Receita da FCA na América Latina cresce 29%

A receita da FCA na América Latina apresentou aumento de 29% em 2017, chegando a € 8 bilhões no período. De acordo com balanço divulgado pela companhia na quinta-feira, 25, a região representa o terceiro principal mercado do grupo no mundo, atrás apenas da América do Norte e Europa, onde possui oferta com um maior número de modelos de veículos.

 

Segundo a fabricante, o lucro na região foi de € 151 milhões em função das vendas no Brasil e Argentina. Ano passado, o Jeep Compass, produzido na fábrica de Goiana, PE, foi o veículo mais vendido do País na concorrida categoria de SUV. Até dezembro, apontam dados da Fenabrave, foram vendidas 49 mil 187 unidades do modelo, 75 unidades mais que o então líder do segmento, o Honda HR-V.

 

A empresa também teve desempenho comercial positivo nas vendas da picape Fiat Toro, também produzido na fábrica de Pernambuco, modelo que, de acordo com a FCA, é um dos mais exportados. Ano passado, foram emplacadas 50 mil 723 unidades do veículo.

 

A FCA encerrou 2017 com o melhor resultado em exportações de veículos de sua história. A empresa embarcou desde o Brasil mais de 145 mil veículos, 55% mais que em 2016. Os principais mercados de destino foram Argentina, México, Chile e outros países latino-americanos. Os modelos mais vendidos foram o Fiat Mobi, 29 mil unidades. Strada, 22,6 mil. Jeep Renegade, 19 mil. Fiat Toro, 17 mil. Fiorino, 15,7 mil unidades.

 

O lucro na América Latina só não foi maior, aponta o balanço, porque no Brasil houve uma baixa contábil de € 453 milhões “devido ao aumento da incerteza política no Brasil, assim como uma recuperação mais lenta da economia”.

 

O Brasil também gerou um efeito negativo de € 281 milhões devido a uma redução de ativos fiscais relativos a uma decisão da Justiça em relação a incidência de impostos indiretos, que a empresa perdeu no segundo trimestre do ano passado. Apesar das baixas, no mercado interno, a FCA encerrou o ano com mais de 380 mil veículos emplacados, conquistando uma fatia de 17,5% do mercado.

 

Globalmente a empresa teve receita de € 110,9 bilhões, leve queda frente a receita de 2016, € 111 bilhões. A receita oriunda dos países da América do Norte caiu 4,3%, para € 66 bilhões 94 milhões, enquanto que o faturamento na Ásia recuou 11,2%, para € 3 bilhões 250 milhões.

 

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Brasil fecha 20,8 mil vagas de trabalho formal em 2017

O Brasil fechou 20 mil 832 vagas de trabalho formal em 2017, conforme dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, Caged, divulgados na sexta-feira, 26, pelo Ministério do Trabalho.

 

O número representa redução de 0,05% em relação ao estoque de 2016, quando foram fechadas 1 milhão 326 mil 558 vagas. Esse foi o terceiro ano seguido de saldo negativo, conforme informações da Agência Brasil.

 

Para o Ministério do Trabalho, o resultado de 2017 significa estabilidade do emprego no País, conforme avalia o coordenador-geral de estatística do ministério, Mário Magalhães: “É um resultado que veio dentro das expectativas. Todas as expectativas de mercado apontavam para algo próximo da estabilidade”.

Ford compra Autonomic e Transloc

A Ford anunciou na quinta-feira, 25, a compra da Autonomic e da Transloc. As ações fazem parte do projeto de mobilidade para acelerar a entrega de produtos e serviços nessa área. A estratégia de mobilidade da empresa, disse a Ford por nota, é oferecer uma ampla gama de produtos e serviços que aprimorem todos os níveis do sistema de transporte – veículos, infraestrutura, conectividade e serviços digitais – para aliviar os congestionamentos nas cidades e ajudar as pessoas a se mover com mais liberdade na “Cidade do Amanhã”.

