Scania e Northvolt: parceria para eletrificação de veículo.

A Scania anunciou na sexta-feira, 26, na Europa mais um passo em direção ao transporte sustentável, desta vez com foco em eletrificação. Em parceria com a Northvolt e com investimentos na ordem de € 10 milhões, a fabricante sueca avança no desenvolvimento de tecnologia de células de bateria para veículos pesados.

 

Para Henrik Henriksson, presidente e CEO da Scania, a eletrificação desempenhará um papel fundamental na mudança para um sistema de transporte livre de combustíveis fósseis. “No entanto, a tecnologia atual de células de bateria deve ser desenvolvida para atender aos requisitos comerciais dos clientes de ônibus e caminhões pesados. Com a Northvolt como parceira, acreditamos que podemos conquistar grandes progressos nessa área”.

 

As duas empresas estabelecerão uma equipe de especialistas e juntas trabalharão na instalação de uma área de pesquisa, a Northvolt Labs, em Västerås, na Suécia, para desenvolver e comercializar as células de bateria otimizadas para a alimentação de veículos comerciais. As empresas também entraram em um acordo de compra para células de bateria.

 

Peter Carlsson, co-fundador e CEO de Northvolt, disse que “com a experiência em produtos e negócios da Scania combinada com nosso processo de fabricação de ponta, estamos convencidos de que podemos produzir células de bateria econômicas e verdes, com a mais alta qualidade para o mercado de veículos comerciais pesados”.

 

A parceria é uma das várias iniciativas estratégicas da Scania para impulsionar a mudança para um sistema de transporte sustentável.

 

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Peugeot e Citroën retornarão ao mercado dos EUA

Várias informações oficiais confirmaram as intenções do Grupo PSA de retornar ao mercado automotivo estadunidense, lançando uma sede operacional na cidade de Atlanta a partir da qual desenvolverá um plano de trabalho que se reinstituirá nos próximos dez anos. As informações são do portal Guia Motor.

 

O especialista argentino Matías Antico adicionou em uma nota divulgada pelas redes sociais que o plano será desenvolvido em três fases. O primeiro procurará estabelecer serviços de mobilidade como compartilhamento de carro por meio de um aplicativo on-line. 

 

A segunda fase prevê a oferta de aluguel de veículos, como carros, bicicletas e scooters produzidos pelo grupo.

 

A terceira e última fase levará mais tempo a desenvolver porque requer a instalação de uma rede de revendedores e pontos pós-venda para permitir o fornecimento via importação de veículos das marcas Citroën, Peugeot, DS e Opel.

 

A instalação das operações de PSA nos Estados Unidos pode significar a entrada definitiva no mercado estadunidense.

 

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MDIC divulga lista de máquinas que o setor automotivo importará sem impostos

Como a AutoData publicou em dezembro, a Camex, Câmara de Comércio Exterior, zerou o imposto de importação para 1 mil 116 máquinas e equipamentos industriais sem produção nacional que serão usados pelas industrias de bens de capital, bens de informática e de telecomunicações, segundo as informações divulgadas pelo MDIC, Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços.

 

O Ministério revelou a lista de máquinas que serão importadas pelas empresas do setor automotivo, com 41 equipamentos, que inclui robôs industriais para movimentação de peças entre os maquinários e robôs industriais constituídos de braço mecânico, fresadoras automáticas para mancais de virabrequim, tornos horizontais de comando numérico computadorizado, centros de usinagem vertical dupla coluna, veículos para transporte e armazenamento de carga com lança telescópica.

 

Os impostos foram retirados porque as empresas afirmam que os maquinários gerarão investimentos de US$ 2,4 bilhões no Brasil, além da falta de produção no Brasil, sendo o setor automotivo o mais beneficiado, com 19,8% do valor total investido.

 

Porém, o MDIC não revelou quais empresas do setor automotivo farão as importações e investimento por questões de sigilo empresarial e também disse que não existe um prazo específico para os investimentos, pois eles são previstos em projetos das empresas e cada uma tem seu próprio cronograma. Os segmentos de bens de capital e eletrônicos ficarão com pouco mais de 10% do investimento cada um.

