Delivery Express adota a sigla DLX

Resende, RJ – Campanha publicitária elaborada pela equipe de marketing da Volkswagen Caminhões e Ônibus buscará reforçar a alcunha DLX na linha Delivery Express, os comerciais leves produzidos em Resende, RJ. A companhia busca uma linguagem mais próxima do pequeno empreendedor, que hoje vai atrás de picape, furgão ou utilitário de outras marcas.

 

Com o mote É um Carro ou Caminhão? a empresa quer tentar convencer este consumidor de que o Delivery Express é uma alternativa que oferece a capacidade de transporte de um caminhão com o conforto de um automóvel – algo que as fabricantes de picape há anos martelam na cabeça do cliente. A campanha publicitária terá vídeos e outras peças, com foco no online.

 

Segundo Luciano Cafure, gerente executivo de marketing da VWCO, a ideia é, pouco a pouco, adotar o DLX em vez do Delivery Express – no início ambos conviverão e o nome atual prevalecerá como oficial. Não quer dizer, no entanto, que o desempenho decepciona: diz o executivo que o Delivery Express é líder em vendas no seu segmento, com 25% de participação no primeiro semestre.

 

Novidades na Fenatran – A Volkswagen Caminhões e Ônibus preparou uma série de novidades para a principal feira do setor de transporte de carga da América Latina, que ocorrerá em outubro, em São Paulo. Além do Delivery 4×4, a grande atração do estande, mostrará o novo acabamento interior da linha Constellation, sua linha vocacional da grife Robust e novos integrantes e funcionalidades no extrapesado MAN TGX, como a opção de suspensão pneumática.

 

A Constellation, por exemplo, deixará de oferecer opções de 13 e 15 toneladas para dar lugar aos novos 14.190 e 17.190 Robust. Já o 24.280, campeão de vendas, ganhou nova caixa de transmissão automática Eaton MHD de dez velocidades – substitui o câmbio ZF. Já apresentados os 9.170 e 11.180 têm opção de câmbio automatizado V-Tronic, também Eaton.

 

[IMGADD]

 

O evento marcará também a chegada do RIO, plataforma digital de serviços de logísticas do Grupo Traton, ao mercado brasileiro. Os pormenores serão revelados na abertura do evento, em 13 de outubro.

 

Foto: Divulgação.

Linha Volkswagen Delivery ganha opção fora de estrada

Resende, RJ – A Volkswagen Caminhões e Ônibus oferecerá ao mercado versão 4×4 do Delivery 11.180, em busca do frotista que procura uma opção de caminhão leve para operações mais extremas, como em fazendas e em usinas de geração de energia. Será uma das grandes atrações do estande VWCO na Fenatran, em outubro, e ocupará faixa de mercado que ficou sem alternativa desde a saída da Série F, da Ford.

 

Equipado com motor Cummins ISF 3.8 o caminhão ganhou reforço nos eixos traseiro e dianteiro, fornecidos pela Dana, e a caixa de transferência Marmon Herrington com dupla velocidade, que permite a tração 4×4. Os pneus de uso misto especifico também são exclusividade da versão fora de estrada.

 

“Vislumbramos um mercado potencial de 1 mil unidades/ano”, afirmou Luciano Cafure, gerente executivo de marketing da VWCO, sem revelar sua projeção de vendas. “Seremos basicamente os únicos a concorrer nessa faixa de mercado. Ofereceremos uma aplicação de uso misto, com possibilidade de usar 4×4 no fora de estrada e 4×2 nas cidades.”

 

A companhia mira especificamente o setor elétrico, que demanda caminhões leves em terrenos sem asfalto para manutenção das linhas, e usinas de geração de energia. Hoje essa função é exercida em parte por picapes, mas existem casos em que é exigido um veículo mais robusto, com maior capacidade de carga. Mas, segundo Cafure, há espaço também no agronegócio e em outras operações fora de estrada.

 

As vendas começarão no primeiro semestre de 2020 para o mercado brasileiro. Está nos planos, também, a exportação do modelo para outros países da América Latina.

