Volkswagen chega a 20 milhões de motores produzidos

São Carlos, SP – Com um motor 1.4 TSI da família EA211, que equipa, dentre outros modelos, os Volkswagen Polo e Virtus GTS, a Volkswagen celebrou na fábrica de São Carlos, SP, a produção de 20 milhões de motores no Brasil. Destes 8 milhões saíram das linhas de São Bernardo do Campo, SP, de 1972 a 2012, e 12 milhões de São Carlos, a partir de 1996.

 

Da atual fábrica de motores da VW do Brasil sai o motor EA111 1.6, que equipa Gol, Fox, Voyage e Saveiro, e a família EA211 formada pelos 1.0 MPI, 1.6 MPI, 1.0 TSI e 1.4 TSI, presente nos Polo, Virtus, T-Cross, up!, cross up!, Gol, Voyage, Saveiro, Saveiro Cross, Jetta, Tiguan e Audi A3. São enviados motores para o México e a Europa – 25% da produção tem como destino outros países.

 

A unidade, onde trabalham 950 pessoas, foi eleita no ano passado a mais eficiente dentre as fábricas de componentes do Grupo Volkswagen.

 

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Marcopolo entrega 199 ônibus em Curitiba

São Paulo – A Marcopolo avançou no mercado de Curitiba, PR, e entregou 199 ônibus para a sua Rede Integrada de Transporte Coletivo. O lote é formado por modelos Torino com motor dianteiro e traseiro, Torino Express e Viale BRT biarticulado, sendo que a capacidade somada dos 199 veículos é de mais de 17 mil passageiros.

 

Rodrigo Pikussa, diretor do negócio ônibus da Marcopolo, disse que a relação com as empresas que operam no transporte público de Curitiba ficou ainda mais forte com a instalação de uma filial da empresa no Estado: “Ficamos mais próximos dos clientes para acompanhar a modernização e as inovações efetuadas no sistema de Curitiba”.

 

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Para lucrar na região, Volkswagen precisa exportar mais

São Carlos, SP – Em um 2019 complicado para a exportação automotiva, quando a indústria fechou com queda de 32% nos embarques puxada pela menor demanda do mercado argentino, a Volkswagen conseguiu ampliar em 4% suas exportações a partir das fábricas brasileiras. Segundo o presidente para a América do Sul, Pablo Di Si, 31% da produção local teve como destino outros mercados. Ainda assim a região não registrou lucro.

 

“Ficamos muito próximos [da lucratividade]”, disse o executivo na terça-feira, 18, em evento que celebrou os 20 milhões de motores produzidos pela companhia no Brasil, na fábrica de São Carlos, SP. “Mas vendemos 60 mil carros a menos na Argentina. Como somos líderes lá, também sofremos mais com a situação daquele mercado.”

 

O executivo está confiante que, em 2020, os números retornem ao azul. A receita, segundo ele, é seguir com o trabalho do ano passado: buscar novos mercados que compensem a queda na Argentina e, ao faturar mais em dólar, driblar a desvalorização cambial da região: “Ampliamos as vendas no México, Chile e Peru, com Virtus e T-Cross. Este ano vamos colocar o pé no mercado africano, também com o T-Cross. Acredito que as nossas exportações ficarão ligeiramente superiores às do ano passado”.

 

Da parte argentina há também esforço em conquistar novos mercados. No mês passado começaram os embarques das transmissões MQ 281 a partir de Córdoba, que têm como destino fábricas da Europa. No fim do ano começa a ser produzido o SUV do Projeto Tarek – que terá outro nome –, também com maior parte do volume destinada a outros países.

 

Di Si não relega o mercado doméstico. Por aqui, até a segunda-feira, 17, as vendas de modelos Volkswagen cresceram 15,2%, somando 47,2 mil unidades, em um mercado com alta de 3,9% no mesmo período, de acordo com números do presidente. Com novidades a caminho – como o SUV Nivus, prometido para daqui a dois meses – a expectativa é a de seguir ganhando participação, mas com um olho bem fixo nas planilhas para garantir o lucro.

 

Por fim, ao ser indagado sobre o up! e a fábrica de Taubaté, SP, o presidente – que passou o fim de semana em reuniões na matriz, na Alemanha – adiantou: “Em 48 horas faremos um anúncio importante para o Brasil”.

