Crise argentina leva Volkswagen a reorganizar produção no País

São Paulo – A Volkswagen reestrutura a produção de suas fábricas locais em função da crise na Argentina, principal parceiro comercial do Brasil na região. Na unidade Anchieta, a partir de janeiro, 1,4 mil funcionários entrarão em lay-off até maio, o que representa, na prática, o desligamento temporário do terceiro turno na unidade onde são produzidos o hatch Polo, o sedã Virtus e a picape Saveiro em baixos volumes.

 

A medida foi confirmada pelo Sindicato dos Trabalhadores de São Bernardo do Campo, SP, na segunda-feira, 28. Parte da cadeia de fornecedores da montadora recebeu o aviso da Volkswagen nos últimos dias, que trazia dados a respeito da redução dos volumes de produção que, hoje, é sustentada basicamente pelo mercado interno: até outubro, as vendas da montadora cresceram 16,5% sobre igual período no ano passado.

 

A Volkswagen não confirma, mas também não nega, a adoção do layoff. Por meio de nota informou que “adotar ou não tal medida dependerá de como regirá o mercado argentino no ano que vem”.

 

Em Taubaté, SP, onde são produzidos os modelos considerados de alto volume – up!, Gol e Voyage –, 1,2 mil funcionários entraram em férias coletivas na segunda-feira, 28, em função das exportações menores. Assim, a empresa deixa de funcionar em dois turnos e segue em apenas uma jornada pelos próximos vinte dias, de acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos regional. Segundo a entidade, cerca de 70% do que é produzido ali tem como destino o mercado externo.

 

A programação da Volkswagen para a unidade indica redução nos volumes a partir de janeiro. Segundo fonte ouvida pela reportagem, o ritmo deverá cair das atuais 910 unidades/dia para 770 unidades/dia no ano que vem. De acordo com o sindicato, a montadora está avaliando de forma mensal o volume de produção da unidade do Interior paulista. Trabalham ali 3,4 mil funcionários.

 

Na fábrica instalada em São José dos Pinhais, PR, empresa e trabalhadores conversam sobre a redução da produção na linha que, hoje, produz o compacto Fox, o hatch compacto Golf e o T-Cross, modelo SUV sobre o qual a fabricante tem depositado suas atenções, tanto em marketing de vendas quanto em esforço de produção – seu lançamento levou a companhia a reativar o segundo turno na unidade em abril.

 

No entanto, segundo fonte ouvida pela Agência AutoData, é possível que a fábrica retorne a operar em apenas uma jornada a partir de janeiro.

 

Com a redução nas linhas de montagem, haverá reflexos na produção de motores e transmissões na unidade mantida pela companhia em São Carlos, SP, que, desde setembro, segundo o sindicato dos metalúrgicos local, opera com baixos volumes. Desde então são promovidas férias coletivas para grupos formados por 85 funcionários mensalmente.

 

Hoje na unidade são 970 funcionários diretos trabalhando em dois turnos e meio. A unidade também é responsável pela produção de cabeçotes que são exportados intracompany para a fábrica de Chemnitz, na Alemanha. De lá também saem motores para operação VW no México e, no ano passado, um lote de virabrequins produzidos na unidade também foi exportado para a Alemanha.

 

Foto: Divulgação.

Hyva começa a avaliar plano de expansão

Caxias do Sul, RS – Após crescimento de 47% no ano passado e projeção de 24% de alta para este ano a Hyva do Brasil estima mais 10% para 2020, o que deve elevar a produção de cilindros hidráulicos telescópicos e guindastes para níveis muito próximos ao limite da sua capacidade instalada na operação de Caxias do Sul. Na avaliação de Rogério de Antoni, vice-presidente das Américas, as instalações atuais de 20 mil m² de área construída ainda têm potencial para suportar expansão de 25% a 30% por meio da adoção de novos turnos de trabalho e aportes em equipamentos para ganhos em produtividade.

 

Reconhece, no entanto, que, no ano que vem a empresa deve iniciar estudos para ampliar a estrutura da fábrica, onde também são fabricados kits hidráulicos, componentes, como bombas, válvulas e comandos, e piso móvel — sistema de carga e descarga horizontal para materiais a granel com alto volume e baixo peso, usado em semirreboques e em fábricas de processamento e estações de transferência. Além destes, na virada do ano, a marca ingressa no mercado de cilindros para carretas agrícolas, com capacidade de até 3 m³ de levantamento, atendendo ao segmento de pequenos produtores rurais, mas de grande potencial de compra.