 

Foto: Divulgação.

Inovação pelo futuro da mobilidade

Estar no rol das maiores fabricantes do mundo de carroçarias de ônibus e ser uma das maiores multinacionais do Brasil, além de líder absoluta deste mercado no País, não deixa a Marcopolo acomodada. A empresa investe continua e maciçamente em inovação na busca por um transporte de passageiros mais sustentável e, acima de tudo, eficiente.

 

A inovação é levada tão a sério na Marcopolo que a empresa tem até uma área exclusivamente dedicada a esse cuidadoso olhar para novos negócios e novas tecnologias. Petras Amaral Santos é o Head de Inovação da Marcopolo e sua missão é buscar parcerias, promover e motivar a inovação tanto dentro da empresa como, também, junto aos clientes, fornecedores, parceiros, universidades e comunidade.

 

De acordo com Santos, a ideia é promover a inovação colaborativa. Um passo decisivo neste sentido foi  a inauguração, em parceria com a Viação Ouro e Prata e as empresas Rodosoft e Innoscience de um Espaço de Inovação dentro da Tecnopuc, em Porto Alegre, RS. Segundo Santos, o objetivo das empresas é unir clientes, fornecedores, colaboradores e parceiros para juntos desenvolver conceitos e novas maneiras de pensar soluções para os problemas mais latentes do setor de transporte de passageiros. 

 

[IMGADD]

 

De acordo com o executivo, o Tecnopuc foi escolhido por ser um ambiente colaborativo, com um DNA e ecossistema de inovação, já que lá é possível interagir com startups, o corpo acadêmico local e usufruir de todos os benefícios desse lugar para criar soluções e oportunidades de negócios para o segmento de transporte rodoviário a partir de novas tecnologias.

 

Outro passo importante foi a criação, no segundo semestre do ano passado, em parceria com outras empresas do Rio Grande do Sul, do Movimento Hélice. No último dia 12 de julho, foram apresentados os resultados da Fase 1 do projeto que resultou no desenvolvimento de 13 contratos com seis startups de todo o Brasil em quatro áreas (recursos humanos, marketing/vendas, indústria e logística). Na Fase 2, a intenção é continuar conectando startups e empresas, trazendo mais resultado. Entre os grandes desafios da Fase 2 está o de ajudar a fomentar ainda mais os empreendedores locais, por meio de um programa que ajude a acelerar as ideias de startups, suas soluções, fornecendo condições para que elas encontrem na Serra Gaúcha e no Estado um ecossistema que ofereça condições de desenvolvimento.

 

Ativando diversas frentes inovadoras para desenvolver soluções de mobilidade de forma sustentável, a Marcopolo lançou recentemente sua nova marca: Marcopolo Rail, voltada exclusivamente para atuação o segmento metroferroviário. A Marcopolo Rail vai se dedicar ao desenvolvimento de soluções e tecnologias para as cabines (carrocerias), o que incluiu inovações em sistemas de aberturas, climatização, layout, assentos, materiais e design relacionado ao setor.

 

Mangels inaugura inédita linha de pintura na América do Sul

A Mangels acabou de inaugurar, no dia 7 de agosto, sua nova linha de pintura de rodas de alumínio na unidade de Três Corações, MG. Com investimento da ordem de oito milhões de reais através de recursos próprios, a empresa também ampliou a fábrica de rodas, aumentando a capacidade produtiva para dar respostas mais ágeis ao crescimento da demanda tanto no mercado interno como no externo.

 

Com a nova linha e ampliação da fábrica, a Mangels acrescentou mais 4 mil metros quadrados de área construída, passando agora a contar, ao todo, com 70 mil metros quadrados em edificações fabris no município mineiro.

 

A nova linha de pintura de rodas traz inovações como a possibilidade de produzir rodas de alumínio com acabamento em verniz acrílico. A Mangels é a primeira fábrica OEM na América do Sul a oferecer ao mercado este avançado tipo de acabamento que agrega mais beleza, destaca o design das rodas e atende às atuais e mais exigentes demandas das montadoras que atuam tanto no Brasil quanto em outros mercados em todo o mundo.