 

Estaremos de atalaia permanente na quinta-feira, 20.

 

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Nikola Tre será produzido na fábrica da Iveco na Alemanha

São Paulo – A fábrica de Iveco em Ulm, na Alemanha, foi a escolhida para produzir o caminhão elétrico Nikola Tre, movido a bateria e célula de combustível. A parceria, que envolve Iveco e FPT Industrial, da CNH Industrial, e a estadunidense Nikola foi anunciada no ano passado, no Capital Markets Day, em Nova York, Estados Unidos.

 

Na ocasião a CNH Industrial anunciou aquisição de uma parcela da Nikola por US$ 250 milhões e o desenvolvimento conjunto dos modelos elétricos. A escolha de Ulm foi justificada por ser um núcleo de engenharia de chassis da Iveco localizado em uma região que trabalha para ser um polo de mobilidade com célula a combustível.

 

Jogou a favor, também, o lançamento de uma estratégia para o hidrogênio pelo governo alemão, que tem como objetivo expandir o papel de pioneiros das empresa com essa tecnologia. O governo local reservou € 2 bilhões para financiar programas de inovações de hidrogênio.

 

O investimento para o primeiro estágio do projeto consumirá € 40 milhões da joint-venture Nikola-CNH Industrial, para aprimorar instalações de manufatura para a montagem do caminhão. A previsão de início de produção é para o primeiro trimestre de 2021, com as entregas começando no mesmo ano.

 

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General Motors encerra suas operações da Oceania e Tailândia

São Paulo – A General Motors anunciou na segunda-feira, 17, mudanças em suas operações na Ásia e na Oceania. Decretou o fim da centenária marca Holden, que já vinha atuando como importadora desde 2017 na região e, com isto, encerrará gradativamente suas operações na Austrália e na Nova Zelândia. Outra ação da GM é vender fábrica na Tailândia para a chinesa Great Wall, que assinou acordo de compra na segunda-feira.

 

Todo o movimento de reestruturação custará à montadora US$ 1,1 bilhão. A decisão acelera a retirada da GM de mercados considerados não lucrativos e torna a empresa mais ligada às operações nos Estados Unidos, China, América Latina e Coreia do Sul. As demissões na Austrália e na Nova Zelândia somam seiscentas pessoas, enquanto que a venda da fábrica tailandesa pode afetar cerca de 1,5 mil funcionários.

IQA lança plataforma de ensino à distância

São Paulo – O IQA, o Instituto da Qualidade Automotiva, lançou plataforma de cursos à distância na área da qualidade. O primeiro curso livre disponível no site da entidade é o Ferramentas da Qualidade, Foco em Resultados, que orienta como utilizar as ferramentas da qualidade para análise e solução de problemas. Em breve, segundo o instituto, também será inserido na plataforma o curso Guia de Práticas Logísticas, os Caminhos para uma Logística Efetiva, que apresenta práticas de logística na gestão da cadeia de abastecimento.

Airbag envolvido em recall faz primeira vítima fatal no Brasil

São Paulo – O Brasil entrou na lista de países que registraram vítima fatal dos airbags da Takata. Na quarta-feira, 12, a Honda foi informada de acidente, no Rio de Janeiro, RJ, envolvendo um New Civic LXS e que resultou na morte do motorista em função da deflagração anormal do insuflador do airbag. A montadora divulgou comunicado sobre o assunto na sexta-feira, 14.

 

O modelo envolvido na ocorrência foi convocado para recall em 2015, para troca do componente defeituoso do airbag do lado do motorista. Segundo a Honda o veículo não foi levado à concessionária para reparo. O recall dos chamados airbags fatais é o maior da história no Brasil. Dados da Senacon, a Secretaria Nacional do Consumidor, mostram que 3,5 milhões de veículos vendidos no País saíram de fábricas com bolsas infláveis defeituosas.

 

São quinze as fabricantes de automóveis que já convocaram recall envolvendo o equipamento da Takata. A Toyota foi a que registrou maior número de campanhas, com 1,7 milhão de veículos em doze campanhas apontadas pelo Senacon. A Honda tem 1,4 milhão de unidades convocadas. A Nissan registrou mais de 330 mil automóveis afetados.

