PSA tem nova concessionária em São Paulo

São Paulo, SP – Seguindo seu plano de reformulação de rede, que começou há três anos, o Grupo PSA inaugurou mais uma concessionária em São Paulo, no Auto Shopping Aricanduva. O showroom da unidade será dividido pelas duas marcas do grupo, Citroën e Peugeot.

 

A nova loja se junta aos mais de cem pontos de vendas do grupo no Brasil e a mudança e ampliação da rede é um dos pilares da companhia para voltar a crescer no País, junto com renovação dos produtos e dos serviços oferecidos.

 

Fotos: Divulgação.

Volare fecha negócio com a TIM

São Paulo, SP – A Volare entregou seis micro-ônibus para a TIM, Transportes Integrados Matrogrossenses, de Várzea Grande, MT, que serão usadas para atender empresas que já fazem parte da carteira de clientes da TIM no serviço de fretamento.

 

Os micro-ônibus Volare são do modelo Fly 9 Executivo, equipado com novas poltronas e capacidade para transportar 29 passageiros sentados. Segundo a companhia a proposta desse veículo é se diferenciar no mercado pela relação custo-benefício.

 

Foto: Alizon Lopes.

Foton inaugura concessionária em Campo Grande

São Paulo, SP – A Foton Caminhões inaugurou uma concessionária em Campo Grande, MS — a primeira unidade da companhia no Estado. A loja é a quarta inaugurada em 2019 e faz parte de processo de ampliação de rede.

 

A unidade será administrada pela Sete Caminhões, do Grupo Reobote Consultoria, especializado em consórcios, que entrou no negócio de caminhões em 2018. A concessionária será a responsável pela venda e pelos serviços de pós-vendas na região. Marcelo Pereira de Souza, um dos sócios do grupo, disse que um dos diferenciais da unidade será o sistema para apresentar os modelos da Foton para os consumidores:

 

“O cliente não precisará ir até a concessionária com seu carro para fazer o test drive. Nós levaremos o caminhão até o cliente, em empresas que tenham o perfil para comprar um caminhão leve como o da Foton, e esclareceremos todos os diferenciais do produto e as condições de pagamento”.

FPT testa motor gás-etanol em Betim

São Paulo – A FPT testa no Brasil um novo motor que combina aplicação de gás natural e etanol, no centro de pesquisa e desenvolimento que a empresa, subsidiária da CNH Industrial, mantém em Betim, MG. Estão debruçados sobre o conjunto powertrain engenheiros brasileiros e também uma equipe de técnicos da fábrica de Arbon, Suíça.

 

Segundo Marco Rangel, presidente da companhia para a América do Sul, os testes constituem demanda para o mercado local — ainda que um mercado para este tipo de matriz energética combinada, de fato, seja algo embrionário no País no mercado de caminhões, vans, máquinas agrícolas e de construção.

 

No entanto, com o governo sinalizando para abertura da exploração de gás pela iniciativa privada, e para eventual aumento da oferta gerado a partir da medida, o executivo disse, na quarta-feira, 24, durante a 30ª Feira Internacional da Indústria Elétrica, realizada em São Paulo, que é tempo de se preparar para atender uma demanda que se aproxima:

 

“Veículo com motor movido a gás natural ainda é algo desconhecido por parte dos frotistas, há insegurança com relação à distribuição do combustível e sobre a relação do seu preço com o diesel. Por outro lado se apresentamos uma alternativa que utiliza um combustível nosso, como é o caso do etanol, pode ser que essa tecnologia se torne realidade mais rápido aqui”.

 

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Rangel evitou pormenores a respeito do tipo de motor FPT utilizado nos ensaios. Contudo indicou que a subsidiária brasileira utilizou um motor movido a gás natural e aplicou tecnologias que tornam viável a combinação com o etanol, algo concebido pela engenharia nacional. Uma das vantagens da combinação dos combustíveis é o aumento da autonomia em veículos comerciais, afora, claro, a redução das emissões.

 

O executivo, porém, não confirmou que o teste está sendo feito para aplicação em caminhões e/ou vans da Iveco, outra subsidiária na CNH Industrial, ou em veículos de clientes tradicionais da companhia, como Hyundai Caoa, FCA, no campos dos veículos comerciais, ou no segmento agrícola e de construção, com as marcas New Holland e Case.

 

O motor em questão, de acordo com ele, pode ser utilizado também para a geração de energia elétrica e, em tese, equipar os produtos que a FPT tem em oferta para o segmento.