 

“A construção dessa nova linha de pintura só foi possível pela confiança de nossos clientes, pelo comprometimento de nossos colaboradores e dedicação de nossos fornecedores. Com esse investimento, a Mangels com toda certeza, está reafirmando a sua competência na fabricação de rodas de alumínio para o mercado global” comenta Fabio Mazzini, Diretor Geral.

 

Embora o processo de pintura passou a ser mais automatizado, a nova linha também levou a Mangels a contratar e capacitar mais colaboradores que passam a operar em processos produtivos mais padronizados e modernos, em alinhamento com os conceitos da Indústria 4.0.

 

[IMGADD]

 

Iniciada em outubro do ano passado, as obras foram concluídas em menos de um ano. Na solenidade de inauguração, em evento que mobilizou todos os colaboradores, estiveram presentes representantes da maioria das montadoras que atuam no Brasil além de fornecedores estratégicos que contribuíram efetivamente para conclusão da nova linha e ampliação da fábrica em tempo recorde.

 

A Mangels produz rodas originais para automóveis e veículos comerciais leves para as maiores montadoras instaladas na América Latina. A empresa é capaz de criar produtos de acordo com as necessidades dos seus clientes, graças à sua avançada tecnologia, que disponibiliza softwares diferenciados capazes de interagir e trocar arquivos com os profissionais de engenharia de qualquer fabricante de veículos.

 

Ainda no mesmo período, realizamos a ampliação de nossa ferramentaria, o que nos capacitou para desenvolver as ferramentas desde o início de projeto até a construção completa dos moldes de rodas, gerando assim mais confiabilidade, agilidade e competitividade junto aos nossos clientes.

 

Em seu portfólio, a empresa desenvolve e produz rodas nos mais variados acabamentos, como rodas pintadas, diamantadas e com acabamento premium, atendendo grande parte da demanda nacional. Pela alta qualidade de seus produtos, a Mangels é reconhecida pelos seus clientes, entidades e mídias ligadas ao setor automotivo.

Mercedes-Benz retoma exportações para o Haiti

São Paulo — A Mercedes-Benz anunciou a exportação de quatro unidades de ônibus urbanos para o Haiti. Os veículos envolvidos no negócio, o primeiro fechado depois de quarenta anos naquele país, serão aplicados em fretamento empresarial em Porto Príncipe.

 

Os veículos são do modelo OF 1730 e foram negociados pelo concessionário Les Monterrionis, representante da marca no região. A entrega foi projetada para acontecer em outubro, com início da operação no cliente em novembro.

 

Foto: Divulgação.

PSA apresenta Boxer e Jumper versão miniônibus

São Paulo — O Grupo PSA anunciou a chegada ao mercado brasileiro da Peugeot Boxer versão minibus, utilitário leve com capacidade para transportar até quinze passageiros. A empresa informou que o modelo tem preço de R$ 159 mil 746 — o Grupo também lançou o modelo-irmão Citroën Jumper, que chega por R$ 179 mil 490. Ambas serão apresentadas na Fenatran.

 

No compartimento de transporte de passageiros os bancos estão distribuídos em três fileiras de três lugares cada e uma fileira com quadro lugares. A disposição, segundo a fabricante, promove o acesso simplificado dos passageiros ao corredor central, o que facilita o embarque e desembarque.

 

O motor que equipa os veículos é o 2.0 Turbo Diesel BlueHDi que gera potência de 130 cv. A caixa de câmbio é a manual de seis velocidades.

 

Foto: Divulgação.

Eletra apresenta o ônibus híbrido nacional

São Paulo – O DualBus, ônibus híbrido desenvolvido por uma uma espécie de consórcio nacional com fornecedores de peso liderado pela Eletra, foi apresentado ao mercado na terça-feira, 24 – com um pouco de atraso, pois seu planejamento inicial estimava o primeiro semestre como prazo. O modelo é equipado com motor elétrico, que movimenta seus eixos trativos, e um motor estacionário a diesel, para alimentar as baterias que fazem o veículo funcionar.

