MAN exporta 159% a mais. Em janeiro.

A MAN Latin America exportou, em janeiro, 838 caminhões e ônibus, avanço de 159% frente ao mesmo período de 2017, quando o volume somou 323 unidades. Argentina, México e Chile foram os principais destinos desses veículos Volkswagen, produzidos em Resende, RJ. Apresentado no México e com chegada à Argentina e ao Chile prevista para o mês que vem, o novo VW Delivery 9.170 foi um dos modelos mais comprados pelos importadores da companhia no período.

 

Para Marcos Forgioni, vice-presidente de vendas e marketing para mercados internacionais, “com o início das vendas da nova família Delivery na região ofereceremos a nossos clientes e importadores um portfólio ainda mais completo, agregando a linha que já conquista o Brasil ao unir conforto de automóvel e robustez de caminhão”.

 

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Nissan: Crossovers e SUVs impulsionam vendas globais.

As vendas globais da Nissan cresceram, em 2017, impulsionadas pelo bom momento dos crossovers e SUVs, de acordo com dados divulgados na segunda-feira, 19, em comunicado: “As vendas globais de crossovers e SUVs da Nissan totalizaram mais de 2 milhões de veículos, graças ao bom desempenho dos novos Kicks, Rogue, X-Trail, Qashqai, o Armada e o crossover de luxo Infiniti QX30”.

 

As vendas dos crossovers e SUVs globais da companhia cresceram cerca de 13% no ano passado, e os modelos de luxo da Infiniti chegaram a quase 9% de evolução. No total a Nissan ampliou o volume de utilitários esportivos globais em cerca de 230 mil unidades no último ano.

 

O Kicks, aproveitando seu primeiro ano cheio de vendas no Brasil, na América Latina e na China, alcançou cerca de 109 mil unidades em todo o mundo. O modelo começa a ser vendido este ano nos países da América do Norte.

 

Segundo Daniele Schillaci, vice-presidente executivo da Nissan, a melhora no desempenho de vendas globais desses modelos contribuiu significativamente para o crescimento da Nissan em 2017: “Aumentamos as vendas de crossovers e de SUVs em quase 230 mil unidades, e esperamos que isso acelere ainda mais em 2018, à medida que ofertamos o Kicks nos Estados Unidos e no Canadá, além do lançarmos o Infiniti QX50 e de iniciarmos as vendas do Datsun Cross na Indonésia”.

 

O trio Rogue, X-Trail e Qashqai, que divide a mesma plataforma, vendeu mais de 1 milhão 380 mil, um aumento global de 10%. Sua plataforma é a atual vaca leiteira da Nissan em volume.

 

O Armada, renovado no mercado estadunidense, e as vendas da Patrol no Oriente Médio ajudaram o desempenho dessa plataforma a aumentar 79% em todo o mundo, para quase 80 mil veículos.

 

Na Infiniti as vendas do QX30 aumentaram 97% em 2017, para quase 32 mil unidades em seu primeiro ano completo de mercado. O SUV QX80 continuou a ganhar volume, com mais de 21 mil unidades vendidas.

 

No mês que vem a Infiniti lançará o QX50 em alguns mercados internacionais. O modelo integra um dos segmentos de mais rápido crescimento de vendas no mundo. Ao longo dos últimos cinco anos os crossovers médios de luxo tiveram as vendas quadruplicadas na China e mais do que dobradas nos Estados Unidos.

 

No geral as vendas de crossovers e SUVs da Nissan foram lideradas por uma melhoria de desempenho de 94% na América Latina e de 16% na América do Norte e na China.

 

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UFI produzirá filtros automotivos aqui

A UFI Filters anunciou na segunda-feira, 19, a construção de nova planta para atender aos mercados OEM e de reposição no Brasil, na América Latina e na América do Norte. O empreendimento foi localizado em Jundiaí, SP, onde a empresa tem sede e produz, desde julho 2016, módulos de filtragem do óleo para veículos diesel Chevrolet. 

 

A nova fábrica, prevista para entrar em operação em 2020, deve gerar trezentos postos de trabalho e tem a expectativa de vir a representar 15% do faturamento global da companhia, estimado em € 500 milhões em 2017.

 

Com portfólio de mais de 3 mil produtos a empresa produz, anualmente, mais de 70 milhões de unidades de filtros — ar, óleo, cabine e combustível para o setor automotivo, incluindo veículos leves e pesados, monopostos da Fórmula 1, equipamentos agrícolas, marítimos e industriais.

