Máquina de pensar

Em 1996 a humanidade acompanhou uma vibrante e inusitada disputa de xadrez entre o genial Garry Kasparov e um supercomputador desenvolvido pela IBM batizado de Deep Blue. Naquele ano, Kasparov já era um mito pois havia se consagrado campeão mundial em 1985.

 

Na primeira série de partidas, o enxadrista levou a melhor sobre a máquina e venceu. Na revanche concedida no ano seguinte, os técnicos da IBM fizeram alguns ajustes no Deep Blue e, desta vez, o computador venceu o grande-mestre dos tabuleiros. 

 

Os ajustes que os técnicos fizeram? Dobraram a capacidade de raciocínio do Deep Blue. A primeira versão era capaz de calcular 100 milhões de lances possíveis por segundo, a segunda versão, em apenas um segundo, considerava 200 milhões de jogadas. Já Kasparov, um dos maiores enxadristas de todos os tempos, tinha capacidade  de avaliar até três movimentos futuros por segundo, o que já é uma façanha e tanto para padrões humanos.

 

Em um processo contínuo de evolução, as novas gerações de supercomputadores se tornaram infinitamente menores, melhores, mais eficientes, rápidos e inteligentes que o Deep Blue. Se há 20 anos, um computador foi capaz de vencer Kasparov, imaginem o que eles são capazes de fazer de agora em diante quando programados para lidar com desafios muito mais complexos como, por exemplo, assumir o controle de veículos oferecendo total segurança aos ocupantes ou à carga.

 

Sensores, câmeras e radares, integrados, oferecem aos veículos atuais extraordinária capacidade tanto de enxergar como, também, sentir todo o ambiente em seu entorno em curta, média e longa distância, independente se há ou não luz, e interagem com o supercomputador do carro, que precisa tomar uma decisão acertada, como num piscar de olhos.

 

Mas exatamente como nos seres humanos cujos sentidos são comandados pelo cérebro, nos automóveis quem assume esse controle é justamente uma nova geração de supercomputadores que está continuamente sendo aperfeiçoada.

 

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O inovador supercomputador ZF ProAI é um notório exemplo do que há de mais avançado no mundo em inteligência artificial para automóveis. Esses sofisticados equipamentos podem ser configurados para qualquer aplicação – desde uma função básica do ADAS até assistência autônoma para carros, veículos comerciais e aplicações industriais. É possível também especificar a arquitetura de software, especialmente para as aplicações Mobility-as-a-Service (sistemas autônomos de transporte de pessoas ou carga).

 

O ZF ProAI RoboThink, a geração mais atual da família de produtos ZF ProAI, é o mais potente computador do setor automotivo do mundo. O equipamento vem com o seu próprio processador gráfico, disponibiliza um desempenho computacional total de mais de 150 teraOPS (o equivalente a 150 trilhões de operações de cálculo por segundo) e pode ser modularmente combinado com até quatro unidades, correspondendo a um desempenho total de 600 teraOPS (só para efeito de comparação, o Deep Blue citado no início desta matéria, que venceu Kasparov, conseguia fazer 200 milhões de cálculos por segundo – uma ínfima parcela do que é capaz de processar essa nova geração de supercomputadores automotivos).

 

A principal diferença entre esses novos supercomputadores automotivos e o Deep Blue é que essas máquinas de pensar não foram concebidas para desafiar o mais hábil piloto do mundo e sim para oferecer a toda humanidade mobilidade muito mais segura, inteligente e eficiente. Está cada vez mais difícil para os humanos sozinhos serem capazes de desafiar estas máquinas. Porém somente com a criatividade e atributos humanos o contínuo desenvolvimento de hardware e softwares que fazem com que os “cérebros” digitais continuem cada vez mais agéis e surpreendentes se tornam possíveis.