 

O defeito no insuflador dos air bags da Takata teve as primeiras notícias divulgadas em 2014. Desde então já são mais de 80 milhões de carros e 100 milhões de deflagradores de bolsas, no Brasil e no mundo. O deflagrador do air bag é o componente metálico que infla a bolsa quando ocorre impacto. No caso dos air bags Takata fragmentos metálicos do deflagrador podem ser lançados na direção dos ocupantes dos bancos dianteiros, causando ferimentos.

 

Apesar de o caso só ter se tornado público em 2014 há relatos de casos posteriores a esta data envolvendo os Honda Accord fabricados em 2004.

 

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Emplacamentos na quinzena superam 100 mil

São Paulo – Os licenciamentos na primeira quinzena de fevereiro somaram 103,4 mil unidades de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus, segundo dados do Renavam obtidos pela Agência AutoData. Com dez dias úteis a média diária de vendas no período foi, portanto, de 10,3 unidades, ritmo comercial superior ao observado na primeira quinzena de janeiro e também maior do que o registrado na primeira quinzena de fevereiro do ano passado.

 

A expectativa do mercado é a de que os emplacamentos totais somem 192 mil unidades no mês, volume que seria inferior aos 198,6 mil emplacamentos realizados em fevereiro do ano passado. A razão para isso seria o menor número de dias úteis neste fevereiro por causa do carnaval – em 2019 o feriado ocorreu em março, o que acabou influenciando nos registros das vendas de fevereiro.

 

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Um sedã surpreendente

O Corolla, da Toyota, é um dos sedãs que mais colecionam marcas e prêmios no mundo. Fabricado desde 1966, é o carro mais vendido do planeta com mais de 45 milhões de unidades emplacadas em países de todos os continentes.

 

Com a chegada da 12ª geração deste modelo, lançada em setembro do ano passado, a montadora japonesa apresentou ao mercado brasileiro amplo pacote de inovações tecnológicas e de design que o consagrou como “Carro do Ano 2020”, em prêmio realizado pela revista Autoesporte ficando, também, com o Prêmio Autodata na categoria Inovação Tecnológica por fabricar no Brasil o primeiro automóvel híbrido flex fuel do mundo. 

 

O novo Corolla foi desenvolvido seguindo a filosofia TNGA (sigla em inglês que significa Toyota New Global Architecture) cujo princípio pode se resumir em uma busca por aperfeiçoar drasticamente cada um de seus veículos sem perder, contudo, a identidade de cada modelo.

 

Nesta nova geração do Corolla, a engenharia da Toyota combinou a motorização flex (um motor de 1.8L VVT-i 16V de ciclo Atkinson flex), com dois motores elétricos (MG1 e MG2) garantindo aceleração suave e excelente conforto ao rodar em qualquer tipo de condução. Os engenheiros do Brasil e do Japão trabalharam em conjunto para criar essa inédita solução de um sedã médio híbrido flex que oferece alto desempenho com os mais baixos níveis de emissão e consumo.

 

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O Novo Corolla 2020 com motor 2.0L Dynamic Force também tem uma inédita transmissão Direct Shift de 10 velocidades que proporciona a suavidade de uma transmissão CVT convencional com uma sensação de aceleração direta. Para isso, os engenheiros da Toyota acoplaram uma engrenagem mecânica que atua na arrancada do veículo, melhorando a aceleração do veículo em 1ª marcha. O resultado é uma transmissão altamente eficiente em qualquer faixa de velocidade.

 

Com design ao mesmo tempo elegante e arrojado e dotado com um pacote com surpreendentes e inéditas inovações tecnológicas, a 12ª Geração do Corolla conquistou, no Brasil, os prêmios mais cobiçados da indústria automotiva nacional. Prova que, mesmo com mais de meio Século, o carro mais vendido do mundo certamente vai encantar, também, as futuras gerações. 

Dois milhões de carros brasileiros

O HR-V Touring cor Azul Cósmico representa um marco e tanto na história da Honda no Brasil: ele é o veículo número 2.000.000 que a montadora japonesa produziu aqui no País.