 

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Fenabrave: rede deve se adequar à realidade das vendas diretas.

O número de concessionárias no País baixou de 7 mil 330 para pouco mais de 6 mil lojas nos últimos três anos, redução que se deu pela queda nas vendas verificada no período. Afora este fator, o aumento da participação das vendas diretas no mix de negócios da rede também é visto como determinante para que o setor tenha passado por um processo de reestruturação.

 

Para a Fenabrave, a associação que representa os distribuidores de veículos, o fato do aumento da venda direta, praticada pelo fabricante, redundou no encerramento das atividades das lojas que tinham menor poder de investimento. Alarico Assumpção Júnior, presidente reeleito da entidade, acredita que o futuro reserva uma adequação dos modelos de negócios da rede para que possam operar de forma saudável em um cenário onde a venda direta veio para ficar: “Não sou contra as vendas diretas, ainda que hoje, da forma como elas estão sendo feitas, tenham sido responsáveis pela saída de muitos empreendedores do mercado”.

 

O representante aponta que há três tipos de concessionárias no mercado e cada uma reagiu de maneira distinta à crise: as grandes, que tinham caixa e acesso a crédito, tiveram de onde tirar recursos para cobrir as perdas e reduziram o número de lojas. As médias se endividaram para bancarem a operação com vendas em baixa. As pequenas, as que mais sofreram, não tiveram de onde sacar recursos para sobreviver e, assim, acabaram fechando as portas.

 

Ele explicou ainda que cada representante negocia diretamente com a fabricante os termos que vão conduzir o negócio, o que ele chama de convenção. Em contrato fica determinado o porcentual que o distribuidor recebe em cada transação. Por ser algo negociado diretamente com a fábrica, a fatia varia de acordo com o fabricante. No entanto, sobre as vendas diretas, o presidente da Fenabrave afirma que as margens geralmente são pequenas:

 

“É um porcentual geralmente baixo. Mesmo que a rede tenha a possibilidade de oferecer serviços e acessórios aos veículos vendidos diretamente pela fábrica, quando o volume de negócios fechados dessa forma aumenta diminui a rentabilidade do distribuidor. Por isso é importante que a rede repense o seu modelo de negócio, aposte em capacitação e oferta de serviços. A loja física ainda desempenha um papel importante no processo de venda e as fabricantes sabem disso”.

 

Em alta – As vendas diretas têm aumentado sua participação nos últimos anos no setor. Representaram, segundo a Fenabrave, 40% do total de emplacamentos feitos em 2017. Para o presidente da entidade, o crescimento verificado se deu em função da redução do mercado como um todo: “As vendas diretas não cresceram, é preciso explicar isso. O que houve foi a redução das vendas feitas pelas concessionárias, que perdeu espaço no volume de negócios do setor”. No ano passado, o volume de veículos vendidos diretamente por algumas montadoras representou mais da metade do total, e este é um cenário que começou a ganhar força em 2016.

 

Por causa disso, algumas associações de distribuidores cogitam rediscutir com as fábricas margens maiores para o caso das vendas diretas. Outras entraram com ação na justiça contra descumprimento de acordos prévios e competição desleal com vendas diretas.

 

Sobre este tema, o presidente da Fenabrave afirmou que a entidade não pode, por estatuto, interferir na relação comercial dos fabricantes com suas redes de distribuição: “Desde que assumi o cargo na federação, nenhuma associação bateu na minha porta pedindo para estabelecer um diálogo entre as partes. O estatuto nos impede de discutir com a fabricante sem que o representante tenha feito solicitação”.

 

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Fiat aposta em preço, pós-vendas e rede para crescer com novo Ducato

A nova geração do Fiat Ducato foi lançada na quarta-feira, 24, em Campinas, SP, com destaque para a chegada da versão chassi cabine, segmento que a empresa não participava até o ano passado e outras 12 versões se somaram a novidade, sendo três furgões de carga, duas ambulâncias, cinco opções de passageiro, com uma delas adaptada para transporte de pessoas com restrição de mobilidade e duas Multi, voltadas para transformações, com as vendas programadas para começarem em fevereiro nas concessionárias.