 

Renault Duster recebe quatro estrelas do Latin NCAP

São Paulo – O Renault Duster 2020 produzido no Brasil, Colômbia e Romênia, recebeu quatro estrelas na proteção para adultos e três para crianças nos testes de colisão do Latin NCAP, cuja nota máxima são cinco estrelas.

 

A estrutura do SUV foi considerada instável durante o impacto frontal e não suportaria impactos maiores. No teste lateral a estrutura sofreu uma alta penetração, resultado que não era esperado de um modelo 2020, de acordo com o Latin NCAP.

 

De janeiro a setembro a Renault vendeu 18 mil 96 unidades do Duster, que foi o trigésimo-primeiro automóvel mais vendido no Brasil. 

 

Foto: Divulgação.

Luis Santamaria assume a direção da Mopar

São Paulo – A FCA realizou mudanças em sua diretoria na América Latina, com Luis Santamaria assumindo a direção da Mopar, sucedendo a Francesco Abbruzzesi, que continuará exercendo essa função na Europa. Santamaria era, há dois anos, diretor de compras para a FCA na região.

 

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Juliano Alex de Almeida será o sucessor de Santamaria, assumindo a área de compras da FCA na América Latina, em seu retorno à companhia depois de dois anos de trabalho no mesmo cargo na Whirpool. Almeida começou a trabalhar no setor automotivo em 2001, atuando em áreas de compras na Fiat e na General Motors.

 

Foto: Divulgação.

Traton e Hino criam joint-venture

São Paulo – O Grupo Traton e a Hino Motors, detentores de parceria estratégica no setor automotivo, criaram a joint-venture Hino & Traton Global Procurement, que será usada para aumentar a sinergia global de compras das duas empresas. A joint-venture será responsável pela compra única de uma ampla gama de peças e componentes que são usados pelas duas empresas e que atualmente são comprados separadamente.

 

Com a parceria as duas empresas também aumentam sua base de fornecedores.

 

Yoshio Shimo,  presidente e CEO da Hino Motors, disse que a empresa já tratou com a Traton a expansão dessa joint-venture para outras áreas que também podem unir forças. O Grupo Traton é dono de 51%, a Hino Motors ficou com os outros 49% e a joint-venture terá escritório em Munique, Alemanha, e em Tóquio, Japão.

FCA e PSA conversam sobre possível fusão, diz jornal

São Paulo – Após fracassar a tentativa de fusão com a Renault a FCA, Fiat Chrysler Automobiles, mantém conversas com outra companhia francesa, o Grupo PSA, segundo informações divulgadas pelo The Wall Street Journal na terça-feira, 29, citando fontes próximas à negociação.

 

Os moldes são parecidos ao infrutífero movimento do primeiro semestre: uma união de ações que geraria, nas contas do jornal, uma multinacional de US$ 50 bilhões em valor e o quarto maior grupo automotivo do mundo, atrás do Grupo Volkswagen, Toyota e a Aliança Renault Nissan Mitsubishi.

 

No ano passado Fiat, Chrysler, Jeep, Dodge, RAM, Peugeot, Citroën, DS e Opel, as nove marcas do eventual novo grupo, comercializaram 8,7 milhões de unidades.

 

Segundo a fonte do WSJ há, inclusive, possível definição com relação à diretoria: o CEO seria Carlos Tavares, do Grupo PSA, com John Elkann, presidente do conselho da FCA e da família Agnelli, na mesma posição da eventual nova companhia.

 

No Mercosul a combinação de operações somaria seis unidades produtivas: Betim, MG, Goiana, PE, e Córdoba, Argentina, da FCA, além da fábrica de motores em Campo Largo, PR, e Porto Real, RJ, e El Palomar, Argentina, do Grupo PSA.

 

ATUALIZAÇÃO: Por meio de comunicados divulgados na manhã de quarta-feira, 30, tanto a FCA quanto o Grupo PSA confirmaram as negociações em andamento, sem fornecer outros pormenores.

 

Foto: AutoData.