 

Segundo o CEO do Grupo UFI, Rinaldo Facchini, sua atuação, aqui, onde já produz filtros em regime OEM para diversas montadoras: “Ficamos muito entusiasmados com a possibilidade de estar presentes no Brasil, um mercado em evolução. Estamos preparados para competir, pois oferecemos produtos de qualidade e temos conhecimento e tecnologia”.

 

Ele disse que o mercado de reposição é altamente atrativo e apresenta boas oportunidades de crescimento.

 

Além do presidente da companhia, Giorgio Girondi, e do CEO, Rinaldo Facchini, vieram ao Brasil para assistir à cerimônia de assentamento da pedra fundamental da nova fábrica os principais executivos do grupo de várias partes do mundo, como China, Estados Unidos, Índia, Tunísia e de países da Europa.

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Faurecia volta a ter lucro na América do Sul em 2017

O desempenho da Faurecia no mercado sul-americano ano passado conseguiu reverter o prejuízo registrado pela empresa em 2016. A retomada das vendas de veículos nos principais países da região fez a companhia, que atua no segmento de OEM e possui produção local, registrar lucro de € 12 milhões ano passado. Em 2016, a empresa teve prejuízo de € 23 milhões.

 

As vendas na região representaram 5% do total vendido pela companhia no mundo, o que foi considerado pela Faurecia uma mudança dramática. A receita com os negócios junto às montadoras chegaram a € 788 milhões, 54,6% mais que em 2016, informou a companhia em balanço divulgado na sexta-feira, 16. No Brasil, a empresa possui instalações em Gravataí, RS. Camaçari, BA. Goiana, PE. Limeira, SP. Porto Real, RJ. Produz assentos e peças para acabamento interno.

 

No mundo, a receita da companhia ano passado aumentou 8,6%, chegando a € 16,96 bilhões, e o lucro líquido subiu 34% para € 714,5 milhões. Na Europa, região que respondeu por 50% das vendas totais da companhia, crescimento de 8,2% nas vendas, que geraram € 8,5 bilhões em faturamento. Segundo a empresa, o desempenho no continente se deu em função das demandas dos SUVs 3008 e 5008, da PSA, Ford, FCA, Volvo e novas entregas para os modelos de luxo do Grupo Volkswagen.

 

Na América do Norte, o volume de vendas cresceu 5,6% em 2017 na comparação com 2016, gerando receita de € 4,4 bilhões. O crescimento foi conduzido pelas entregas de assentos para o modelo Ford F-250, e negócios com VW e Cummins. Na Ásia as vendas aumentaram 18,1% ano passado, gerando receita de € 2 bilhões 942 milhões. Na China, cresceram 69% as vendas para OEMs.

 

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Robôs ampliam produtividade na Autometal

A Autometal, fabricante de componentes e acessórios para a indústria automobilística, aumentou em 70% sua produtividade no processo de usinagem da linha de produção dos bagageiros de carros com a aplicação do robô da Yaskawa Motoman do Brasil, empresa do grupo Yaskawa Electric Corporation.

 

Segundo o gerente do centro tecnológico da Autometal, Gustavo de Andrade, foram instalados, na planta fabril de Diadema, SP, dois robôs da linha MS, modelo MS165, para atender ao aumento da demanda do mercado, que passou de 20 mil para 100 mil peças por ano em 2015 de uma determinada commodity: 

 

“Com o processo tradicional não conseguiríamos atender a essa demanda, então decidimos investir de forma robusta em inovação através da automação e robotização da produção, a qual trouxe aumento de produtividade de mais de 70%, além de eficiência, qualidade e regularidade no processo produtivo”.

 

Ainda de acordo com Andrade, com o projeto desenvolvido para usinagem das peças foi possível otimizar e escalar a produção de forma sustentável e com confiança na rentabilidade projetada:

 

“Antes, precisávamos de três máquinas dedicadas operando em três turnos resultando no limite de capacidade para a demanda inicial contratada. Hoje, com apenas uma célula robotizada, operando em dois turnos, conseguimos atender ao aumento da demanda, como também melhoras significantes nos índices de qualidade”.