 

Na Argentina, por exemplo, a Iveco tem versões de veículos comerciais a gás natural desde o ano passado em sua rede de concessionários, uma decisão tomada pela companhia em função da alta disponibilidade do gás na matriz energética daquele país e por seu preço mais competitivo na comparação com o diesel. No Brasil o cenário é inverso, o que faz do etanol um componente-chave para uma eventual oferta de veículos ou geradores com motores FPT bicombustível.

 

O centro de P&D de Betim também realiza, por ora, teste em modelos de motores movidos a biodiesel por causa do futuro aumento do combustível na mistura com o diesel. Neste caso, assim como no do motor gás-etanol, a FPT utiliza como base um motor já produzido em Turim, Itália. Saem das linhas desta unidade os motores a gás que equipam os veículos Iveco na Argentina.

 

É na Itália, também, que desenvolve novos motores movidos a gás, conjuntos exclusivos para o mercado europeu, onde, segundo Rangel, o uso do gás em veículos é representativa. A FPT, no ano passado, chegou a apresentar um conceito que ilustra bem suas pretensões acerca da combinação de combustíveis em seus motores.

 

Rangel não confirmou, mas comentou, que a matriz designa testes à filial brasileira como forma de desenvolver tecnologias em propulsão locais que também têm potencial para ser exportadas para aplicações em mercados similares, como China e Índia. Por enquanto o volume de motores FPT movidos a gás natural na América do Sul não ultrapassa 1,5 mil. Mas pode ser que, no curto-prazo, seja mais:

 

“Depende de como o mercado se comportará a partir da abertura do mercado de gás. Produtos na prateleira já existem”.

 

Foto: Divulgação.

Renault congela projeto da Alaskan no Brasil

Campinas, SP – A picape Alaskan, da Renault, que seria produzida na Argentina, em plataforma compartilhada com a Nissan, que fabrica a Frontier, não será vendida no Brasil tão cedo, segundo Ricardo Gondo, presidente da empresa no País: “O projeto está congelado porque para entrarmos em um novo segmento, como seria com a Alaskan, competitividade é fundamental e, hoje, não teríamos as condições de mercado de que precisamos”.

 

O executivo disse que a alta do dólar e a crise econômica na Argentina foram os principais fatores para que a Renault optasse por não iniciar essas vendas aqui. O projeto não tem data para voltar ao radar de futuros lançamentos da companhia, que aguardará por tempos melhores para entrar no segmento de picapes médias no País.  

 

Foto: Divulgação.

Stepway 2020 torna-se SUV e abandona o nome Sandero

Campinas, SP – A grande novidade da linha 2020 do Renault Stepway é o câmbio automático CVT X-Tronic que equipará duas das suas três versões que chegarão às concessionárias nos próximos dias, mas a mudança mais curiosa é que abandona o nome Sandero, ficando apenas Stepway. Segundo o diretor de marketing Frederico Goyret a alteração no nome aconteceu porque o carro será tratado como um modelo a mais e não mais como a versão aventureira do Sandero:

 

“Homologamos esse modelo como SUV porque atende às exigências do Inmetro em quesitos como ângulo de entrada, saída e de transição e faremos uma forte campanha publicitária focada nessa mudança para divulgar ao mercado”.

 

O Stepway concorrerá diretamente com o Onix Activ, da Chevrolet, e com o Hyundai HB20X — mas, diferente dos seus adversários, o modelo chega com diversas mudanças na linha 2020.

 

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O diretor não revelou as projeções de vendas para o novo Stepway, mas disse que o mix de vendas será dominado pelas versões com câmbio CVT: “Nossos estudos antes do lançamento mostram que as vendas desse modelo com transmissão CVT representarão 75% do total, uma tendência desse segmento”.

 

Por fora a dianteira traz a nova identidade visual da Renault, com alterações no para-choque, grade, faróis e luzes de condução diurna – já a traseira segue o mesmo padrão do Sandero, com lanternas com novo desenho que avança pela tampa do porta-malas. Internamente as mudanças são o novo acabamento e a nova central multimídia, com capacidade para espelhar smartphones, a Media Evolution.

 

O motor continua o 1.6 SCe de 118 cv, o mesmo usado no Sandero e no Logan, porém, a suspensão é 40mm mais alta e o Stepway conta com rodas exclusivas.

 

Veja abaixo as versões e preços do Renault Stepway 2020:

Zen 1.6                            R$ 61 mil 190

Intense 1.6 CVT X-Tronic   R$ 70 mil 990

Iconic 1.6 CVT X-Tronic     R$ 73 mil 090

 

Foto: Divulgação.