 

Paulo Goddard, gerente de vendas da Fiat, falou sobre a importância da nova versão: “Tínhamos uma demanda do mercado para trazer esta versão há muitos anos, que é muito importante, pois representa 50% do segmento e esperamos aumentar a nossa participação, com toda a tradição que temos. Isso ajudará nas vendas”. A expectativa da empresa é vender no mínimo 500 unidades por mês, com crescimento esperado para o segmento de 8% a 10% e para o mercado total uma expansão de 5%.

 

Para atingir a meta de vendas a empresa posicionou o preço de todas as versões abaixo dos seus concorrentes diretos, apostando também na rede de concessionários com 200 pontos de atendimento e afirmando que é mais do que o dobro que a concorrente com o maior número de lojas. A empresa considera seus dois principais competidores o Mercedes-Benz Sprinter e o Renault Master, mas admite que de maneira indireta os novos Citroën Jumpy e Peugeot Expert também disputam o segmento.

 

Neste segmento o pós-vendas é muito importante e a Fiat preparou alguns pacotes, como plano de revisões programadas, com preço definido na hora da compra e a possibilidade de escolha para o número de revisões, de uma a cinco, com a primeira sem custo para mão de obra. Outra conveniência que a Fiat oferece e considera importante é a garantia estendida, que após os 12 primeiros meses, pode ser aumentada por um ou dois anos, sem limite de quilometragem. A empresa também afirma que sua cesta de peças com 75 itens é 7% mais barata que a média da concorrência.

 

O motor de todas as versões é o F1A 2.3 turbodiesel, também usado na geração antiga, que recebeu melhorias, como aumento de 3 cv de potência e 0,5 kgfm, entregando 137 cv e 32,7 kgfm. O câmbio passou pelo mesmo processo e ganhou a sexta marcha.

 

Confira o preço de cada versão:

 

Ducato Chassi – R$ 108,5 mil

 

Ducato Furgão Curto – R$ 111 mil 190

 

Ducato Furgão Médio – R$ 121,5 mil

 

Ducato Furgão Longo – R$ 126,9 mil

 

Ducato Multi Longo – R$ 131,1 mil

 

Ducato Multi Extralongo – R$ 139,9 mil

 

Ducato Minibus Longo – R$ 151,9 mil

 

Ducato Minibus Extralongo – 163,9 mil

 

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Código de Trânsito Brasileiro completa 20 anos

O Código de Trânsito Brasileiro, CTB, completou na segunda-feira, 22, duas décadas em vigor com o desafio de tirar o Brasil da quarta posição no número de mortes no mundo, depois da China, Índia e Nigéria. No mundo, todos os anos morrem cerca de 1,25 milhão de pessoas vítimas de acidente de trânsito.

 

No Brasil, conforme informação do Ministério da Saúde, em 2015, últimos dados disponíveis, 38 mil 651 pessoas foram vítimas de acidente de trânsito, redução de 11% na comparação com 2014.

 

O estudo mostra que o Estado de São Paulo foi o que mais conseguiu reduzir o número de vítimas fatais ao passar de 7 mil 303, em 2014, para 6.134, em 2015.

 

Francisco Garonce, coordenador de Educação do Departamento Nacional de Trânsito, Denatran, em entrevista à Agência Brasil, considerou significativo o resultado obtido no combate à violência no trânsito, mas vê como “uma meta ambiciosa” a tentativa de reduzir à metade, como orientação da ONU, os casos de acidente com morte nos próximos três anos.

 

Benefícios – O Código foi criado para garantir a mobilidade segura, já que antes não havia critérios específicos para a fiscalização do trânsito. Entre os benefícios do CTB especialistas destacam o de dar aos municípios competências administrativas voltadas à gestão do trânsito.

 

Para Julyver Modesto de Araujo, mestre em Direito do Estado e comentarista do CTB Digital, “um dos maiores destaques foi a ‘municipalização do trânsito’. O Poder Executivo local com o controle da gestão do trânsito fez com que a administração pública ficasse mais próxima dos cidadãos. Outro destaque é a exigência de ações de educação no trânsito, não só pelos componentes do Sistema Nacional de Trânsito, mas também pelos órgãos educacionais do País”.