 

Embora seu desenvolvimento tenha como berço a fábrica mantida pela Eletra em São Bernardo do Campo, SP, o projeto envolveu a WEG, no caso do motor elétrico, a Moura, para as baterias de níquel-fosfato, e a carroçaria foi fornecida pela Marcopolo. O chassi, por fim, veio de Resende, RJ, onde estão as linhas da Volkswagen Caminhões e Ônibus.

 

O modelo de construção é recorrente dentro da empresa em seus vinte anos de operação. E a opção por integrar sistemas, como disse Iêda Maria de Oliveira, diretora executiva da Eletra, faz mais sentido do que nunca no momento em que a demanda por ônibus híbridos pode aumentar em São Paulo: “Um grande gargalo neste segmento é o equipamento importado. No nosso caso, como contamos com parceiros locais, conseguimos custos menores”.

 

[IMGADD]

 

Seguindo a lógica da executiva, em tese, o novo ônibus híbrido deveria ter um preço não muito além do que um similar equipado com powertrain convencional à combustão. Ela disse, durante o Arena ANTP, evento que reuniu fabricantes e fornecedores de componentes para ônibus no Expo Transamérica em São Paulo, SP, que o custo operacional do veículo ao operador, em função da tecnologia híbrida de propulsão, compensa se analisado o seu ciclo de vida:

 

“Conseguimos chegar a um preço competitivo no mercado porque 95% do conteúdo do veículo é nacional, o que pode não ser a realidade de fabricantes que apostaram em componentes importados e que, assim, têm uma operação exposta às oscilações do câmbio, sem falar da logística complexa. O modelo híbrido, ainda, tem, um ciclo de vida médio de vinte anos, um tempo hábil para o investimento dar retorno ao operador”.

 

Quando se trata de ônibus, há uma certa preocupação no setor a respeito de renovação de frota. Tão importante quanto o valor da compra das unidades em si, e o quanto que o veículo pode proporcionar de economia à operação de transporte de passageiros, a revenda do veículo também é considerado fator que define um negócio. No caso do híbrido da Eletra, há um componente que pode estender a vida útil do veículo e torná-lo atrativo sob este prisma:

 

“A revenda é um fator que faz parte do negócio, uma vez que os ônibus são ativos. No entanto, com veículo com tempo maior de durabilidade, a revenda deixa de ser um gargalo. Imaginando um cenário no qual o nível de restrição de emissões se torne mais rigoroso, nosso modelo híbrido pode ser transformado por meio de retrofit em um veículo 100% elétrico”.

 

O cenário sugerido pela executiva está próximo de acontecer, pelo menos em São Paulo, onde está em vigor lei que determina a redução gradual do nível de monóxido de carbono no sistema de transporte público – um panorama que para a Eletra representa possibilidade de novos negócios.

 

Nesse sentido a empresa espera, contudo, que a concorrência no mercado se dará no campo da consolidação em nichos específicos, não apenas em quem vende mais e, portanto, domina o segmento:

 

“Nossa expectativa é a de que empresas conquistem partes do mercado com tecnologias adequadas às aplicações. Determinada empresa, será líder em longas distâncias com um veículo movido à biodiesel, outra em centros urbanos com elétricos. Há espaço para todos”.

 

O híbrido DualBus tem quinze metros de comprimento, piso baixo e baterias instaladas na parte superior da carroçaria. Uma vez funcionando apenas com o motor elétrico, com o sistema gerador desligado, sua autonomia é de 70 quilômetros. Possui também sistema de frenagem regenerativa que ajuda na recarga das baterias. O conjunto promete entregar economia de diesel em 28% e emissão de CO2 30% menor. Há também controle de velocidade.

