação para serem utilizados por pacientes acometidos pelo novo coronavírus Em São Paulo a empresa, em parceria com o Senai, participa de força-tarefa de reparo de respiradores artificiais em conjunto com outras fabricantes. Estima-se que cerca de 3,6 mil equipamentos estejam fora de uso no País.

 

Foto: Divulgação.

Volkswagen Caminhões inicia vendas das versões V-Tronic

São Paulo — A Volkswagen Caminhões anunciou, na segunda-feira, 6, o início das vendas regulares da linha V-Tronic em sua rede de concessionários. Os modelos que compõem a gama foram apresentados pela primeira vez na edição de 2019 da Fenatran, em São Paulo.

 

A companhia informou que são três os canais de vendas disponíveis: o primeiro, via internet, em contato direto com o concessionário, o segundo por meio da plataforma ChameVolks e o terceiro por chamada telefônica direta à rede, que opera, segundo a empresa, a todo vapor.

 

A versão V-Tronic, com câmbio automatizado, está disponível nos três modelos VW Constellation: 17.280, 24.280 e 30.280. A VWCO revelou que a nova transmissão traz como resultado a máxima capacidade de controle nas trocas de marcha, “o que pode proporcionar redução de consumo de combustível de até 5% na média da frota com a padronização do consumo”.

 

Foto: Divulgação.

Posições à deriva

São Paulo — A indústria automotiva, que contribui com mais de 20% do PIB industrial do Brasil, que possui alguns dos mais bem preparados profissionais em quase todas as suas áreas, que contrata as melhores empresas de consultoria e de marketing do mundo, não tem um Norte para esta que é a mais desafiadora das crises do século 21.

 

Nunca devemos esquecer a relevância dessa indústria e as expectativas de toda uma cadeia de fornecedores, concessionários, clientes, funcionários e de outras atividades econômicas que sobrevivem no entorno do que chamamos automotivo. É em momentos como este que as entidades e as lideranças precisam ter em suas mãos o termômetro da situação para sinalizar a temperatura ao mercado. E, com isso, que todos possam tomar decisões capazes de minimizar os impactos dessa enorme crise.

 

Mesmo com invejável arsenal intelectual disponível para analisar e criar modelos que sirvam, ao menos, como parâmetros para todas as empresas, associadas ou não, o presidente da Anfavea, Luiz Carlos Moraes, disse com toda a calma e tranquilidade, em vídeo, na segunda-feira, 6 que as projeções para a indústria em 2020 permanecem as mesmas de janeiro.

 

Há de se considerar a hipótese de que ainda é muito cedo para a Anfavea cravar, neste primeiro mês de crise por causa da pandemia de covid-19, qual o impacto da quarentena na produção, vendas e exportação de veículos. A prudência de Moraes, neste caso, deveria ser interpretada como um sinal positivo, de que as coisas podem mudar de rumo no seguinte instante, ou seja, neste abril ou em maio, em junho, julho, agosto. Por enquanto o presidente da Anfavea disse vagamente que o segundo trimestre sofrerá o impacto do novo coronavírus.

 

Também é verdade que muitas das fontes às quais as montadoras recorrem para buscar melhor entendimento dos impactos na economia e na atividade automotiva ainda não calibraram suas apostas para o futuro que se nos avizinha, este de médio e curto prazos. Isso torna a tarefa dos líderes mais difícil. Mas não impossível.

 

A propósito alguns sinais já estão piscando no painel. E a própria Anfavea acendeu alguns deles. Consultando projeções de dezenas de entidades, de governos, bancos e consultorias a entidade chegou a uma possível queda do PIB de 2,3% em 2020. Não seria suficiente para, ao menos, oferecer uma projeção, em porcentual, de retração do mercado automotivo? Sem cravar números mas apenas acompanhar essas tendências como baliza para as necessárias programações de fornecedores, montadoras e concessionários para os próximos meses.

 

A própria declaração de Moraes deixa no ar o que está por vir. Sobre a média de retração do PIB do Brasil ele disse: “É tudo muito dinâmico. Isso pode mudar e explica a nossa decisão de não revisar as projeções neste momento”.

 

Esperávamos mais pois quem precisa interpretar essa posição do presidente da Anfavea para tomar decisões não sabe se ele diz isso porque o PIB pode se recuperar, e assim vendas, produção e exportação acompanham essa onda e crescem em 2020, ou se daqui a pouco a tragédia será pintada em tons ainda mais fortes.

 

Em paralelo alguns presidentes de montadoras, como Antonio Filosa, da FCA, já trabalham com números assustadores para o desempenho da indústria automotiva em 2020. Os jornalistas de AutoData, em conversas privadas ou entrevistas oficiais, também encontram nas vozes dessas fontes projeções de dura retração da atividade. Todos, sem exceção, estavam esperando posição mais firme da entidade.

 

A expectativa era a de que a Anfavea também anunciasse hoje o resultado das negociações que estão em curso com representantes do governo, mais especificamente no Ministério da Economia, como nos foi confirmado por várias fontes na semana passada.

 

Consultada após o vídeo em que Moraes fez o balanço da indústria em março, a Anfavea disse que quando tiver clareza do fim da quarentena, e com a retomada da produção, fará uma avaliação mais apurada a respeito da projeção oficial.