 

O Brasil será o segundo país do mundo onde a Hyva fabricará estes modelos, antes restritos à Índia, relatou De Antoni:

 

“A marca é líder mundial, com 45% de participação no mercado de cilindros hidráulicos para diferentes aplicações. No Brasil temos esta condição no segmento de basculantes e queremos o mesmo na área agrícola, na qual já atuamos junto a grandes fabricantes mas sem explorar o potencial existente. Este novo mercado é concorrido, de muitos fornecedores de pequeno porte e atuação regionalizada. Esperamos ser competitivos, principalmente, pela capacidade de produção e empregando, no Brasil, as mesmas especificações tecnológicas usadas na Índia, mas ajustadas ao mercado local”.

 

Ele destacou que a produção, no primeiro ano, será de aproximadamente 1,5 mil unidades: “Será uma expansão gradual, inicialmente atuando junto aos fabricantes de máquinas e, na sequência, com a marca já consolidada, também mais perto do consumidor final, como já ocorre na linha de cilindros para basculamento de implementos rodoviários”.

 

Para a produção desta linha a empresa investirá em alguns novos equipamentos e bancada específica para testes de 100% das unidades. 

 

Faturamento recorde – Durante a Fenatran, na qual apresentou o produto em estande de 180 m², o dobro da edição passada, a diretoria da Hyva já antecipou as comemorações de novo recorde de faturamento em seus 24 anos de história no Brasil – no mundo a marca completou quatro décadas em 2019. De Antoni projeta para este exercício faturamento de R$ 270 milhões: “Neste quase meio século de presença no Brasil a empresa só teve baixas em 2015 e 2016”.

 

De acordo com o executivo a estimativa de 10% para o próximo ano pode ser considerada como conservadora, pois o sentimento captado na feira realizada em São Paulo foi de muito otimismo: “Clientes que projetavam, antes da feira, expansão de 5% a 10%, alguns até zero, já falavam em 20%. Nos implementadores o clima positivo foi bem maior do que nos fabricantes de caminhões. No geral ficamos surpresos com o ânimo dos clientes”.

 

Ele recordou 2017, quando todos chegaram receosos e a feira gerou resultados acima dos esperados.

 

As manifestações mais positivas tiveram origem em clientes ligados aos segmentos da mineração e construção civil: “Com esses segmentos teremos forte expansão econômica e de geração de empregos”.

 

A Hyva, que tinha 240 funcionários, reduziu seu pessoal para 190 durante a crise, e já alcançou 260, devendo agregar mais dez com a linha de cilindros para a área agrícola.

 

No segmento de guindastes a Hyva já se posiciona dentre os três maiores fabricantes do Brasil. De acordo com De Antoni este ano a marca ganhou mais 3 pontos porcentuais de participação de mercado, ficando muito próxima do líder. Para 2020 a projeção é conquistar mais 3 pontos com novos produtos específicos para a eletrificação.

 

Diante da retomada forte do mercado interno as exportações deverão ter participação menor no total do faturamento. Para De Anton o índice deve ficar perto dos históricos 30%. Durante a crise a parcela chegou a 50%, com incremento de vendas para os Estados Unidos e países asiáticos – para estes por meio de acordo interno com as demais fábricas do grupo. Com o incremento do mercado interno estes clientes passaram a ser atendidos por outras unidades.

 

Foto: Divulgação.

Volkswagen cria unidade de negócios para veículos autônomos

São Paulo – A Volkswagen anunciou na segunda-feira, 28, a fundação da subsidiária Volkswagen Autonomy para o desenvolvimento de tecnologias ligadas à direção autônoma. Alexander Hitzinger foi indicado para o cargo de vice-presidente da nova divisão de negócios.

 

De acordo com ele, por meio de comunicado, “serão usadas sinergias em todas as marcas do Grupo Volkswagen para reduzir o custo de veículos autônomos, computadores de alto desempenho e sensores. Planejamos começar a comercializar a direção autônoma em larga escala por volta da metade da próxima década”.

