Noma planeja produzir em Tatuí já em 2020

São Paulo – A recuperação do mercado de implementos rodoviários e a expectativa de que os novos volumes vieram para ficar fizeram com que a Noma retomasse os planos para finalizar a construção de sua segunda fábrica, em Tatuí, SP. A ideia é que ela comece a operar em 2020, no máximo em 2021, informou seu diretor de exportação, Kimio Mori.

 

“É o nosso foco para o curto prazo. A unidade de Tatuí está 80% pronta e retomaremos o investimento para finalizar tudo e começar a funcionar, no máximo, até 2021. Mas a intenção é que ocorra já em 2020.”

 

O planejamento para operar com duas unidades ainda não foi definido. Segundo Mori o plano inicial de deixar a produção de componentes e a estamparia na unidade de Sarandi, PR, e a montagem na fábrica de São Paulo, é uma das alternativas: “Podemos fazer algumas alterações enquanto as obras são finalizadas”.

 

Atualmente a fábrica da Noma no Paraná opera em turno completo, com algumas áreas já em um segundo turno incompleto. O ritmo de produção está crescendo junto com o mercado, para acompanhar a demanda. Segundo Mori em janeiro a produção mensal estava em torno de duzentas unidades e, agora, já chegou a quatrocentas, mantendo o ritmo até dezembro, com 10% do volume dedicado às exportações para Bolívia, Paraguai e Uruguai.

 

Para dobrar seu volume de produção mensal ao longo do ano a Noma aumentou o quadro de funcionários, que em janeiro estava em torno de quatrocentos, e, até setembro, avançou para setecentos. Com mais funcionários e ritmo de produção crescente a empresa de implementos rodoviários abandonou de vez os dias complicados vividos nos últimos anos e projeta crescimento para 2019: “Como a base até 2018 ainda é um pouco baixa, nosso aumento de faturamento este ano ficará em torno de 130%”.

 

Fenatran quente – Mori concedeu entrevista à Agência AutoData durante a principal feira latinoamericana do setor de transporte rodoviário de cargas. Segundo ele o movimento nos primeiros dias do evento está acima do esperado e, por isso, as projeções de vendas deverão ser superadas:

 

“Criamos uma meta para a feira junto com a equipe comercial. Mas na terça-feira tivemos um movimento muito acima do esperado, que costuma ser registrados nos últimos dias do evento, que são os mais fortes em vendas. Acredito que a nossa projeção será superada em, pelo menos, 20%, mas não posso revelar os números finais”.

 

Durante a Fenatran a Noma apresentou ao público sua nova geração de implementos, a Titanium, e apostou em alguns pilares como redução de peso, mais segurança, menor manutenção por quilômetro rodado e desenho mais moderno.

 

A Noma projeta um 2020 de crescimento para o mercado de implementos rodoviários — uma alta moderada, porém –, porque a base desse ano já será bem maior: “Nossa expectativa é a de que o mercado cresça de 5% a 10%, de maneira sustentável, porque grandes picos de crescimento não fazem bem para o setor e nem para as empresas. Com relação à Noma o foco é, sempre, pelo menos, acompanhar a alta do mercado”.

 

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AutoData recebe o Prêmio SAE Brasil de Jornalismo

São Paulo – A reportagem Beca e Crachá, publicada na edição 357 da revista AutoData, foi a vencedora do 13º Prêmio SAE Brasil de Jornalismo na categoria Mídia Impressa. Escrita pelos editores André Barros e Marcos Rozen, mostra como parcerias de instituições de ensino com a indústria automotiva pode trazer benefícios para a pesquisa e desenvolvimento.

 

O resultado foi divulgado na quarta-feira, 16, em cerimônia realizada no estande da Mercedes-Benz – uma das patrocinadoras do prêmio, junto com a Edag – na Fenatran.

 

Para ler a reportagem, clique aqui.

 

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Vendas globais da Porsche crescem 3%

São Paulo – A Porsche registrou a venda de 202 mil 318 veículos de janeiro a setembro em sua operação global. O volume representa crescimento de 3% sobre as vendas realizadas no mesmo período do ano passado.

 

As vendas registradas no mercado brasileiro cresceram 19%, informou a companhia, somando 1 mil 330 unidades. Os modelos mais vendidos foram o Macan, com 400 unidades, e o Cayenne, com 391 unidades.

Seat participará de programa de geração de biogás

São Paulo – A SEAT, montadora subsidiária do Grupo Volkswagen, participará até 2023 no projeto Biocombustível Life Landfill, recentemente aprovado pela Comissão Europeia, que tem como objetivo produzir biogás a partir do lixo de aterros municipais. O projeto será desenvolvido em conjunto com outros parceiros nos próximos quatro anos e possui um orçamento total de 4,3 milhões de euros, dos quais a Comissão Europeia contribuirá com 55%.

FCA e Sebrae lançam programa sobre conectividade para startups

São Paulo – A FCA e o Sebrae anunciaram parceria no Programa Nexos, que premiará startups que apresentarem projetos sobre veículos conectados. A startup selecionada receberá até R$ 100 mil para alavancar o projeto de pesquisa e desenvolvimento, além de mentorias especializadas. As inscrições podem ser realizadas até 17 de novembro pelo site do Sebrae. Para se inscrever, as empresas interessadas devem ser um pequeno negócio com faturamento anual máximo de R$ 4,8 milhões.