Caoa-Chery pode superar meta de vendas em 2019

São Paulo, SP – As operações da Caoa-Chery no Brasil começaram em janeiro de 2018 e, para o segundo ano de operações, a companhia pretende vender algo como 26 mil unidades, segundo seu CEO, Márcio Alfonso: “Se as vendas continuarem no mesmo ritmo dos últimos três meses acredito que será possível até superar as 26 mil unidades licenciadas, que é a nossa meta para 2019”.

 

No ano passado a empresa iniciou suas operações em abril, com o lançamento do Tiggo 2. Até dezembro foram negociadas 8,5 mil unidades, volume que a companhia já atingiu no primeiro semestre deste ano, com 8 mil 517 licenciamentos. Caso a expectativa de vendas seja atingida o crescimento em 2019 será acima de 300%. Ressalta-se, contudo, que a base comparativa é irrelevante para um período de doze meses.

 

O lançamento de quatro modelos em menos de um ano, considerado uma ousadia pela concorrência, segundo o CEO da Caoa-Chery, teve como objetivo trabalhar também a imagem da marca: “Se apresentássemos apenas um modelo em um ano o mercado teria muitas dúvidas com relação a marca. Nossa intenção era mostrar aos consumidores que chegamos para ficar”.

 

Para atingir o objetivo de colocar no mercado os quatros modelos em menos de doze meses a empresa contou com grande ajuda da China, que em parceria com a equipe de engenharia nacional da Caoa-Chery desenvolveu todo o ferramental necessário para produzir os modelos aqui: “As linhas que importamos para o Brasil têm tecnologias parecidas com as usadas na China, mas fizemos adaptações em alguns processos porque por aqui eles serão semi-autônomos e, na China, 100% autônomos”.

 

Em conjunto om os novos produtos a estratégia da Caoa-Chery para o primeiro ano de mercado passou por outros dois pilares: construção da marca e da rede de atendimento no País. Segundo Alfonso a empresa trabalhou forte na divulgação de seus produtos em diversas mídias para construir um nome forte para a marca:

 

“Tínhamos que trabalhar para conquistar a confiança dos consumidores e, para isso, reconstruímos a rede, que no começo das operações era composta por 25 unidades e encerrou 2018 com 65 lojas. Mas esse processo foi muito além da inauguração de novos pontos de vendas, pois passou por diversas áreas como atendimento, vendas e pós-vendas”.

 

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Alfonso e sua equipe identificaram que um dos grandes questionamentos dos clientes era a disponibilidade de peças e se os serviços de pós-vendas seriam rápidos e eficientes: “95% de todas as demandas que nosso pós-vendas tem a gente consegue solucionar no máximo em trinta dias, independente de qual caso seja, um índice que é visto em marcas grandes e que estão no mercado há muito tempo”.

 

Outro ponto trabalhado pela empresa em serviços foi o preço dos seguros, que no passado eram muito mais caros na comparação com o preço da apólice de modelos do mesmo segmento, mas agora são competitivos. Grandes seguradoras já atendem aos veículos da Caoa-Chery.

 

Segundo Alfonso, as metas e planos do primeiro ano de mercado foram atingidos, porém a empresa encontrou algumas dificuldades no período, sendo que a maior foi a situação econômica do País, que cresceu abaixo do esperado no ano passado, situação que continua para 2019: “Este ano a tendência é a mesma, pois a previsão de expansão do PIB foi revisada para baixo algumas vezes”.

 

Caso a economia nacional tivesse crescido mais no ano passado o CEO acredita que o desempenho de vendas da companhia teria sido melhor, mesmo estando satisfeito com os resultados consolidados.

 

Outro entrave encontrado pela companhia foram as vendas diretas que, segundo o executivo, representaram 37% de todas as vendas do setor no ano passado, sendo um segmento que a Caoa-Chery não atuava em 2018. Isso também dificultou o crescimento: “Essa dificuldade continuará em 2019, porque ainda temos uma pequena participação nesse segmento e ele já representa 47% das vendas totais”.

Renault pretende novo recorde em 2019

Campinas, SP – A Renault projeta um novo recorde de participação de mercado para 2019 na comparação com o ano passado, quando conquistou fatia de 8,7%, a maior da sua história no Brasil, segundo seu presidente no País, Ricardo Gondo: “No primeiro semestre conquistamos 9,1% do mercado, superando o recorde do ano passado, e para o resto do ano a meta é crescer ainda mais, mas não posso revelar nossas projeções”.