 

Está nos planos da companhia instalar unidades da Volkswagen Autonomy nos Estados Unidos e na China a partir de 2020. A unidade atual foi instalada na Alemanha.

Chinesa Yutong quer crescer no mercado europeu

Bruxelas, Bélgica – A fabricante Yutong, que vendeu 24 mil 748 ônibus elétricos no ano, anunciou seus planos para ingressar na Europa fornecendo ônibus 100% elétricos. O grupo chinês diz ser o maior fabricante de ônibus do mundo desde 2016, com quase 70 mil unidades/ano, e deter participação de 15% do mercado mundial e de 34% no seu mercado local.

 

Com o slogan Melhor Ônibus, Melhor Vida a Yutong pretende conquistar o mercado europeu de ônibus elétricos. Forneceu o primeiro ônibus elétrico para a Dinamarca e instalou uma primeira linha de produção de modelos urbanos elétricos em Provence, França. Também já está presente na Finlândia e no Reino Unido.

 

“O mercado europeu não está adaptado aos ônibus chineses. Há uma enorme falta de infraestrutura, quase não há pontos de recarga”, disse Yuan Chang, vice-diretor geral de marketing. “A Yutong, portanto, também analisa as oportunidades de trabalhar em projetos que ajudariam a melhorar a infraestrutura de veículos elétricos na Europa. Não queremos oferecer apenas o produto, mas toda a solução.”

 

Para atingir esse objetivo, Chang disse que a empresa planeja trabalhar em conjunto com as autoridades locais. Segundo a Yutong a vida útil estimada dos ônibus elétricos é de quinze a vinte anos, cinco a mais do que o ônibus convencional a diesel. Mais: os clientes normalmente podem economizar um terço do custo de manutenção e 25% do custo de combustível em comparação aos ônibus a diesel.

 

* colaboração para a Agência AutoData

 

Foto: Divulgação.

BusWorld indica que ônibus também vão para a tomada

Bruxelas, Bélgica – Os ônibus elétricos, híbridos e de powertrain alternativo dominaram, naturalmente, os lançamentos da Busworld, feira que ocorreu em Bruxelas, Bélgica, até a quarta-feira, 23. 

 

A Volvo Buses levou à feira o tema Crie sua Cidade do Zero, no qual focou na potencial ajuda às cidades para fazer a transição para soluções sustentáveis de transporte público. Em termos de produtos as atrações foram um novo ônibus articulado elétrico, que pode transportar até 150 passageiros e oferece consumo de energia 80% menor do que um ônibus a diesel correspondente, e uma nova versão de 15 metros do ônibus de longa distância Volvo 9700.

 

“Com o Volvo 7900 Electric Articulated estamos criando novas opções para cidades que desejam desenvolver transporte público sustentável usando ônibus com eficiência energética, silenciosos e sem emissão de gases”, disse Håkan Agnevall, presidente da Volvo Buses. “Ao mesmo tempo estamos expandindo nossa nova linha de ônibus rodoviários de longa distância, oferecendo aos clientes as condições certas para uma produtividade ainda maior.”

 

A Daimler apresentou seu sistema de ônibus e de mobilidade elétrica, a partir do qual pretende oferecer a solução completa para a mobilidade sustentável. Neste pacote está incluído o ônibus Mercedes-Benz eCitaro, totalmente elétrico e produzido em série em Mannheim, Alemanha, com o diferencial de permitir aos governantes e operadores de transporte adaptar suas frotas às condições e necessidades locais com emissão zero.

 

Para a montadora esse ônibus urbano 100% movido a bateria representa transporte público ecológico e contribui para uma melhor qualidade do ar e, assim, para melhorar as condições de vida nas cidades. Os ônibus eCitaro já estão em serviço regular em cidades como Berlim e Hamburgo, Alemanha, Oslo, Noruega, e Ystad, Suécia. Também já foram feitas entregas para cidades em Luxemburgo e na Noruega, Suécia e Suíça.