 

Conscientização – Para especialistas, apesar de ainda estar longe do ideal, a redução no número de mortes no trânsito mostra que a entrada em vigor do CTB aumentou a conscientização em relação a um trânsito seguro. 

 

Há 20 anos, era comum, por exemplo, reclamações quanto ao uso do cinto de segurança. Hoje já é automático o motorista entrar no carro e colocar o equipamento.

 

Até 2017, 32 leis de alteração do CTB e 712 resoluções do Conselho Nacional de Trânsito complementaram o Código. Se um lado, temos um código completo, que abrange diversas situações, por outro, isto pode passar uma certa insegurança jurídica.

 

“É claro que qualquer lei está sujeita a falhas. O que se precisa, entretanto, é uma solidez maior nas normas viárias, de modo que o cidadão saiba exatamente o que deve e o que não deve ser feito na via pública. Hoje, é praticamente impossível conhecer a legislação de trânsito na sua plenitude. Em minha opinião, o que precisa ser melhorado é justamente isso: termos uma legislação mais enxuta e mais estável, porque não se cumpre aquilo que não se conhece”.

 

Em 1997, mexer no celular, por exemplo, não era algo comum. No entanto, isso mudou ao longo dos anos e agora deixou de ser uma infração média e passou a ser gravíssima.

 

“A tecnologia veio com tudo e trouxe insegurança ao trânsito. Por isto, foi necessário criar uma punição mais rigorosa ao condutor. A alcoolemia é outro exemplo. Há 20 anos, era uma infração gravíssima, que podia ser multiplicada por cinco. Desde 2012, continuou a ser gravíssima, mas com a possibilidade de se multiplicar por dez. E, se houver reincidência, pode ser multiplicada por vinte”.

 

Foto: Agência Brasil.

 

 

Tecnologia Nissan é testada em ônibus elétricos no Japão

A tecnologia desenvolvida pela Nissan para seu modelo elétrico Leaf 100% será usada em um projeto com ônibus elétrico que iniciará testes piloto no mês que vem no Japão, com o objetivo de tornar o transporte público zero emissões, mais difundido e acessível. Os testes-piloto estão programados para começar em fevereiro na cidade de Kumamoto, no oeste do Japão.

 

Um grande obstáculo na criação de grandes veículos elétricos tem sido o alto custo de desenvolvimento, bem como peças, incluindo baterias e motores elétricos, conforme informações divulgadas pelo Guia Motor. Ao usar tecnologia já concebida e aperfeiçoada pela Nissan, o custo de fabricação de ônibus elétricos pode ser significativamente reduzido.

 

O ônibus, chamado “Yoka ECO Bus”, terá três baterias, três motores elétricos e um inversor da Nissan Leaf. A Nissan também está desenvolvendo uma caixa de câmbio especial para o ônibus, além de fornecer suporte técnico. 

 

A empresa automotiva espera que sua tecnologia ajude o projeto a alcançar seu objetivo de criar ônibus verdes para sistemas de transporte público no Japão.

 

Foto: Divulgação.

 

Bosch, Vodafone e Huawei fazem parceria

A Bosch, Vodofone e Huawei anunciaram na quinta-feira, 25, em Stuttgart, Alemanha, uma parceria que vai facilitar a comunicação entre carros inteligentes. Por meio da telefonia móvel inteligente é possível melhorar alguns problemas como a necessidade de freadas bruscas pelo motorista e ajudar a prevenir situações potencialmente perigosas e que podem se tornar ainda mais críticas.

 

Conhecida como Cellular-V2X, veículo para tudo, a tecnologia permite que carros se comuniquem por meio da telefonia móvel. Desde fevereiro de 2017, a Bosch, Vodafone e Huawei têm testado novas tecnologias de alta performance na rodovia A9, na Bavária, onde os primeiros testes com módulos 5G estão sendo realizados. Pela primeira vez, as empresas estão demonstrando que sistemas de assistência ao condutor, como o Piloto Automático Adaptativo, o ACC, também se beneficiam da troca direta e instantânea de informações entre os veículos.