 

O diretor da Yaskawa Motoman, Icaru Sakuyoshi, ressalta que o robô é ideal para usinagem de peças e contém carga útil de 165 Kg, com alcance horizontal de 2.702 mm e vertical de 3.393 mm:  “Essa linha de robô de seis eixos possui controle de vibração, otimizado redutores de velocidade de alta rigidez, e movimento da ferramenta de alta velocidade, que reduz o tempo de corte e melhora a produtividade. O alcance do movimento do punho expandido elimina interferências e melhora a flexibilidade da aplicação”.

 

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Vendas do Grupo VW crescem 21,2% na América do Sul

Os negócios do Grupo Volkswagen apresentaram em janeiro um maior crescimento na América do Sul, onde suas subsidiárias mantêm fábrica. O volume de vendas na região atingiu a marca de 48 mil unidades entregues, 21,2% mais que em janeiro do ano passado, informou balanço da companhia divulgado na sexta-feira, 16.

 

Do total vendido no mercado sul-americano, o Brasil foi responsável por 28,1 mil unidades, um crescimento de 45,5% na comparação com as vendas feitas em janeiro do ano passado. O volume é expressivo em função da base pequena que constituem os resultados vistos no início de 2017.

 

Outro mercado onde a empresa apresentou crescimento de dois dígitos foi o asiático, o maior para a companhia em termos de volume. Foram 421,5 mil veículos, alta de 14,5% ante janeiro do ano passado. A maior parte dos veículos foi vendida na China: 398,6 mil unidades, crescimento de 15,9%.

 

Global – No mundo, a empresa vendeu, em janeiro, 898,7 mil veículos, 10,1% mais que no em janeiro de 2017. Segundo Fred Kappler, diretor de vendas do Grupo VW, este foi “o melhor início de ano da história da companhia”.

 

Analisando por regiões, crescimento de 5,5% na Europa, onde as empresas do grupo venderam 332,6 mil veículos. Na América do Norte, 67,9 mil unidades, tendo os Estados Unidos como principal mercado: 44,3 mil veículos, 6,7% mais que o volume de janeiro de 2017.

 

Nas subsidiárias que produzem automóveis, a Volkswagen teve alta de 7,1% nas vendas em janeiro ante o mesmo mês em 2017: 533,5 mil unidades vendidas. A Audi vendeu 149,1 mil unidades, 20,3% mais. Skoda, 103,8 mil unidades, 10,7% mais. Seat, 38,9 mil, 20,4% mais. Porsche, 22,4 mil, crescimento de 12%.

 

Nas fabricantes de veículos comerciais, a VW apresentou queda de 1,4% no volume de vendas de janeiro ante o mesmo ano passado e vendeu 34,5 mil veículos. A MAN vendeu 8,3 mil unidades, alta de 29,7% ante janeiro do ano passado. A Scania, por fim, vendeu 7,2 mil veículos, crescimento de 30,3%.

 

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CNH Industrial de Sorocaba recebe certificação

A fábrica de Sorocaba, SP, da CNH Industrial conquistou a certificação nível Prata do programa WCM, World Class Manufacturing, que atesta a qualidade de produção, segurança e eliminação de perdas da indústria de manufatura no mundo. O sistema, empregado em todas as unidades produtivas da CNH Industrial desde 2007, trabalha no aprimoramento constante de gestão e processos, visando a eliminação de perdas de qualquer espécie, como energia, materiais e capital humano, e reduzindo custos e prazo de entrega.

 

Segundo o diretor industrial da planta de Sorocaba, Adriano Gandra, a unidade atingiu um nível de expansão do WCM e hoje 74% das áreas trabalham com os conceitos de manufatura enxuta:

 

“Essa conquista é resultado da excelência, competência e dedicação de todos os empregados da fábrica. Temos feito um importante e coerente trabalho na unidade com foco em competitividade de uma ponta a outra. O WCM reúne as melhores práticas da produção industrial. Vamos continuar aperfeiçoando ainda mais os nossos processos para alcançarmos o nível Ouro”.

 

Inaugurada em 2010, a planta tem 526 mil metros quadrados de área, cerca de 1,8 mil colaboradores e alcançou, em novembro, o volume de 10 mil máquinas produzidas.

 

Das 64 fábricas da CNH Industrial no mundo, uma já levou o Ouro, em Madri, Espanha, e 15 têm Prata. No Brasil, além de Sorocaba, as plantas de Curitiba, PR, Contagem, MG, e Sete Lagoas, MG, têm o selo Prata.