 

A partir de 2021 o eCitaro será lançado com a próxima geração de baterias mas até lá, já no segundo semestre de 2020, terá baterias de estado sólido, baterias de polímero de lítio. A partir de 2022 haverá o barramento de bateria com o Range Extender, célula de combustível à base de hidrogênio que fornece eletricidade a uma bateria de alta tensão. As futuras tecnologias de bateria levarão a uma maior cobertura operacional em operações regulares — com a célula de combustível como um extensor de alcance, quase todas as linhas poderão ser atendidas.

 

Já a MAN Truck & Bus apresentou um amplo portfólio de ônibus urbanos e interurbanos, rodoviários e micro-ônibus, das marcas MAN e Neoplan, com motores a diesel, gás natural e elétricos. Os lançamentos incluíram o Lion’s City 19, articulado de 18 m 75 de comprimento, o Lion’s Intercity, com motor D15, os micro-ônibus eTGE Combi e TGE City e o ônibus E. Lion, totalmente elétrico.

 

Para a montadora alemã o estilo de vida da sociedade está em transformação e a mobilidade deve ser social, de futuro, ecológica e econômica. Os ônibus desempenham papel importante em ajudar todos a enfrentar os desafios relacionados às emissões, volume de tráfego e mobilidade acessível – seja no transporte urbano, intermunicipal ou de longo curso. Os veículos de hoje também devem atender aos requisitos de mobilidade de amanhã.

 

O grande lançamento da Scania foi o Citywide, que oferece menor consumo de combustível e energia, maior capacidade de transporte, melhor dirigibilidade e maior conforto para passageiros e motoristas. A linha abrange ônibus para todas as variantes de combustível, com a oferta mais abrangente de combustíveis alternativos no mercado.

 

A Iveco Bus reforçou a sua posição no campo da eletromobilidade com uma oferta completa de modelos. Diante da crescente conscientização pública sobre as mudanças climáticas e a aceleração da transição energética do setor de transportes, a eletromobilidade entra em uma nova fase como um mercado de alto volume, e a Iveco Bus investiu na ampliação de sua oferta de modelos elétricos. Além do já reconhecido Crealis In-Motion-Charging a empresa lançou seu novo ônibus elétrico, o Iveco Bus e-Way.

 

*colaboração para a Agência AutoData

 

Foto: Divulgação.

Fendt avança no desenvolvimento de rede

São Paulo – A operação da Fendt no Brasil, marca do Grupo AGCO que retornou ao País depois de vinte anos, começa a ganhar forma. As negociações para montar sua rede de concessionárias estão em andamento, de acordo com Rodrigo Junqueira, vice-presidente do grupo para América do Sul: “Estamos conversando com alguns grupos de concessionários e queremos definir toda nossa rede até a Agrishow do ano que vem”.

 

Segundo ele as vendas já começaram. Porém, até o momento, apenas seus tratores grandes estão sendo negociados com os clientes, a partir de sua sede, em Sorriso, MT, considerado o coração do agronegócio – mas a expectativa é a de que o portfólio também avance no ano que vem: “As vendas de plantadeiras e colheitadeiras começarão em 2020”.

 

As colheitadeiras e plantadeiras serão produzidas no Brasil, nas unidades de Ibirubá e Santa Rosa, RS, que já produzem outras máquinas do Grupo AGCO e que receberam investimento de R$ 150 milhões para instalação de uma nova linha de produção.

 

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Junqueira ressaltou que a plantadeira Momentum chegará ao mercado com uma tecnologia a mais: capacidade para plantar e, logo depois, já adubar o solo, o que pode reduzir o tempo de operação. A demanda por tecnologia é crescente no agronegócio, justifica:

 

“Os produtores buscam máquinas mais modernas e tecnológicas e esse é um dos focos do portfólio do grupo. Serviços conectados de pós-vendas também estão crescendo, com o uso de dados gerados pelos equipamentos durante a operação”.

 

Com o portfólio completo a partir do ano que vem a Fendt iniciará seu plano de vendas no Brasil, divulgado durante a Agrishow, e considerado ousado: quer liderar os segmentos de colheitadeiras, plantio e tratores em menos de cinco anos.

 

Foto: Christian Castanho.

