Iveco entregará 555 veículos na Costa do Marfim

A Iveco Bus entregará 555 veículos para empresas de transporte urbano e de limpeza pública que operam em Abidjan, capital financeira da República da Costa do Marfim, na África Ocidental. Serão trinta caminhões Daily, 21 Eurocargo e 54 Trakker, quatrocentas unidades de ônibus Crossway Low Entry e cinquenta Crealis, movidos a GNV. 

 

De acordo com informações divulgadas na quinta-feira, 15, pela CNH Industrial, os caminhões atuarão em operações de gestão de resíduos na cidade e os ônibus integrarão a frota de transporte público de Abidjan, por meio da Sotra, Société des Transports Abidjanais. O Moroccan Premium Group, concessionário Iveco na África Ocidental, é o responsável pelo serviço de pós-venda. 

 

Os modelos Crealis serão os primeiros ônibus a gás natural entregues no continente africano. De acordo com o comunicado da empresa “isso representa um importante avanço graças aos benefícios ambientais significativos oferecidos pela adoção de ônibus movidos a GNV”.

 

Segundo a empresa com esse tipo de combustível os níveis de emissões referentes a partículas finas são próximos de zero e os de óxido de nitrogênio são reduzidos em 60%, em comparação com o atual limite regulamentar Euro VI. E os níveis de ruído também são reduzidos em 50%, proporcionando uma operação silenciosa.

 

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Volkswagen vende 7,1% a mais em janeiro. No mundo.

A Volkswagen entregou 533,5 mil veículos para clientes em todo o mundo em janeiro. As entregas foram 7,1% acima do registrado no mesmo mês do ano anterior. O diretor Jürgen Stackmann disse que a Volkswagen Carros de Passageiros iniciou o novo ano com um impulso considerável: “Estou satisfeito por ter registrado um crescimento significativo de 12,3% nas vendas na Alemanha e por podermos continuar com o desenvolvimento positivo do último trimestre. Estou impressionado com o nosso bom início no nosso segundo mercado doméstico, a China “.

 

Na América do Sul foram vendidos 37,7 mil veículos, correspondendo a um crescimento de 16,1%. Esse desenvolvimento positivo foi impulsionado principalmente pelo Brasil, com um aumento de 43,2%, para 23,9 mil unidades.

 

Na Europa foram vendidos 135,3 mil veículos, alta de 4,9% na comparação com o ano anterior. A Suíça teve papel importante no resultado, com alta de 43,3% em relação ao mesmo mês do ano passado.

 

Na América do Norte foram entregues 41,7 mil veículos, aumento de 0,8% em relação ao ano anterior. Nos Estados Unidos, a empresa ampliou suas vendas em 5,2% para 24,7 mil veículos entregues.

 

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Grupo BMW expande vendas em 3,8%

As vendas do Grupo BMW aumentaram 3,8%, para 169 mil 538 unidades, em janeiro na comparação com seu resultado no mesmo mês de 2017. As vendas específicas de veículos BMW expandiram 3,4%, para 148,4 mil veículos, e as da Mini 7%, para 20 mil 929.

 

Outros resultados destacados foram o crescimento das vendas do sedã BMW Série 5 em 39,6% e as de veículos eletrificados em 36,7%. Os informações foram divulgadas na quarta-feira, 14.

 

Pieter Nota, que integra o conselho de administração da BMW AG, e responsável pelas vendas BMW, disse que “estamos dirigindo a maior ofensiva do Série 5 na história da empresa e, à medida que a disponibilidade aumentar ao longo do ano, isso continuará a ser alcançado em nossos resultados de vendas”.

 

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GM cresce em vendas nos Estados Unidos e na China.

2018 parece ser ano lucrativo para a General Motors, que registrou, nos Estados Unidos e na China, aumento das vendas em janeiro, mês historicamente fraco em termos de negócios. Esses resultados levam a empresa a se apegar às possibilidades de ter uma operação lucrativa ao longo de todo o ano, apesar do prejuízo do quarto trimestre e dos riscos que envolvem o seu planejamento global de reestruturação visando a eliminar operações onerosas e se capitalizar.

 

A empresa vem de um ano de perdas e isso incomoda. No quatro trimestre o desempenho foi negativo por causa dos US$ 7,3 bilhões gastos em função da reforma tributária dos Estados Unidos. O prejuízo líquido atingiu US$ 5,2 bilhões, contra um lucro líquido de US$ 1,8 bilhão no mesmo período de 2016. Excluindo esse gasto contábil, que não estava previsto, a maior fabricante de automóveis dos Estados Unidos teria um lucro de US$ 1,9 bilhão, o que seria o melhor desempenho na história para este período do ano, segundo a companhia.

 

No entanto, no último balanço divulgado, em janeiro, a CEO da companhia, Mary Barra, mostrou um discurso confiante com vistas a 2018 apesar do retrospecto, mostrando um ponto de vista otimista ainda que haja preocupações sobre a manutenção do crescimento das vendas e da lucratividade enquanto está em curso o plano global: “A GM teve um excelente 2017 na América do Norte, China e recuperação na América do Sul. Continuamos a transformar nossa empresa para ser mais focada, resiliente e rentável. Estamos posicionados para outro ano forte e um melhor ainda em 2019”.