BMW inaugura loja em shopping em São Paulo

São Paulo – A BMW inaugurou sua primeira pop-up store no País, no shopping Cidade Jardim, em São Paulo, na quarta-feira, 30, que funcionará como uma plataforma de experiência da marca. Segundo a companhia no local os clientes convidados e público em geral poderão conhecer o novo Série 7 híbrido, que chegará a rede de concessionárias em breve.

 

Na loja, que tem mais de 200 m² e foi inspirada na unidade de conceito de Paris, também será exposto o BMW Série 8 M850i, que será oferecido para test-drive, junto com o novo Série 3 e o i3 — a cada semana um concessionário será responsável por oferecer esse serviço. O local ainda conta com um bar e café e produtos de lifestyle.

 

Foto: Divulgação.

Receita da indústria de máquinas cresce 1,2% no ano

São Paulo – A receita líquida gerada pela venda de máquinas e equipamentos da indústria nacional cresceu 1,2% neste janeiro-setembro na comparação com o mesmo período do ano passado, chegando a R$ 61,4 bilhões, de acordo com a Abimaq, Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, que realizou coletiva de imprensa na terça-feira, 29, para divulgar os números do setor. Avaliando apenas o mês de setembro a receita foi de R$ 7,5 bilhões, crescimento de 2,2% contra o mesmo mês do ano passado e de 0,1% contra agosto.

 

Segundo Maria Cristina Zanella, gerente do departamento de competitividade, economia e estatística, a alta na receita foi puxada pela maior demanda do mercado interno, onde as vendas cresceram 6,2% no acumulado do ano ante igual período de 2018. Outro dado que mostra o maior aquecimento do mercado interno é o consumo aparente, que soma a produção nacional vendida no País e as máquinas importadas, no qual o setor registrou expansão de 13,6% na mesma base de comparação.

 

A importação de máquinas e equipamentos cresceu 18,7% até setembro e, segundo a Abimaq, essa alta foi puxada pela aquisição de componentes para geração de energia, válvulas, tubulações, equipamentos de sondagem e e exploração de óleo e gás e equipamentos para mineração. O ponto negativo do setor foi a exportação, na qual os valores movimentados até setembro somaram US$ 6,8 bilhões, retração de 4,5% na comparação com o mesmo período do ano passado — segundo a entidade essa queda ocorreu por causa do ritmo menor de crescimento das principais economias mundiais.

 

Os principais mercados externos de máquinas e equipamentos são América Latina, que caiu 18,4%, e Europa, que também registrou queda, de 26,4%, sendo que apenas as vendas para os Estados Unidos cresceram, 27,2%, o que ajudou a reduzir o impacto.

 

Fechamento 2019 ­– Para o último trimestre do ano a Abimaq não espera grandes mudanças nos números, segundo Maria Cristina Zanella: “O último trimestre costuma ser mais fraco no nosso setor, porque as compras para o fim do ano costumam ser realizadas alguns meses antes, para que a indústria esteja pronta para suportar as maiores demanda das compra do fim do ano, por exemplo. Por isso não acredito que teremos grandes movimentações até dezembro”.

 

2020 – A expectativa da Abimaq para o ano que vem é de um cenário um pouco melhor, com o crescimento do PIB chegando a até 2%, ante 0,9% que deverá chegar em 2019, com um cenário econômico um pouco mais positivo, segundo Mario Bernardini, assessor da presidência:

 

“O cenário construído em 2019 nos leva a crer em um 2020 melhor, mas o nosso otimismo ainda é moderado. Juros menores, recuperação da economia, maior geração de empregos, mesmo que tudo isso ainda esteja acontecendo de forma tímida, os reflexos deverão ser positivos”.

 

Foto: Divulgação.