 

A compra da Autonomic, empresa de tecnologia baseada em Palo Alto, na Califórnia, especializada em escala, arquitetura e alavancagem de soluções para a indústria de transporte, tem como objetivo acelerar o plano da montadora de estabelecer a plataforma Transportation Mobility Cloud e ampliar outras iniciativas importantes de mobilidade, como a plena conectividade, a Chariot e o transporte médico não-emergencial.

 

Em nota a empresa diz que, “além de poder capturar totalmente o valor criado por essa plataforma, a Ford se beneficiará da capacidade do time da Autonomic na criação e incubação de novos negócios de mobilidade”.

 

Já a aquisição da TransLoc, fornecedora de tecnologia de resposta sob demanda para soluções de microtrânsito municipais, sediada em Durham, na Carolina do Norte, permite à Ford aproveitar sua experiência operacional, rede de relacionamentos nas cidades e histórico comprovado no fornecimento de soluções para cidades em todo o mundo capazes de melhorar a experiência de mobilidade das pessoas com o roteamento dinâmico.

 

Os termos dessas aquisições não foram divulgados. De acordo com Marcy Klevorn, presidente da Ford Mobility, as ações fazem parte do compromisso da empresa de oferecer soluções para os desafios de transporte das cidades:

 

“Uma parte importante do nosso processo é determinar se é necessário construir, comprar ou buscar parcerias para obter as capacidades necessárias. Acreditamos que a integração da tecnologia e do talento da Autonomic e da TransLoc na nossa equipe de mobilidade vai reforçar nossa capacidade de oferecer soluções robustas para proprietários individuais, operadores de frotas e cidades, com velocidade e escala.”

 

A Ford anunciou também a reorganização das suas equipes de desenvolvimento de soluções de mobilidade. Com base na integração do grupo de dados e análise com a equipe de tecnologia da informação da empresa dentro da Ford Mobility, sob a liderança de Klevorn, a reorganização cria quatro novos grupos focados em produtos, serviços e empresas de mobilidade.

 

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MAN Latin America começa a exportar para a Nicarágua

A MAN Latin America acaba de expandir sua atuação na América Central, com a entrega dos primeiros caminhões Volkswagen na Nicarágua. Os veículos vão substituir os tratores pela primeira vez na colheita de cana de açúcar e transbordo para uma semeadora na região.

 

O grupo CIM, importador no país, entregou os veículos ao grupo Pantaleon, um dos maiores produtores de cana de açúcar da América Central. O primeiro engenho a utilizá-los fica na cidade de Chinandega, localizada a 140 quilômetros da capital Manágua.

 

De acordo com Rommel Zelaya Gutierrez, gerente de frota da Pantaleon, “esse procedimento nunca feito por um caminhão antes, sempre se fez com tratores”.

 

A inovação, diz a montadora em nota, é motivada pelo aumento da produtividade no processo de colheita e semeio, já que os tratores têm limite de carga nos reboques e na manobra na plantação: “O caminhão VW é mais compacto e leva os implementos de colheita diretamente no chassi rígido facilitando as manobras e agilizando a colheita. Os operadores contaram ainda com treinamento de uma equipe brasileira da MAN Latin America”.

 

A MAN Latin America também está fortalecendo sua presença na região da América Central e Caribe, onde o mercado anual de caminhões e ônibus acima de 3,5 toneladas de peso bruto total é de aproximadamente 14,5 mil unidades. Honduras, Nicarágua, Guatemala e Panamá agora contam com estrutura própria de vendas e assistência técnica.

 

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Nissan atinge marca de 200 mil motores produzidos em Resende

O Complexo Industrial da Nissan, em Resende, RJ, alcançou a marca de 200 mil motores produzidos. Vale destacar que a unidade tem menos de quatro anos de operação. A unidade histórica foi do modelo flexfuel 1.6 16V, que equipa os três carros fabricados em Resende: Nissan March, Nissan Versa e Nissan Kicks. O complexo produz ainda outro propulsor, o 1.0 12V disponível para o Nissan March e o Nissan Versa.

 

O número é prova da evolução do Complexo Industrial de Resende e também do avanço da Nissan no mercado latino-americano. Inaugurada em abril de 2014, a fábrica vem colecionando conquistas expressivas. Em novembro do ano passado, a planta chegou aos 20 mil veículos produzidos para exportação. Dois meses antes, em setembro, foi celebrada a produção de 150 mil carros.

 

Para Hitoshi Mano, vice-presidente de manufatura da Nissan América Latina, cada nova marca alcançada reforça ainda mais a posição estratégica do Complexo Industrial de Resende para as pretensões da Nissan no Brasil e na América Latina: “Chegar à produção de 200 mil motores é significativo, pois atesta a capacidade de nossa fábrica de atender à crescente demanda do Brasil e de toda a região latino-americana”.

 

Scania e Northvolt: parceria para eletrificação de veículo.

A Scania anunciou na sexta-feira, 26, na Europa mais um passo em direção ao transporte sustentável, desta vez com foco em eletrificação. Em parceria com a Northvolt e com investimentos na ordem de € 10 milhões, a fabricante sueca avança no desenvolvimento de tecnologia de células de bateria para veículos pesados.

 

Para Henrik Henriksson, presidente e CEO da Scania, a eletrificação desempenhará um papel fundamental na mudança para um sistema de transporte livre de combustíveis fósseis. “No entanto, a tecnologia atual de células de bateria deve ser desenvolvida para atender aos requisitos comerciais dos clientes de ônibus e caminhões pesados. Com a Northvolt como parceira, acreditamos que podemos conquistar grandes progressos nessa área”.

 

As duas empresas estabelecerão uma equipe de especialistas e juntas trabalharão na instalação de uma área de pesquisa, a Northvolt Labs, em Västerås, na Suécia, para desenvolver e comercializar as células de bateria otimizadas para a alimentação de veículos comerciais. As empresas também entraram em um acordo de compra para células de bateria.

 

Peter Carlsson, co-fundador e CEO de Northvolt, disse que “com a experiência em produtos e negócios da Scania combinada com nosso processo de fabricação de ponta, estamos convencidos de que podemos produzir células de bateria econômicas e verdes, com a mais alta qualidade para o mercado de veículos comerciais pesados”.

 

A parceria é uma das várias iniciativas estratégicas da Scania para impulsionar a mudança para um sistema de transporte sustentável.

 

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Peugeot e Citroën retornarão ao mercado dos EUA

Várias informações oficiais confirmaram as intenções do Grupo PSA de retornar ao mercado automotivo estadunidense, lançando uma sede operacional na cidade de Atlanta a partir da qual desenvolverá um plano de trabalho que se reinstituirá nos próximos dez anos. As informações são do portal Guia Motor.

 

O especialista argentino Matías Antico adicionou em uma nota divulgada pelas redes sociais que o plano será desenvolvido em três fases. O primeiro procurará estabelecer serviços de mobilidade como compartilhamento de carro por meio de um aplicativo on-line. 

 

A segunda fase prevê a oferta de aluguel de veículos, como carros, bicicletas e scooters produzidos pelo grupo.

 

A terceira e última fase levará mais tempo a desenvolver porque requer a instalação de uma rede de revendedores e pontos pós-venda para permitir o fornecimento via importação de veículos das marcas Citroën, Peugeot, DS e Opel.

 

A instalação das operações de PSA nos Estados Unidos pode significar a entrada definitiva no mercado estadunidense.

 

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MDIC divulga lista de máquinas que o setor automotivo importará sem impostos

Como a AutoData publicou em dezembro, a Camex, Câmara de Comércio Exterior, zerou o imposto de importação para 1 mil 116 máquinas e equipamentos industriais sem produção nacional que serão usados pelas industrias de bens de capital, bens de informática e de telecomunicações, segundo as informações divulgadas pelo MDIC, Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços.

 

O Ministério revelou a lista de máquinas que serão importadas pelas empresas do setor automotivo, com 41 equipamentos, que inclui robôs industriais para movimentação de peças entre os maquinários e robôs industriais constituídos de braço mecânico, fresadoras automáticas para mancais de virabrequim, tornos horizontais de comando numérico computadorizado, centros de usinagem vertical dupla coluna, veículos para transporte e armazenamento de carga com lança telescópica.

 

Os impostos foram retirados porque as empresas afirmam que os maquinários gerarão investimentos de US$ 2,4 bilhões no Brasil, além da falta de produção no Brasil, sendo o setor automotivo o mais beneficiado, com 19,8% do valor total investido.

 

Porém, o MDIC não revelou quais empresas do setor automotivo farão as importações e investimento por questões de sigilo empresarial e também disse que não existe um prazo específico para os investimentos, pois eles são previstos em projetos das empresas e cada uma tem seu próprio cronograma. Os segmentos de bens de capital e eletrônicos ficarão com pouco mais de 10% do investimento cada um.

 

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Fenabrave: rede deve se adequar à realidade das vendas diretas.

O número de concessionárias no País baixou de 7 mil 330 para pouco mais de 6 mil lojas nos últimos três anos, redução que se deu pela queda nas vendas verificada no período. Afora este fator, o aumento da participação das vendas diretas no mix de negócios da rede também é visto como determinante para que o setor tenha passado por um processo de reestruturação.

 

Para a Fenabrave, a associação que representa os distribuidores de veículos, o fato do aumento da venda direta, praticada pelo fabricante, redundou no encerramento das atividades das lojas que tinham menor poder de investimento. Alarico Assumpção Júnior, presidente reeleito da entidade, acredita que o futuro reserva uma adequação dos modelos de negócios da rede para que possam operar de forma saudável em um cenário onde a venda direta veio para ficar: “Não sou contra as vendas diretas, ainda que hoje, da forma como elas estão sendo feitas, tenham sido responsáveis pela saída de muitos empreendedores do mercado”.

 

O representante aponta que há três tipos de concessionárias no mercado e cada uma reagiu de maneira distinta à crise: as grandes, que tinham caixa e acesso a crédito, tiveram de onde tirar recursos para cobrir as perdas e reduziram o número de lojas. As médias se endividaram para bancarem a operação com vendas em baixa. As pequenas, as que mais sofreram, não tiveram de onde sacar recursos para sobreviver e, assim, acabaram fechando as portas.

 

Ele explicou ainda que cada representante negocia diretamente com a fabricante os termos que vão conduzir o negócio, o que ele chama de convenção. Em contrato fica determinado o porcentual que o distribuidor recebe em cada transação. Por ser algo negociado diretamente com a fábrica, a fatia varia de acordo com o fabricante. No entanto, sobre as vendas diretas, o presidente da Fenabrave afirma que as margens geralmente são pequenas:

 

“É um porcentual geralmente baixo. Mesmo que a rede tenha a possibilidade de oferecer serviços e acessórios aos veículos vendidos diretamente pela fábrica, quando o volume de negócios fechados dessa forma aumenta diminui a rentabilidade do distribuidor. Por isso é importante que a rede repense o seu modelo de negócio, aposte em capacitação e oferta de serviços. A loja física ainda desempenha um papel importante no processo de venda e as fabricantes sabem disso”.

 

Em alta – As vendas diretas têm aumentado sua participação nos últimos anos no setor. Representaram, segundo a Fenabrave, 40% do total de emplacamentos feitos em 2017. Para o presidente da entidade, o crescimento verificado se deu em função da redução do mercado como um todo: “As vendas diretas não cresceram, é preciso explicar isso. O que houve foi a redução das vendas feitas pelas concessionárias, que perdeu espaço no volume de negócios do setor”. No ano passado, o volume de veículos vendidos diretamente por algumas montadoras representou mais da metade do total, e este é um cenário que começou a ganhar força em 2016.

 

Por causa disso, algumas associações de distribuidores cogitam rediscutir com as fábricas margens maiores para o caso das vendas diretas. Outras entraram com ação na justiça contra descumprimento de acordos prévios e competição desleal com vendas diretas.

 

Sobre este tema, o presidente da Fenabrave afirmou que a entidade não pode, por estatuto, interferir na relação comercial dos fabricantes com suas redes de distribuição: “Desde que assumi o cargo na federação, nenhuma associação bateu na minha porta pedindo para estabelecer um diálogo entre as partes. O estatuto nos impede de discutir com a fabricante sem que o representante tenha feito solicitação”.

 

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Fiat aposta em preço, pós-vendas e rede para crescer com novo Ducato

A nova geração do Fiat Ducato foi lançada na quarta-feira, 24, em Campinas, SP, com destaque para a chegada da versão chassi cabine, segmento que a empresa não participava até o ano passado e outras 12 versões se somaram a novidade, sendo três furgões de carga, duas ambulâncias, cinco opções de passageiro, com uma delas adaptada para transporte de pessoas com restrição de mobilidade e duas Multi, voltadas para transformações, com as vendas programadas para começarem em fevereiro nas concessionárias.

 

Paulo Goddard, gerente de vendas da Fiat, falou sobre a importância da nova versão: “Tínhamos uma demanda do mercado para trazer esta versão há muitos anos, que é muito importante, pois representa 50% do segmento e esperamos aumentar a nossa participação, com toda a tradição que temos. Isso ajudará nas vendas”. A expectativa da empresa é vender no mínimo 500 unidades por mês, com crescimento esperado para o segmento de 8% a 10% e para o mercado total uma expansão de 5%.

 

Para atingir a meta de vendas a empresa posicionou o preço de todas as versões abaixo dos seus concorrentes diretos, apostando também na rede de concessionários com 200 pontos de atendimento e afirmando que é mais do que o dobro que a concorrente com o maior número de lojas. A empresa considera seus dois principais competidores o Mercedes-Benz Sprinter e o Renault Master, mas admite que de maneira indireta os novos Citroën Jumpy e Peugeot Expert também disputam o segmento.

 

Neste segmento o pós-vendas é muito importante e a Fiat preparou alguns pacotes, como plano de revisões programadas, com preço definido na hora da compra e a possibilidade de escolha para o número de revisões, de uma a cinco, com a primeira sem custo para mão de obra. Outra conveniência que a Fiat oferece e considera importante é a garantia estendida, que após os 12 primeiros meses, pode ser aumentada por um ou dois anos, sem limite de quilometragem. A empresa também afirma que sua cesta de peças com 75 itens é 7% mais barata que a média da concorrência.

 

O motor de todas as versões é o F1A 2.3 turbodiesel, também usado na geração antiga, que recebeu melhorias, como aumento de 3 cv de potência e 0,5 kgfm, entregando 137 cv e 32,7 kgfm. O câmbio passou pelo mesmo processo e ganhou a sexta marcha.

 

Confira o preço de cada versão:

 

Ducato Chassi – R$ 108,5 mil

 

Ducato Furgão Curto – R$ 111 mil 190

 

Ducato Furgão Médio – R$ 121,5 mil

 

Ducato Furgão Longo – R$ 126,9 mil

 

Ducato Multi Longo – R$ 131,1 mil

 

Ducato Multi Extralongo – R$ 139,9 mil

 

Ducato Minibus Longo – R$ 151,9 mil

 

Ducato Minibus Extralongo – 163,9 mil

 

Foto: Divulgação.