 

O desempenho das vendas nos Estados Unidos, em janeiro, mostra que a executiva pode estar certa em projetar melhores dias: a companhia vendeu 198 mil 548 veículos, 20% a mais do que em janeiro do ano passado, um resultado obtido por causa das demandas pela picape Silverado e pelo SUV Equinox. Na China, seu maior mercado, o crescimento foi de 14,5% com relação a janeiro do ano passado, alcançando volume de 367 mil 712 unidades.

 

Na América do Sul, região onde tem feito anúncio de investimentos importantes em produção e desenvolvimento de novos modelos, a empresa conseguiu posicionar o Chevrolet Onix como o veículo mais vendido nos dois maiores mercados, Brasil e Argentina, e prepara as fábricas para transformá-las em plataformas exportadoras: almeja novos mercados afora aqueles com os quais existem acordos bilaterais.

 

Se nas vendas a operação GM se mostra em ascensão a empresa tem a possibilidade de se concentrar em seu planejamento de estruturação global, o qual tem como objetivo se capitalizar eliminando operações que dão prejuízo e apostando em modelos elétricos, basicamente, nos próximos três anos. No ano passado a empresa abriu mão de operações de vendas em mercados menores, como África do Sul e Índia.

 

Mais recentemente anunciou que fechará uma de suas quatro fábricas na Coreia do Sul em busca de uma redução de US$ 850 milhões em perdas no país. Nessa fábrica trabalham 2 mil funcionários que, ano passado, produziram 33 mil 982 unidades, 20% de sua capacidade de produção total, segundo a GM. A presença em longo prazo na Coréia do Sul dependerá da vontade do governo de oferecer financiamento ou outros incentivos, e se os sindicatos coreanos concordarem em reduzir os custos trabalhistas.

 

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Vendas da M-B Sprinter crescem 73% em janeiro

As vendas da Mercedes-Benz Sprinter aumentaram 73% em janeiro com relação ao mesmo mês do ano passado, com trezentas unidades emplacadas na categoria comerciais leves, de 3,5 a 5 toneladas. Sua participação de mercado foi de 42% para 67% na mesma base de comparação.

 

Jefferson Ferrarez, diretor de vendas e marketing de vans da empresa, destacou os segmentos que mais demandaram Sprinter em janeiro: “As aplicações que puxaram as vendas foram fretamento e turismo, e com esses segmentos realizamos muito bons negócios”.

 

Considerando todos os modelos de vans, furgões e chassi com cabina da empresa foram 572 unidades vendidas no primeiro mês do ano, alta de 54% diante de igual período do ano passado. Para o resto do ano a empresa espera que “as vendas de Sprinter furgão e chassi com cabina tenham um bom desempenho alavancado pelo aumento da demanda do e-commerce, do varejo e por causa de licitações na área de atendimento da saúde”.

 

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Cooper Standard mira novos contratos para ter fábrica na Argentina

Fabricante de elementos de vedações de borracha, dutos de combustível e fluído de freio a Cooper Standard busca novos negócios na Argentina para aumentar sua participação e localizar a produção. De acordo com o diretor geral na América do Sul, Jürgen Kneissler, são grandes os esforços: “Estamos negociando com várias montadoras, e o governo argentino também nos ajuda, pois nossas commodities de borracha não são produzidas na região e as peças são importantes para a produção de veículos”.

 

Mesmo com esses “grandes esforços” a Cooper Standard depende de novos lançamentos feitos pelas pelas montadoras para conquistar novos contratos, pois atua apenas no mercado original: “O foco é nas montadoras que estão anunciando projetos novos, pois para nós é fundamental conquistar negócios com volume de produção interessante, para justificar o investimento. Acredito que isso acontecerá em dois ou três anos”.

 

Outras questões também estão sendo estudadas pela empresa: “Será necessário uma localização profunda, com capacidade para vulcanizar a borracha e produzir matéria prima, o que torna o investimento muito mais alto. Outro fator é o histórico do país, que a empresa também precisa avaliar com cuidado, mas acredito que a Argentina seguirá nessa rota de crescimento”.

 

Com relação aos novos negócios a empresa espera pelo que as montadoras produzirão na região: “Tudo indica que em breve teremos novidades. A Peugeot, por exemplo, deverá ter novos projetos na Argentina, mas o volume não é muito alto. Vamos ver o que as empresas de maior volume farão”.

 

Atualmente a Cooper Standard tem contratos com FCA, Renault e Volkswagen na Argentina, com exportação de peças a partir do Brasil, e se prepara para atender a Peugeot por meio de empresa local terceirizada: “Usaremos nossas peças e tecnologias, mas como o volume não é muito alto achamos melhor envolver essa empresa, que cuidará da logística, reduzindo nosso custo com transporte e dispondo de mão de obra local. Dobraremos linhas de fluídos e de freio dentro da planta da Peugeot”.