 

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Grupo Renault teve o melhor resultado financeiro de sua história em 2017

O Grupo Renault divulgou seus resultados financeiros na sexta-feira, 16, que registrou o melhor ano de sua história, com novo recorde de vendas, faturamento, margem operacional e resultado líquido. Carlos Ghosn, CEO da Renault, que deve ser mantido no cargo por mais quatro anos, disse que “os resultados comerciais e financeiros são consequência da estratégia iniciada há vários anos e do trabalho de todos os colaboradores do grupo”.

 

As vendas globais do grupo foram de 3,7 milhões de unidades, crescimento de 8,5% com relação ao ano anterior. No Brasil a Renault emplacou 167 mil e 14 unidades e a Nissan 78 mil 817, ambas no ranking das dez marcas mais vendidas no ano, segundo os dados da Fenabrave.

 

O faturamento chegou a € 58 milhões 770 mil, alta de 14,7%, na comparação com 2016, e o da divisão automobilística foi de € 53 milhões 530 mil, expansão de 9,3%, que o grupo atribuiu ao crescimento das vendas, aumento de participação de mercado em todas as regiões que atua e a um benefício relacionado a reforma tributária dos Estados Unidos que favoreceu os números da Nissan.

 

O lucro operacional foi de € 3 milhões 806 mil, crescimento de 15,9% com relação ao ano anterior, € 3 milhões 283 mil. A Nissan foi a empresa associada que mais contribuiu para o resultado, com € 2 milhões 799 mil, contra € 1 milhão 638 mil na mesma base de comparação.

 

O resultado líquido foi de € 5 milhões 210 mil, aumento de 47,1%, contra € 3 milhões 543 mil e o fluxo de caixa livre operacional da divisão automobilística ficou positivo em € 945 milhões.

 

A margem operacional do grupo foi de € 3 milhões 854 mil e representou 6,6% do faturamento. Considerando apenas a divisão automobilística, houve alta de € 363 milhões, 15,2%, chegando a € 2 milhões 749 mil e correspondendo a 5,1% do faturamento, contra 4,9% em 2016.

 

Projeções 2018 – Para 2018 o Grupo Renault espera crescimento de 2,5% do mercado mundial, com alta de 10% para o mercado Russo, Brasil e China crescendo mais de 5%, Índia 6%, Europa 1% e França 1%.

 

Nesse cenário a expectativa do grupo o ano é aumentar o faturamento, manter uma margem operacional superior a 6% e gerar fluxo de caixa livre operacional positivo na divisão automobilístca.

 

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Vendas chegam a 70 mil na quinzena de fevereiro

As vendas de veículos na primeira quinzena de fevereiro atingiram a marca de 70 mil 4 unidades, segundo dados do Renavam. Considerando os dez dias úteis no período, a média de vendas diária foi de 7 mil unidades.

 

A expectativa é de que as vendas do mês girem em torno das 146 mil unidades vendidas em 19 dias úteis, podendo a chegar às 150 mil unidades dependendo do esforço comercial das montadoras.

 

Caso a marca seja atingida, o volume de fevereiro será maior do que o visto em fevereiro de 2017, quando foram emplacadas no País 135,7 mil unidades.

 

Com menos dias úteis, fevereiro deve ter um volume de vendas menor que janeiro. O mês, considerado fraco do ponto de vista de vendas, teve 1,5% mais emplacamentos que dezembro. Na comparação com o desempenho de janeiro de 2017, foi 24,6% maior.

 

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GM fechará fábrica na Coreia do Sul até o fim de maio

A GM anunciou que cessará a produção e fechará sua fábrica de Gunsan, na Coreia do Sul, no fim de maio. Segundo comunicado divulgado pela empresa, a instalação está cada vez mais subutilizada, funcionando em cerca de 20% da capacidade nos últimos três anos, tornando as operações insustentáveis. “O anúncio ocorre após uma análise cuidadosa das operações, que sofreram perdas significativas nos últimos anos”.

 

Kaher Kazem, presidente e CEO da GM Coreia, disse que “este é um primeiro passo difícil, mas necessário em nossos esforços para reestruturar nossas operações na Coreia do Sul”.

 

Barry Engle, vice-presidente executivo da GM e presidente da GM International, disse que “o desempenho de nossas operações na Coréia do Sul precisa ser abordado urgentemente pela GM Coreia e seus principais interessados. Como estamos em uma conjuntura crítica da necessidade de tomar decisões de alocação de produtos, as discussões em curso devem demonstrar um progresso significativo até o fim de fevereiro, quando a GM tomará decisões importantes sobre as próximas etapas”.

 

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