GM perdeu US$ 3 bilhões com greve de quarenta dias

São Paulo – A greve promovida por funcionários da General Motors nos Estados Unidos, que durou quarenta dias e terminou na sexta-feira, 25, custou US$ 3 bilhões. A paralisação da produção acarretou a redução dos ganhos em US$ 2,00 por ação na bolsa de valores de Nova York. A empresa informou, ainda, que cerca de 300 mil unidades deixaram de ser produzidas no período em que as linhas estiveram paradas. A GM reportou que seu lucro líquido no terceiro trimestre caiu 8,7% com relação ao ano anterior, para US$ 2,3 bilhões.

Ford Taboão dá adeus com desejo de até logo

São Paulo – Foi de cima de uma plataforma instalada sobre um Ford Cargo 712 cor cinza, com placa de São Bernardo do Campo, SP, que representantes do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC se dirigiram pela última vez aos funcionários da produção da Ford Taboão na terça-feira, 29, em assembleia realizada em uma das áreas de estacionamento da unidade.

 

Grupo formado por cerca de quinhentos trabalhadores, parte deles integrantes do contigente de 1,2 mil já demitidos pela companhia, ouviu atento a Wagner Santana, o Wagnão, lá de cima discursar sobre a lógica do lucro no mercado financeiro e sua relação com os acionistas da Ford, a liberdade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e, principalmente, sobre as temas que cercam o futuro da fábrica instalada ali.

 

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Segundo o representante da entidade ainda há incertezas e as negociações da Ford com a Caoa Montadora, interessada no ativo, seguem em curso e estão direcionadas no estágio atual para a questão do financiamento do negócio: “A Caoa já tem parte do dinheiro de que precisa para fechar o negócio, e a outra parte depende de financiamento do BNDES, de uma autorização do [ministro da Economia] Paulo Guedes”.

 

O BNDES é apontado pelos trabalhadores como peça que une uma série de interesses que pairam sobre a unidade produtiva do ABCD paulista. Para eles uma possível liberação de recursos federais para financiar a compra da fábrica significa recontratação certa de parte do quadro que, a partir da quarta-feira, 30, último dia de produção da unidade, poderá ser chamado de ex-Ford.

 

“As bases salariais todas já estão negociadas com a Caoa se ela confirmar a compra da fábrica. Em linhas gerais os funcionários da área produtiva concordaram em receber 80% do salário que recebiam da Ford, e os funcionários mais técnicos, como ferramenteiros, por exemplo, receberiam 70% do que antes era oferecido.”

 

Para a Ford, um sim do BNDES para a liberação de linha de crédito pode representar uma espécie de final feliz para um negócio que foi apontado como fonte recorrente de prejuízos. Passado o capítulo, a montadora poderia se concentrar de forma integral em sua outra unidade, a fábrica de Camaçari, BA, onde são produzidos o compacto Ka, nas versões hatch e sedã, e o SUV Ecosport.

 

Pelos lados da Caoa Montadora o acesso ao dinheiro do banco representaria um processo de expansão de suas operações, hoje mantidas em Anápolis, GO, e em Jacareí, SP, onde são montados, por ora, veículos Hyundai e Caoa Chery. Durante reuniões com o sindicato dos metalúrgicos representantes da empresa já teriam afirmado estar claros os seus planos para a unidade:

 

“Nos foi dito que a empresa tem em mãos recursos próprios e de outros parceiros asiáticos. Precisam financiar o restante do valor da fábrica para começar a produção de caminhões e de dois modelos de automóveis aproveitando a vocação que a unidade já tem para produzir este tipo de produto”, contou Santana, sem citar, no entanto, qual seria o preço de venda da fábrica. “É um valor alto que, talvez, seria inviável obter por meio de um banco de varejo”.

 

Embora esteja claro para o tripé de interessados no negócio Ford Taboão que a solução esteja concentrada nas mãos do braço financeiro federal, são poucos aqueles que se arriscam – ou se manifestaram – a palpitar sobre as razões pelas quais o BNDES não teria, até agora, aberto o cofre para resolver um tema que começou municipal e se tornou, em nove meses, um caso nacional.