 

Segundo Gondo o crescimento no ano passado foi puxado pelo bom desempenho de vendas de dois lançamentos: Captur com câmbio CVT e Kwid, sendo que o segundo foi o que representou as maiores demandas. Para este ano a expectativa é que esses modelos continuem crescendo no mercado e que as vendas da linha 2020 de Sandero, Logan e Stepway também aumentem.

 

O executivo também revelou outro plano da Renault: chegar a 10% de participação de mercado até 2022, seguindo a estratégia de crescer ano a ano. Com relação à posição no ranking das marcas mais vendidas hoje a Renault aparece como a quarta montadora que mais vende, mas o presidente disse que o foco da empresa nunca esteve em disputar colocações: “É legal estar na quarta posição, mas nunca trabalhamos pensando nisso. O nosso foco sempre foi manter o crescimento consistente ano a ano para atingir os 10% de share até 2022. Mas, se estaremos em quarto ou quinto lugar do ranking, tanto faz: a nossa meta é outra”.

 

Para as vendas totais da companhia no Brasil Gondo disse que a projeção é crescer 20% até dezembro, ante as 214 mil 914 unidades comercializadas no ano passado, de acordo com os dados da Fenabrave, enquanto a alta do mercado ficará em torno de 10%. O crescimento esperado para o mercado e para a Renault não resultará na expansão da rede de concessionários, que em 2019 continuará com trezentas casas.

 

Acordo com União Europeia

O acordo de livre comércio com a União Europeia trará pequenas mudanças a curto prazo para o setor, na visão de Gondo, porque levará de dois a três anos para que cada País valide o acordo no seu Congresso:

 

“Depois disso o impacto ainda será leve durante sete anos, pois o mercado abrirá com uma cota anual de 32 mil carros que serão vendidos no País e, dentro das vendas anuais no Brasil, esse volume terá uma pequena participação”.

 

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Segundo o executivo o acordo terá impactos maiores quando começar a redução de impostos, que acontecerá do oitavo ao décimo quinto ano de vigência do acordo até começar o livre comércio. Para se preparar para esse momento a companhia precisa saber as regras claras de como tudo funcionará com antecedência:

 

“Nosso setor vive de grandes investimentos, então, precisamos saber quais serão todas as normas do acordo para nos prepararmos, mas no geral nós vemos o acordo de maneira positiva, tanto para o Brasil quanto para a Renault, e vamos analisar quais novos modelos poderão ser vendidos por aqui”.

 

Vendas Diretas

Para Gondo as vendas diretas não são um problema, pois a companhia acompanhou o crescimento desse segmento: “As vendas diretas, hoje, representam cerca de 47% do mercado e na Renault a divisão é a mesma”.

 

Fotos: Divulgação.

Vendas do Grupo Daimler recuam no segundo trimestre

São Paulo – O Grupo Daimler anunciou na quarta-feira, 24, os resultados registrados no segundo trimestre, que indicaram que as vendas totais caíram 1%, somando 822 mil veículos de passageiros e veículos comerciais. Apesar do menor volume flutuações cambiais nos mercados onde o grupo atua elevaram a receita no período, chegando a 42,7 bilhões de euro, 5% a mais do que em igual período no ano passado.

 

No período, segundo a empresa, houve retração nas vendas de automóveis Mercedes-Benz, uma das subsidiárias do grupo. Quedas registradas no mercado chinês, por exemplo, resultaram no registro de prejuízo de 1,2 bilhão de euro no segundo trimestre.

 

Separando o balanço por divisões a Mercedes-Benz Cars vendeu 575 mil 639 veículos no segundo trimestre, o que representa uma redução de 3% com relação ao segundo trimestre de 2018. Com isso a receita diminuiu 1%, para 22,3 bilhões de euro, informou o Grupo Daimler por meio de comunicado.

 

A divisão de caminhões, Daimler Trucks, apresentou aumento nas vendas unitárias de 2%, somando 126 mil 474 unidades no segundo trimestre. A receita aumentou em 14%, chegando a 10,5 bilhões de euro. A Mercedes-Benz Vans, por sua vez, vendeu 111 mil 118 unidades, e o volume elevou em 4% a receita da divisão no período,para 3,7 bilhões de euro.

 

As vendas da Daimler Buses, a divisão de ônibus, cresceu 12%, somando 8 mil 435 unidades no segundo trimestre, com receita 18% maior do que a registrada no segundo trimestre do ano passado, chegando a 1,3 bilhão de euro. A área de serviços financeiros, a Daimler Financial Services, registrou carteira de 18,4 bilhões de euro no segundo trimestre. A receita da divisão foi 9% superior, chegando a 7,1 bilhões de euro.