 

O momento especial foi celebrado na fábrica de Itirapina, SP, com uma cerimônia para colaboradores e executivos da empresa, além de convidados.

 

A história da Honda Automóveis no Brasil teve início em 1997 com a produção de 20 unidades diárias do modelo Civic, então em sua sexta geração. Pilares da filosofia da empresa, o foco constante no cliente e na qualidade superior de entrega de seus produtos e serviços são os fatores chave para esta trajetória de sucesso.

 

“Produzir dois milhões de automóveis é algo grandioso, significa atender as expectativas de milhões clientes, não só no Brasil, mas também nos mercados para os quais exportamos”, comenta Issao Mizoguchi, presidente da Honda South America.

 

Contar com o apoio de colaboradores engajados e que mantém vivo o propósito da empresa fez toda a diferença ao longo dos anos. Atualmente, a empresa conta com mais de 3.500 colaboradores entre as unidades de Sumaré e Itirapina, ambas no interior de São Paulo.

 

A rede de concessionárias da marca possui 215 pontos de vendas distribuídos por todo o Brasil. Além disso, contribuem para a produção nacional 163 fornecedores locais. “O foco em superar as expectativas de nossos consumidores, entregando produtos da mais alta qualidade, é o que torna a Honda uma marca de excelência. Esse é o nosso DNA, o que está na origem do marco que estamos comemorando. Agradeço a cada colaborador, fornecedor e concessionário pelo trabalho realizado e pela história que compartilhamos”, completa Mizoguchi.

 

Ao longo de sua trajetória de 23 anos de produção de automóveis no Brasil, contínuos investimentos foram realizados com o objetivo de aumentar a capacidade de produção e melhorar a eficiência dos processos. Como resultado, atualmente, mais de 500 automóveis são produzidos diariamente entre os modelos Civic, Fit, City, HR-V e WR-V. A linha de produtos comercializadas no país ainda conta com os importados Accord, CR-V e Civic Si.

 

Linha do Tempo

 

1992 – Início da importação de automóveis para o Brasil (Civic e Accord).

 

1997 – Inauguração da fábrica de automóveis em Sumaré, interior de São Paulo.

Início da produção nacional do Honda Civic.

 

2000 – Início da comercialização CR-V no Brasil (importado).

Lançamento da 7ª geração do Honda Civic.

 

2003 – Início da comercialização do Honda Fit, segundo carro produzido pela marca no Brasil, e primeiro carro nacional a oferecer transmissão automática CVT.

 

2005 – Honda Fit passa a contar com a motorização de 1,5 litros.

 

2006 – New Civic é lançado no mercado brasileiro (8ª geração do modelo).

Honda apresenta tecnologia Flex em seus modelos Fit e New Civic.

 

2007 – Início da produção nacional do Civic Si.

 

2008 – Honda Automóveis otimiza a produção de motores e inaugura nova unidade de Power Train em Sumaré (SP).

 

2009 – Lançamento do Honda City – terceiro modelo produzido pela Honda no Brasil.

 

2011 – Lançamento da edição especial do New Civic.

 

2012 – Lançamento da 9ª geração do Honda Civic.

Lançamento do Fit Twist – versão do modelo desenvolvido exclusivamente para o mercado brasileiro.

Início da construção do novo Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da Honda Automóveis em Sumaré.

Honda Automóveis: 1 milhão de unidades produzidas na fábrica de Sumaré.

 

2013 – Honda Civic ganha motorização 2.0.

 

2014 – Inauguração do parque eólico da Honda em Xangri-lá (RS), suprindo totalmente a demanda de energia elétrica da fábrica de Sumaré (SP).

Inauguração do novo centro de Pesquisa e Desenvolvimento da Honda Automóveis em Sumaré.

 

2015 – Lançamento do HR-V, quarto modelo produzido no Brasil.

 

2016 – Lançamento do Novo Civic geração 10.

Marca de 1,5 milhão de unidades produzidas no Brasil.

 

2017 – Comemoração dos 20 anos de produção nacional no Brasil.

 

2019 – Inauguração da nova fábrica de automóveis da marca no Brasil, na cidade de Itirapina (SP).

 

2020 – Celebração de dois milhões de automóveis no País.