 

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Acordo UE-Mercosul: europeus querem abertura aos importados em 10 anos

Representantes da União Europeia e do Mercosul concluíram duas semanas de negociações em Bruxelas, Bélgica, sobre o acordo de livre comércio envolvendo os dois blocos, sem nenhuma avanço ou oferta formal feita. As equipes de negociação concordaram em continuar as discussões em Assunção, Paraguai, em 19 de fevereiro.

 

Apesar de o acordo seguir indefinido, é possível notar que os envolvidos se articulam no sentido de acelerar assinatura que deve favorecer uma série de setores da economia nacional.

 

Entre os principais interesses ligados à UE estão as questões ligadas ao setor automotivo, tema que ainda divide opiniões no Brasil. Os europeus intensificaram a pressão pela abertura do setor.

 

O Cone Sul se mostrou flexível aos pedidos da UE: zerar as tarifas, hoje são 35%, de importação de carros em doze anos. Pela oferta anterior, a abertura do mercado se daria em quinze anos. O bloco europeu pede um prazo mais curto, dez anos, e condiciona o fechamento do acordo bilateral a está condição.

 

Para o Brasil, abrir o mercado no curto prazo poderia prejudicar a produção local, uma vez que as fábricas europeias, ociosas, teriam espaço para direcionar a produção de suas linhas aos países do bloco. A expectativa do setor é a de abrir o mercado no médio prazo, dando tempo, em tese, para as fábricas daqui passarem por uma elevação de patamar tecnológico e torna-las mais competitivas no exterior.

 

Por outro lado, a UE sinalizou que poderia abrir seu mercado para mais carne dos países do Mercosul – Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai –, aumentando sua oferta potencial de acesso de carne bovina a 99 mil toneladas por ano ante as 70 mil toneladas anteriores.

 

A carne tem sido uma demanda fundamental para os países do Mercosul, mas uma preocupação para as nações agrícolas da UE, como a Irlanda e a França.

 

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Ford lança o serviço de vans Chariot em Londres

A Ford lançou na terça-feira, 6, o serviço de vans sob demanda Chariot em Londres,  primeira cidade da Europa a receber o novo sistema de transporte, dando início à sua expansão fora dos Estados Unidos. O serviço vai operar inicialmente em quatro rotas na capital inglesa, usando vans de 14 lugares.

 

De acordo com a empresa, esta solução de mobilidade foi projetada para atender áreas com pouca oferta de transporte público, levantadas a partir de um estudo de hábitos de deslocamento. O objetivo é dar aos moradores desses locais a opção de completar a primeira e última etapas da sua jornada de modo mais rápido e confortável, com conexão a estações de metrô e centros de embarque próximos.

 

De acordo com Sarah-Jayne Williams, diretora da Ford Smart Mobility na Europa, mesmo em uma cidade como Londres, bem servida de transporte público, o deslocamento diário pode ser complicado para alguns: “A Chariot é um modo de fornecer um transporte confiável, seguro e acessível para essas pessoas”.

 

O serviço pode ser acessado por um aplicativo no smartphone, que indica a rota e o local de embarque mais próximos. O passageiro pode reservar um assento e rastrear em tempo real a localização das vans, que rodam de segunda a sexta-feira nos horários de pico. Alguns veículos são adaptados para transportar cadeiras de rodas e os motoristas foram treinados para atender passageiros com necessidades especiais.

 

Londres é a sexta cidade atendida pela Chariot, que já opera em São Francisco, Nova York, Seattle, Columbus e Austin, nos Estados Unidos.

 

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PSA compra participação maioritária da Jian Xin

O Groupe PSA comprou participação maioritária no capital da Jian Xin, distribuidora chinesa de peças de reposição. De acordo com a empresa, com essa aquisição, será possível acelerar a implatanção de sua oferta de pós-vendas na China, estabelecendo rapidamente sua posição no maior mercado mundial.

 

A Jian Xin tem mais de 20 anos de mercado, sendo a principal distribuidora de peças de reposição na região de Xangai, com vendais anuais de mais de 5 milhões de peças das principais montadoras mundiais.

 

O vice-presidente executivo da PSA Aftermarket, Christophe Musy, falou sobre a aquisição: “Nossa estratégia de pós-venda multimarca, um dos pilares do plano estratégico Push to Pass, visa atender às necessidades de todos os clientes de pós-venda no mundo, independentemente do seu poder de compra, marca ou idade do seu veículo. A China será, em breve, o maior mercado de pós-venda do mundo e temos muitas ambições neste país. Desta forma, já estamos assegurando fortes posições no mercado”.

 

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Stara e Embracon lançam consórcio para máquinas e implementos agrícolas

A administradora de consórcios Embracon e a Stara, indústria brasileira de máquinas e implementos agrícolas, lançaram na quinta-feira, 8, o Consórcio Stara.

 

A nova empresa viabiliza a aquisição de toda linha de produtos da fabricante por meio de consórcio, com planos que variam de 60 a 100 meses. A projeção é de que nos próximos 10 anos o produto de consórcio represente  mais de 10% do faturamento da Stara.

 

Entre as máquinas agrícolas disponíveis estão pulverizadores, plantadeiras, distribuidores, tratores, plataformas de milho e equipamentos de tecnologia relacionados à agricultura de precisão.