Harley-Davidson tem novo diretor geral

São Paulo – A Harley-Davidson indicou Waldyr Roma para o cargo de diretor geral na América Latina. O executivo sucede a Antonio Cantero, que passa a ter novas responsabilidades na operação da companhia nos Estados Unidos. Roma já exerce a função desde início de outubro.

 

O executivo é formado em administração de empresas pela Universidade de Brasília. Acumulou vinte anos de experiência no setor automotivo, tanto em montadoras de automóveis, como GM, Toyota e Peugeot, quanto em montadoras de motocicletas, como a Triumph e a própria Harley-Davidson do Brasil, onde atuou de 2013 a 2015 como gerente de desenvolvimento de rede e de Vendas.

 

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Volkswagen anuncia novo diretor de qualidade

São Paulo – A Volkswagen indicou Jorge Paulo para o cargo de diretor de qualidade assegurada para a região da América do Sul. O executivo sucede Peter Schaefer, que retornou à Alemanha para assumir uma nova posição no Grupo Volkswagen.

 

Graduado em Engenharia Mecânica, Jorge Paulo iniciou sua carreira no Grupo em 1997 na VW Autoeuropa, em Palmela, Portugal, na área de planejamento de qualidade e análise de dados de campo.

 

De 2004 a 2006 atuou na área de qualidade na fábrica de São José dos Pinhais, PR.

 

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Uber estuda trazer serviço de frete de carga ao Brasil

São Paulo – A Uber inseriu o Brasil na rota do seu serviço de transporte de cargas, o Uber Freight. Claudia Woods, CEO da operação no País, disse na terça-feira, 15, durante o Congresso SAE, em São Paulo, SP, que a plataforma de frete deverá chegar aqui em breve, sem mencionar, no entanto, pormenores a respeito de quando será lançado e como será o modelo de negócio desenhado para o mercado brasileiro.

 

Por ora, segundo a executiva, a empresa estuda o mercado para dar uma cara final ao serviço de acordo com as particularidades nacionais. Lançado nos Estados Unidos em 2017 e, neste ano, na Europa, o Uber Freight indica ao operador de carga onde os motoristas mais próximos se encontram, e a partir daí é estabelecido o contato para contratação do serviço com a indicação de destino, preço do frete, tipo de carga, peso, rastreamento, dentre outros parâmetros.

 

“O que estamos fazendo agora é avaliando as possibilidades de negócio e como o serviço poderia ser desenvolvido aqui de acordo com o perfil do nosso mercado. Estudamos para que ele sejá viável em um futuro bem próximo”, disse a CEO da companhia.

 

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O serviço, em linhas gerais, é similar ao oferecido no mercado brasileiro por empresas como a Cargo X e a TruckPad. Recentemente a companhia anunciou nos Estados Unidos aporte de US$ 200 milhões para expansão da plataforma de fretes naquele mercado. Hoje são 400 mil motoristas cadastrados e 50 mil operadoras de cargas em sua base.

 

“O futuro da empresa não está apenas no automóvel”, disse Claudia Woods durante o congresso, que reuniu presidentes de empresas ligadas a mobilidade, como Scania, ABB, DHL e o Grupo Caoa. A afirmação da CEO responde a um questionamento recorrente a respeito da saúde financeira da empresa, que registrou prejuízos nos últimos balanços divulgados. “A Uber no mundo é feita de várias unidades de negócios. O que enxergamos no futuro são negócios mais maduros e outros em fase de consolidação rumo à rentabilidade. Nossa meta global não é ser rentável no curto prazo”.

 

Pesquisa feita pela CNT, a Confederação Nacional do Transporte, divulgada em janeiro, mostrou que 67% dos motoristas de caminhões em atividade no País são autônomos, público com aderência ao modelo de negócio do Uber Freight, pelo menos nos Estados Unidos. Estima-se que no Brasil, hoje, existam cerca de dois milhões de motoristas de caminhão.

 

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Nova geração do Hyundai Santa Fe chega ao Brasil

São Paulo – A Hyundai lançou no Brasil a nova geração do SUV Santa Fe, com espaço para sete ocupantes, novos motor V6 3.5 que entrega 280 cv de potência e câmbio automático de oito marchas, que segundo a companhia acabou de ser desenvolvido e proporciona trocas mais suaves e precisas.

 

Por ser uma nova geração, o visual externo foi totalmente renovado, com faróis afilados e uma grande grade frontal. Na traseira, a maior novidade são as novas lanternas de led e, internamente, o veículo conta com painel de instrumentos com tela digital de sete polegadas, kit multimídia com tela sensível ao toque, controle de tração e estabilidade, bancos de couro, sensor de chuva e teto solar panorâmico elétrico.

 

O novo Hyundai Santa Fe será vendido em versão única por R$ 297 mil.

 

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Kia atinge a marca de 28 mil Bongo produzidos no Uruguai

São Paulo – A produção do Kia Bongo, no Uruguai, na unidade da Nordex, começou em 2010 e, em outubro, atingiu a marca de 28 mil veículos produzidos, alcançando o posto de modelo mais produzido na história da indústria automobilística uruguaia.

 

A linha de produção do Kia Bongo conta com 200 funcionários, 160 dedicados à produção e 40 nas área logística, qualidade e processos. Atualmente são produzidas 440 unidades por mês, em CKD, com carroceria, motor e câmbio importados da Coreia do Sul e os demais componentes parte com produção nacional e outros importados da Argentina e Brasil.