 

Até agora, o Cellular-V2X tem sido usado como um sistema de alerta em tempo real para mudanças de faixa ou freadas bruscas. O ACC não apenas avisa o motorista, mas também acelera ou freia o carro automaticamente abrindo caminho para a direção autônoma.

 

Além do alcance dos sensores – O Piloto Automático Adaptativo mantém a aceleração especificada pelo motorista e – graças ao sensor de radar – uma distância pré-definida do veículo à frente. O ACC também detecta e avisa o motorista sobre o outro veículo que entra em sua frente abruptamente, assim que o mesmo se encontra no alcance de detecção do sensor. Quando carros se comunicam diretamente e em tempo real usando o Cellular-V2X é possível detectar este tipo de situação de forma ainda mais rápida.

 

Por meio da telefonia móvel, carros conectados podem transmitir informações diretamente – como sua posição e velocidade – para todos os veículos num raio de mais de 300 metros. Como resultado, o veículo saberá como os condutores ao seu redor se comportam. Se, por exemplo, um carro corta à frente de outro subitamente, o ACC sabe o que está prestes a acontecer mesmo antes do motorista ou do sensor de radar. Dessa forma, o carro ajusta automaticamente sua velocidade para que o veículo à frente entre na faixa sem riscos de colisão. Assim que a distância entre os veículos é reestabelecida, o ACC automaticamente acelera o carro até atingir a velocidade pré-definida pelo sistema.

 

Foto: Divulgação.

Fras-le apresenta lonas comerciais em evento nos Estados Unidos

A Fras-le apresentou, durante a Heavy Duty Aftermarket Week, em Las Vegas, Estados Unidos, a sua linha de lonas comerciais, distribuída no mercado estadunidense por meio da Meritor, com quem mantém uma parceria que recentemente completou 20 anos. O produto brasileiro foi homologado para montadoras de caminhões e ônibus, em 1999, fator decisivo para a instalação de  uma fábrica no Alabama e escritório de vendas e engenharia em Detroit, Michigan.

 

O CEO Sérgio de Carvalho comentou que há duas décadas a empresa decidiu fazer esta aliança com a Meritor. A parceria “nos colocou no cenário internacional com presença em todos os continentes e levou-nos a um parceiro comprometido e reconhecido internacionalmente, que agregou valor à nossa marca e produtos”. 

 

Na HDAW 2018, que se constitui num ambiente propício a reuniões de negócios entre distribuidores e fornecedores independentes de peças e serviços, a Fras-le também apresentou produtos de alta tecnologia e performance, tais como pastilhas comerciais para freios a ar e hidráulicos e lonas pesadas para freios a tambor. Sua presença no evento também visa a prospecção de novos negócios para ampliar sua participação no mercado norte-americano. 

 

Volvo venderá caminhão elétrico na Europa em 2019

A partir do ano que vem a Volvo Trucks passará a vender caminhões elétricos na Europa e na sequência seguirá para América do Norte. O anúncio foi feito pela empresa na quinta-feira, 25, conforme informações divulgadas pela mídia internacional.

 

Apesar de o anúncio do All-Electric Volvo Trucks vir alguns meses depois que o Tesla Semi foi revelado, os Volvos irão às ruas muito mais cedo.

 

De acordo com o presidente da Volvo Trucks, Claes Nilsson, os caminhões elétricos também têm a vantagem de ser muito mais silencioso do que as alternativas tradicionais de diesel:

 

“Ao usar caminhões elétricos e mais silenciosos para o transporte de mercadorias em áreas urbanas, nós enfrentamos vários desafios simultaneamente. Sem perturbar o ruído e os gases de escape, será possível operar em centros urbanos mais sensíveis”.

 

Estudo feito em Estocolmo, Suécia, e pelo Instituto Real de Tecnologia KTH, constatou que os caminhões elétricos podem realizar tarefas em um terço do tempo normal, pois não precisavam operar no tráfego de horas de pico.

 

“Acreditamos na eletrificação completa para a distribuição urbana como um primeiro passo. No entanto, estamos trabalhando com eletrificação para outras aplicações de transporte. Este é apenas o começo “.

 

Foto: Divulgação.