 

Foto: Divulgação.

Setor de caminhões mantém estabilidade, apesar da covid-19

São Paulo – Ainda que as montadoras tenham anunciado a paralisação total de suas linhas nas últimas semanas em função da pandemia de coronavírus, os números obtidos na produção de caminhões conseguiram se manter estáveis no trimestre na comparação com o desempenho registrado em igual período em 2019. Foram fabricadas 24,7 mil unidades ou 0,2% menos, segundo balanço da Anfavea divulgado na segunda-feira, 6.

 

Segundo Gustavo Bonini, vice-presidente da entidade, dois fatores contribuíram para o resultado. O primeiro é o perfil do consumo em março, que teve um início, segundo ele, “muito bom”. O segundo fator apontado é a demanda programada para o período, o que, sobremaneira, manteve os números de produção próximos aos registrados no trimestre do ano passado:

 

“Se tivéssemos mantido o patamar teríamos um março melhor por causa dos negócios já firmados que deram volume à produção no período. O segundo fator é que, diferente do que acontece com automóveis, quando a decisão de compra é influenciada pelo noticiário, as vendas de caminhões continuaram nos últimos dias por serem contratos de longo prazo, e isso refletiu na produção”.

 

Bonini disse, ainda, que é cedo para qualquer projeção a respeito de futuros reflexos da economia sobre o mercado de caminhões. Afirmou que o setor trabalha com a expectativa de que as demandas do agronegócio deem sustentação aos números de produção nos próximos meses:

 

“O fato de os serviços essenciais não terem parado também favorece o setor porque dá movimentação para a cadeia logística”.

 

A produção de modelos pesados, que representa maior fatia do volume produzido, caiu 0,5% no acumulado do ano até março: saíram das linhas de montagem no período 12,9 mil unidades. A produção de semipesados cresceu 13%, chegando a 6,4 mil unidades, e a de médios, 895 unidades, caiu 20%. Nos leves, 4,1 mil unidades, a queda foi de 11%, e em semileves, 243 unidades produzidas, de 1,6%.

 

Fotos: Divulgação

Exportação segue em queda mesmo com dólar favorável

São Paulo – Mesmo com o dólar sendo negociado acima de R$ 5 as exportações do setor automotivo seguem em queda. Em março foram 30,8 mil veículos embarcados, volume 21,1% menor que o de março de 2019 e 18,3% menor que o de fevereiro, segundo a Anfavea. No primeiro trimestre foram exportados 89 mil veículos, recuo de 14,9% com relação aos primeiros três meses do ano passado.

 

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O presidente da Anfavea, Luiz Carlos Moraes, não culpou a pandemia pela queda registrada em março e no acumulado: “Esse setor já vinha sofrendo desde o começo do ano, antes do coronavírus, tanto é que a nossa previsão era de uma queda em torno de 11% em 2020. A retração, até agora, é de quase 15%”.

 

No começo de março Moraes já dissera que a tendência do setor era continuar sofrendo para exportar, pois estava enviando menos veículos para importantes parceiros como Argentina, México, Colômbia e Chile.

 

Em valor os embarques em março somaram R$ 709,9 milhões, resultado 16,6% menor do que o registrado em igual período de 2019. Ante fevereiro a queda foi de 1,5%. No acumulado a receita foi de R$ 1,9 milhão, retração de 21,1% com relação ao primeiro trimestre de 2019.

Foto: Ivan Buenno/APPA.

Antes da quarentena vendas cresciam quase 10%

São Paulo – O presidente da Anfavea, Luiz Carlos Moraes, dividiu o resultado das vendas em março em dois para ajudar a entender o cenário do mercado brasileiro antes e depois da quarentena imposta pela pandemia da covid-19. Até 18 de março, quando a economia andava normalmente, as vendas acumuladas cresciam 9% no acumulado do ano, comparado com igual período de 2019. Com as paralisações até 31 de março tornaram-se 8,1% negativas.

 

“Registramos nas últimas semanas do mês uma média de 1 mil, 1 mil e poucas unidades emplacadas, ante um cenário que chegou a superar 12 mil veículos por dia na primeira e segunda semana de março”.

 

Da primeira para a última semana do mês a demanda média diária recuou 86,5%. Moraes apresentou dados de vendas da China, Itália, Espanha e França, outros países afetados pela covid-19, para comparar a situação com o mercado brasileiro: “O maior impacto na China foi em fevereiro. Lá as vendas caíram 80%. Na Itália a queda foi de 85%, na França 77% e na Espanha 69%. Então estamos com o mesmo cenário de países afetados pela quarentena”.

 

No primeiro trimestre as vendas somaram 558,1 mil unidades, queda de 8,1% com relação aos três primeiros meses de 2019.

 

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O executivo evitou traçar uma estimativa de retorno à vida normal e também não revisou as projeções da Anfavea para o ano. Considera muito prematuro, uma vez que não há nem indicação de quanto tempo as coisas ficarão paradas: “Podemos dizer que teremos um segundo trimestre muito ruim. A esperança é de retomada no terceiro trimestre que se consolide no quarto trimestre”.

 

O mercado está bem estocado. No fim de março pátios de montadoras e concessionárias somavam 266,6 mil veículos, volume suficiente para atender 48 dias de vendas. Todas as fábricas estão paradas.

 

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil.