GM contrata 700 e abre terceiro turno em Gravataí

A General Motors abriu 700 postos de trabalho na produção de Gravataí, RS, para o terceiro turno, atendendo à demanda pelos modelos Onix e Prisma no Brasil e em outros mercados da América do Sul.

 

O terceiro turno faz parte do investimento de R$ 1,4 bilhão anunciado para a unidade do Rio Grande do Sul, em agosto deste ano. A GM investirá R$ 4,5 bilhões em todas as suas três fábricas no Brasil: São Caetano do Sul, SP, Joinville, SC, e Gravataí, RS.

 

Ao presidente da república, Carlos Zarlenga, presidente da GM Mercosul, informou que a empresa continuará acelerando seus investimentos no Brasil. Os recursos fazem parte do plano de aportar R$ 13 bilhões às operações no País de 2014 a 2020.

 

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Frota deve atingir 275 mil unidades

As locadoras de veículos associadas da Abla, a Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis, foram responsáveis por 13,5% dos emplacamentos realizados no País de janeiro a agosto deste ano, ou 185 mil 342 veículos. A expectativa da entidade, que não engloba os principais players do setor – Localiza, Movida e Unidas –, é de que a frota de suas associadas, até dezembro, seja 27% maior do que a de 2016, chegando a 275 mil unidades.

 

Paulo Roberto de Val Nemmer, presidente da entidade, disse, durante o 13º Fórum Nacional do Setor de Locação de Veículos, realizado em São Paulo, na quarta-feira, 13, que a projeção de emplacamentos é sustentada pelo aumento das vendas diretas no mercado e pela melhoria do ambiente de negócios junto às fabricantes:

 

“Logo no início da crise, em 2013, as fabricantes diminuíram a produção e retiraram os descontos. Mas agora percebemos que melhorou o ambiente de negócios com as locadoras. Algumas empresas que se afastaram da locação voltaram novamente seus holofotes para o setor”.

 

Nemmer disse, também, que os modelos Chevrolet Ônix, Ford Ka e Renault Sandero, nessa ordem, compõem o grupo de veículos mais presentes na frota das empresas associadas. Os três modelos, inclusive, foram os mais vendidos no País de janeiro a agosto, segundo dados da Anfavea, ao lado do Hyundai HB 20 e do Volkswagen Gol.

 

Segundo dados da Abla em 2016 o número de locadoras no País chegou a 11 mil 199 empresas, a maior parte concentrada na região Sudeste, 5 mil 155. As montadoras que tiveram mais automóveis absorvidos pelas locadoras foram Fiat, General Motors, Renault, Ford, Hyundai e Volkswagen.

 

No ano passado 16% dos veículos vendidos a empresas de locação foram caminhões e ônibus, ou 13 mil 70 unidades.

 

Foto: Divulgação.

Do Brasil para o mundo

A fábrica brasileira da MAN, localizada em Resende, RJ, vestiu-se de gala na quarta-feira,13, para receber a pré-apresentação da nova família Delivery de caminhões leves Volkswagen, que fará sua primeira aparição pública na Fenatran, Feira Nacional de Transportes, que será realizada em meados de novembro, em São Paulo.

Esta nova família, totalmente desenvolvida pela engenharia brasileira, é fruto de investimento de mais de R$ 1 bilhão e cinco anos de trabalho, e promoverá a MAN à categoria de fornecedora full line de caminhões no Brasil e na América Latina.

 

Segundo a MAN esta nova família Delivery chega para “realmente revolucionar” o transporte de cargas no segmento de caminhões leves. Composta por modelos de 3,5 a 13 toneladas atende, também, a padrões internacionais que são exigidos pelos mercados mais exigentes e, por isso, será apoio importante aos atuais esforços para internacionalizar cada vez mais suas vendas. Como lembrou o presidente Roberto Cortes, “é uma família de caminhões que nasce com coração verde e amarelo, mas com vocação para atender ao mundo”.

 

Uma das sua principais atrações é o fato de que a marca Volkswagen chegará, agora, também ao disputado mercado de 3,5 toneladas com um modelo batizado de Express. O novo produto reúne os atributos de um caminhão grande num veículo pequeno, tais como espaço interno e robustez, com design moderno. É realmente um veículo que impressiona no primeiro contato. Além dele, e também voltado para essa atividade de transporte urbano, o Delivery de 4 toneladas é outra grande aposta da montadora dentre os modelos de entrada que estão sendo criados a partir da nova família, pois permite financiamento via Finame, o que não será possível para seu irmão mais leve de 3,5 toneladas.

 

Completando a família os modelos de 6, 9 e 11 toneladas nascem com a missão de superar os atuais Delivery. Esse é um dado importante, principalmente quando se leva em cota que o atual Delivery 8.160 é o caminhão mais vendido do mercado brasileiro até agosto, com 1 mil 305 unidades emplacadas

Outra novidade importante da nova família refere-se ao modelo 13.180, equipado com terceiro eixo, que completa a gama com a maior capacidade de carga do novo portfólio. Todos os modelos serão comercializados em três versões de acabamento: a City, de entrada; a Trend, sob medida para o dia a dia das mais diversas operações; e a Prime, que traz aspectos visuais e de conforto diferenciados.

 

A aposta da MAN nesse novo segmento reflete sua convicção de que o mercado de caminhões deverá sofrer alterações de cultura nos próximos ano:

 

“Os pesos de importância das categorias hoje é mais ou menos igual, com 31% para os extra pesados e leves e semileves e 38% para os médios e pesados”, observou Ricardo Alouche, vice-presidente de vendas e marketing da MAN. “No futuro a tendência é de crescimento dos segmentos de extra pesados e de leves e semileves, com redução da importância dos médios e pesados”.

 

A aposta do executivo é que os novos cinco modelos poderão representar participação de até 34 % nas vendas MAN na região em futuro breve. O objetivo de longo prazo é que a nova família possa vender 30 mil unidades anuais somente no mercado doméstico.

 

A nova família foi projetada, desenvolvida e testada em toda a América Latina, seguindo padrões mundiais de certificação e de qualidade, o que na prática já carimba o seu passaporte para quase todos os países que hoje já recebem produtos fabricados pela MAN no Brasil. O primeiro destino internacional será o México, também já a partir de novembro. E a partir do início do ano que vem o veículo passará a ser ofertado em toda a América do Sul. É a expectativa de Marcos Forgioni, vice-presidente da MAN para mercados internacionais:

 

“Exportaremos 8,5 mil caminhões em 2017, dos quais 1,5 mil serão Delivery. Nosso objetivo é chegar a 2020 com 15 mil unidades exportadas das quais 5 mil Delivery”.

 

O executivo anunciou que os novos modelos serão montados também na Nigéria, África, provavelmente já em 2018, a partir de acordo que está sendo negociado com o importador local.

 

Na linha – Em termos produtivos a fábrica da MAN de Resende também recebeu modernizações importantes para a chegada da nova família de caminhões. A linha de produção de cabinas, por exemplo, foi ampliada, equipada com 37 robôs e trabalha hoje com 60% de automação, segundo Adílson Dezoto, vice-presidente de produção da MAN e atual responsável pela administração da fábrica:

 

“Essa ampliação e automação também fazem parte do investimento de R$ 1 bilhão. O início da produção da nova família, inclusive, possibilitou a criação de trezentos novos postos de trabalho na empresa, duzentos dos quais na linha de montagem”.

 

De acordo com ele a MAN trabalha, hoje, em um turno de trabalho e produzindo cerca de 120 veículos/dia, incluindo ônibus. A capacidade total da fábrica de Resende é de 100 mil unidades/ano e o seu recorde foi obtido em 2011, com a produção de 86 mil caminhões e ônibus.

 

Com os novos caminhões a companhia pretende novamente se aproximar desse volume recorde, com os leves podendo chegar a 35% do total produzido.

 

Foto: Malagrine Estúdio

Incógnitas do carro do futuro

Muitas tendências, alguns caminhos e várias soluções, não apenas uma rota única e definitiva. Essa foi a tônica do painel 2 do Simpósio Internacional de Engenharia Automotiva, que tratou sobre os veículos das próximas gerações. O evento foi organizado pela prestigiosa AEA, Associação Brasileira de Engenharia Automotiva, na terça e quarta-feira, 12 e 13, em São Paulo.

 

Henry Joseph Júnior, vice-presidente da Anfavea, Miguel Silva da Fonseca, vice-presidente da Toyota, e Ricardo Abreu, diretor de pesquisa e desenvolvimento da Mahle, sob mediação do jornalista Joel Leite, foram os três debatedores desse painel. Para Joseph Junior algumas tendências estão muito claras: do lado do veículo citou elétricos e híbridos, direção autônoma, conectividade e digitalização. Do lado da produção lembrou das inovações trazidas pela indústria 4.0.

 

“As cidades continuam crescendo e o apelo por segurança viária, conectividade, direção autônoma e meio ambiente, com redução dos gases do efeito estufa, motivam a evolução dos veículos leves e pesados”.

 

Abreu ponderou os caminhos relacionados aos trens-de-força das próximas gerações. Para ele existem várias soluções de híbridos e elétricos, mas os motores a combustão ainda possuem um bom espaço de melhoria de eficiência, principalmente se considerar a utilização de biocombustíveis:

 

“Mesmo com o aumento de vendas de híbridos e elétricos as projeções da frota mundial para 2040 indicam que 75% dos veículos ainda terão motores a combustão interna”.

Durante os debates ele reforçou, também, o papel da evolução dos combustíveis, que poderiam oferecer melhores possibilidades com uma maior octanagem.

 

Miguel Fonseca também apontou o meio ambiente, redução da emissão de CO2 e metas de redução dos índices de aquecimento global como motivadores da evolução dos veículos. Ele apresentou uma curva de tendência crescente da venda deste tipo de veículos até 2040 e demonstrou as soluções de híbridos e elétricos da Toyota.

 

Para Fonseca a mudança do comportamento da sociedade, que não necessariamente manterá o desejo de propriedade do veículo, mas sim da utilização como meio de transporte, é real: “Mas estes meios de transporte continuarão sendo veículos fabricados pela indústria. O que pode mudar é a fonte de receita das empresas”.

 

Ao término do painel Joseph Júnior lembrou a importância da inspeção técnica veicular: “De nada adianta ampliarmos a tecnologia se veículos sem condições de rodagem continuarem circulando nas ruas”.

 

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Lâmpada para caminhões da Philips pode durar até 500 horas

Fornecedoras de lâmpadas automotivas no mercado de reposição, a Philips lança para o segmento de pesados a linha 24V MasterDuty cujo destaque é a durabilidade de até 500 horas.

 

Segundo a fabricante, esta lâmpada recebeu melhorias no filamento, reforços no suporte e na base, para ser robusta e mais resistente às vibrações, assim como o vidro de quartzo usado na produção, que é mais resistente as variações de temperatura e bloqueiam os raios UV, que evita o amarelamento da lente do farol.

 

Ainda é possível diferenciar o visual dos faróis, com a MasterDuty BlueVision, que traz efeito xênon.

Volvo lança simulador de segurança viária para transportadores

O Grupo Volvo lançou nesta quarta-feira, 13, um simulador que ajudará as empresas de transporte a identificar o grau de segurança viária durante as viagens. O transportador poderá monitorar o nível de atendimento aos requisitos da ISO 39001, norma internacional que regulamenta as ações de gestão de segurança de tráfego viário.

 

“O simulador é uma ferramenta que contribui para agregar mais valor ao negócio dos transportadores que querem estabelecer como meta a certificação pela ISO e ter uma gestão voltada para a segurança viária”, disse Solange Fusco, diretora de comunicação corporativa do Grupo Volvo América Latina, em comunicado.

 

O lançamento faz parte das ações que comemoram os 30 anos do Programa Volvo de Segurança no Trânsito, PVST, com objetivo de mobilizar a sociedade e gerar transformações positivas para um trânsito mais seguro.

 

O acesso é feito pela internet, no portal do PVST.

 

Ford terá compartilhamento de bicicletas na Alemanha

A Ford lançou um serviço de compartilhamento de bicicletas na Alemanha, chamado de FordPass Bike, em parceria com a Deutsche Bahn Connect. Esta é a primeira vez que uma fabricante de automóveis promove um serviço de compartilhamento de bicicletas na Europa, segundo a Ford.

 

O serviço disponibilizará 3,2 mil bicicletas nas cidades de Colônia e Dusseldorf, usando o sistema de locação “Call a Bike” da empresa parceira. Os interessados deverão usar o aplicativo FordPass para se registrar no programa e encontrar a bicicleta disponível mais próxima e fazer o pagamento online.

 

“Como provedor de mobilidade, queremos oferecer soluções sustentáveis âEUR<âEUR

Ecosport terá versão esportiva inédita na Europa

Uma das estrelas da Ford no Salão de Frankfurt é o novo Ecosport, que começará a ser vendido na Europa no final do ano, com duas novidades: a versão esportiva, ST-Line e outra com motor 1.5 diesel de 125 cv e tração integral.

 

É a primeira vez que o Ecosport terá uma versão ST-Line na Europa e as principais mudanças são: para-choques e saias laterais exclusivas, rodas de liga leve aro 17, coluna, grade dianteira e retrovisores pintados de preto. Internamente, destaque para os bancos de couro com costura vermelha, volante e alavancas de câmbio e freio revestidos de couro, pedaleiras de aço e soleira personalizada.

 

O modelo europeu recebeu as mudanças que já vimos aqui no Brasil: novo visual, melhores materiais usados no acabamento interno e equipamentos como sete airbags, multimídia SYNC 3 com tela de 6,5 ou 8 polegadas, sensor de ponto cego e controle de estabilidade com sistema anticapotamento.

 

As principais diferenças que o Ecosport europeu tem em todos os modelos são a carroceria com ou sem estepe na tampa do porta-malas, ajustes de suspensão e direção e linha de motores oferecidos: 1.5 diesel EcoBlue de 125 cv, 1.5 diesel TDCi de 100 cv, 1.0 EcoBoost a gasolina de 140 cv, 125 cv e 100 cv.

 

O segmento de SUV’s é o que mais cresce na Europa [21% em 2016], correspondendo a ¼ de todos os carros de passeio vendidos. No caso do Ecosport, as vendas aumentaram 40% no ano passado.

 

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Honda terá subcompacto elétrico em 2019

A Honda mostrou no Salão de Frankfurt o conceito Urban EV, pequeno carro elétrico que não está tão distante de chegar ao mercado. “Esta não é uma visão do futuro distante. Uma versão de produção do carro estará na Europa em 2019”, disse Takahiro Hachigo, CEO da Honda.

 

O projeto foi desenvolvido com base no mercado europeu, mas será vendido globalmente, sendo produzido em uma nova plataforma da Honda no Japão, mostrando o caminho que a fabricante seguirá nas áreas de tecnologia e design.

 

Segundo a Honda, o carro terá uma série de novas tecnologias, como o uso de câmeras no lugar dos retrovisores laterais. A expectativa da fabricante é vender 5 mil unidades por ano, na Europa, a partir de 2019.

Indústria e Governo articulam medidas para renovação de frota

Representantes da indústria e sindicalistas apresentaram na terça-feira, 12, propostas para retomada do crescimento econômico ao presidente da república e ministros, em Brasília. Foram sete medidas para aplicação no curto prazo, dentre as quais renovação de frota de veículos e incentivos ao setor de autopeças.

 

Paulo Skaf, presidente da Fiesp, participou do encontro e disse que ambos os temas que dizem respeito ao setor automotivo são considerados prioridade e possíveis de serem estimulados já no começo de 2018: “Existem outras demandas, mas enxergamos que estes dois assuntos são mais urgentes para começar um processo de crescimento dentro de um dos setores que mais empregam no País”.

 

Para o representante da indústria, as medidas apresentadas sugerem que sejam destravadas por parte do governo federal barreiras que restringem o crédito às empresas que planejaram renovação de frota para o ano que vem. A proposta é que o BNDES libere um volume maior de recursos e sem agentes intermediários:

 

“Não é incentivo, até porque o nosso banco de fomento pratica juros maiores na comparação com os de países desenvolvidos. Queremos que o crédito seja destravado para quem precisa fazer aquisições de veículos, entre outras ferramentas. Hoje, com a figura do intermediário, que assume o risco da operação financeira, em alguns casos o dinheiro não chega até a ponta porque não há garantias suficientes para a liberação da verba”.

 

Skaf não entrou em pormenores sobre a íntegra das propostas e se tratam especificamente de um segmento dentro do setor automotivo, mas contou que o pleito da indústria é que o BNDES crie novas linhas de crédito que não demandem bancos de varejo como intermediários: “A sinalização do presidente da entidade, Paulo Rabelo, é de que isso aconteça para beneficiar empresas de diversos portes e segmentos”.

 

Os segmentos de caminhões e ônibus, por exemplo, são os que mais dependem de linhas de crédito para aquisições. Ambos atualmente enfrentam dificuldades para se reestabelecerem em termo de produção e licenciamentos. De janeiro a agosto deste ano, as fabricantes trabalharam para reduzir as perdas nos dois quesitos, mas a retomada está ligada diretamente ao PIB e acesso ao crédito. 

 

Em 2016 o BNDES liberou R$ 88,3 bilhões em recursos para projetos de investimento. O setor industrial liderou os desembolsos com R$ 30,1 bilhões e participação de 34,2% sobre o total liberado. Em seguida veio o setor de Infraestrutura, para o qual foram desembolsados R$ 25,9 bilhões, 29,4% do total.

 

Na comparação com o período anterior, houve retração nominal de 35% nos desembolsos totais do banco. Aprovações, enquadramentos e consultas tiveram queda nominal, de 28%, 16% e 11%, respectivamente. A expectativa da indústria, de acordo com Paulo Skaf, é de que a retomada do setor automotivo nas vendas internas, e de obras de infraestrutura que hoje se encontram paradas no País, reestabeleça o crescimento dos reembolsos do banco de fomento.

 

A liberação do crédito, ainda, é vista como ferramenta de incentivo ao setor de autopeças, disse o presidente da Fiesp. Em conjunto com outras questões ligadas à macroeconomia, como reforma trabalhista, aumento do PIB e redução da inflação, a entidade acredita que o fomento via recursos irá aumentar a competitividade do segmento.

 

Outra questão abordada por Skaf para que haja retomada no setor de autopeças foi a coibição por parte do governo federal de práticas de concorrência de fabricantes estrangeiros consideradas desleais: “Quando você tem um setor muito competitivo em preço, é muito injusto quando empresas daqui deixam de vender por causa de práticas de dumping. Reativando o setor e tomando cuidado para que não aconteçam práticas desleais, o setor de autopeças pelo menos estaria sendo atendido por estes pontos ligados a macroeconomia”.

 

Foto: Marcos Corrêa