 

No fim do segundo trimestre o Grupo Daimler empregava 304 mil 65 pessoas em sua operação global, mais do que os 300 mil 777 funcionários no mesmo período do ano passado.

 

Foto: Divulgação.

Fábrica modernizada para novos Sandero e Logan

Campinas, SP – A Renault modernizou suas linhas de produção de automóveis no Brasil, no complexo industrial Ayrton Senna, em São José dos Pinhais, PR, durante as férias coletivas de dezembro, para preparar o ferramental para a chegada da linha 2020 de Sandero, Logan e Stepway, lançados na quarta-feira, 24. O presidente Ricardo Gondo disse que “parte do investimento de R$ 3,2 bilhões, que começou em 2017 e terminará este ano, foi usado para preparar as linhas de produção para a linha 2020 dos três modelos”.

 

“Instalamos mais de duzentos robôs na fábrica para ganhar agilidade nos processos e modernizar a produção. Fizemos isso durante as férias coletivas dos funcionários para não prejudicar a produção ao longo de 2019.”

 

Os novos Sandero e Logan, que chegam às concessionárias nos próximos dias, trazem visual renovado, é verdade,  mas a principal novidade é o câmbio CVT X-Tronic, que agora está disponível nas versões intermediárias e topo de linha, acoplado ao mesmo motor 1.6 SCe, de 118 cv. A Renault também continuará vendendo as versões de entrada com motor 1.0 SCe de 82 cv e câmbio manual de cinco marchas.

 

Gondo não revelou qual é a projeção de aumento de vendas para os três modelos renovados, mas disse que a expectativa é a de que seus volumes de licenciamento cresçam, principalmente nas concessionárias: “Fizemos um forte trabalho de treinamento com os vendedores de toda a rede, porque a linha 2020 desses modelos traz muitas novidades, e preparamos a rede para transmitir isso aos consumidores. Queremos aumentar as vendas no showroom”.

 

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O Centro de Design da Renault em São Paulo desenhou as mudanças visuais da linha 2020, assim como aconteceu quando essa geração foi lançada, em 2014, por profissionais brasileiros. Na dianteira do Sandero e do Logan as principais mudanças estão no para-choque, grade, faróis e luzes de condução diurna — já a traseira do Sandero traz lanterna com novo desenho que avança pela tampa do porta-malas, enquanto o sedã não recebeu mudanças ali.

 

Internamente a Renault aposta em um novo acabamento todo preto para deixar os modelos mais sofisticados, mas a principal novidade é a nova central multimídia, a Media Evolution, que já era usada no Kwid aventureiro, com capacidade para espelhamento de smartphones, GPS, comandos de voz e tela sensível ao toque.

 

E as mudanças não param por aí: as versões do Sandero e do Logan equipadas com câmbio CVT têm suspensão diferente, 40 mm mais alta do que os modelos manuais, pois usa o mesmo conjunto do Stepway. Por fora as versões com transmissão CVT também trazem algumas diferenças, como a moldura da caixa de rodas igual à do aventureiro, deixando os veículos com visual Cross Light, segundo a montadora.

 

As versões dos dois modelos também mudaram de nome, sendo que no Sandero as versões vendidas serão Life, Zen, Intense e RS, seguindo essa ordem da mais barata à mais cara. No caso do Logan, que não tem a opção esportiva, as novas versões são Life, Zen, Intense e Iconic.

 

Condições especiais
Para impulsionar as vendas da linha 2020 a Renault oferecerá descontos de R$ 1 mil para os clientes que financiarem a compra pelo Banco Renault e, no caso de consumidores que já possuem um modelo Renault e optarem pelo sistema Troca Fácil, terão descontos de até R$ 2 mil.

 

Veja abaixo o preço de cada versão de Sandero e Logan:

 

Sandero 2020

Life 1.0                             R$ 46 mil 990

Zen 1.0                             R$ 49 mil 990

Zen 1.6                             R$ 55 mil 990

Zen 1.6 CVT X-Tronic          R$ 62 mil 990

Intesen 1.6 CVT X-Tronic    R$ 65 mil 490

R.S 2.0                            R$ 69 mil 690

 

Logan 2020

Life 1.0                              R$ 50 mil 490

Zen 1.0                             R$ 53 mil 490

Zen 1.6                            R$ 59 mil 490

Zen 1.6 CVT X-Tronic        R$ 66 mil 490

Intense 1.6 CVT X-Tronic  R$ 68 mil 990

Iconic 1.6 CVT X-Tronic    R$ 71 mil 090

 

Fotos: Divulgação.