 

Wagnão, do alto do carro de som, deu sua versão dos fatos aos trabalhadores que, naquele momento, comentavam que muitas eram as bravatas e poucas as novidades sobre a aquisição da fábrica: “Acredito que o BNDES não tenha liberado os recursos por uma questão política. No passado montadoras nacionais como a Caoa sofreram pressões daquelas que já estavam estabelecidas aqui para que deixassem de crescer. O Doria tinha dito que Paulo Guedes era um parceiro. E cadê?”.

 

Desde fevereiro, quando a Ford comunicou ao mercado sua saída do negócio caminhão na América do Sul, o ministro da Economia se encontrou em diversas ocasiões com o governador-mediador João Doria e representantes da Caoa, como o fundador Carlos Alberto de Oliveira Andrade, e Mauro Correia, presidente da companhia. O banco teria oferecido um valor abaixo do desejado, o que emperrou as negociações.

 

Se há um mês, quando foi anunciado o processo de diligência na Ford Taboão, o prefeito de São Bernardo do Campo, Orlando Morando, descartava a possibilidade de um plano B caso a Caoa saísse das negociações, hoje a possibilidade é considerada pelo governador diante da dificuldade de se obter crédito, contou Wagnão: “O Doria deu sinais de que outras empresas, no caso chinesas, estariam interessadas na fábrica se o negócio com a Caoa não desse certo. Se isso acontecer teremos um desfecho só em 2020”.

 

O governador tem adotado discurso de distanciamento do assunto nas vezes em que foi questionado sobre a questão, uma postura antagônica à vista no princípio da novela, quando trouxe para si a responsabilidade de achar um comprador para a unidade. De todo modo ele e seus secretários chegaram a ir à China em agosto e também têm recebido representantes de empresas e do governo daquele país. Um anúncio sobre a possível aquisição é esperado até a quinta-feira, 31.

 

O fim da produção de caminhões na unidades está marcada para a quarta-feira, 30. Será feita uma filmagem do último caminhão saindo das linhas que funcionam desde 1967, e a comissão de fábrica tem agendado um almoço-confraternização de despedida que será realizado ali. A partir da quinta-feira começam a ser realizados os desligamentos de cerca de seiscentos funcionários — serão cem demissões por dia.

 

O quadro administrativo fica no prédio localizado na Portaria 1 até março e, depois, segue para novo endereço em São Paulo. A fábrica, por fim, terá a presença de funcionários em seus domínios até o fim de novembro para a realização de manutenção nas edificações. Depois disso ninguém, pelo menos os funcionários presentes na assembleia derradeira, sabe se vai ou se fica.

 

Foto: Bruno de Oliveira.

Do ABCD para São Paulo: administrativo Ford se muda em março.

São Paulo – A partir de março a Ford terá novo endereço em São Paulo. Será nesse mês que cerca de 1 mil funcionários da área administrativa da companhia começarão a mudança para escritório comercial na Vila Olímpia, em São Paulo. O processo de transferência de São Bernardo do Campo, SP, para a nova instalação será concluído em abril, disse Rafael Marques, diretor do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC na terça-feira, 29.

 

Um vídeo interno, tendo como protagonista Lyle Watters, presidente da Ford para a América do Sul, foi veículado aos funcionários da Ford Taboão. Nele o executivo contou como serão as condições de trabalho na unidade paulistana, mais flexível, ficando sob a responsabilidade dos funcionários a escolha do horário de trabalho. Serão concedidos dois dias para realização de home-office.

 

A nova área já está sendo preparada para receber os funcionários. O representante do sindicato disse, ainda, que o lay-out das áreas de trabalho é desprovido de divisões – não haverá mesas próprias, mas uma estrutura na qual qualquer um pode se instalar. Serão concedidos aos funcionários notebooks no lugar de desktops para tornar viável a sua mobilidade.

 

Foto: Bruno de Oliveira.