Neobus desenvolve ônibus para Cascatinha Transportes Passageiros

São Paulo – A Neobus desenvolveu um ônibus do modelo Thunder+ com configuração diferente para a Cascatinha Transportes Passageiros, que opera em Petrópolis, RJ. O modelo é menor, com oito metros de comprimento e capacidade para transportar 34 passageiros, sendo 22 sentados — a versão tradicional do Thunder+ tem 8,8m.

 

O veículo usa chassi Mercedes-Benz LO 916 e, segundo a Neobus, como esse novo modelo a intenção é de aumentar as vendas na região, mostrando as adaptações que a empresa pode fazer em seus ônibus.

Fenatran gera R$ 8,5 bilhões em negócios potenciais

São Paulo – A Fenatran 2019 rende aos seus mais de 450 expositores mais de R$ 8,5 bilhões em oportunidades de negócios, segundo balanço divulgado pela organizadora Reed Exhibitions Alcantara Machado – o dobro da última edição. De 14 a 18 de outubro mais de 62 mil pessoas circularam pelo São Paulo Expo, volume 24% superior ao de 2017. 

 

Os visitantes fizeram mais de 2 mil test-drives com veículos Citroën, Mercedes-Benz, Peugeot, Scania e Volkswagen, que participaram da Fenatran Experience. As rodadas de negócios promovidas pela organização da feira com compradores brasileiros e estrangeiros geraram mais de R$ 82 milhões em vendas em apenas duas manhãs.

 

Para a Anfir foi a melhor Fenatran dos últimos tempos, segundo contou, em nota, seu presidente Norberto Fabris: “Desde as primeiras horas da feira percebia-se que o evento seria diferente”.

 

A associação calcula ter comercializado cerca de 15 mil reboques e semirreboques durante o evento, além de 620 carrocerias sobre chassis.

 

Foto: Divulgação.

Nissan reconvoca proprietários para recall

São Paulo – A Nissan criou campanha para intensificar os contatos com os clientes que ainda não atenderam a seus recalls no Brasil. A empresa pretende realizar ações de publicidade para conscientizar os proprietários de carro da marca sobre a importância da revisão e marcar suas visitas às concessionárias para realizarem os procedimentos necessários em seus veículos.

 

“Quando iniciamos um recall é porque identificamos que o carro realmente precisa passar por algum procedimento técnico. Sabemos que muitos motoristas brasileiros não atendem aos chamados”, disse Rodolfo Possuelo, diretor da área de satisfação do cliente e desenvolvimento de rede. “Por isso decidimos ir além. Nós cuidamos dos nossos clientes e vamos tentar ir atrás deles para agendar o serviço gratuito”.

 

O foco da ação estará nas convocações ligadas a sistemas de airbags. O SAC, Serviço de Atendimento ao Cliente, da companhia, por exemplo, ligará para proprietários de veículos da marca que estejam inscritos em convocações, mas que ainda não atenderam ao chamado de comparecer às concessionárias. Também serão feitos contatos por email, SMS e por mala direta.

 

A projeção é fazer mais de 100 mil contatos até o fim do ano.

 

Foto: Divulgação.

Oitava geração do Volkswagen Golf é lançada na Europa

Sâo Paulo — A Volkswagen apresentou nesta semana a oitava geração do Golf, que chegará ao mercado europeu ainda esse ano, a começar pela Alemanha. O Brasil não faz parte, ao menos por enquanto, dos paises que receberão a nova geração do modelo.

 

Seguindo o plano global de eletrificação da VW, o novo Golf chega ao mercado com duas opções híbridas, uma mais leve, equipada com motor a combustão e uma bateria de íon de lítio de 48V, que auxiliará o veículo em algumas situações, e a outra híbrida plug-in, que será vendida com opções de motorização de 204 cv e 245 cv — esta a GTE.

 

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Mesmo com os novos motores que poluem menos, a nova geração do Golf não abandona os motores a combustão: terá duas opções a gasolina, com potências de 90 cv ou 110 cv, e duas diesel, de 115 cv e 150 cv.

 

O modelo também estreia a tecnologia Car2X em modelos Volkswagen, que o mantém conectado a outros carros com a mesma tecnologia. Há compartilhamento de informações desde que a uma distância de até 800 metros, segundo a empresa.

 

Desde a sua primeira geração o Golf soma mais de 35 milhões de unidades de vendidas em todo o mundo.

 

Fotos: Divulgação.