 

A fábrica instalada no ABCD Paulista tem um quadro formado por 65 funcionários, com capacidade instalada para quarenta kits de tração elétrica por mês. A empresa utiliza esse critério para dimensionar sua produção uma vez que, dependendo da demanda, a montagem final das suas encomendas é feita na última parte das linhas de produção das encarroçadoras. Quando a demanda é pequena, a junção dos componentes acontece em São Bernardo do Campo.

 

Afora os chassis VWCO, o ônibus híbrido é homologado para ser equipado com o de outras fabricantes, como Mercedes-Benz, Scania e Volvo. A frota circulante de ônibus Eletra, dentre híbridos, trolebus e elétricos, no País, é de 350 unidades. Existem duas unidades do DualBus em operação na Metra, operadora de transporte subsidiária do mesmo grupo controlador, o Setti Braga.

 

Foto: Divulgação.

VWCO promove programa de apoio a startups

São Paulo — A Volkswagen Caminhões e Ônibus, junto com a MAN Truck & Bus e a Yunus Social Business, promoverão o programa MAN Impact Accelerator, dedicado a startups que estão começando a desenvolver tecnologias ligadas às áreas de logística e mobilidade e que buscam expandir seus negócios.

 

O programa selecionará startups da África, Brasil e Europa. No País a VWCO será sede do Impact Accelerator durante o período de seleção e trabalho das startups brasileiras, que terá duração de cinco semanas. As inscrições já estão abertas e devem ser feitas até 1º de outubro.

4Truck fornecerá baú de alumínio para a nova Sprinter

São Paulo — A 4Truck foi escolhida para ser uma das fornecedoras de implementos para a nova Mercedes-Benz Sprinter, que será apresentada esta semana. Será a responsável pela produção e pelo fornecimento do baú de alumínio para transporte de carga seca, que será apresentado durante uma série de eventos no Expotrade Convention Center, em Pinhais, PR, até a sexta-feira, 27.

 

O baú é produzido na fábrica de Guarulhos, SP, com estrutura de alumínio e aço galvanizado, piso de madeira, perfis de aço para amarração de carga e iluminação 100% Led. De acordo com Osmar Oliveira, CEO da 4Truck, poder fornecer implementos para a nova Sprinter é motivo para comemorar: “Estamos felizes em participar desse novo projeto. A parceria com a Mercedes-Benz, que começou em 2013, sempre nos rende bons resultados”.

 

Foto: Divulgação.

Vendas de importados ficarão na casa das 35 mil unidades

Indaiatuba, SP – As vendas de veículos importados pelas empresas associadas da Abeifa ficarão na casa das 30 mil a 35 mil unidades, abaixo da atual projeção de 40 mil unidades divulgada pelo seu presidente, José Luiz Gandini. Durante o lançamento do Kia Cerato, o empresário – que representa a Kia no mercado brasileiro – creditou ao dólar a culpa pelo volume inferior às estimativas.

 

“Todo mundo está reduzindo suas margens de lucro para sobreviver no mercado brasileiro, tanto o importador quanto o concessionário. Junto com isso vem a falta de planejamento, que a volatilidade do dólar impede”.

 

De janeiro a agosto foram comercializadas 22 mil 199 unidades. queda de 20,2% na comparação com o mesmo período do ano passado. Segundo Gandini a retirada dos trinta pontos porcentuais adicionais de IPI veio junto com uma grande oscilação da moeda estadunidense, que variou muito ao longo do ano. Gandini reclamou também da falta de competitividade na comparação com as montadoras:

 

“Nossos concorrentes nacionais pagam menos impostos e ainda recebem descontos. Isso reduz demais a nossa competitividade”.

 

O cenário complicado desse ano não deve mudar tão rapidamente na visão de Gandini, que projeta um 2020 também complicado, pelas mesmas razões que afetaram os negócios em 2019.

 

Kia – As vendas da Kia, aqui, em 2019, deverão chegar a 10 mil unidades, sendo a importadora líder de vendas. Este volume, contudo, será 14,6% menor do que o registrado em 2018.

 

Foto: Divulgação.